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4. Quartos de Hotéis e Serviços


Fic: Um Casamento Mais do Que Conveniente - DRAMIONE - CAP 20 ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 4 – Quartos de Hotéis e Serviços Labiais:
Traduzido por MalfoyLady


"Mulheres solteira tem grandes possibilidades de serem pobres, o que é um forte argumento a favor do casamento." – Jane Austen

"Homens solteiros tem grandes possibilidades de atraírem mulheres solteiras que só os querem pelo dinheiro." – Draco Malfoy

"Mulheres solteiras deviam sempre ter dinheiro escondido em alguma conta bancária, porque caso contrário, ela tem grandes possibilidades de serem usadas quando se casarem." – Hermione Granger



Hermione chegou em seu quarto, no hotel, e abriu as janelas para deixar ar fresco entrar. Ela nem tinha se planejado para esse evento, tendo voltado para a Inglaterra há apenas alguns dias, mas de última hora, ela decidiu ir. Harry e Gina estariam lá também e a convenceram de que era uma boa idéia. Ela resolveu que não faria nenhum mal restabelecer alguns contatos, fazer novos amigos e deixar todos saberem que ela estava de volta.


Ela esteve no Canadá durante três anos, mas mudou-se após seu divórcio. Ela não voltou por causa da saudade... Não era isso. Foi por causa dos problemas financeiros. Ela tinha uma galeria de arte muito famosa no Canadá, ela lidava com antiguidades, pinturas raras, e era muito boa no que fazia. Ela tinha uma casa enorme, dois carros, e sua filha estudava em uma escolha onde apenas os melhores dos melhores e os mais ricos que os ricos estudavam. Então, a analogia do balde de água fria aconteceu, mas ao invés do balde, foi um Divórcio, com 'D' maiúsculo.


Não era uma grande surpresa pra ela que seu casamento tivesse acabado. Ele estava fadado ao fracasso a partir do momento em que ela chegou em casa, voltando do St. Mungus, e disse a Kevin, 'Adivinha só? Eu estou grávida e nós dois sabemos que não é de você!' No entanto, a farsa do casamento e da família feliz continuou, muito convincente, por mais alguns anos. Quando Kevin se apaixonou por uma mulher chamada Lauren e pediu o divórcio (ainda com D maiúsculo), a farsa desmoronou.


Hermione pensou, claro, por que não, eles não se amavam, eram mais como amigos, ou colegas distantes, do que amantes ou companheiros. Então ela disse que não tinha problema algum. E então ele começou a fazer pedidos. Ela ganhava mais do que ele, então ele queria um grande acordo. Ela ficou calada e disse pro advogado satisfazer os pedidos dele.


Então ele disse, 'quer saber, o seu negócio é mais próspero do que o meu, eu quero metade dele.' Hermione disse, 'certo, fique com tudo. E lá veio ele, 'eu quero a casa.' Ela amava aquela casa, mas deu pra ele. Mas a última gota foi quando ele pediu guarda conjunta da filha dela.


Ela disse NÃO, completamente maiúsculo, e ele bem sabia a razão. Na verdade, ele usou a 'razão', para conseguir todo o resto que queria. A ameaça nunca foi dita nas palavras certas. Mas ambos sabiam que, ou ele tinha o que queria, ou o segredo dela estava arruinado. Mas ele ainda teve a cara-de-pau de dizer que a amava e que a tinha criado desde a infância, e embora não fosse o pai biológico, ele ainda a amava como tal. Que baboseira. Ele deve ter plagiado aquelas frases de algum romance de Nicholas Sparks.


E então Hermione fez uma coisa que nunca havia feito. Ela fugiu, de certa forma. Ela deu ao idiota todo o dinheiro que possuía no mundo, seu negócio, sua casa e tudo o que ele teve que fazer foi assinar um contrato renegando os direitos de paternidade sobre a filha 'deles'. Era um pequeno preço a se pagar.


