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5. capitulo-5


Fic: Muito mais que inimigos.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Estavam em frente à boate, uma fila muito grande dobrava a esquina, os seguranças ficavam atrás de uma corrente e iam conferindo o nome das pessoas em um lista extensa.


Lily procurava incansavelmente seus amigos, e depois de longos minutos se esticando para enxergar por cima das cabeças avistou o cabelo loiro e espetado de Marja, virando o pescoço em várias direções.


-Achei eles!-lily exclamou andando na direção de um grupo de quatro pessoas, sendo três homens e umamulher.


-Lil... Nossa achei que não fosse te achar, isso aqui tá uma loucura.- Marja parecia afobada.


-Jeff, Rick, Pablo, como estão, meus queridos?-perguntou a ruiva abraçando todos.


Os homens muito bem vestidos a abraçaram apertado o que tinha o nome de Rick a rodopiou no ar 2 ou 3 vezes antes de soltá-la.


Scorpius e Albus que estavam calados observando Lily interagir com os amigos já estavam impacientes.


-Lily, a gente podia entrar, que tal? Se é que nosso nome tá naquela lista.- disse um Albus com cara de que não acreditava naquilo.


-Quem é, Lil?- perguntou Marja.


-Ah! Esse é o Albus...mas pode chama-lo de Al, meu irmão.


Albus olhou para garota miúda, e um pouco diferente da beleza convencional das moças londrinas.


Se aproximou e deu um sutil beijo na bochecha direita da loira a fazendo corar.


-Prazer, Marja.


-O prazer é todo meu.- ela disse maliciosa.


Scorpius revirou os olhos quando o amigo sorriu.


-Ok, já que acabamos as apresentações, podemos tentar entrar nesse formigueiro porque eu to congelando aqui fora.


Todos seguiram diretamente pra porta dispensando a fila, Marja sutilmente apontou a varinha para o segurança e o confundiu, logo em seguida ele deu um sorriso cheio de dentes e com sua voz extremamente grave disse.”Pode entrar, querida”


Ela deu-lhe um beijinho no rosto e seguiu puxando, todos na direção da entrada.


 O lugar tinha luzes muito berrantes que apontavam para todo os lugares, quatro ambientes dividiam a grande boate.


Uma pista de dança muito grande e brilhante ocupava quase todo o lugar, nas laterais havia portas largas que levavam a outros dois ambientes que de onde estavam não era possível ver, e no oposto da pista um grande bar com garotas de gravata e camisa social preparavam as bebidas fazendo rodopios com as garrafas. As mesas estavam situadas em volta de todo o bar, de onde se tinha uma visão maravilhosa da pista onde muitas mulheres dançavam.


A música era muito alta, e muitas pessoas se esbarravam. Quando acharam uma mesa perto do bar, próximo aos toaletes e que tinha bom acesso a pista de dança, juntaram duas para acomodar todo mundo, e logo uma garçonete veio atendê-los.


-Boa noite, o que vão querer?- ela tinha um bloquinho em mãos e nem mesmo os olhava.


Lily foi a primeira a pedir.


-Eu quero aquela coisa...como é mesmo o nome, Rick?


-Tequila querida, pode pedir uma garrafa você vai beber meia mesmo!-O amigo moreno disse sorrindo descarado pra ela.


-Isso traga uma garrafa dessa pra nós.


Scorpius e Albus recusaram a tal tequila e pediram a costumeira garrafa de whisky, não era tão bom  como o de fogo mas teriam que se contentar.


Todos bebiam animados e ouviam as histórias engraçadas de Marja, Albus estava ao lado da mulher rindo de tudo que ela dizia, Scorpius não era de rir com frequência, mas tinha que admitir que a garota estranha tinha histórias bem engraçadas. Notou quando o amigo puxou Marja para pista de dança, ficou observando alguns minutos enquanto ele a envolvia pelas costas e ela rebolava sensualmente muito próximo do quadril de Albus. Riu e voltou a falar com o rapaz que se chamava Pablo, ele contava como era viver no México e as dificuldades dos bruxos naquela região. Scorpius acharia até interessante a conversa com Pablo, se uma certa ruiva não ficasse trocando segredinhos com o grandão. Lily e Rick cochichavam um no ouvido do outro e riam copiosamente, as bochechas dela estavam muito coradas, apontando os primeiros sinais de embriaguez, foi pego no pulo quando olhava o decote dela, Lily  deu um sorriso malicioso e voltou a cochichar com Rick.


