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1. O retorno.


Fic: Preconceito Consumível


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O relógio marcava quatro horas da tarde, faltavam quinze minutos para sua chave de portal, Draco tentava se lembrar o motivo de estar voltando para Inglaterra, qual era mesmo? “Ah sim, o baile de comemoração dos heróis da guerra e o novo negócio milionário que as empresas Malfoy estava por fazer”.


Draco Malfoy, o garoto que saiu da Inglaterra  com 17 anos carregando nas costas a maior fortuna do mundo bruxo e a morte de seus pais. Considerado também um herói da grande guerra, já que havia salvado a vida do trio maravilha, traído a confiança de seu pai, e desiludido sua mãe. Draco não esperou a execução dos pais em Azkaban, partiu logo após ter sido absolvido de todas as acusações e resolvido os problemas de seus bens confiscados.


Todos os melhores artigos de Quadribol, todas as maiores editoras de livros de magia e boa parte das ações do banco Gringotes pertenciam ao patrimônio de Draco. Seu administrador era Blaise Zabini, amigo desde a infância.


Há sete dias havia marcado seu retorno permanente a Inglaterra, todos os negócios na França foram fechados e as empresas têxtil vendidas a Madame Maxime, diretora de Beauxbatons e dona da melhor confecção de vestes bruxas do país.


Quando anunciaram a chave de portal, Draco se dirigiu elegantemente até a garrafa sobre a mesa e sentiu o costumeiro puxão. Segundos depois seus pés tocavam levemente o departamento de transportes do Ministério da Magia. O loiro avistou Blaise sentado em uma das cadeiras do grande átrio, ele falava freneticamente no aparelho trouxa, o negro alto e de sorriso galanteador avistou o homem que estava com cara de poucos amigos olhando-o.


Blaise fechou o aparelho e foi em direção a Draco com os braços abertos.


-Seja bem vindo ao seu país, meu amigo.- Blaise abraçava e dava tapas generosos nas costas largas do loiro que permanecia imóvel.


-Zabini, você me viu há dois dias, se não tirars suas patas  de mim, arranco elas com um canivete!- sibilou Draco.


Blaise gargalhou gostosamente, e beijou a face de um loiro irritado.


-Quanto bom humor, Draquinho, você sempre gentil.


Draco revirou os olhos e saiu em direção às portas, Blaise o acompanhou em silêncio até o carro que aguardava o senhor Malfoy.


Depois de acomodados dentro do luxuoso sedan, Blaise abriu a torneira.


-Draco, sua agenda está sendo preparada por uma secretária particular que já foi contratada para servi-lo, a mansão Malfoy está reformada como você pediu e os bruxos chineses já assinaram boa parte dos documentos, pode dizer amigo, mereço um bônus por ser seu melhor amigo e melhor administrador.


-Seu salário, Blaise, é quase um assalto, te pago muito mais do que você merece.-disse um Draco entediado olhando pela janela.- Agora conte as novidades, além de, claro, a secretária gostosa que você contratou sabendo que vai traça-la na primeira oportunidade, ou os idiotas chineses que estão desesperados pra vender seus negócios a preço de sumo de abóbora e minha casa que foi reformada pela Parkinson por um valor exorbitante, todas essas já estão entediantes.


-Vejamos...


-Não pense muito Blaise, pois começará a feder.- Draco dizia sorrindo sarcástico.


-Idiota, sabe quem se casou?- perguntou Blaise.


-Não leio o semanário das bruxas, Blaise!


-O santo Potter casou-se semana passada com a caçula Weasley, foi a festa do ano, as maiores diretrizes bruxas compareceram à cerimônia, fotógrafos do mundo inteiro, bajuladores e blá blá blá, com toda pompa e circunstância.


-Então quer dizer que o Potter enfim resolveu perder a virgindade? Interessante... Você esteve lá, Blaise?


-Não podia perder, meu caro amigo,... Champagne mulheres lindas, oportunidades de negócios, e claro, a chance de alfinetar o trasgo do Weasley.


