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8. Para que resistir?


Fic: Não era para ser assim


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Tudo acabou. No dia seguinte todos retomaram a rotina de alerta. Os aurores dispensados haviam retornado de sua merecida folguinha, a casa tinha perdido toda a decoração e voltara a parecer um quartel general feio e triste. Os noivos não tiveram lua-de mel, no máximo Gui pôde sair da Ordem e dormir na casa de Fleur, mas no dia seguinte bem cedo já estava de volta ao seu posto. Todos tinham a impressão de que haviam acordado de um sonho agradável...

Hermione ainda não estava totalmente recuperada da noite anterior. Acordara tarde já que fora dormir tarde e estava com a sensação de que bebera um pouco demais, já que algumas cenas confusas invadiam seus pensamentos de vez em quando.

_Bom dia! – Harry e Gina desceram para o café muito animados.

_Bom dia. – respondeu Hermione meio sonolenta.

_A festa foi boa para você, hein? – comentou Gina sorridente.

_Do que você está falando?

_Eu ouvi quando você chegou! Já era bem tarde e você parecia muito feliz! Acho até que havia bebido um pouquinho demais, não?

_É... bebi mesmo. Agora estou com uma tremenda dor de cabeça... – falou massageando as têmporas.

_Com quem você passou a noite?

_Você passou a noite com alguém?! – Rony surgiu de repente surpreendendo os amigos.

_Não! E mesmo que tivesse passado não seria da sua conta, Ronald! – Hermione respondeu prontamente.

_Ué! Nós achamos que vocês tinham ficado juntos na festa! – falou Harry surpreso.

_Você está louco?! – Rony falou alto. – E o que você ainda está fazendo aqui, Ginevra? – ele de repente notou a presença da irmã.

_Ginevra?! Então este é o seu nome, Weasley? – Draco se intrometeu na conversa sentando-se ao lado de Hermione.

_Ninguém falou com você, Malfoy! E Rony, eu tive permissão para ficar aqui, ouviu? Volto hoje para Hogwarts, pode ficar tranqüilo!

_Parece que a festa não foi boa para todos, não?! – intrometeu-se Draco, novamente.

_O que é que você quer aqui, Malfoy?! – perguntou Harry impaciente se pondo a frente do amigo que estava prestes a atacar o rapaz.

_Vim tomar meu café. Achei que todos estariam bem humorados hoje, mas parece que nem todo mundo aproveitou a festa... – falou colocando um bom pedaço de bolo de abóbora na boca e dando um bom gole no seu chá.

_Você aproveitou a festa, Malfoy? – perguntou Gina, desconfiada.

_Muito bem... – falou satisfeito.

_Com quem?

_Não é da sua conta, Weasleyzinha...

_Ei Malfoy, você estava de vigia, não? – perguntou Neville que apenas ouvia a tudo sem comentar.

_Estava, por que?

_Você não notou nenhuma movimentação estranha? Tive a impressão de ver alguém andando no quintal durante a festa.

_Bom, havia alguns aurores no quintal, de vigia, mas alguns convidados insistiam em sair, mesmo sendo proibido. – falou olhando de esguelha para Hermione. – Eu não vi nada suspeito.

_É... Pode ser, e depois, não aconteceu nada, né?...

No canto da mesa uma Hermione meio pálida tentava se lembrar de tudo que havia acontecido na noite anterior. Ela sabia perfeitamente que havia ficado com Malfoy a certa altura da festa, sabia que havia bebido mais do que estava acostumada, mas não se lembrava de como havia parado no seu quarto e do que havia acontecido desde que deixou o jardim até chegar ao dormitório. Ela foi despertada de seu devaneio por um ruído estranho. Quando olhou para seus colegas à mesa percebeu a cara de espanto de Harry e Gina e o sorriso malicioso de Draco. A sua frente tudo que ela via era uma garota no colo de um rapaz, ambos estavam tão próximos que ela não os teria reconhecido se já não soubesse que quem estava naquele lugar era Rony e que garota só poderia ser Lilá Brown.

_Bom dia meu amor! – Lilá falou em alto e bom tom quando finalmente soltou o rosto de Rony.

_Lilá! Você não pode me agarrar desse jeito no meio do refeitório!!! Não estamos mais em Hogwarts! – um Rony extremamente vermelho falou firmemente para a moça ainda em seu colo.

_Teoricamente ela também não poderia fazer isso em Hogwarts, Ronald! – Hermione falou sentindo uma vontade quase incontrolável de conjurar seus amigos de penas.

_Ai! Lá vem você Hermione! Você não é monitora aqui sabia? – Lilá falou saindo do colo de Rony e sentando-se numa cadeira ao seu lado.

_Ela não é, mas está corretíssima! – A professora McGonagall surpreendeu o grupo. – Se estivessem na escola certamente levariam uma detenção, mas como, infelizmente, não estamos...- ela deu um suspiro triste e pesado. – Senhorita Weasley, seu irmão pediu que se arrumasse. A chave para Hogwarts abre em 20 minutos. – virando-se para o lado: _Hermione e Draco devem se dirigir à sala de reuniões, Gui quer falar com vocês. Senhorita Brown apresse-se para a primeira aula e vocês dois, - falou olhando repressiva para Rony e dele para a mão de Harry na coxa de Gina. - acho que têm uma missão, pois devem encontrar-se com outro grupo de aurores no setor C. Por enquanto é só... – ela girou sobre os calcanhares e saiu com cara de poucos amigos.