Empacotou tudo o que ainda tinha, o que não era muito, e voltou para a Inglaterra com sua filha e a babá de sessenta e sete anos. Já que estava sem dinheiro (para não dizer falida), elas viveriam temporariamente com sua mãe e seu padrasto. Ela estava determinada a abrir um novo negócio em Londres e, conhecer pessoas nesse baile seria um ótimo modo de começar. Embora fosse um baile informal, patrocinado pela companhia de Draco Malfoy e tendo Marcus Flint como anfitrião, ela sabia que poderia conhecer possíveis associados nesse baile. E no mais, o último baile que ela foi tendo Malfoy como convidado, não terminou de forma tão ruim assim. Hermione virou-se para sua mala, tirou uma foto de sua filha, colocou sobre o criado mudo e foi tomar banho e se trocar.


Draco ficou chocado ao ver Hermione naquela manhã. Da última vez que ele ouvira falar dela, ela estava no Canadá e muito bem casada. Ele mal podia acreditar, e ela tinha uma filha, uma filha de quatro anos. Apenas quatro anos. Draco sentou-se na beira de usa cama e pensou sobre tudo. Não foi há quatro anos atrás, a ultima vez em que ele a viu? Ele não conseguia lembrar. Quando foi a última vez que ele a viu? Não importava, ele a veria no baile, naquela noite.


Ele não sabia que ela estava na lista de convidados e talvez ela nem estivesse. Mas ele estava feliz, de alguma forma, por ela estar lá. E divorciada. As coisas iriam funcionar melhor do que ele esperava. Draco agia como se esse baile fosse uma forma civilizada de agradecer todos os associados e clientes de sua companhia. Quando na verdade, era sua forma de tentar arranjar uma esposa.


Ele precisava de uma, em três, ou estava tudo perdido. Ele concordou em deixar Marcus Flint, seu sócio, tomar conta de tudo, então seu amigo havia convidado todas as mulheres solteiras que ele conhecia no mundo bruxo entre 18 e 38 anos, para que Draco escolhesse alguma. Ele não queria uma esposa, ele não sentia falta de uma esposa, mas ele PRECISAVA de uma esposa. Isso se quisesse manter sua casa e seu negócio. Ele até já tinha feito uma lista com três mulheres... Mas isso foi antes de Hermione Granger estar de volta em Londres.


Ela estava linda como nunca, ainda magra, atraente e com a língua afiada. Como quando ele mandou ela tomar conta da filha dela e ela o mandou cuidar de sua própria vida. Draco sorriu do modo como ela lhe deu um olhar de 'engole essa', agarrou a mãozinha grudenta de sua filha e acordou a babá, antes de mandar as duas de volta ao hotel.


Ela daria uma ótima esposa. E o avô dele se remexeria no túmulo por ele estar casando com a defensora de todos os sangues ruins. Não que ele fosse fazer isso só por vingança, principalmente o homem estando morto, e não era legal se vingar de um homem morto. Mesmo assim, ela ainda era muito, muito, muito, bonita. Ela era quase tão bonita quanto sua mulher misteriosa, e ela nem usava uma mascara.


Ele ainda tinha várias horas antes do baile, então ele decidiu ir atrás do quarto de Hermione Granger. Ele queria conversar um pouco mais, antes de anunciar o noivado deles dois naquela noite. Ele conseguiu o número na recepção, ela estava em um quarto duplo, ele supôs que a babá e Alice estavam no quarto ao lado. E enquanto caminhava até lá, ele percebeu que tinha um sorriso no rosto.


O que ela diria se ele a pedisse em casamento naquela noite? Ele tentou pensar claramente. Ela provavelmente o bateria sem piedade. Ela já tinha batido nele uma vez, quando eram crianças, e ele sabia que ela era durona. Por outro lado, talvez ela começasse a rir. Seria interessante. Mas será que ela diria sim? Ele tentaria captar alguma coisa naquela noite.


Ele bateu na porta.