-Qual deles? Porque perdi a conta depois do quinto...


-Ora, Draco,como se você não soubesse, aliás ele estava com a Granger, tenho que reconhecer a sangue ruim nunca esteve tão gostosa, e veja bem... Depois do quarto ano, nunca mais houve um par de pernas mais lindo do que aquele em  Hogwarts.- Blaise disse tudo isso com a cara mais depravada possível.


-Deixa de ser nojento, Blaise! Como pode fantasiar com a sangue-ruim cabelo de aço? É a ideia mais absurda que eu já ouvi.- Draco fez cara de nojo.


-Quero ver você dizer isso  quando ver aquela aurorzinha cheia de curvas.- E lentamente fazia gestos ondulados desenhando uma cintura imaginária.


Mais cinco minutos e o carro parava em frente à mansão Malfoy, Draco entrou sem dizer uma única palavra, observou a grande sala de estar, completamente diferente de como era, cores claras decoravam  todo ambiente, nada de tons escuros exatamente como tinha ordenado a Pansy. Sorriu de lado discretamente.


Blaise vinha logo atrás disfarçando a surpresa ao ver a “nova” mansão Malfoy, já que não tinha visto nada do que Pansy havia feito.


-Eu disse, meu amigo, que supervisionei absolutamente cada detalhe, não ficou perfeito?- Blaise fazia pose de orgulhoso.


- Zabini...vous êtes un homme collant! (N.A traduçao pessoal, você é um homem brega.)


Blaise abriu um sorriso enorme, achando estar sendo elogiado.


-Eu sei que ficou perfeito, eu sou muito competente.


-Não foi um elogio, Blaise.- Disse Draco completamente exausto.


Depois de algumas doses de whisky, Draco se recolheu para descansar até o início da noite. A festa  do Ministério da Magia seria a noite, e todos os participantes da guerra estariam presentes, Draco achava uma festividade inútil, mas esse ano não poderia faltar, já que suas empresas patrocinavam vários projetos ministeriais.


Draco estava deitado de costas, totalmente absorto em seus pensamentos, olhando  o traje a rigor que estava dependurado magicamente em um suporte inexistente, sabia que estava em cima da hora, mas não conseguia levantar da cama que naquele momento, parecia o convite mais irrecusável.


Blaise aparatou no quarto de Draco, quase derrubando o loiro no chão pelo susto.


-Você não está pronto?- Perguntou o moreno olhando o traje intacto.


-Você sabe o que é privacidade, Zabini? Meu quarto é privado, e você não foi convidado.- Draco disse se levantando.


-Onde aprendeu a rimar? Sabe por que está de mau humor? Isso, meu velho amigo, é falta de uma bela companhia...feminina, mesmo porque companhia masculina você não poderia ter melhor do que euzinho!Afinal tem certeza que não vai acompanhado de ninguém? Pode pegar mal sabe...Podem até achar que você mudou de lado e


-Você tem  algum tipo de distúrbio?-Falou um Draco olhando o amigo que falava  como  um elfo das lavanderias.


-Por que a pergunta?


-Qual seu problema em manter a maldita boca fechada? Quando passar a usar saias ficar redondo como um balão, e ficar em frente às panelas pode se juntar a matriarca Weasley, porque no quesito  falar, você já  a supera.


Blaise fez um gesto obsceno em direção ao loiro, que apenas balançou a cabeça.


-Posso imaginar a educação que recebeu, Blaise.- Draco deu às costas ao amigo e foi se arrumar no banheiro de seu quarto.


(CINQUENTA MINUTOS MAIS TARDE.)


Draco descia as escadas despreocupadamente, Blaise estava sentado com um copo de conhaque nas mãos, e olhava incansavelmente pro relógio de pulso.


-Achei que estar acompanhado e chegar na hora exata do evento, fosse sua mais nova ambição do dia, Blaise.- O loiro sorria charmoso, o smoking preto realçava a pele extremamente branca.


