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3. Capitulo 3


Fic: Eu ainda não te esqueci. H&Hr AVISO ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo 3


 


Passou os dedos pelos livros. Um barulho alto e agradável tomava conta da sala enquanto seus dedos limpavam a fina camada de poeira que continha ali. Sorriu. Sentia falta de quando entrava na biblioteca de Hogwarts e ficava perdida em meio à vastidão de livros.


Parou por alguns instantes em frente à grande estante analisando os livros. Pegou um que gostava muito. Hermione sentou-se na poltrona que havia em frente à estante e ligou o abajur. Abriu o livro sentindo o aroma que exaltava das paginas velhas e surradas. Gostava desse cheiro, lembrava... Juventude.


Passou os dedos sobre o titulo da capa. Uma viajem sem volta. A história contava sobre um medibruxo que se apaixonou tanto por sua profissão que acabou dando mais atenção ao trabalho do que na família. Após um longo tempo de trabalho ele recebe férias, volta para casa, chateado por receber a noticia que ficaria quinze dias afastado do que tanto gostava. Ao chegar em casa ele encontra sua casa vazia, somente com um bilhete sobre a mesa. Dizia a carta, escrita pela esposa e assinada pelos filhos, que eles não agüentavam mais viver a vida sem um pai e exemplo, ela mandaria dentro de cinco dias o papel do divorcio e que receberia a guarda das crianças, já que o “ex-marido” pensa só em trabalhar e as crianças seriam uma “pedra no meio do caminho”. Desesperado e arrependido o medibruxo procura alguma maneira de encontrar com a esposa para explicar e tentar concertar tudo já que não consegue ligar para esposa e aparatar na área onde eles estavam. Então, ele pensa em viajar pelo Pó de Flú, mas como ele não sabia nem a onde deveria ir, e nem se poderia chegar lá, o pó não funciona, e a casa pega fogo. O medibruxo acaba morrendo, mas opta por voltar a Terra e tentar encontrar um marido e pai que supre todas as necessidades de sua família, evitando se apaixonar pelo trabalho.


- Amor!


Hermione olhou para o corredor a procura da voz, Draco estava parado olhando para ela com um sorriso maroto nos lábios. Hermione correspondeu.


- Oi meu bem. – disse a mulher fechando o livro e o largando sobre o colo.


Draco se aproximou lentamente. Estava da cintura para cima nu. Hermione suspirou ao ver os músculos do marido. Uma cicatriz descia pelo centro de seu peito até sumir na calça. Já havia perguntado aonde o marido conseguira aquela cicatriz, mas ele mesmo não lembrava como. Ele abaixou por trás da poltrona e abraçou o pescoço da mulher.


- Já está tarde meu bem. – sussurrou ele ao pé de seu ouvido.


Hermione sorriu. Sua voz era suave e macia.


- Pensei que já estivesse dormindo.


Ele riu.


- Não dormiria sem você ao meu lado.


- Eu já estava indo. – disse Hermione pegando o livro.


Draco riu divertido.


- Se eu te conheço muito bem Mi. – ele suspirou. – Você ficaria a noite inteira nesse livro.


Hermione levantou da poltrona. Draco sorriu gentilmente. A mulher foi até a estante e deixou o livro ali. Virou-se para Draco sua expressão era fria e distante. Draco foi ao seu encontro. Pegou suas mãos gentilmente.


- Sei porquê não quer dormir de uns tempos para cá.


Hermione o encarou, seus olhos estavam marejados. Ela o abraçou e apoiou a cabeça no tórax do marido. Draco passou as mãos nos seus cabelos.


- São os sonhos novamente? – pergunto hesitante.


Hermione concordou com a cabeça. Afastou-se alguns centímetros só para poder encará-lo nos olhos.


- Gritos. Há muitos gritos, tudo simplesmente começa a pegar fogo. Eu me lembro de gritar por ajuda e ninguém vir ao meu encontro. – ela parou. Lágrimas caiam pesadamente de seus olhos. Draco a abraçava mais forte enquanto os relatos ficavam piores. – Lembro-me também de carregar algo pesado, mas eu não conseguia ver o que era, estava muito embaçado por causa da fumaça. Então a voz de Harry, ele me gritava, pedindo pelo amor de Merlin a ficar longe do fogo...


- Shii, Shii, Shii. – silenciou-a, colocando os dedos sobre seus lábios. – É só um sonho meu amor.