Aquilo estava o deixando muito irritado, já encarava os dois sem discrição nenhuma, estavam praticamente um de frente com o outro as pernas dela estavam entre as do homem, e ele quase engasgou quando a mão grande e pesada envolveu a coxa da ruiva para se aproximar e dizer alguma coisa em seu ouvido.


A mulher concordou com a cabeça e se levantaram em direção à pista de dança.


Scorpius os fuzilou com os olhos.


-Então, Pablo, a Potter e o tal Rick, eles ficam?-perguntou Scorpius tentando parecer indiferente.


-Depende do que é ficar pra você, Malfoy!- Pablo riu e saiu da mesa em direção a uma oriental muito bonita que se direcionava aos toaletes.


Isso o irritou profundamente, o que o mexicano quis dizer com aquilo? Como assim o que era ficar? Ficar é ficar oras!
Mas o pensamento do tal Rick “ficando”com Lily da mesma forma que ele não era muito agradável, quando parou com suas divagações e notou que estava sozinho na mesa. Varreu a pista de dança com os olhos até encontrar a cabeleira ruiva que ondulava de um lado pro outro enquanto  remexia os quadris encostando em Rick. Ele bufou e encheu mais um copo de Whisky.


Na pista de dança, Lily sentia os saltos tremerem debaixo dos pés, Rick segurava  sua cintura possessivamente, e ela começou a rir quando ele encostou os lábios em sua orelha.


-Você não presta pequena Lily, se eu realmente gostasse de mulheres uma hora dessas  estaria completamente duro com você se esfregando em mim.


Ela deu uma gargalhada gostosa e se virou passando os braços em volta do pescoço do homem que tinha uns bons 20 centímetros a mais que ela.


-Se você não fosse tão gay eu ficaria arrasada com o comentário que eu não causo nada a você!-ela fez um sutil beicinho.


-Você vai ficar me devendo por uma vida inteira depois dessa noite, eu perdi uns quatro ou sete bofes maravilhosos que passaram me olhando, e o que eu faço? Me finjo de macho para minha melhor amiga fazer ciúmes num loiro lindo e gostoso que está a comendo exatamente nesse momento com aqueles magníficos olhos azuis.


-Não estou fazendo ciúmes nele! Mas depois do que eu te contei...e olha que ninguém sabe dessa história, eu me senti no direito de mostrar pra ele que eu não preciso dele pra nada...e aquela história de ser fácil, ainda não me esqueci.


-Mas ele vai pular no meu pescoço a qualquer momento, ruivinha...não se vira ele ta olhando.


Lily sorriu diabólica e teve uma ideia.


-Vou me abaixar de costas e você beija meu colo ta Rick, assim posso ter a visão ampla da cara do idiota.


-Lil, se esse cara me azarar! Ou pior, ele é auror e se me mandar para Azkaban?- ele arregalou os olhos com a possibilidade.


-Vamos agora! –A ruiva foi descendo, fazendo um arco com as costas Rick a segurava firme pela cintura, ela conseguiu visualizar o rosto de Scorpius paralisar quando a boca de Rick invadiu seu colo, ela sentia cócegas com ele rindo da situação no vão de seus seios. Quando voltou a posição  anterior seu amigo escondeu o rosto entre seus cabelos e gargalhava sem se conter.


-O que foi?-ela perguntou começando a rir com ele.


-Eu não acredito que estive perto de um par de seios... isso faz anos! A última vez que tentei foi no 5° ano em Hogwarts e minha cara ficou cheia de urticárias. - Rick voltou a rir e Lily o acompanhou.


Sentiu um aperto no braço e quando olhou pra trás Scorpius estava parado.


Fingiu indiferença e olhou pro amigo  sem ver nenhum vestígio da crise de riso.


-O que você quer, Malfoy?


-Eu vi uma pessoa estranha do outro lado do bar e estava te encarando, não consigo ver o Al por isso tenho que te tirar daqui e voltar para falar com ele.


Lily arregalou os olhos e procurou por alguma coisa entre as pessoas que dançavam. Olhou para o amigo que ouviu e ficou preocupado e fez um aceno positivo para que ela seguisse Scorpius.


-Mas depois você volta e busca o Al e o resto do pessoal, okay?- ela viu Scorpius olhando para Rick em dúvida.


-Tudo bem, Potter, vamos no banheiro e de lá te levo pra casa.


