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7. Hate on me


Fic: Born For This - Scorpius e Rose - COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hate on me


 


– Vigia a porta, Al – pediu Rose.


Nós estávamos na Sala Precisa, o que não era um bom exemplo, mas se ninguém descobrisse não haveria problema. Quando Rose lhe deu aquela ordem, Albus foi até lá e ficou olhando durante um tempo. Natalie estava sentada ao lado dela e eu a observava em pé, enquanto a poção borbulhava no caldeirão pequeno a sua frente.


– Tem certeza de que isso vai dar certo? – perguntou Natalie.


– Claro que vai, é o único jeito – respondi, e Rose me encarou.


– Pode não dar certo – disse.


– Bem, está fazendo isso desde a semana passada e você ainda não terminou essa poção – eu disse nervoso. – Talvez esteja certa.


– Desculpe se estou tentando fazer do melhor jeito possível! – exclamou irritada. Havia gotas de suor em sua testa, indicando que ela realmente estava se esforçando. De repente ela passou costas da mão ali e pareceu meio desesperada, olhando para o vapor que saía do caldeirão. – Droga, é mais complicado do que eu pensava... E minha mãe fez isso quando estava no segundo ano!


Albus voltou quando ela disse isso.


– Não se preocupe, Rose – ele falou baixinho como se estivesse confortando-a. – Pelo menos vovô não diz que Lily é mais alta que você. Então... hum, não precisa fazer como sua mãe... faça do seu jeito e estamos satisfeito. Não é, Scorpius?


– É, é – eu abanei a mão. – Foi mal. É que não agüento mais, quero acabar logo com isso.


Além disso, eu deveria estar agradecido por eles estarem ajudando. Já que Parrish nunca encheu o saco deles então tecnicamente eles não teriam motivos para me ajudar. Rose tentava adquirir a poção polissuco e o que eu achava que seria fácil, tornou-se complicado. Mas poderia ter sido pior se ela não tivesse resolvido me ajudar, porque vendo o que ela fez para avançarmos na poção eu nunca chegaria aquele nível sozinho.


– Bem... – comentou Natalie, sempre otimista. – Pelo menos está borbulhando. É um bom sinal, certo?


– O bom sinal será quando ela feder – respondeu.


– Então esperamos ela feder – deu de ombros.


– Eu vou ter que beber uma coisa que fede? – perguntou Albus, estupefato. Ele se virou para mim e apontou o dedo. – Você vai me dever para o resto da vida, cara.


– Olha – comecei intrigado. – Eu disse que não precisavam me ajudar, que eu faria isso sozinho e...


– Você nunca disse isso – respondeu Rose. – Na verdade, você implorou por nossas ajudas.


– Ficou até de joelhos – lembrou Natalie.


– E prometeu que faria qualquer coisa por nós – completou Albus.


Eu cruzei os braços e pensei em retrucar. Quando estou desesperado, eu faço promessas. Mas mesmo eles sabendo que eu não ia cumprir promessa alguma, ainda estavam ali, fazendo suas respectivas tarefas.


A poção começou a feder alguns minutos depois, mas o cheiro não se espalhou muito. Ficamos animados, mas Rose ainda parecia preocupada. Ela pediu a amostra do cabelo do sr. Parrish e Natalie tirou do bolso um saquinho onde continha o fio castanho.


– Como conseguiu? – perguntou Albus admirado. Ela sorriu de lado.


– Tenho meus jeitos.


Querendo ou não, ela ajudou para caramba usando seus próprios jeitos para tirar aquele fio de cabelo de Parrish, um dos maiores problemas que enfrentamos na semana, pois nenhum de nós havia conseguido achar a oportunidade de tirar aquilo da sua cabeça, sem que ele notasse.


Rose continuou concentrada, em silêncio, enquanto movia a espátula pelo líquido esverdeado. Aos poucos, o fedor foi sumindo e a cor foi se tornando ainda mais verde e gosmenta. Ela pediu para que Natalie lesse o modo de preparo outra vez. Ótimo, não havia se esquecido de nada. Aquela altura, eu havia me sentado a sua frente e Albus também, observando enquanto ela verificava se tudo estava como deveria estar para dar certo.


Por fim, jogou um feitiço com a varinha e explicou:


– Assim vai esfriar agora, para Albus bebê-la.


Eu olhei para ele, que observava com cara de nojo a poção verde-musgo, quase marrom.


– Urgh.