- N-não tenho tenta certeza assim. – ela soluçava. Suas lágrimas agora caiam sem parar.


Draco a abraçou mais forte. A garota apoiou a cabeça sobre seu tórax. Seu corpo tremia. Draco não sabia o que fazer, sempre que essa situação acontecia – e que ficava cada vez mais freqüente - ele ficava perdido, igual cego em tiroteio.


- Não quero dormir, meu amor. – Hermione sussurrava maliciosamente. – Eu tenho medo.


Draco a encarou, seus olhos estavam marejados e sua expressão era confusa, mas em seus lábios estava esboçado um sorriso malicioso e debochado.


Draco sorriu e a carregou. Hermione arfou enquanto suas mãos alisavam suas costas. Seus lábios percorriam ardilosamente seu pescoço. Draco arfava com o contato com o corpo de Hermione com o seu.


Abriu a porta com um chute, já que não precisava se preocupar com Henri, que fora dormir na casa de um amigo da escola. Colocou Hermione cuidadosamente na cama. A mulher se sentou e o puxou ao seu encontrou. Sua mão arranhava seu peito nu lenta e sensualmente. Draco gemia com o contato de suas mãos em seu peito.


Deitou-se lentamente sobre a garota, com as mãos apoiadas ao lado de seu corpo e seus joelhos apoiados a cama. Hermione passou as mãos ao redor de seu pescoço. E o encarou profundamente. Seus olhos cor âmbar brilhavam.


- Obrigada por tudo Draco. – ela sorria. – Obrigada por fazer parte de mim.


Draco sorriu triste, em todos os dez anos que passou ao lado de Hermione ela nunca havia dito que o amava. Draco sabia que no fundo ela nutria um sentimento por ele, gostava muito dele, mas não o amava como gostaria.


Draco abaixou as alças de sua camisola, enquanto Hermione abaixava sua calça. Draco passou a mão sobre sua barriga sentindo o movimento acelerado de sua respiração. Então beijou seus lábios, carinhosamente. O beijo se aprofundava se tornando mais e mais intenso.


- Eu te amo. – sussurrou Draco em seus ouvidos, entre um beijo e outro.


Draco beijava seu pescoço e vez por outra mordiscava o lóbulo de sua orelha. Hermione arfava em satisfação. Passava seus dedos pela longa cicatriz no peito de Draco, provocando sensações indefinidas nele. Tantas vezes ouvira aquelas três palavras, mas não conseguia corresponde-las. Sabia que Draco a entendia, e queria amá-lo também. Ela gostava muito dele, nutria um sentimento forte. Ele era tudo pra ela naqueles dez anos, mas simplesmente não o amava como queria.


- Sinto muito. – sussurrou tão baixo, que pensou que Draco não ouviria.


Ele continuou a beijá-la, cada parte de seu corpo. Suas respirações unidas. Draco a abraçava com seus braços fortes e definidos. Hermione estava enganada, ele ouvira, e enquanto Draco beijava cada parte de Hermione, lágrimas saiam discretamente de seus olhos.


 


~*~


 


- Harry eu já te expliquei.


Harry a encarou, não acreditava no que ela estava dizendo. Seu peito mexia em uma respiração acelerada. Queria quebrar alguma coisa, a raiva tomava conta de seu corpo como uma doença.


- Eu sei que você já me explicou mulher. – dissera ele enraivecido. – É que eu não consigo acreditar.


- Amor eu não posso fazer nada.


Harry andou de um lado para o outro. Parou por alguns instantes e encarou Gina.


- Ah não pode? Chamar Ron para passar um fim de semana aqui você pode, né?


Gina olhou para ele incrédula, não acreditava que ele estava falando isso. Ele era irmão dela, e essa briga boba dos dois tinha que acabar. Ron estava passando por um momento difícil e Harry parecia um cabeça-oca que só pensa no próprio nariz.


- Como Harry... eu quero que me diga como, seria se você estivesse no lugar dele? – gritou Gina. – Por Deus Harry, você costumava ser mais gentil e compreensivo. Vocês eram amigos, e Ron deixou tudo pela mulher que ama Harry. Você não faria o mesmo?


Harry sentou-se na poltrona esgotado. Estava cansado de discutir a mesma questão com Gina, não acreditava que ela estava fazendo isso com ele. Chamar Ron para ficar uns dias em SUA casa até tudo se ajeitar? Era loucura.


