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4. Capitulo 4


Fic: Eu ainda não te esqueci. H&Hr AVISO ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo 4


Folheou o livro, esperava não encontrar nada ali, mas ao folhear as paginas um pedaço de pergaminho caiu. Harry deixou o livro sobre o sofá e abaixou-se para pegar o papel. Era velho, mas estava bem conservado. Hesitou. Não queria abri-lo, não queria ver a letra de Hermione. Respirou fundo e abriu ele cuidadosamente. E começou a lê-lo.


Querido Harry,


Harry respirou fundo antes de continuar lendo. Essas primeiras duas palavras o cortaram com navalhas. Querido Harry. Quando será que havia escrito, depois que Ron foi, ou antes?, pensou. Harry se sentiu um idiota por estar lendo aquilo, por que insistir em algo tão velho quanto aquilo. Hermione era passado e não passava mais disso. Ele tinha Gina, que era por sinal uma mulher maravilhosa e dedicada, por que não podia simplesmente amá-la também? Por que isso martelava a sua cabeça? Não passa de lembranças, pensou. Lembranças dolorosamente reais.


Harry pegou o livro e foi até a poltrona, sentou-se, e voltou os olhos para carta. Releu o inicio. Querido Harry.


- Querido, eu...


Harry tirou os olhos demoradamente da carta, e encontrou Gina parada junto ao sofá o encarando confusa, enquanto abraçava a si mesma. Eles se encararam por longos e demorados minutos.


- O que é isso? – perguntou ela descaradamente.


Harry olhou para o papel tentando fazer-se de burro. O balançou no ar.


- Isso? - Gina concordou com a cabeça. – É só uma coisa que achei no livro de DCAT. – disse Harry mostrando a capa do livro. Gina parecia desconfiada. – Velhas anotações amor.


Levantou-se e enfiou a carta dentro do livro novamente. Gina ainda o encarava desconfiada. Harry deixou o livro sobre a poltrona e foi a te a esposa. Se aproximou lentamente dela e passou as mãos delicadamente em seus braços. Seus pelos estavam eriçados, talvez seja o frio. Harry a abraçou, e a escutou chorar baixinho na dobra de seu pescoço. Passou as mãos em seus cabelos e a abraçou.


- O que foi? – perguntou em um sussurro.


Ela o encarou profundamente. Não parecia triste, parecia chorar de felicidade.


- Querido, eu... eu não posso acreditar, - ela fez uma pausa. – preciso que venha ver isso.


Harry a olhou confuso, mas a seguiu pelo corredor de mãos dadas com a esposa. Entraram no banheiro, e viu um aparelho branco sobre a pia, era pequeno, parecia um termômetro digital.


- O que é isso? – perguntou ele, não familiarizado por equipamentos trouxas.


Gina revirou os olhos.


- Deu positivo amor. – disse sem conter a felicidade.


- E? – ele parecia mais confuso, analisando o pequeno sinal rosa positivo.


- ESTOU GRAVIDA.


Harry a olhou perplexo. Gina o olhou esperançosa esperando a resposta do homem a sua frente, ele a pegou pela cintura e a carregou. Gina o beijou docemente nos lábios.


- Vamos ter um bebê? – perguntou Harry quase as lágrimas.


- SIM. – gritou Gina em seus braços.


Harry a beijou, nos olhos, no nariz, na testa, nos lábios, o pescoço e por fim na barriga, enquanto sussurrava, Você será muito querido James.


- James? – perguntou Gina confusa.


- E se for um menino? – ele a colocou gentilmente no chão.


- E se for uma menina? – perguntou ela ficando na ponta dos pés, passando seus braços em seu pescoço.


- Lilian. – respondeu como se a resposta fosse obvia.


Gina sorriu satisfeita. Mordeu levemente o lóbulo de sua orelha e sussurrou em seu ouvido. “Serão lindos como o pai”. Harry sorriu e a carregou a até o quarto enquanto a beijava ferozmente.  Harry a deitou gentilmente na cama. Não conseguia segurar sua felicidade, ia ter um filho, tão querido. Mas Gina não era...


- Amor. – ele disse parando as caricias.


- Sim. – respondeu em meio ao um gemido.


Harry saiu sobre a mulher e apoiou as mãos ao lado de seu corpo a fitando.


- Você não tinha aquela coisa que a impossibilita de ter filhos? – perguntou hesitante.


- Sim. – disse Gina se sentando na cama.


Harry sentou-se do seu lado. Eles permaneceram em silêncio por um longo e demorado momento, até que Gina falou.


