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15. Ciúmes


Fic: Apollyon 1 - Romance, sexo, guerra. HP como voce nunca imaginou NC 18 FIC CONCLUIDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Entre. – falou a voz de Snape.
- Boa noite, professor. – cumprimentou Gabriel calmo..
- Bem vindo! Chegou no horário! Estou surpreso. É hora de cumprir sua detenção. Venha comigo. – falou Snape sério.
E caminharam por vários corredores, sempre descendo, até que chegaram numa masmorra bem nas fundações do castelo. De longe se ouviam vozes e som de bebida. Snape parou na porta e bateu duas vezes. A seguir a porta foi aberta.
- Oh. São vocês, entrem, entrem. – falou a professora Tonks, que logo se sentou ao lado de Lupin que estava apreensivo, porém com um brilho de esperança no olhar.
- Sentem-se. – ofereceu uma cadeira Moddy. Dumbledore também estava ali.
- Agradeço, mas tenho que terminar um artigo científico para mandar ao jornal hoje ainda, embora ache que precisaríamos de mais testes, antes de anunciar tal descoberta. – falou Snape.
- Fique a vontade, professor Snape, para fazer os testes que considerarem necessários. A prova maior está aqui, sentado em plena Lua Cheia, se fazendo de bobo e tentando abraçar a Prof. Tonks. – falou Gabriel rindo se sentando numa cadeira. – Não se preocupe, eu encomendo as bebidas e reservo horário no melhor cabeleireiro de Londres, por minha conta.
Todos, até mesmo Snape riram da piadinha de Gabriel. Saindo, Snape fecha a porta e retorna para a sua sala.
Quando o silêncio invade a sala antes animada, Gabriel sente o problema.
- Por que acho que nem todas as detenções são assim? – pergunta tentando descontrair o ambiente.
- Por que ás vezes tem-se que tomar atitudes que não podem ser tomadas no Salão Principal. – fala Dumbledore sério.
“Isso não me parece coisa boa!” – alerta seu Monstro Interior.
“Eu sei! Vamos esperar para ver onde isso vai parar!” – responde Gabriel.
- Putz. Comecei a me assustar. Olha só, se for falar sobre o que saiu no jornal, já falei que não sei de nada. – falou Gabriel se preparando para responder a algumas perguntas bem desagradáveis.
Enquanto isso, Moddy serve um copo de suco de uva, e lhe entrega, mas não o bebe de imediato, apenas segura em sua mão.
- Na verdade o que queremos saber é outra coisa. – pergunta Tonks.
- Sim, Tonks. Meus cabelos são naturais, não é uma peruca. – responde Gabriel sério. Mesmo contra a vontade eles acabam sorrindo.
- O que queremos saber é, como tem tal nível de conhecimento? – pergunta Lupin sério.
- Por favor, não avaliem meu conhecimento só por saber preparar uma poção. – falou Gabriel sério. – Garanto a você que sou péssimo em Defesa Pessoal.
Novas risadas. Dumbledore levanta a cabeça e começa a olhar fixamente para Gabriel que faz de conta que não percebe.
- Sério, Gabriel. Como sabe tanto sobre coisas que só alguém que tem muitos anos a mais poderia saber? – pergunta Lupin.
- Olha, eu tive uma educação muito abrangente, somente isso, viajei muito também. – fala Gabriel ficando nervoso com o interrogatório.
- Por que não bebe seu suco e se acalma? – pergunta Tonks.
Gabriel dá de ombros e toma um gole do suco. Sente o efeito do veritasserum, que não funciona com ele, mas resolve simular seus efeitos e ver onde aquilo iria parar.
“Eu te avisei!” – fala seu Monstro Interior.
“Tudo bem! Querem brincar? Vamos brincar!” – responde Gabriel.
- Bom. Agora vamos descobrir algo. – fala Moddy rindo baixinho. Em seguida se aproxima de Gabriel e pergunta. – Quem é você?
- Gabriel Canon. – responde Gabriel.
- O que veio fazer aqui? – pergunta Dumbledore.
- Terminar meus estudos e assumir um emprego futuro. – responde Gabriel.
- Como sabe tanto sobre Magia? – pergunta Lupin.
- Tive um treinamento extenso e viajei pelo mundo trouxa e bruxo por muitos anos. – responde Gabriel.
- Onde lutou? – pergunta Moddy interessado.