Ela entrou em um cubículo apertado com ele e sentiu as respirações próximas, ele estava completamente calmo e categórico.


-Se você estiver sendo rastreada logo vão descobrir pra onde aparatou, portanto te levo comigo, tudo bem pra você?


-Como se minha opinião fosse respeitada aqui, Malfoy!


-É verdade tinha me esquecido... eu mando e voc,ê como uma boa menina, obedece.- ele riu da cara indignada dela e sumiu a levando junto.


Sentiu a brisa tocar seu rosto, estava tudo completamente escuro, nenhum ruído era ouvido e depois de se acostumar com o breu do lugar avistou uma grande janela com cortinas que esvoaçavam  com o vento, notou que era um quarto grande.


-Onde estamos, Malfoy?


-Na minha casa, não posso te levar pra casa, se for uma armadilha e se estiverem atrás de você, com certeza já sabem seu endereço.


-Por que não me levou pra casa do papai?


-Porque...sei lá porque, Potter! Pensei na minha casa e pronto. Agora seja boazinha senta sua bunda no sofá e espera aqui, não quero que faça magia até eu voltar, vou avisar o Al.


Ele sumiu no ar novamente, e Lily se sentou na ponta da cama, olhou para janela por longos minutos e resolveu desbravar a casa.


Passou pela porta e um único corredor levava até uma sala de tamanho médio, um sofá cheio de roupas e caixas empilhadas. No canto, um aparelho se som trouxa, uma televisão, mas estava tudo fora do lugar e ela se virou indo para cozinha.


O ambiente tinha cheiro de pinho fresco, e quando acendeu a luz notou o porquê, a cozinha estava completamente limpa, a pia seca e quando passou o dedo em cima uma fina camada de poeira sujou seu dedo tudo parecia isolado com uma espécie de plástico, a não ser a geladeira que parecia muito nova.


Abriu e se deparou com garrafas e garrafas de cerveja amanteigada, água mineral, latas de refrigerante, e nada mais que isso. A parte inferior tinha um freezer que parecia mais com uma gaveta, puxou e viu caixas de massas, lasanha, macarrão, tudo congelado.


-Não sei como aquela criatura não engorda!- pegou uma garrafa de cerveja e voltou pra sala, empurrou as roupas do sofá pro chão e se deitou, fez questão de por os pés em cima do sofá, e riu da sua vingança infantil.


 


Na boate, Scorpius procurou Albus por pouco tempo, o encontrou agarrando a amiga da irmã em um canto qualquer, a blusa de botões de Marja estava aberta ate seu umbigo e Albus tinha o rosto enterrado nos seios desnudos.


-Albus Severo Potter!- Scorpius fez uma imitação perfeita de Harry, e viu o amigo dar um pulo de susto.


Quando Al se virou, Scorpius estava rindo até se acabar.


-Não acredito que fez isso, Scop!


-Não resisti... Agora vamos despeça-se de sua “amiga”


Temos assuntos sérios para resolver.


Viu o moreno dar um beijo de despedida da loirinha e parar ao seu lado.


-É o seguinte, eu vi uma mulher estranha encarando sua irmã,tinha uma varinha presa no decote, ela estava no bar até a hora que eu saí, ela não desconfiou que eu a vi, portanto deve estar no mesmo lugar,então vamos ate lá e a pegamos.


-Ok!


Seguiram até o bar conversando e notaram que a mulher de cabelos castanhos  movimentou-se suavemente.


Deram dois passos pra trás, pra não serem vistos se aproximando. A mulher se levantou tentando aparatar mas antes de conseguir,Scorpius a prendeu com os braços nas costas, e a garota só gemeu de dor sentindo  os punhos serem torcidos nas costas.


-Você será levada para interrogatório, acompanhado pelo auror Albus Potter, e terá que nos entregar a varinha, senhorita.


Scorpius continuou apertando os pulsos da mulher, que sorriu sarcasticamente quando ele disse que teria que entregar a varinha.


Ela falou com uma voz falsamente suave.


-Não posso pegar a varinha, sr. Auror, já que minhas mãos estão sendo esmagadas.


Scorpius apontou para o decote da mulher com a cabeça, Albus puxou rapidamente para não constrangê-la.


-Obrigada pela colaboração, acredito que não se importe em desaparatar em minha companhia.- disse o moreno .


-Não, senhor.


Scorpius passou as mãos amarradas da mulher para seu amigo e fez um aceno com a cabeça para ir em direção contrária para desaparatar em casa.