A porta se abriu e ele olhou dentro do quarto, não viu ninguém, e então olhou para baixo. Ele havia batido no quarto da filha e a pequena havia atendido a porta.


"Olá, senhor Draco," ela disse.


Draco suspirou. Por que ela estava abrindo portas sozinha? "Olá, senhorita Alice. Sua babá entrou em coma desta vez?" ele perguntou.


"Entrou onde?"


"Por que você está atendendo a porta, querida?" ele perguntou se ajoelhando, para ficar no nível dela.


"Porque a Ingrid está no banheiro," ela falou e tocou o rosto dele levemente. A ação o chocou e fez ele se apegar a garotinha mais do que ele poderia expressar.


"Por que você fez isso?" Draco perguntou a ela, ficando de pé. Tocou o lugar que ela havia acabado de tocar.


"Porque eu gosto de você, e a mamãe disse que você já foi legal com ela uma vez."


"Mesmo? Quando sua mamãe te disse isso?"ele perguntou curioso.


"Eu não lembro," ela respondeu. "Você queria alguma coisa, senhor Draco?"


"Você não precisa me chamar de senhor Draco," ele riu. "Apenas Draco."


"Ingrid disse que eu deveria chamar as pessoas mais velhas de senhor ou senhora." A garotinha entrou no quarto e foi em direção a uma grande caixa de papelão que estava no chão. "Você pode me ajudar a transformar essa caixa em uma casa de bonecas, senhor Draco?"


Do nada, a porta do outro quarto se abriu e Hermione apareceu usando nada além de uma toalha. Ela disse, "Quem era na porta?" e então virou, viu Draco, que levantou as sobrancelhas e sorriu. Ela gritou e correu de volta para o quarto de onde havia saído.


Draco riu e disse, "Eu voltarei pra te ajudar depois, queria, eu prometo. Preciso ajudar sua mamãe primeiro." Ele fechou a porta que dava para o corredor e avisou, "Não abra a porta novamente. Deixe que um adulto faça isso, ok?"


"Ok," ela respondeu. Nessa hora, a babá saiu do banheiro com uma mão no peito.


Draco olhou para a mulher e disse, "Eu demitiria você se fosse da minha conta, mesmo que as pessoas precisem ir ao banheiro algumas vezes." Não disse mais nada e foi para o outro quarto. Assim que entrou, viu Hermione vestindo um roupão. Ele sorriu para ela.


"Olá, amor," ele disse. "Sua filha não deveria abrir portas para estranhos."


"E você não devia entrar no quarto dos outros sem ser convidado,"ela apontou para a porta. "Dê o fora daqui".


"Por que você estava de toalha?" ele perguntou. A cama estava desarrumada, interessante.


"Eu tomei um banho, seu idiota." Apontou novamente para a porta, "SAI!"


Ele nem ligou, atravessou o quarto e foi até o guarda-roupa. "O que você vai usar hoje a noite?" ele estava tentando mudar de assunto sobre o banho. Ele estava tendo pensamentos completamente impuros sobre ela NO CHUVEIRO! Ele abriu a porta e começou a olhar as roupas. Ela não tinha muitas roupas e na verdade, ele viu apenas um vestido, e não tinha nada de especial.


Ela tentou fechar a porta direto na mão dele, mas ele a empurrou e pegou o vestido. "Por favor, não me diga que você vai usar isso."


Ela ficou boquiaberta. "Você é mentalmente instável, Draco? Eu preciso chamar um médico pra você? Você fugiu de um hospício ou algo mais sinistro? Por que diabos você está no meu quarto e do nada, interessado nas minhas roupas?"


Ele tentou esconder um sorriso. Segurou o vestido contra o corpo dela. "Esse vestido não serve. Onde estão seus outros vestidos?"


Ela ficou muito séria, "Esse foi o único que eu trouxe."


"Bom, aparate na casa dos seus pais, pegue outro e aparate de volta," ele sugeriu.