- Na África. Numa tribo que foi exterminada, há alguns anos atrás, por outra facção de bruxos. Fui o único sobrevivente, depois do ataque final. – responde Gabriel.
- Como sobreviveu ao ataque? – perguntou Moddy.
- Usei meu plano final. “levar o maior número de inimigos comigo para o inferno”.
- Onde mais estudou? – perguntou Dumbledore.
- Em vários países da América Latina. Cursos particulares em sua maioria. Geralmente nas férias dos professores. – responde Gabriel.
- Como resiste tão bem a feitiços? – pergunta Moody.
- Eu tomo leite de soja desnatado. Melhora o desempenho do corpo e impede que o corpo se desgaste rapidamente em caso de luta com magia. – responde Gabriel.
- Quem lhe ensinou isso? – pergunta Tonks.
- Descobri com um feiticeiro na Colômbia. – responde Gabriel.
- Sabe utilizar Feitiços das Trevas? – pergunta Moddy.
- Sei. – responde Gabriel.
- Você é Partidário ou auxiliar ou cumpre ordens de Voldemort ou algum de seus seguidores? – pergunta Moddy.
- Não. – responde Gabriel.
- Conhece Voldemort? – pergunta Moddy.
- Somente o que foi publicado nos Jornais. – responde Gabriel.
- Você já ouviu falar em APOLLYON ? – pergunta Dumbledore.
- Sim. – responde Gabriel.
- O que sabe sobre ele? – pergunta Moddy.
- Sei a definição mitológica, Apollyon é considerado o Anjo da Destruição. Ou Arcanjo da Destruição. – responde Gabriel. – Existe uma outra referência a ele como aquele que irá encerrar uma guerra e começar outra.
- Onde está esta definição? – pergunta Dumbledore preocupado.
- Numa lenda que um feiticeiro Armênio me falou uma vez. – responde Gabriel.
- O que mais sabe, ou lhe disseram sobre ele? – pergunta Moddy.
- Fui informado que quando ele chegasse, iria testar alguém e se falhasse no teste esse alguém seria morto. Dizia também que era inútil lutar contra ele, pois seria o Poder Encarnado. Não podia ser detido, controlado ou morto. E que mudaria o mundo mágico, para sempre. – responde Gabriel.
- Como faço para falar com este Feiticeiro Armênio? – perguntou Dumbledore cada vez mais interessado.
- Eu o matei a 3 anos. Tentou me enganar e oferecer minha vida em sacrifício pela Vinda de APOLLYON . – responde Gabriel.
- Como o matou? – pergunta Moddy.
- Quebrei seu pescoço. – responde Gabriel.
- Deseja fazer o mal contra algum aluno ou professor desta escola? – pergunta Tonks.
- Não. Desejo apenas aprender. – responde Gabriel.
- Onde aprendeu a lutar? – torna a perguntar Tonks.
- Com dois instrutores dos Fuzileiros Navais Americanos. Paguei a eles para me treinar durante alguns meses. – responde Gabriel.
Ficam em silêncio por alguns minutos, até que Moddy obedecendo a um olhar de Dumbledore derruba algumas gotas de um antídoto no suco de uva de Gabriel e o ordena a beber. Depois de beber, Gabriel ainda fica fora do ar por alguns instantes e em seguida “acorda” meio distraído. Olha para o suco e diz, chateado.
- Droga. Esquentou. Tudo bem. Desculpa pessoal, mas estou com dor de cabeça. Acho que se não levarem a mal, gostaria de me deitar. – fala Gabriel.
- É claro, descanse. E Gabriel, obrigado pela poção. Pela primeira vez em minha vida posso me sentir normal. – fala Lupin emocionado.
- Não se preocupe. Na próxima aula vou tentar algo mais difícil. – fala Gabriel.
- Mais difícil que essa? – pergunta Dumbledore surpreso. – Qual?
- Uma que devolva o senso de humor do Moddy, por que sinceramente ele é muito mal humorado. – fala Gabriel saindo rindo. Gargalhadas são ouvidas nas masmorras enquanto ele sai e fecha a porta.
Imediatamente ficou de mau humor. “Veritasserum! Em mim! Ah, mas por essa vocês não esperavam né? EU SOU IMUNE! O mais difícil foi ficar mentindo sem poder rir da cara deles. Feiticeiro Armênio! Putz! Era muita imaginação. Leite de soja desnatado. Era só esperar até que Moddy tomar e vê-lo passar alguns dias com diarréia. Mas para Dumbledore tomar estas atitudes, devia estar entrando em desespero. - pensa Gabriel sério.
