Essa história deveria ter sido bem rápida porque é uma história que eu tenho muito pouco material, mas acabou tornando-se tão grande como a anterior. Só pra consta o gabinete dos professores também funcionam como quartos deles (se estiver errado reclamem com os caras que fizeram os jogos pra GBC). E como está no titulo esse suspense é só pra cria um clima finjam que não sabem quem é o par dela e divirtam-se!!!!
O vento rugia forte contra as janelas do gabinete de Minerva, ela sentada em sua escrivaninha acabava de repassar sua matéria para as próximas aulas do sexto ano. Derrepente uma suave batida na sua porta a faz quebrar a sua concentração no trabalho, quem poderia ser a essa hora da noite? Já eram, mais de uma e meia da madrugada todos a essa hora deveriam estar em suas camas, inclusive ela. Levantou-se e foi até a porta, poderia ser algo importante; mais duas batidas leves... seu temor se tornou certeza, só existia uma pessoa no mundo que bateria daquela forma em seu gabinete a uma hora dessa. Mcgonagall abriu a porta e lá estava parado com um buquê de rosas nas mãos o diretor da escola Alvo Dumbledore; ele entrou e lhe entregou o buquê, depois sacou a varinha do bolso e com um aceno fez as luzes se transformarem em algumas velas que iluminavam fracamente o ambiente; depois com mais um aceno da varinha fez os papeis sobre a mesa voarem para o armário.
- Minerva, eu estava com saudades.
- Também Alvo, mas não é bom você vir aqui à uma hora dessas!
- Toda a hora é perfeita para dois amantes!
- Ó! Alvo!
Dumbledore avançou em direção a ela e a tomou em seus braços, depois a beijou longa e docemente.
- Não consigo mais ficar sem você em meus braços, Minerva!
- Então possua-me Alvo, temos a noite toda pela frente, vamos!
Dumbledore atirou-a em cima da mesa e começou a abrir sua blusa pouco a pouco, apesar da idade Minerva continuava com um belo corpo, com seios pequenos e arrebitados com os mamilos durinhos, sua pele era macia e sua barriga bem definida, ela soltou os cabelos e sua expressão normalmente severa se relaxou e se tornou mais jovial. Dumbledore tirou agora a sua camisa revelando um peitoral definido, Ele assim como ela, sabiam que os corpos definidos eram resultados de muitos encantamentos e feitiços lançados sobre os corpos, mas nem Dumbledore nem Minerva se importavam com isso.
Alvo começou a abrir o zíper da calça de Mcgonagall, retirando-a e deixando a calcinha de renda dela a mostra; ao ter aquela visão dela ali deitada sobre a mesa apenas de calcinha com os bicos dos seios durinhos Dumbledore não pode controlar uma ereção que foi visível para Mcgonagall. Minerva sabia que agora Dumbledore estava excitado, ela sabendo disso sentou-se na borda da mesa e abaixou a calça dele deixando apenas sua cueca tapando seu membro comprido, mas relativamente fino.
- Eu não lembrava que era tão longo!
- Faz tempo já e dela para cá ele esticou um pouco.
- É muito longo mesmo deve ter o que uns 40cm?
- 46cm da ultima vez que eu medi, mas você assim só de calcinha deve ter deixado ele totalmente esticado, deve estar beirando os 50cm.
- E será que eu agüento?
- Vamos ver!
Mcgonagall deitou na mesa e abriu levemente as pernas; mas Dumbledore a segurou pelos quadris e a forçou a se deitar de bruços, depois dobrou suas pernas deixando-a de joelhos com o corpo deitado e a bunda levantada, logo em seguida puxou a varinha que estava sobre a mesa e fez sumir a calcinha dela deixando a mostra seu anus rosinha e apertadinho.