Ela se sentiu envergonhada. Tomou o vestido da mãe dele e jogou sobre uma cadeira. Molhou os lábios antes de falar, "Eu quero dizer que é o único que eu trouxe do Canadá comigo."


"Você deixou suas roupas no Canadá?" Draco perguntou, confuso.


Não, ela havia vendido grande parte das roupas para comprar as passagens de volta. Como ela poderia dizer que estava usando o que restava do dinheiro que tinha para pagar as diárias naquele hotel? Ela sabia que estava enrubescendo. E ela também percebeu que quanto mais ela demorava para responder, mais ele se aproximava dela.


Ela deu de costas com o guarda-roupa. Ele estava bem em frente a ela, tão perto; ela podia ver os traços cinzas nos olhos dele. Eram iguais aos traços que havia nos olhos de Alice. Ela olhou para baixo.


Ele tocou o queixo dela. Ela tremeu. Ela olhou para cima. Ele sorriu. "Quer saber, esse vestido é muito bonito, mas se me permite fazer uma sugestão, eu acredito que você ficaria deslumbrante com um vestido que eu vi na butique do hotel. Eu vou comprá-lo pra você."


Ela balançava a cabeça negando e ele balançava afirmando.


"Por quê?" ela perguntou por fim.


Ele também esperava uma resposta, mas não sabia o que dizer pra ela. Ele não podia responder, 'porque hoje será nosso noivado.' Ela o amaldiçoaria. Repentinamente Draco percebeu que ela poderia responder não naquela noite.


Ela não diria não, diria?


"Não," ela disse.


O quê? Ela já estava dizendo não? "Como?"


"Você não pode me comprar um vestido, Draco. Não seria correto."


"Sua filha me deu uma flor hoje. Estou retribuindo a gentileza."


"Você não precisa pagar uma gentileza," ela disse, embora estivesse sorrindo.


"Quando eu fui legal com você, Hermione?" ele perguntou lembrando do que Alice havia falado.


"O quê? Como assim?" ela perguntou confusa.


"Nada, esqueça. Eu quero fazer isso por você," ele disse. Ele foi se aproximando dela, baixando a cabeça. Hermione começava a ter lembranças de uma noite há muitos anos atrás, quando eles ouviram Alice dizer, "Ai!"


Viraram para encará-la ao mesmo tempo. Hermione se afastou de Draco, sua mão cobrindo a boca. Draco se ajoelhou para falar com Alice, "Por que você disse 'ai'?"


"Eu mordi meu dedo," ela falou e mostrou para Draco examinar.


"Por quê?" ele perguntou sorrindo.


"Por que estava na minha boca," ela respondeu em um tom que dizia que ele deveria saber daquilo.


Ele se levantou, pegou na mãe dela e disse, "Um conselho, pequena senhorita Alice, mantenha os dedos fora da sua boca e não entre no quarto da sua mãe sem bater." Ele a acompanhou de volta para o outro quarto e fechou a porta. Virou-se para Hermione, mas ela havia desaparecido. Não importava. Ela não poderia ter ido longe demais, havia apenas o banheiro.


Ele foi até a porta e chamou, "Hermione, você pode me ouvir? Você estar ai?"


"Sim."


"Bom, lembre-se dessa resposta para hoje a noite, ok? Eu vou mandar entregarem seu vestido. Vejo você mais tarde." Ele saiu do quarto sorrindo novamente. Ele se sentia feliz como não se sentira há muito tempo.


Ela rapidamente abriu a porta do banheiro e falou com o nada. "Lembrar de qual resposta? Draco? Pra onde você foi?", ela entrou no quarto e disse, "Ele fica mais louco a cada momento."

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N/T: Este é o último capítulo traduzido pela MalfoyLady! No próximo eu entro em ação! ;D

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Comentários: 2

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Enviado por Dark Moon em 16/12/2012

kkkkkkkkkkkkkkk dracolouco esta comico

Nota: 5

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Enviado por the em 25/07/2012

draco é meio louco, mesmo

Nota: 1

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