– Não se preocupe, o efeito vai ser rápido e nem vai dar tempo de sentir o gosto – disse Rose. – Pelo menos é o que diz no livro.


– Não é disso que estou com nojo. Vou ficar com o corpo de Parrish. É disso que estou com nojo. Mas, bem, vamos arriscar. Qualquer coisa para ficar com Hollie. Porque disso eu não tenho nojo.


– Você conseguiu, Rosie – exclamou Natalie, dando um tapinha em seu braço. – Achou que não ia conseguir, mas está aí, prontinho.


– Temos que ver no que Albus irá se transformar. Ainda não temos certezas se... está bom.


– Então vamos ver – eu disse depressa. O vapor estava sumindo. Finalmente ela pegou um frasco e depositou o líquido dentro dele, até encher tudo.


Albus estava determinado. Só que antes que Rose pudesse lhe entregar o copo, Natalie exclamou ao seu lado:


– Espere!


– O quê?


O que aconteceu a seguir foi inesperado. Natalia agarrou o rosto de Albus e beijou a boca dele com força, pegando-o de surpresa. Ficaram assim por uns cinco segundos quando perceberam o que tinham feito. Rose e eu nos entreolhamos e ela pigarreou alto para os dois.


Natalie o soltou. Albus parecia ter batido a cabeça, porque olhou para ela de um jeito retardado. Mais retardado.


– Lembre-se disso antes de gostar do beijo da Hollie – ela disse, sorrindo.


– Beba logo – mandei, apontando para o copo. Albus o pegou e piscou várias vezes, como se não tivesse acreditado no que acontecera. Voltou a se concentrar e olhou para o líquido, engolindo em seco.


– Bem – suspirou. – É só fingir que é cerveja amanteigada. Vamos lá. Você consegue, Al. Você consegue.


Ele olhou para nós como se estivesse se despedindo, segundo antes de levar tudo goela abaixo, sem parar. Quando acabou, olhávamos intrigados. Albus apertou a barriga e começou a tossir.


– Eu matei ele – exclamou Rose. – Albus, você está-


O rosto dele estava se desfigurando. Os olhos verdes já não eram mais verdes, e sim castanhos, como os do sr. Parrish. Os cabelos já não eram negros e despenteados. À medida que os traços Potter iam sumindo, apareciam os de Parrish. A voz, no entanto, continuava a mesma:


– Deu certo?


Não respondemos. Estávamos admirando-o, embora eu quisesse muito socá-lo. Mas tinha que me lembrar que aquele era Potter, e não Parrish, então eu assenti.


– O que eu devo fazer agora? – perguntou se levantando. Ainda era difícil olhar para ele sem querer socá-lo.


– Hollie e Parrish costumam se encontrar a essa hora na sala de Transfiguração. Eu e Rose vamos acompanhá-lo para caso alguma coisa dê errado – falei. – Enquanto Natalie...


– Aviso a diretora McGonagall que a sala está pegando fogo – ela disse prontamente. – Pode deixar comigo.


– Valeu. Preparados? – olhei para eles.


– Sim – respondeu Albus. Ele se aproximou de Natalie. – Posso ganhar um beijo de boa sorte?


Ela afastou o peito dele delicadamente, com uma expressão de nojo.


– Só quando você ficar bonito de novo. E com menos rugas.


– Ok! – exclamei. – Vamos logo antes que o efeito da poção termine. Rose, você já-


Ela já havia guardado o caldeirão em um armário e quando voltou, estava pálida e respirando meio pesadamente. Passou a mão na testa e nós olhamos para ela.


– Você está bem? – perguntou Natalie.


– Ótima. Só um pouco... cansada e... está tudo bem. Scorpius tem razão, a poção não agüenta mais de uma hora e meia, então é bom vocês se apressarem.


– É tempo o suficiente – eu disse, olhando para ela.


Albus e Natalie saíram para fazerem suas tarefas, deixando-nos sozinhos ali. Rose foi caminhar para fora da Sala Precisa, quando eu segurei seu braço e a fiz com que me encarasse.


– Você foi ótima – eu disse.


– A missão ainda não acabou – ela disse de um jeito trocista.


– Obrigado.


Ela abanou a cabeça. Nunca a admirei tanto. Desde a semana passada estudando para fazer aquela poção. Às vezes tive a impressão de que havia dormido até mais tarde, porque parecia muito cansada e com sono. Além disso, estávamos na época dos NOMs. Ela não precisava ter feito isso.