Minerva sabia o que ele iria fazer e não gostava nadinha, mas agüentaria firme por amor a ele. Dumbledore preparou-se para explorar aquele anus apertado com seus grande pênis; do nada ele conjurou com a varinha um frasco de um gel branco e lambuzou seu pênis com ele, depois passou um pouco na entrada do anus de Minerva. Alvo Dumbledore colocou seu pênis na entrada do canal anal de Minerva e de uma vez só empurrou o maximo que podia de seu pênis para o interior do anus dela. As pernas de Minerva afrouxaram, lagrimas rolavam pelo seu rosto, a dor era insuportável, parecia que ela estava sendo rasgada ao meio; ela pediu tentou pedir para ele parar, mas as palavras já não saiam e sua boca; agora Dumbledore bombeava com força e ela sentia seu enorme pênis invadindo-a e indo até o fundo do seu anus. Ele retirou o pênis e fez a volta na mesa segurando o rosto de Minerva com uma mão e se masturbando com a outra, colocou o pênis na boca dela e alguns segundos depois um jorro quente de esperma voou para a boca de Mcgonagall com tal força que ele ia direto até sua garganta sem nem parar na boca.
Dumbledore retirou o pênis da boca de Mcgonagall e dirigiu-se para a cama dela, deitando-se lá para esperá-la; seu pênis ainda duro pulsava de tesão prontinho para outra rodada. Minerva Mcgonagall levantou-se da mesa, sentia o gosto do esperma na boca e as pernas bambas, sentia-se como se tivesse sido arrombada e caminhou com dificuldade até a cama; lá viu Dumbledore deitado de barriga para cima com o pênis ereto parecendo um mastro de bandeira; ela aproximou-se e percebeu que ele a esperava com os olhos fechados como quem pedisse uma surpresa.
- O que você quer que eu faça? – Perguntou Mcgonagall.
- Eu gostaria que você decidisse.
- Está bem!
Minerva voltou até a escrivaninha ainda andando com certa dificuldade e pegou as duas varinha que estavam ali, levando-as de volta para a cama, depois entregou a de Dumbledore e com a sua conjurou um pênis feito de algo que parecia luz, mas era sólido e palpável; fez em seguida outro e deixou-os flutuando ao seu lado. Dumbledore viu os dois pênis de luz e logo percebeu as intenções dela, mas ele sabia o que ela esperava dele e ele não iria decepcioná-la.
Mcgonagall gostava de pênis grande e não se importava em sentir dor desde que estivesse sendo preenchida por um enorme pênis; foi por isso que ao longo dos anos Dumbledore usou muita magia para aumentar seu pênis mais e mais. Com a varinha Minerva fez os dois pênis flutuarem até a entrada de sua vagina e de seu anus e com um movimento os fez entrar bem devagar; Dumbledore assegurou seu pulso e retirou sua varinha e com um movimento da sua fez os pênis conjurados aumentarem de tamanho tornando-se maiores e mais grossos tanto quanto o corpo de Mcgonagall agüentasse. E agora sim Mcgonagall estava sendo rasgada, um pouco de sangue escorria de seu anus e de sua vagina e ela gritava de dor até Dumbledore segurá-la pela parte de trás da cabeça e a puxar para seu pênis fazendo-a chupá-lo o mais rápido e fundo possível; os dois continuaram deste mesmo jeito por quase mais meia hora até Dumbledore tirar a cabeça de Mcgonagall de seus pênis um instante antes de um novo jorro de esperma voar acertando seu rosto e com um segundo impulso outro enorme jorro saiu do pênis dele espalhando esperma por toda a cama; os dois deitaram-se e ali dormiram em meio a pênis de luz e uma poça de esperma.
Os dois acordaram-se na manhã seguinte ainda sentindo-se exaustos, Dumbledore voltou para seu escritório usando a rede de Flu e logo partiu para o café da manhã, onde a maioria dos alunos achou muito estranho o fato de a Professora Mcgonagall ter passado o café inteiro em pé do lado da mesa dos professores.
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