- A questão é Gina, que eu costumava ser mais compreensivo, mas o que eu levei em troca hãn? Um chute na bunda de Hermione e um soco na cara de Ron. Tudo bem, ele ama Luna, mas ele me deixou na mão. Deixou-me completamente cego, e ele não pensou em Hermione, ele sabia... sabia que ela o amava e a abandonou mesmo assim.


- Você só está assim em relação à Hermione porque a ama.


Harry a encarou. Sabia o quanto Gina era sensível em relação à Hermione. Isso a afetava muito, e ele se sentia péssimo ao tocar no assunto. Harry levantou da poltrona e se aproximou da garota.


- Sinto muito.


Gina se afastou, estava nervosa. Não gostava de falar no assunto Hermione. Ela sabia que Harry a amava, e isso doía de mais. A garota fez de tudo para fazer Harry a esquecê-la, mas era quase impossível. Ela tentou dar um filho para ele, mas quando Gina soube da noticia que era estéril, ela quase morreu. Ela chorou por dias, ela não podia dar nada a Harry. Os nove anos que eles estão juntos não passaram de fachada, Gina sabia que Harry gostava dela, mas ele amava Hermione, mesmo tendo a evitado tantos anos. Porque ele não a deixou? Gina sabia que Harry não a deixava por ela o amava, era quase uma obsessão agradar Harry, tentar fazer ele amá-la.


Gina se virou para encará-lo, seus olhos estavam marejados.


- Harry. – disse ela suplicante. – Ele é meu irmão. E ele está em um momento difícil, ele precisa de mim e... de você.


Harry a encarou por longos minutos, mas nada disse.


- Nossa mãe e nosso pai morreram, nossos irmãos morreram Harry. Na batalha, você sabe muito bem disso. Ele só tem a mim. Eu preciso ajudá-lo, ele acaba de perder Luna. Não é justo com ele, apesar de tudo que ele fez com você e com a... Granger.


Harry se virou e se afastou. Sofreu muito quando Ron o deixou na mão, e apesar de tudo que ele fizera, ele precisava de alguém, ele precisa de sua irmã. Ele perdeu a pessoa que ele ama o que aconteceria se Harry perdesse Hermione? Ele provavelmente não estaria aqui. Por mais que não tenha mais tanto contato com Hermione algo dentro dele acendia ao vê-la no Ministério, uma chama, um amor profundo. Harry a amava, e ter se afastado dela foi a coisa mais difícil que fez, e sabia ele que ela era muito feliz com Draco. Provavelmente o amava e já nem se lembrava que Harry e ela namoraram por um pequeno tempo.


- Tudo bem. – disse Harry ao se virar para a esposa.


Gina sorriu e foi de encontro a Harry o abraçando pelo pescoço.


- Obrigada meu amor. Eu te amo.


E então, sem ao menos esperar a resposta Gina se virou e foi para o quarto. Harry sentou-se na poltrona, e pensou como seria com Ron aqui. Será que acertariam as coisas?, pensou Harry. Olhou as horas, marcavam uma da manhã. Gemeu de reprovação ao lembrar que era sexta e Ron chegaria de noite.


Não queria dormir, não com aqueles sonhos o atormentando. Era sem nexo e indefinidos, via fogo, gritos, Hermione pedindo ajuda, Ron se lamentando. Lembra da fúria ao ver Ron, e o empurrando gritando o que ele tinha feito. Balançou a cabeça em uma tentativa de afastar as lembranças.


Lembrou então de Hermione, e seu sorriso caloroso e de sua risada contagiosa. Sorriu ao lembrar-se de como era bom ficar ao seu lado, amá-la e tocá-la.


 


Hermione estava sentada em uma poltrona e Harry em um sofá. Sorriam um para o outro. Hermione parecia calma, serena e descontraída enquanto relatava a tentativa de Snape em tentar tirar pontos de seu boletim fazendo perguntas complicadas.


- Bem, ele deve ter esquecido que você é a Hermione.


Hermione corou ao ouvir aquilo.


- Isso não faz muita diferença Harry.


Harry sorriu divertido.


- Não faz? POXA, você é uma bruxa extraordinária – ao ver que Hermione iria protestar continuou -, e não diga o contrario.


Hermione sorriu satisfeita. O salão Comunal da Grifinória estava vazio, mas não era de se estranhar era sábado e todo mundo havia ido a Hogsmeade, enquanto Harry e Hermione decidiram que era loucura sair enquanto Voldemort caçava os dois.