– Eu não entendo porque fez isso.


– Sempre tive curiosidade de tentar fazer essa poção – ela respondeu. – Você só me deu uma razão.


– Mas não é você quem Parrish odeia.


– Isso não significa que eu goste da forma como ele trata... as pessoas – acrescentou. – Ou as regras da escola. Temos que mostrar para a diretora que isso está acontecendo.


Dizendo isso, saiu e eu a segui. Fomos até a sala de Transfiguração, onde Albus – Parrish – estava sentado na mesa do professor, concentrado. Por um segundo, tive medo de que aquele fosse o verdadeiro Parrish, mas só o olhar denunciou tudo:


– E aí, gente. Acho que Hollie está chegando.


– Vê se não fica muito afobado – eu aconselhei e puxei Rose para o outro canto da sala e abri a porta do armário de caixa de papelão. Ela coçou a cabeça.


– Achei que me achasse apertadinha – brincou ao ver aonde iríamos nos esconder. Albus estava ansioso demais para reparar que íamos estar trancados ali, juntinhos.


– Tudo bem, eu me escondo em outro-


– Não, vem cá. – Ela riu, me puxando para dentro do armário com ela. Eu me vi sorrindo e olhando para ela. – Não tem outro lugar para se esconder – explicou.


– Prometo não reclamar.


Ela prendeu o cabelo em um coque rapidamente e sentou-se sobre uma caixa, enquanto esperávamos ouvir alguma coisa. Mas enquanto eu só ouvia minha respiração, eu esperava que ela não a escutasse. Não parecia normal naquelas circunstâncias.


Finalmente alguém entrou na sala e nós ouvimos:


Jason, estou desesperada.


O que houve? – Albus sabia imitar a voz dele direitinho.


Acho que meus pais descobriram!


O que eles descobriram?


Ora! Que você e eu estamos...


Descobriram? Como?


Eu não sei! Me abraça!


Albus fez isso, porque não ouvimos mais nada durante uns dez segundos.


Eu te amo, Jason, mas talvez devêssemos parar de nos ver – disse Hollie. – Não quero ser expulsa, mas não quero te perder. Eu não sei o que fazer...


Nós podemos nos beijar, e nos beijar, e nos beijar... enquanto ainda há tempo, e não estamos mortos.


– Ele anda lendo livros de romance? – cochichei a Rose


– Você não sabia? Albus adora filmes românticos.


– Soube improvisar bem – respondi.


Eles provavelmente começaram a se beijar, porque o silêncio reinou por mais alguns minutos.


– Espero que Natalie chegue logo – disse Rose em meio ao silêncio da outra sala. De repente a voz de Hollie estava rouca.


O que houve com você?


Do que está falando?


Seu beijo... diferente... mudou.


Estou ficando velho e-


Não. Eu gostei... está melhor. E eu achando que isso ia ser impossível.


Silêncio e voltaram a se beijar, provavelmente de um jeito caloroso, porque conseguimos ouvir a respiração deles.


O encanto não durou muito tempo, ainda bem, porque a porta se abriu. Natalie! E McGonagall!, pensei aliviado. Mas a voz denunciou que tudo deu errado:


Que porra é essa?


Era a voz de Parrish. Do verdadeiro Parrish.


– Oh meu Deus – Rose murmurou apertando a mão na boca, estupefata. – O que vamos fazer?


Saia de cima dela.


Ouvimos um estrondo, como algo se chocando contra uma carteira. Hollie berrou.


Pare, pare, pare de bater nele!


Não sou eu, Hollie! Esse cara é um impostor!


Que pelo visto beija melhor do que o original, achei que ela ia acrescentar.


Mesmo se fosse, não deu tempo. Rose abriu a porta do armário. Nós voltamos à sala. Parrish estava socando a si mesmo. Parrish estava socando Albus enquanto agarrava o colarinho da camiseta dele. Hollie tentava apartar a briga, mas não estava funcionando, porque o cara realmente parecia possesso.


– Pare! – gritou Rose, desesperada. Parrish, o verdadeiro, parou imediatamente, ainda agarrando o colarinho da camisa de Albus, que parecia prestes a desmaiar, porque não parava de sair sangue do nariz dele. Parrish olhou para nós, os olhos zangados e assustadores.


– O que estão fazendo aqui? Malfoy? Se ele não é você... – apontou para seu clone. – Quem está por trás disso?