-Até que enfim! Depois diz que eu sofro de distúrbios, parece uma bruxinha de quinze anos no baile de aniversário.


-Porque você está aqui mesmo? Ah claro, pra me infernizar, e porque não existe ninguém que goste de você, exceto EU que te tolero.- Draco já se preparava para aparatar.


-Draquinho, você me adora!- O moreno sempre tentava ter a última palavra.


-Eu te tolero, Blaise... E somente por multiplicar meus galeões diários.- E o loiro sumiu no ar.


Blaise rumou ao canto da sala.


-Ele me ama definitivamente!- Falou sozinho antes de desaparatar.


A entrada do Ministério estava cheia de pessoas, muitos  fotógrafos disparavam seus flashes sobre o rosto dos convidados, Draco reconheceu  algumas pessoas em poucos minutos que aguardava Blaise.


-Então? Muitas mulheres?- Perguntou o moreno que acabara de aparecer ajeitando o terno creme. Draco que até então não tinha visto a roupa do amigo, arqueou a sobrancelha.


-Sabe Blaise, se eu não te conhecesse há anos, acharia que você é gay, se veste como um gay e tem uma necessidade de provar que essa coisa que chama de “pinto” ainda funciona.


-Meu pinto funciona, Malfoy!- Disse o moreno ultrajado.


-Claro...claro.- Draco seguiu o tapete vermelho que era a passarela pro salão de festas.Flashes piscavam sem parar em sua direção, as pessoas sorriam abertamente em todas as direções, o loiro apenas parou para ser fotografado sem sorrisos e seguiu em frente.


O salão era amplo, o teto mágico mostrava uma noite estrelada, a decoração era em tons de vermelho e dourado, “porque será?” se perguntava Draco. Blaise vinha logo atrás cumprimentando algumas pessoas e sorrindo como Lockhart nos tempos de sua “glória”.


As mesas estavam marcadas com os nomes dos convidados, o loiro se encaminhou  até a sua olhando discretamente as pessoas. Antes que pudesse se sentar sentiu um par de mãos femininas tamparem seus olhos. Logo que a mulher se aproximou Draco já sabia quem era, o perfume era reconhecido a quilômetros de distância “Pansy”.


-Adivinha quem é?-Sussurou próximo ao ouvido do homem que já sorria.


-Eu reconheceria esse perfume dentro de um estádio de quadribol cheio de bruxos gordos e suados, Pansy!- Falou Draco com a voz arrastada.


Ela tirou as mãos dos olhos dele, e deu uma volta até estar de frente ao loiro.


-Merlin! Como você pode estar mais lindo?-E o abraçou longamente.


-Você continua linda também, Pansy, e discreta como sempre.


-Tudo bem, agora podemos parar com a rasgação de seda? E eu, Pansy, não vai me abraçar?- Perguntou Blaise sorrindo maroto.


-Eu te vi hoje pela manhã, Blaise!- Respondeu Pansy ajeitando freneticamente o vestido negro que cobria muito pouco do corpo extremamente magro e pálido.


-Mas eu já estou morto de saudades.


-Pelo amor de Merlin, Pansy, abrace-o, ou ele pode morrer  e se pulverizar no ar sujando toda minha veste de purpurina!


Pansy gargalhou e abraçou Blaise que se aproveitava da situação beijando o pescoço da morena.


Draco olhava a cena sorrindo de lado, “até que senti falta dessa maluca”, notou que todos pararam suas conversas  e olhavam na direção da entrada, o loiro acompanhou a multidão.


Harry entrava de braços dados a uma ruiva elegante, que estava vestindo  preto como o marido, ao lado um ruivo alto com vestes convencionais sorria vacilante em direção às pessoas, e uma outra mulher de longos cabelos castanhos que ondulavam conforme ela se movia, o vestido pérola cobria-lhe os pés mas exibia um decote que deixava pouco a imaginação, brincos de brilhantes quase encostavam nos ombros desnudos.