Era hora de tomar uma atitude mais interessante. Mas antes a vingança. Oh sim! E iria começar amanhã. Na aula de DCAT. Moddy me pagaria.
“Vou jogar tantas maldições nele que ele vai ter sorte se sobrar parte de sua perna falsa!” – pensa Gabriel indignado.
Voltando para o salão comunal, encontra alguém que imediatamente lhe obriga a parar. Era Hermione.
- Boa Noite! Acredito que saiba que estar fora do salão comunal neste horário é considerado falta grave, passível de detenção. – fala ela com voz dura.
- Sei, sim senhora. – responde Gabriel com a voz triste.
- Apresente-se a Professora Minerva, amanhã pela manhã, para cumprir sua Detenção. – fala ela com voz seca e dura.
“Mas que droga será que aconteceu com ela?” – pergunta-se Gabriel preocupado. – “Será que ela não entende?”
Gabriel levanta os olhos e a olha triste, com uma tristeza tão grande que ela sente somente por seu olhar.
- Sim senhora, Monitora Granger. – fala Gabriel com voz ainda mais triste e começa a caminhar até chegar ao salão comunal.
Ao entrar dá de cara com Harry e Rony que faziam a tarefa de Advinhação que o olham preocupados.
- Cara você está bem? – pergunta Harry.
Gabriel olha para eles e faz sinal com a cabeça que sim. Sobe ao dormitório e vai até o banheiro, onde toma um banho e tenta dormir. Não conseguia entender a atitude de Hermione, mas se ela preferisse agir assim, por ele tudo bem.
Não tinha tempo para isso agora de qualquer forma. Seu Monstro Interior não se pronunciou nem uma única vez para criticar. Muito pelo contrário, ele cantou canções de guerra. De dor e morte. De vingança.
Gabriel acorda uma hora antes como de costume e toma seu banho. Desce para o salão principal e toma um café com frutas. Em seguida, seus colegas chegam. Conversam amenidades e logo antes de iniciar a aula, Gabriel comparece até a sala de Minerva para ver sua detenção, mas ela não estava.
Deixando aquilo de lado, vai para a aula de DCAT. Hoje haveria dois professores, Remo e Moddy. “Droga. Não posso amaldiçoar o Lupin!! Mudança de planos! Tentar manter o disfarce.” – pensa Gabriel irritado. – “E vamos nos preparar para o golpe final!”.
- Muito bem! Bem vindos. Não vamos perder tempo. Peguem o livro na página 5 e começaremos. – fala Moddy.
Gabriel olha para os feitiços e rapidamente lê o capítulo todo. A seguir, deveriam demonstrar na prática cada um dos feitiços. Quase todos conseguem, mas Neville e Gabriel não conseguem.
Demonstrando curiosidade, Lupin se aproxima de Gabriel para auxiliar, e pergunta:
- Tudo bem, Gabriel? O que houve?
- Não sei. Tem algo errado comigo deste ontem à noite. – mente Gabriel se preparando.
- Como assim? – pergunta Lupin preocupado.
- Não sei. Não me sinto bem, é como se eu tivesse comido alguma coisa estragada ou bebido um porre colossal. Não tenho certeza. – responde Gabriel.
- Gostaria de ir para a enfermaria? – pergunta Lupin.
- Não. É só uma sensação estranha. Se não se importar, farei os feitiços na próxima aula. – fala Gabriel.
- Sem problema. Pode tentar na próxima aula. – fala Lupin estranhando o fato e comentando com Moddy discretamente.
- Gabriel? – pergunta Draco se aproximando. – Tudo bem?
Gabriel notando que estava chamando atenção senta-se e olha direto para Draco. Simulando um sorriso responde.
- Sim. Só cansado. E preocupado. – responde a Draco.
- Preocupado com que? Você é o único cara que conseguiu 500 pontos em uma aula até hoje. – fala sorrindo. – Você é um herói.
“Que povo que tem mania de dizer que alguém é Herói!” – pensa Gabriel sorrindo.
Gabriel ri baixinho e olha sério para Draco.
- Tem falado com a Gina? – pergunta Gabriel.
- Claro. Temos conversado um pouco. Educadamente. – responde rápido Draco.
