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3. Sentado em um Banco


Fic: Um Casamento Mais do Que Conveniente - DRAMIONE - CAP 20 ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 3: Sentado em um Banco:
Traduzido por MalfoyLady


"Felicidade em um casamento é completamente questão de chance." – Jane Austen

"Felicidade em um casamento é apenas questão de fazer acontecer." – Draco Malfoy

"Felicidade em um casamento é completamente impossível." - Hermione Granger.



Hermione abraçou sua filha e continuou a dizê-la que ela não devia se afastar da babá, falar com estranhos e não devia fazer sua mãe se preocupar. Draco ficou imaginando o que a criança 'devia' fazer.


"Então a criança é sua?" Draco perguntou. Hermione colocou Alice de pé no chão e lançou um olhar sarcástico a ele.


"Sim, Draco, essa é minha filha." Ela respondeu com desdém.


"Ela não parece com você."


"E daí?"


"Eu lembro de ter visto o seu marido uma vez, e ela também não se parece com ele," ele disse sem tato.


Hermione suspirou impaciente e disse, "Às vezes, isso acontece."


"Você tem olhos castanhos, ela tem olhos azuis," Draco apontou.


Alice olhou para Draco e disse: "Mamãe diz que meus olhos são mais cinzas do que azuis, tá vendo?" Ela se aproximou de Draco, arregalou os olhos e ele se aproximou pra poder ver melhor, mas Hermione rapidamente puxou a menina de perto dele.


Antes que Draco pudesse comentar mais sobre esse estranho fato da cor do olho, a babá de Alice acordou e correu em direção a eles, "Oh, Senhorita Granger, senhorita Granger, eu fechei meus olhos por apenas alguns segundos! Me desculpe!" E pegou a mãe de Alice da mão de Hermione.


"Ingrid, eu já lhe disse, você não pode fechar os olhos de modo algum quando estiver cuidando da Alice," Hermione disse calmamente. "Ela é impossível e apenas um segundo é o bastante pra algum desastre acontecer, como ela dar de cara com Draco Malfoy." Hermione se virou para o homem em questão e sorriu, para que ele pudesse ver que ela estava brincando. Ela se virou para a babá mais uma vez e concluiu, "Leve ela de volta para a suíte no hotel, por favor."


"Tchau, Draco," Alice disse enquanto acenava para Draco. "Espero que você se sinta feliz logo."


"Hmm, obrigado, jovem Alice, e eu espero que ninguém lhe seqüestre enquanto sua babá dorme e sua mãe está sei lá aonde." Draco respondeu. Ele podia ver que Hermione estava franzindo o cenho e aquilo o divertia demais.


Hermione respirou fundo, a última coisa que ela devia fazer era amaldiçoar Malfoy na frente de sua filha. "Eu vejo você mais tarde, querida," Ela beijou a filha no rosto e observou enquanto ela se afastava. "Não diga coisas sobre seqüestro para as crianças, Malfoy. Você pode assustá-las. Tente usar o cérebro que eu acho que existe na sua cabeça, hmm?"


"Eu acredito em contar as crianças somente a verdade, Hermione." Draco disse com um sorrisinho faceiro. "Diferente de você."


"O que você quer dizer com isso?" ela perguntou, sua testa enrugando ainda mais.


Ele não tinha certeza do que queria dizer com aquilo, mas ele tinha certeza que significava alguma coisa. Ele queria rir da cara que ela estava fazendo, mas se conteve. "Por que a sua babá lhe chamou de senhorita Granger? Eu pensei que você tivesse casado com um americano idiota alguns anos atrás."


"Eu casei, ele era canadense, e agora estamos divorciados. Ele ficou lá e eu estou de volta... e por que eu estou lhe contando isso? Por que você disse que eu não falo a verdade e por que a minha filha disse que você está triste?"


Draco cruzou as pernas e deu um tapinha no banco ao lado dele. Ela entendeu o gesto e sentou-se ao lado dele. Ignorando a primeira pergunta, ele respondeu a segunda, vagamente. "Eu não estou triste. Eu acho que ela é meio alucinante ou coisa parecida. Ela me disse que você está ensinando latim a ela, um pouco nova demais pra isso, não acha?" Draco ainda segurava a flor rosa na mão.