_Desde quando a McGonagall virou correio coruja da Ordem? – perguntou Harry, baixinho.

_Não fale assim, Harry! Todos têm uma função aqui dentro. A senhora Weasley deve estar ocupada com a arrumação do fim da festa e ela está ajudando o Gui! – falou Hermione séria.

_Hermione, pára com isso! Não estamos mais em Hogwarts! Você não precisa mais defender os professores! – disse Rony implicante.

_Eu não estou falando com você Ronald! – respondeu ríspida.

_Granger... – Draco falou de repente. – é melhor irmos logo para a sala de reuniões. Se não fosse importante o Gui não teria mandado um recado logo cedo pela McGonagall! – falou de cara fechada levantando-se da mesa.

Hermione apenas o imitou estranhando o tom utilizado pelo rapaz e querendo se ver livre da companhia do novo casal o quanto antes. – Certo... Tchau, Gina! – ela foi em direção à amiga para se despedir. – Mande notícias, tá?

_Pode deixar, Mione! Até mais...

Hermione teve que se apressar para alcançar Draco que já estava quase virando o corredor que dava para a escadaria da casa.

_Ei! Malfoy! – falou alto para que ele pudesse escutá-la, mas baixo para não chamar muita atenção dos demais.

_O que você quer, Granger? – ele respondeu sem parar de andar.

_O que aconteceu? Você estava tão bem humorado agora pouco! O que houve? - perguntou enquanto pensava em um meio de puxar assunto sobre a noite anterior.

_Você não sabe?! – ele parou bruscamente, assustando-a.

_Não... – ela respondeu confusa, mas imaginando o motivo de seu mau humor repentino.

_Humpf... – ele voltou a andar sem responder à pergunta.

Hermione apressou o passo e se postou a frente do rapaz forçando-o a parar: _O que aconteceu ontem a noite?! – perguntou de uma vez.

Draco a olhava com uma expressão que misturava incredulidade e decepção: _ Você não se lembra mesmo, Granger?

_Não de tudo... – ela disse enrubescendo e olhando os próprios pés.

_Do que você se lembra? – perguntou curioso cruzando os braços.

_Ai, Malfoy! Fala logo o que foi que aconteceu ontem entre nós, por favor! – ela suplicava finalmente encarando-o.

_Me diga o que você se lembra, porque pode ser que eu não me lembre de tudo também.

Hermione sentiu um frio na espinha!

_Se nem ele se lembra é porque bebemos muito! Isso não é nada bom...- pensou com uma mão na testa em sinal de preocupação. – Bem...Eu me lembro de termos nos encontrado no jardim, você me ofereceu uma bebida e depois você... você me beijou...

_Hahaha! Eu te beijei?!

_Foi! Não foi?! – ela perguntou confusa e sentindo-se patética. – Será que eu imaginei tudo?!

_Tudo bem... Fui eu que te beijei mesmo...- disse olhando-a maliciosamente e se divertindo com a cara de espanto que ela fazia.

_E?...- ela falou um pouco mais calma.

_E o que? – falou sério.

_O que mais? Eu não me lembro do que aconteceu depois! Lembro-me de termos entrado na festa quando ela estava quase no fim, mas depois não me lembro de mais nada!- falou tentando inutilmente se lembrar da noite anterior.

_O que você acha?

_Como assim? – Hermione sentiu o coração acelerar desesperadamente.

_O que você acha que aconteceu depois?

Ela ficou pálida. – Não me diga que você... que eu... ai meu Deus! Você não podia... Eu estava bêbada... Você não podia ter feito...- ela se encostou em uma das paredes do corredor e sentiu o mundo girar.

_Eu fiz o que devia fazer! Justamente porque você estava bêbada! Sabia que não se lembraria de nada... – falou sorridente.

_Malfoy! Seu... seu... – Hermione avançou sobre o rapaz de punhos fechados tentando em vão acertá-lo.

Draco apenas a segurou pelos punhos enquanto sorria maliciosamente: -Calma Granger! Calma... – ele quase não conseguia segurá-la de tanto que ria. – Tudo que eu fiz foi te levar para o banheiro...

_No banheiro! Seu... – ela voltou a atacá-lo novamente.

_Hahaha... Eu te levei para o banheiro para vomitar, já que você não conseguiria chegar lá sozinha...

_O que? – ela parou de socá-lo.

_Eu te levei até o banheiro, você vomitou tudo que podia, eu te dei um pouco de água e te levei para cama... Para sua cama! – falou antes que ela pudesse reagir. – Eu te deixei na porta do seu quarto porque você não me deixou entrar...

_Eu não acredito...- ela levou novamente a mão à testa para limpar o suor que havia surgido apesar do frio que fazia.- Quer dizer que não aconteceu nada? Nada além daquele beijo?

_Não Granger... Eu não sou tão canalha quanto você pensa...- ele se aproximou um pouco mais dela, passou a mão por seus cabelos e disse: - Quando acontecer, quero que você se lembre de tudo, Granger...

_Hermione sentiu um arrepio percorrer sua espinha: - Quem disse que vai acontecer, Malfoy? – ela falou baixo.

_Ninguém precisa dizer, Granger...

Ele aproximou-se lentamente do rosto de Hermione, agora segurando delicadamente seu pescoço e puxando-o levemente em sua direção. Hermione já não ficava mais “em transe” quando ele fazia isso, também não passava por sua cabeça resistir ao beijo. Ela simplesmente se deixou levar pelo momento e retribuiu o beijo ardente que Draco depositava em seus lábios.

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