Coincidentemente a mesa do trio maravilha era ao lado da de Draco, os sonserinos estavam de pé olhando os recém chegados  pararem em seu caminho. Todas as conversas voltaram normalmente, Harry estava sério, mas tinha a aparência de um homem feliz, Ginny Potter mostrava todos os dentes mal contendo sua felicidade.


-Malfoy...- Harry estendeu a mão para que Draco apertasse.


-Potter.-Draco segurou a mão de Harry por poucos segundo e em seguida puxou a mão de Ginny até os lábios.- Weasley.


-É Potter, Malfoy! –Falou a ruiva sorrindo.


-Sinto muitíssimo, imagino como deve ser terrível.- Draco falou não contendo a ironia.


Harry apenas balançou a cabeça sorrindo e puxando a mão de Ginny novamente. Rony estava vermelho e pediu licença pra se retirar, Draco apenas sorriu de lado.


Blaise se postou na frente de Hermione, fazendo a castanha dar um passo pra trás.


-Granger! Está linda como sempre...


-Vindo de você que sofre de sérios problemas mentais, Zabini , talvez eu tenha que ficar preocupada.- Respondeu a castanha.


-Qual o problema de vocês? Todos acham que eu tenho problemas mentais!


-Isso é um fato, Zabini, nem mesmo  Dumbledore te acharia normal, e olha que ele era excêntrico.- A castanha já ria a essa altura.


-Como você é encantadora, Granger, talvez eu te convide pra uma dança.- Blaise jogava seu charme descaradamente em cima de Hermione.


-Definitivamente, Blaise, você TEM problemas mentais... Chamar a Granger de encantadora só prova o quanto sua sanidade está debilitada.- Falou Draco que observava Hermione dos pés a cabeça pensando “não é que a sangue ruim está apetecível?”,mas não perdendo a oportunidade de alfinetar.


-Recolha-se a sua insignificância, projeto de Barbie!- Respondeu Hermione corada com o olhar cobiçoso de Draco em seu decote.


-E quando se recolher, Barbie, aproveite pra passar um lenço no queixo pois a baba está escorrendo.- Completou Ginny que caminhava em direção à mesa de braços dados com o marido e Hermione.


 


 


N.B.: Bom, primeiro super elogiar a Bella por essa escrita que só vem melhorando! Quero dizer também que o Blaise é um show a parte. Estou amando! Se quiser fazê-lo sossegar, e conhecer uma moça simpática, pode criar uma personagem para mim que eu não ligo, ok? Adorei o humor dele...
Então bem quer Draco ficou dando uma secada em Hermione, não?! Super curiosa para ler mais e esperando pelo capítulo!!! Parabéns!!! E, leitoras, COMENTEM!


N.A.:Olá pessoas lindas de Deus, e lá vamos nos outra vez...Quero agradecer MINHA linda e querida beta Artemis Granger, minha mamis do coração que ta sendo sensacional comigo por estar betando e sensacional com vocês por proporcionar um texto melhor. Sejam bem vindos leitores (a) e COMENTEM! BEIJO.


 


 


 


 

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Comentários: 2

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Enviado por Mione03 em 25/09/2011

Olá querida,tudo bem?

Bom eu já estou amando a fic,aliás já amei desde que li a prévia no grupo no face! A história com certeza vai ser um sucesso!!! Sei que ainda vou ver e muuuuuuuuuito o Draco babando pela Hermione!

Tenho que concordar que o Blaise é um show à parte! Ele é super hilário!

Parabéns pela fic e até mais!!!

Beijos
mione03

Nota: 5

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Enviado por jessica salicio da silva em 24/09/2011

já , com certeza, vai entrar pras minhas favoritas. Mas esse capitulo ta demais e olha que só começou a festa. ta linda, assim como a escritora. E eu como sempre quero mais. *------*

Nota: 5

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