"Eu acredito que uma criança nunca é jovem demais pra aprender, e eu estou ensinando apenas algumas palavras. E pra completar, ela não alucina, isso é uma coisa terrível pra se dizer de uma criança, embora eu tenha minhas dúvidas sobre você. Você é completamente louco. O que você está fazendo aqui nesse resort?"


"Eu estou de férias," ele disse. "E você?" Ele ficou girando a flor entre os dedos, mas ela caiu no chão. Ia se levantar para pegá-la, mas Hermione foi mais rápida.


"Estou aqui para um banquete e um baile, que vai ser oferecido pelo seu amigo, Marcus Flint." Ela respondeu. Ela se abaixou para apanhar a pequena flor e Draco aproveitou para apreciar a vista. Belas pernas, belo bumbum, cintura fina, lindos seios... Ela ainda era uma mulher muito atraente. Hermione nem mesmo notou que ele a observava. Estendeu a flor a ele e ele aceitou com um sorriso. "Eu não fui convidada, mas estou indo como acompanhante de Harry. Espero conseguir alguns associados, já que decidi começar meu negócio aqui do zero. E também vou me divertir um pouco antes de me mudar para a casa dos meus pais." Ela disse depois de sentar-se ao lado dele novamente.


"Você vai morar com seus pais?" ele perguntou e começou a rir. "Isso é engraçado."


Ela lançou um olhar raivoso a ele.


Ele parou de rir.


"Ah, você não estava brincando?" ele perguntou. Ela suspirou e levantou-se.


"Eu tenho que ir. Foi quase agradável encontrá-lo novamente, Draco." Ela começou a se afastar.


"Hey, hey, hey, traga seu traseiro de volta pra cá, Granger," ele exigiu. Ela olhou pra ele com um olhar fulminante. Ele deu outro tapinha no lugar ao lado dele. Ela cruzou os braços e sustentou um olhar que dizia claramente 'nem pensar, seu imbecil.' Ele deu outro tapinha, para enfatizar o pedido.


Ela continuou de pé.


"Por que você está se mudando para a casa dos seus pais e começando seu negócio do zero?" ele perguntou.


Ela sentou-se novamente e decidiu não contar a ele toda a verdade. "Ainda não encontrei um lugar para morar, e faz sentido, já que eu me mudei, preciso de novos associados para o negócio aqui." Ele não precisava saber que ela não tinha dinheiro para uma casa porque seu marido havia ficado com todo o dinheiro dela. E que ele também havia ficado com todo o negócio que ela havia montado no Canadá. Ela não ligava para essas coisas. Ela tinha a filha dela e isso era tudo o que importava. Ela relaxou no banco e olhou para o céu de abril. "É lindo, não é?" Ela quis dizer o dia, o céu, o sentimento de estar viva... Ele podia escolher. Ela simplesmente estava feliz por estar de volta a Inglaterra e ter sua filha com ela.


"Sim," ele respondeu. Tomando uma perspectiva completamente diferente a dela e olhando para o rosto da mulher a sua frente. Ela sentiu um leve toque em seu rosto e olhou para ele rapidamente. Ele estava afastando a flor rosa do rosto dela quando ela virou para olhar. Nenhum dos dois comentou sobre o ato. Ele não sabia por que havia feito e ela não sabia por que queria que ele fizesse de novo.


Hermione sentiu uma leve dormência pelo corpo e achou que talvez, estivesse corando. Ela se lembrou da ultima vez que vira Draco, em um outro baile, na noite em que sua filha fora concebida. Do nada, ela perguntou, "Você vai para o baile?"


"Infelizmente," ele respondeu. Embora, já que ela estava indo, ele pudesse mudar a resposta. Poderia ser uma ocasião feliz, já que ambos se encontrariam naquela noite.


"Por que infelizmente?" ela quis saber.


"Eu tenho que anunciar meu noivado essa noite. Não planejava fazer isso, mas acho que já é a hora."


Ela ficou extremamente desapontada por ele está noivo, embora soubesse que não tinha razão para ficar daquele jeito. "A sua noiva sabe que o anúncio é algo que você teme?" ela perguntou sorrindo.


"Ah, eu não tenho uma noiva," ele disse pensativo. Ele continuou brincando com a flor entre os dedos. Ele parou e tocou o rosto dela com a flor novamente, mas dessa vez ela o afastou. Ele colou a flor no banco, entre os dois.


"Estou confusa," ela disse e pegou a pequena flor.


Ele olhou para ela. "Tenho certeza de que está."