- Não é possível Harry. – disse ela com a voz embargada. – Fiz dois testes para garantir, os dois deram positivos.


Harry procurou por sua mão na cama, a encontrou e afagou as costas de sua mão com o dedão. Gina suspirou e fechou os olhos, o homem aproximou se dela e a abraçou gentilmente.


- E agora?


Gina o olhou perdida, seus olhos percorriam sua faca atrás de qualquer sinal de decepção, mas não encontrou. Ela suspirou.


- Irei ao medico amanha e farei um exame mais concreto.


- E? – perguntou sem entender


- E saberei dentro de alguns dias se estou grávida ou não.


Harry a beijou nos lábios, sentindo o contato de seus corpos. Estava tão feliz com a possibilidade de um filho. Tudo estava perfeito, até que se lembrou que havia uma carta na esperando para ser lida, e seu ex-amigo passaria alguns dias em sua casa. Balançou a cabeça na tentativa de afastar os pensamentos e voltou os lábios ao da esposa.


...


Estava esperando, odiava esperar. Havia algo pior do que ficar esperando. Havia. Era esperar quem ele estava esperando. Encostou-se à parede zangado e bufou. Olhou para seu relógio de pulso marcavam oito e quinze. Quinze minutos atrasada hein?, pensou quando viu a mulher de cabelos cheios e cacheado vindo em sua direção. Ela parou no meio do corredor e o encarou confusa, provavelmente sem entender porque ele estava a esperando na porta de sua sala. Ainda mais ele.  Continuou andando até se aproximar bastante para sentir seu cheiro. Respirou fundo e prendeu o ar


- Bom dia Granger. – disse ele, olhando melindrosamente para o relógio. – Atrasada quinze minutos. O que aconteceu? A trouxa perdeu o ônibus?


Hermione pegou a chave de sua sala na bolsa e a colocou no buraco da fechadura. Parou com a mão na chave e olhou para Harry azeda.


- Isso te interessa?


- Não, obviamente não. – disse ele fazendo um gesto displicente. – Nada que venha de você me interessa.


Hermione acabou de girar a chave, e entrou na sala. Parou na porta com a mão na fechadura.


- O que você quer Ha... Potter? – perguntou sem jeito.


Harry notou o quanto a mulher estava mudada, como ela havia desenvolvido os cabelos mais bem cuidados, os dentes brancos. Mas algumas coisas ficaram, por exemplo, como às vezes ela ainda hesitava em chamá-lo pelo sobrenome.


- O Ministro mandou avisá-la que ele teve que resolver um probleminha fora do país, e que não precisa se preocupar com ele. – ele fez uma pausa. – Ele resolveu tudo para você.


Hermione o encarou. Parecia ser sincero.


- É verdade?


- Quer ligar pra ele Granger? – disse grosseiramente. – Ou acha que eu não sou confiável o bastante para contar as coisas?


- Vai se danar Potter. – disse ela fechando a porta. – Tenho mais o que fazer.


Harry pôs o pé na porta a impedindo de fechar, e com um empurrão adentrou a sala. Parou no meio dela, analisando a sala. Organizada, pensou. Sentiu um leve toque em seu braço, uma corrente elétrica subiu por sua espinha. Com um gesto rápido empurrou a mão de Hermione longe, fazendo a garota perder o equilíbrio. Harry avançou para pega-la mas ela encontrou apoio na mesa.


- Vá embora Potter. – gritou apontando a porta.


Harry a encarou por alguns instantes, ela colocou a mão sobre a barriga e seus olhos se fecharam. Sua feição era de dor, e quanto mais sua mão se contraia contra o abdômen mais seus olhos se fechavam e seu rosto ficava mais pálido


- Desde quando eu me lembro de encontrá-la Granger, - disse Harry. – me lembro de vê-la com a mão no abdômen.


Harry não se aproximou, e aos poucos Hermione começou a ganhar cor e tirou as mãos, depois de alguns segundos, ela estava me perfeito estado como se nunca tivesse sentido nada.


- Talvez seja desde daquele dia em que você me empurrou na grade, e eu fiquei colada lá com um dor no abdômen e você simplesmente me deixou lá.


Harry a encarou perplexo.


- Você se lembra dos seus ataques de raiva Potter? – disse ela com desprezo.


Harry desviou o olhar, não queria lembrar-se daquele dia. Foi uma das discussões que teve e se enfureceu com Hermione e a empurrou na grade da Torre de Astronomia. Eles já havia terminado e os acessos de raiva em Harry aumentaram.