- Me faz um favor? Pergunta pra ela o que a Hermione tem? – pede Gabriel.
- Claro. Depois te falo. – responde Draco.
- Obrigado. – responde Gabriel.
- Muito bem, vocês dois aí. – fala Moddy. – Prestem atenção. Temos mais alguns feitiços para ensinar.
- Vamos lá. – responde Gabriel.
E passaram mais três horas aprendendo feitiços de defesa e ataque. No final da aula, na saída, Gabriel saiu pelo corredor, mas logo que caminhou alguns passos, encostou as costas na parede, respirando pesadamente, enquanto massageava a cabeça.
- Gabriel! – chama Lupin. – Você está bem?
- Tem algo errado comigo. – fala Gabriel.
- Como assim? – pergunta Moddy preocupado.
- Algo na minha cabeça! Tem algo errado! – fala Gabriel e vai caminhando devagar acompanhado por Rony que o olha preocupado.
Quando chega ao dormitório vai até o banheiro e depois de demorar um pouco dá um grito raivoso assustando todos. Em seguida sai do banheiro irritado ao extremo.
- Filhos de uma... Ah! Mas isso não fica assim! – grita Gabriel saindo fingindo irritação indo em direção ao salão comunal. “Já que não pude pegar Moddy, vai ser a Tonks mesmo”. – pensa sorrindo.
Ao chegar à sala comum, dá de cara com Hermione que o olha irritada e pergunta diretamente, sem nem mesmo cumprimenta-lo.
- Por que não foi procurar a Professora Minerva para determinar a detenção? – pergunta Hermione de forma grossa.
- Estive lá, Monitora Granger. Ela não estava, irei procurá-la mais tarde. - falou Gabriel.
- Creio que é melhor ir lá agora! – fala Hermione de forma mais grosseira ainda, elevando a voz.
Gabriel a olha em seus olhos e tenta encontrar algo ali que lhe indicasse o motivo do ódio, mas não encontra nada a não ser o próprio ódio.
- O que aconteceu com você? – pergunta Gabriel a olhando firmemente, ciente de que estavam numa sala lotada com todos olhando para eles.
- Como assim? – retruca ela de volta.
- Por que tanto ódio contra mim? O que diabos fiz pra você? – perguntou Gabriel se irritando.
- Eu abri meus olhos. Eu vi, e não diga que não é verdade. – falou ela berrando.
- O que é que você viu? – perguntou Gabriel não entendendo nada.
- Carregando aluninhas até a enfermaria! Aceitando elogios, de qualquer uma. Conversando com qualquer uma que sorria pra você! Narcisa Malfoy! Vocês de conversinhas! Beijinhos pra cá e pra lá! Estava com ela ontem a noite? – urrou ela.
- Quem diabos você pensa que é? – berrou ele com força, se aproximando dela irritado. – Hein? Quem você acha que é pra me pedir satisfações? Hein? Eu te ofereci o que você queria! Duas vezes! Você ficou tripudiando! Acha que não vou falar com outras pessoas? Está maluca? Devo ser mal educado a quem me cumprimentar? O que você tem na sua cabeça? E depois, não sabe nem uma parte da história e já chegou a suas próprias conclusões, não é mesmo? E se quer saber onde eu estava ontem a noite quando me deu pegou caminhando no corredor, eu estava cumprindo a detenção do Snape. Se não acredita, pergunte a Dumbledore, pois ele estava lá também. Com todo o respeito Monitora Granger jamais conheci alguém capaz de meter os pés pelas mãos tanto como você. – falou Gabriel irritado e saindo do salão, deixando para trás uma Hermione chorando, por ter jogado fora o amor que ele oferecera.
Desceu para o salão principal e almoçou de forma rápida, saindo dali antes que alguém viesse irritá-lo. Foi direto para a sala de curso de Defesa Pessoal. Entrou e fechou a porta. Foi até o fundo da sala e no escuro começou a meditar. Imediatamente começou a levitar, mas desta vez, manteve-se atento a qualquer ruído que identificasse a chegada de alguém.
Simulou a “descoberta” no banheiro e sua “explosão de raiva”. O fato de Hermione aparecer e o irritar foi só para fechar com chave de ouro a sua “raiva”. Ele queria bater em alguém, muito, e Tonks era o próximo alvo, uma vez que Lupin e Moddy estavam juntos nas salas de aula. Pior pra Tonks.

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