Quando ele não disse mais nada, ela falou, "Sério, Malfoy, eu estou surpresa que você já não seja casado, mas como você vai anunciar um noivado se você não tem uma noiva?"


"É complicado, mas tudo se resume ao fato de que eu tenho que me casar antes de completar trinta anos. Eu já queria estar casado a essa altura, mas a única mulher que eu quis casar, eu não vejo a quatro anos, e ela não me quis." Ele disse. Ela também nunca quis ser vista. Ele não iria contar a Hermione que ele havia encontrado com a mulher em questão apenas uma vez em sua vida, em um baile, onde ele havia transado com ela, mas ela o deixou antes de se revelar. Ele não queria que Hermione sentisse pena dele. Ele franziu o cenho e perguntou a ela, "Você sente pena de mim?"


"Não," ela respondeu rindo. "Muito menos acredito em você."


Ele tomou a flor da mão dela, parando brevemente e sentindo contato de sua pele com a dela. O pequeno movimento a fezela engolir em seco e o fez enrijecer. Ambos desviaram o olhar, mas ele tocou o nariz dela com a flor. "Isso é inteligente da sua parte. Nunca acredite em um homem que pede pra você ter pena dele. Provavelmente ele estará mentindo."


"Você é estranho, Draco," ela disse ainda sorrindo.


Do nada ocorreu a ele que ele queria beijá-la. E que ele não havia sentido vontade de beijar uma mulher desde o dia em que encontrou aquela mulher misteriosa naquele salão de jogos. Que estranho. Essa era Hermione Granger e ele queria beijá-la. Ele continuou a encará-la e ela fazia o mesmo.


Repentinamente ele se levantou, "Eu tenho que ir." Ele não tinha de ir, ele não tinha nada a fazer, mas ele sabia que se não se afastasse logo, ele teria que matar o desejo de beijá-la. Poderia ser um desastre, afinal de contas, ele precisava achar uma mulher para se casar e Hermione havia acabado de se divorciar. Ela tinha uma filha, era nascida trouxa, então não havia a menor possibilidade dele se casar com ela.


E mais, se ele a beijasse, ele sentia que teria que se casar com ela. Embora tivesse levantado para partir, ele sentou-se de volta no banco e continuou a encará-la.


"Draco, você está me encarando," ela disse.


"Mesmo? Eu pensei que você que estivesse me encarando," ele disse calmamente. Ele estava quase se inclinando, iria beijá-la, quando teve uma idéia e se afastou. "Diga a sua filha obrigado pela flor, porque do nada, estou me sentindo mais feliz." Levantou-se novamente para sair. Ele veria Hermione naquela noite e aquilo o deixava extremamente feliz.


Ela também se levantou. "Eu pensei que você tivesse dito antes que não estava triste e que ela estava alucinando."


"Isso é uma coisa terrível a se dizer sobre uma criança, Granger," ele riu. Colocou a pequena flor rosa no bolso. Ele decidiu que iria guardar como uma lembrança daquele dia. Ele também decidiu que Hermione Granger seria a pessoa perfeita para se ter um casamento de conveniência e aparência. Ele esperaria para ver o que ela acharia da idéia naquela noite. Conhecendo ela, provavelmente diria que ela o chamaria de louco novamente... E talvez ele fosse, ou talvez estivesse tendo a idéia mais lúcida de toda a sua vida.


Ela o lançou um olhar impaciente, o qual ele adorava. "Eu confirmo o que disse antes. Você, Draco Malfoy, ficou muito estranho depois de velho".


Ela começou a se afastar, mas ele a pegou pela mão e a puxou de volta. "E eu confirmo o que eu disse antes, amor."


Ela ficou paralizada por ele a ter chamado de 'amor'. Ele a chamara daquela forma NAQUELA noite, há muito tempo atrás. Claro, ele não suspeitava, suspeitava? Ela perguntou nervosa, "E o que seria?"


Que ela faria uma ótima esposa, claro. "Você com certeza gostaria de saber." Ele disse com um sorrisinho. Deixou a mão dela cair e ela se virou, rapidamente, e foi andando pela calçada. Virando-se duas vezes para olhá-lo. Ele continuava sentado no banco com um sorriso idiota no rosto.


Ela falou pra si mesma. "Eu acho que ele realmente é louco."

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Comentários: 1

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Enviado por Dark Moon em 16/12/2012

draco e louco kkkkkkkkk 

Nota: 5

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