Scorpius passou pela sala indo direto ao quarto, Lily pigarreou pra ele notar sua presença.


-Ah você ta ai!- disse indo se sentar em uma poltrona de frente ao sofá.


-Então achou o Al?


-Achei, e achamos também a mulher, ele já a levou para ser interrogada.- esfregou os olhos e desabotoou o sobretudo.


-Já que eu vou passar a  noite aqui, er eu poderia tomar um banho?-Lily perguntou meio tímida.


-Pegue uma camisa qualquer por ai, e tem toalhas limpas no armário embaixo da pia. Pode ir na frente vou tomar um drinque.


Ela procurou no meio de um bolo de camisas no chão e pegou um blusão de moletom do Harpias Holyhead, e foi pro banheiro.


Despiu a roupa rapidamente, e entrou debaixo da ducha quentinha. Lavou os cabelos e se demorou um pouco mais relaxando os músculos das costas.


Quando saiu do banho Scorpius estava fechado no quarto, ela se aproximou da porta para que ele ouvisse.


-Posso usar magia agora?


De dentro veio apenas um “uhum” e foi o bastante pra ela perceber que ele não queria ser incomodado.


Jogou-se no sofá mais uma vez, o moletom prata e azul ia ate a metade das coxas e as mangas tampavam as mãos.


Acendia e apagava a varinha inúmeras vezes, ouviu quando ele entrou e saiu do banheiro, mas permaneceu imóvel.


Scorpius voltou pra sala vestido com uma calça de pijama azul escuro, sem camisa.


-Você pode dormir no meu quarto se quiser, eu fico no sofá.


-Estou sem sono, portanto volte pra cama.- ela continuou acendendo e apagando a luz da varinha.


Ele voltou pro quarto sem dizer mais nada.


Uma hora, duas talvez e Lily estava na mesma posição, não pensava em nada, só queria voltar a sua velha rotina, quando se deu conta uma tempestade estava caindo do lado de fora, e a coruja de Scorpius entrou voando rápido e indo direto pra cozinha onde era seu refugio.


Os clarões entravam pela sala formando sombras fantasmagóricas nas paredes, o barulho era insuportável.


Ela lembrou-se do homem lindo que estava dormindo do quarto ao lado, e como seria bom estar dormindo sobre o peito dele uma hora dessas.


A porta estava entreaberta e Lily entrou pé por pé, ele dormia de bruços, os cabelos cobrindo boa parte do rosto, as costas largas estavam relaxadas e expostas.


Aproximou-se e tirou o cabelo do rosto dele, não se contendo sussurrou o nome dele tão baixo que mal podia se ouvir. Ele não se mexeu, já estava levantando da cama quando ouviu uma voz rouca.


-O que você quer, Potter?- ele permanecia de olhos fechados.


Ela estacou no meio do quarto, não tinha motivos pra estar ali, e pensava desesperadamente no que falar.


-Medo dos trovões?- ele já se virava pra sentar na cama.


-Um pouco, pra dizer a verdade, não consigo dormir.- Lily abaixou a cabeça envergonhada.


Ele a analisou, os cabelos estavam ondulados novamente, e o moletom velho do harpias deixava as pernas a mostra, ele sorriu em constatar o quanto era maior que ela.


-Pode se deitar aqui comigo, não me incomodo. - ele disse e se deitou novamente de bruços.


A ruiva até então parada, foi em direção à cama com passos curtos e rápidos, estava congelando e o edredom grosso embolado  parecia tão quente.


Deitou-se de costas para o Malfoy até então imóvel, e se cobriu. A cama ondulou quando ele se mexeu.


Lily abriu os olhos de repente quando a mão fria passou suavemente por sua coxa. Sentiu os lábios de Scorpius alcançar sua nuca, e beijar docemente o vão entre o pescoço e clavícula.


Virou-se para olhar nos olhos dele, e quando alcançou as orbes azuis ele beijou-lhe os lábios docemente interrompendo rápido demais o contato. Os olhos claros estavam a fitando com extrema curiosidade.


-Por que faz isso comigo, Malfoy?- a mão dela desenhava o contorno dos lábios finos e vermelhos.


-Faço o que?-ele continuou, deixando-a desenhar sua boca com a ponta do dedo, e quando a palma pequena e quente afagou seu rosto não resistiu e fechou os olhos.


-Por que você não dá à mínima? Por que nunca falamos disso depois? Por que você me odeia?- ela continuou olhando dentro dos olhos do homem  e afagou se rosto com menos intensidade.