- Queria poder descobrir sobre Voldemort e como acabar com isso. – disse Harry por fim, em um tom triste e preocupado.


- Estamos quase lá Harry.


Hermione se ajeitou na poltrona, Harry a encarou. Ele parecia distante e confuso. Hermione levantou-se da poltrona e sentou ao seu lado no sofá. Harry a olhou seus olhos estavam marejados.


- Eu não queria envolver você nisso, Mione.


- Tudo bem Harry. – disse ela o abraçando. – Eu já te disse, eu estou com você pra tudo. Pra sempre.


Harry olhou para ela, seus olhos com âmbar estavam inexpressivos. Harry se aproximou do seu rosto. De repente ele sabia onde estava tudo, sentia sua respiração, sua mão em seu ombro, seus joelhos encostados levemente em sua coxa, o leve crepitar da lareira, a coruja que voava na gaiola no quarto a cima. Uma sensação estranha invadiu seu corpo, uma que nunca sentira antes, nunca sentira por ninguém.


Harry se aproximou hesitante do rosto da garota. Esperou. Ela o encarava, mas não protestou. Ele levantou suas mãos até seus cabelos cheios e sedosos, passou suas mãos em seu rosto, seus lábios. Seus dedos levemente contornavam os lábios cheios e rosados da garota. Sua respiração se tornava mais pesada e acelerada enquanto as mãos de Harry a tocava gentilmente. Ele pegou levemente em seu pescoço e a aproximou de si, enquanto uma de suas mãos segurava suas costas. Então a beijou.


Hermione não protestou. Harry a beijava carinhosamente, como nunca havia feito com nenhuma outra mulher. Hermione apertava suas costas, enquanto sua outra mão puxava levemente seus cabelos. Harry gemia como o contato de seus corpos. Separaram-se alguns centímetros, sua respiração era pesada.


- Desculpe. – disse Harry a encarando.


Hermione o olhou confusa.


- Você... você n-não queria?


Harry assustou com a pergunta


- O que? – perguntou ele. – Claro que queria. Estou desejando isso há dias. Eu te amo Hermione.


A garota sorri.


- Eu te amo Harry.


Harry sorriu e afagou seu rosto.


- Sabe aquele livro que te dei? – Harry concordou com a cabeça. – Tem algo dentro que eu quero que você veja. Mas você só verá na hora certa, tem um feitiço nele.


Harry sorriu.


- Só você mesmo Mione.


Então ele voltou seus lábios aos dela.”


Harry se levantou da poltrona, uma sensação estranha invadia seu corpo, ao lembrar-se daquele dia. Abriu a porta de seu quarto lentamente evitando acordar a esposa, foi até seu guarda-roupa e pegou o livro de sua mãe, saiu do quarto e voltou à sala.


Folheou o livro, esperava não encontrar nada ali, mas ao folhear as paginas um pedaço de pergaminho caiu. Harry deixou o livro sobre o sofá e abaixou-se para pegar o papel. Era velho, mas estava bem conservado. Hesitou. Não queria abri-lo, não queria ver a letra de Hermione. Respirou fundo e abriu ele cuidadosamente. E começou a lê-lo.


 


Querido Harry,


 


~*~


 


N/A.: Olá gente linda da FeB – que brega.


HAHAHA, fui bastante má nesse capítulo, deixei um mistério no ar. 


Adoro. Bem, tem muita coisa para vir ainda, com a chegada do Ron algumas coisas vão acontecer... MUAHAHAHAHA. Estou bastante empolgada com essa Fic, e estou escrevendo ela super rápido. =) O próximo capitulo já está pronto.


Quero comentários viu? Beijooos ;)

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Comentários: 4

Páginas:[1]
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Enviado por pedro lucas em 21/09/2011

mto bom

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Amanda I. em 18/09/2011

esperaaando *---*

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Isis Brito em 18/09/2011

Aaahhh!! Que horrível!! Como vc pôde parar justamente aí??!!

AAAHHH!! Cadê o próximo capítulo??

#desesperada

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Jéssica J em 17/09/2011

huuuum, ótimo desfecho! ah, fiquei até com dózinha do Draco :( mas tudo bem.

e esses sonhos, hein? iguais. estaria Ron sonhando com iso também?

curiosa!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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