- Bem Potter, desde então eu tive alguns probleminhas aqui - disse apontando para o abdômen. -, mas eu operei e as dores voltam quando eu vejo sua cara feia.


Harry sentiu um certo remorso, mas logo depois passou e sua fúria pela mulher na sua frente voltou.


- Isso é o que você merece Granger. – disse ele.


- Você é um imbecil Potter. – disse ela alterada. – Por favor, só me deixe em paz.


Harry a encarou e andou de um lado para o outro do cômodo.


- Se você queria paz, não teria ficado com Malfoy.


- AINDA NESSE ASSUNTO POTTER? – gritou ela


Harry a encarou perigosamente e se aproximou dela.


- A culpa não é minha se você simplesmente fez a escolha errada.


- Você não sabe nada de sentimentos, você não se importa com os MEUS sentimentos. – gritou ela apontando para si. – Você só pensa em você.


- E você lá tem sentimentos Granger? – gritou ele pegando no braço da garota e apertando enquanto dizia. – Você que só pensa em seus sentimentos, você que não pensa nos sentimentos dos outros...


Hermione olhou para ele com os olhos vermelhos. Puxou seus braços de suas mãos, e se afastou dele. Olhou pela janela e se virou para ele.


- VOCÊ NÃO SABE DE NADA.


- ENTÃO POR FAVOR, ME EXPLICA, POR QUE EU ESTOU REALMENTE CONFUSO SENHORITA SABE TUDO. – ele disse enquanto pisava duro de um lado para o outro.


Hermione atravessou a sala, e pegou na maçaneta, mas antes que pudesse protestar Harry a alcançou e pegou em seu pulso e a trouxe para perto de si. Seus lábios se tocaram levemente e então eles se beijaram, uma onda de calor subia pelo corpo de Hermione. As mãos de Harry navegava por suas costas e cintura. Puxava seus cabelos levemente tentando trazê-la mais para perto de si.  Sentiam-se completos. Harry se sentia feliz como nunca sentira antes. Hermione tentou empurrá-lo, mas em vão, Harry a segurava ainda mais forte, Hermione reuniu toda sua força e o empurro para longe de si.


- SAIA POTTER AGORA. – disse ela limpando com as costas da mão a boca.


- Não se preocupe Granger, não passou de um lance.


E dizendo isso ele abriu a porta com violência e saiu da sala de Hermione. A mulher bateu a porta e encostou-se nela, escorregando até o chão. Harry fez o mesmo do outro lado, passou a mão pelos cabelos.


- Droga. – gritou


Hermione escutou seu grito. E enquanto a castanha tentava se levantar seus olhos transbordava lágrimas. Ela se sentou atrás da mesa e colocou a cabeça sobre as mãos. Não acreditava no que tinha acontecido.


 N/A: Olá leitores,
Mais um capitulo para apreciação geral! =) Vou responder todos os comentarios, com certeza, estou muitof eliz com todos os comentarios. Obrigada mesmo mesmo mesmo. 

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Comentários: 5

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Enviado por Márcio Black em 17/12/2012

Acompanhando =DD Muito legal a fic e sua narrativa! O Rony não foi embora apenas por ir! A Hermione? Pisou na bola feio pra caralho, enfim, Harry mata todo mundo.

Nota: 5

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Enviado por Leticia F Malfoy em 24/09/2011

Sem problema Jessica! HAHAHAHAHAHA, muuuitas novidade no proximo capitulo. Obrigada gente por tudo, pelo apoio, a curiosidade, a consideração, tudooo. 

Nota: 5

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Enviado por Isis Brito em 23/09/2011

Beijos? Acusações? Sentimentos confusos??

CARACA!! TÔ AMANDO ESSA FIC!!

Cheia de mistérios... xD

Continua!! Tô doida pra saber pq eles brigam tanto... Deve ter alguma coisa no meio que seja mt forte... ;D

Nota: 5

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Enviado por Jéssica J em 21/09/2011

Foi mal ter demorado tanto para vir aqui, mas eu estou em época de provas na faculdade, o que me deixe sem tempo até de respirar.

Mas então, eu amei esse capítulo, mas me deixou mais curiosa do que eu estava antes

Qual o problema que Gina tem que a impede de engravidar? E agora ela está grávida... Hum, estranho. Parece que ela quer manter o Harry de qualquer jeito, não?

E Hermione, com esse negocio do abdomem... será que tem a ver de quando ela estava grávida?

Já quero maisss!

Beijo.moça

Nota: 5

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Enviado por Jéssica J em 21/09/2011

=O

Nota: 5

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