-Quem disse que eu te odeio? Você que grita isso pro mundo ouvir, Lily...


-Mas você não se importa, pra você tanto faz se isso acontecer ou não.


-Eu nunca disse isso! E nunca falamos porque você saía tão rápido...e nunca me perguntou.


-Estou perguntando agora.- a curiosidade nos olhos castanhos dela era notável, o carinho cessou no mesmo instante.


-A verdade, é que quando estou com você, eu esqueço quem eu sou.


Ela arregalou os olhos e ele riu com a reação exagerada dela.


-Lily,... eu não te pedi em casamento.


Mas ele nem acabou de fechar a boca e foi enlaçado pelo pescoço, sua boca invadida pela língua quente e ávida de Lily, ele estremeceu quando ela mordeu forte seu  lábio inferior.


-Eu quero tanto você, Scorpius...- e continuou o beijando, como se sua vida dependesse daquilo.


As mãos tiraram o moletom do corpo pequeno, e ele se ajoelhou na cama para olha-la melhor.


Os seios desciam e subiam juntos com a respiração acelerada, a barriga lisa e branquinha pintada com algumas sardas cor de bronze.


-Você é linda! Eu não me canso de te olhar.- e ele sorriu quando as bochechas da mulher coraram.


Ele passou a mão pelo vão entre os seios, e beijou o mamilo ternamente, a língua fazia círculos regulares enquanto a outra mão desenhava o contorno do seio esquerdo, mordiscou de leve antes de sugar aviadamente, os olhos ligados todo o tempo, sugou por longos minutos até que pontos de sangue formavam  uma segunda auréola. Lily gemia baixinho e segurava o loiro pelos cabelos.


Os beijos foram descendo pela barriga, deixavam um traço de saliva por onde passava, e quando alcançou o sexo úmido e quente dela com a língua, suspirou. Lily torcia os lençóis entre os dedos, e respirava ofegante, Scorpius a sugava de leve, dava beijos molhados na superfície avermelhada, o dedo médio entrou vagarosamente escorregadio, ela arqueou as costas pedindo por mais.


Quando o vai e vem dos dedos se intensificou ele voltou a sugá-la com a boca, estava tão molhada que o líquido escorria em seus dedos, a ereção já doía e com a outra mão se massageou. Lily deu um gemido alto e gozou na língua do loiro que estava com o membro inchado e sensível nas mãos.


-Scorp, eu...-mas a voz da mulher não saia.


Ele voltou a se aninhar entre suas pernas e pôs o dedo indicador nos lábios cheios  pedindo silêncio.


-Hoje você é toda minha, ruiva. – Scorpius roçava os lábios por todo o rosto dela, mordeu a orelha e sussurrou. -Se abre pra mim... eu quero te preencher toda, e quero gozar dentro de você chamando seu nome.


Ele dizia isso com uma voz rouca e sensual, enquanto esfregava o membro grande e pulsante entre as coxas da mulher.


Foi tão de repente que Lily soltou uma exclamação  surpresa. Ele tinha ido fundo e rápido. Scorpius continuava a sussurrar coisas quentes como “eu quero entrar em você todo o momento que eu te vejo”, “ vou beijar e chupar cada centímetro do seu corpo”, “você me deixa louco, seu cheiro,sua boca”. E as palavras se perdiam nos lábios da ruiva que tentava responder, mas era sempre interrompida pela boca de Scorpius.


Ele se desencaixou dela ficando de pé.


-Vem cá, vem... – ele a chamou para ficar de costas pra ele na cama, mas Lily engatinhou sobre o colchão até estar na altura do membro que apontava pro seu rosto.


Sem tirar as mãos da cama, ela esticou a língua e tocou a extremidade da glande, Scorpius fechou os olhos sentindo o toque quente, e quando ela abocanhou e o pôs todo dentro da boca e garganta ele gemeu e a segurou pelos cabelos. Ele empurrava dentro da boca dela, e Lily engolia tudo sem reclamar e quando estava quase gozando a puxou para beijar a boca e queixo que estavam cheios de saliva.


Colocou-a de quatro na beirada da cama, e a penetrou com desejo, apertando tanto os quadris da mulher que a marca de seus dedos estavam espalhados por todo local, Lily gemia e resmungava a cada investida, e empurrava o quadril na direção dele fazendo o impacto ficar mais forte.


Scorpius tinha a cabeça jogada pra trás, mergulhava tão fundo dentro de Lily que não acreditava que ela aguentasse tanto tempo. O suor escorria pela nuca, e ele encostou o peito nas costas quentes dela, as mãos foram direcionadas pros seios que balançavam com o atrito dos corpos, foi quando  sentiu ela se apertar em torno de si, não segurou mais nenhum segundo, e deixou o êxtase o invadir, grunhiu com os dentes trincados tamanha a intensidade do seu gozo, e quando relaxou notou que ainda apertava os mamilos arrepiados de Lily que estava imóvel debaixo do seu corpo. Desencaixou-se e puxou a garota pro seu peito. Beijou os cabelos vermelhos e perfumados.


Lily  apoiou o queixo no peito branco para olhar o rosto de Scorpius.


Ele sorriu de lado.


-O que foi? Por que está rindo?


-Porque você está com uma ruga bem aqui, e isso quer dizer que está louca pra perguntar alguma coisa.- ele disse apontando pra ruguinha que se formava entre os olhos dela.


-Como tem certeza que quero te perguntar alguma coisa?


-Eu não tenho, mas se eu te conheço bem...é exatamente isso que você quer!


-Você acha que depois de hoje, vai mudar alguma coisa? Sabe...entre nós?


-Quer saber, se amanhã tudo volta ao normal? Ou se vamos dar uma trégua?


-Não exatamente...- a verdade é que Lily queria saber se poderiam ficar juntos sem brigar com tanta frequência.


-Amanhã, srta.Potter, eu quero acordar com você aqui na minha cama. –e Scorpius começou a dar pequenos beijinhos na boca de lily.


-E quero poder fazer amor com você outra vez, e se possível gostaria de fazer isso todos os dias a partir de agora.


-Isso é um pedido de namoro, sr.Malfoy?- ela perguntou travessa.


-Creio que ainda não. - Scorpius disse muito sério e tentou segurar a risada quando ela ficou vermelha de raiva.- Preciso conversar sobre isso com meu chefe primeiro.


-Você vai me pedir em namoro, pro meu pai?-Lily começou a gargalhar – Isso é primitivo, Scorp!


-Isso é cavalheirismo, minha cara srta. Foi assim que fui criado, e não quero morrer na mão do grande Harry Potter, ele matou Lorde Voldemort! Imagina quando descobrir que roubei a inocência da filhinha dele?


-Ah querido, meu pai não é tão inocente de acreditar que eu sou virgem...


-Pode acreditar, ele é! Já ouvi conversas dele e do meu pai, e ele afirma que você é tão pura como uma flor.


Lily caiu na risada e Scorpius acompanhou, e em meio delas seus corpos começaram a reagir de outro jeito, e perceberam que a noite seria longa e prazerosa.


 


 


 


N.B.: Aiii, mas esse capítulo foi muito fofo. Scorpius ganhou meu perdão pelo comentário tosco do outro capítulo. Agora, se o pai dele estiver precisando de alguma coisa.. Tipo, dar o fora na Astoria e se concentrar em mim... Sabe amiga autora.... Pode contar comigo! Comentem, comentem... A fic fica mais perfeita a cada capítulo! Parabéns, Bella!


 


N.A.: Viu ele é fofo Artemis! Hummm vou pensar no seu caso beta sobre nosso querido Draco lindo e loiro...Queria agradecer os comentários da Jéssica Salicio, são motivadores, apesar dela me chamar de assassina!heheheheh pessoas lindas de Deus comentem (se não vou parar de atualizar HAHAHA) BEIJOSSSS!


 

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Comentários: 2

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Enviado por Tonks Fenix em 23/09/2011

Gostei bastante do cap! todo mundo devia ter um amigo gay e gato à tira colo pra fazer ciúmes nos caras... rsrsr

o Scorpius foi muito fofo nesse cap... subiu no meu conceito!!!

Continua postando please!!!

Nota: 5

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Enviado por jessica salicio da silva em 23/09/2011

Não faz isso comigo Bella. Se você parar de atualizar o que será da minha vida sem esse Scorp ? não faz isso, porque sua fic ta linda. Esse final me matou, mas caraca mó tempo eles dois fazendo tantas coisas e só hoje o Scop vai fazer algo? Antes tarde do que nunca, mas bem que eu podia ser a lily ou podia ter um Scopr. Ah ! ta linda, quero mais! *-* Minha linda assassina *-*

Nota: 5

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