Hollie fez que não, como se não soubesse o que responder. Ela parecia muito confusa. A pergunta de Parrish foi respondida quando o rosto de Albus voltou a fazer aquelas contrações. Parrish soltou Albus, que perdeu o equilíbrio e caiu no chão.


Hollie ofegou.


– Você atacou um Potter – disse assustada.


Rose correu ajudar Albus que, ao sentir o toque da mão dela na sua testa, murmurou piscando várias vezes:


– Mãe...?


– Eu não sabia... eu não sabia que era... – gaguejou Parrish olhando para as próprias mãos. Socar Malfoy era uma coisa, mas socar o filho de Harry Potter era outra.


– O que está acontecendo aqui? – Todos nós olhamos quando a diretora McGonagall entrou na sala. Natalie estava logo atrás e levantou os polegares, indicando que tudo ocorreu certo para o lado dela. Mas nada ocorreu certo. Pelo menos não da forma que esperássemos que ocorresse. – Oh Merlin, o que houve, sr. Potter?


– Al! – exclamou Natalie, andando até Albus e se agachando ao seu lado. – O que fizeram com você...?


– Acho que todos nós sabemos quem fez isso! – exclamou o sr. Parrish, recriando sua postura. Apontou seu dedo para mim. – Eles estavam brigando e-


– Como ousa? – Rose se levantou e ficou a frente do professor. Ela olhou para a diretora McGonagall. – Eu vi, diretora. Malfoy e eu estávamos aqui, enquanto Parrish batia em Albus.


– Eles usaram poção Polissuco! – gritou Parrish. – E estava com a minha forma!


– Poção Polissuco? – a voz de McGonagall ficou ríspida. – Vocês?


– Sim, fizemos – disse Rose sem piscar. – Porque queríamos provar à senhora que o professor está se envolvendo com Hollie.


McGonagall não disse nada por um tempo, mas olhou para Hollie. A garota não negou, e olhou apavorada. Tive a impressão de que isso já não era novidade para a diretora.


– Precisa ir a ala hospitalar, Potter? – perguntou a ele.


– Não. – Albus agarrou a camisa de Natalie, que o ajudava a se levantar. – Só um nariz quebrado. Minhas costelas no lugar certo. Estou ótimo. Até limpei minhas cuecas hoje, Natalie.


– Só está um pouco grogue pelo soco – disse Natalie, tentando não rir.


– Vamos resolver isso mais tarde – disse McGonagall a Rose. – A senhorita sabe que não pode fazer poções fora da aula.


Rose olhou para os pés, mas depois voltou a encará-la, ciente da culpa que recebia.


– Por enquanto, vou resolver outro assunto – continuou a diretora. – Parrish, srta. Cooper acompanham-me. E caso não tenha reparado, sr. Parrish, o senhor apontou a Malfoy o dedo manchado do sangue que está em Potter.


Ele olhou para suas mãos. Ali estava a prova de que me acusou odiosamente, e de que realmente socou Potter.


– Pensei que era Malfoy que estava com a minha forma, por isso o soquei – explicou Parrish, nada contente com que estava acontecendo.


– Malfoy, Potter, a Murta-que-Geme. Tanto faz. Você agrediu. Isso não vai mudar alguma coisa com o que vou fazer ao senhor.


– Não pode me expulsar, meu tio é o Ministro da Magia.


– Dane-se o seu tio – McGonagall nos assustou e nos impressionou com o modo como dissera aquilo. – Quer saber? Estou cansada do seu tio. E para uma escola que sobreviveu contra os ataques de Voldemort, posso muito bem lidar com os ataques bipolares do seu tio.


Ela deu as costas, esperando que Parrish e Hollie fossem segui-los. Sem outra escolha, eles o fizeram. Houve um momento silencioso dentro da sala, onde Natalie limpava o sangue do rosto de Albus com um pano úmido que havia conjurado, e eu olhava para Rose. Ela sentou-se na cadeira e colocou a mão na testa, lágrimas brotando em seus olhos. Eu me sentei ao seu lado.


– Fomos estúpidos em achar que daria certo – ela disse baixinho. – Olhando agora... não fazia o menor sentido. É claro que McGonagall ia saber que armamos aquilo e ia achar que estávamos acusando Parrish...


– Ela sabia, Rose... – eu falei. – Ela sabia sobre Parrish e Hollie.


– Mais um motivo para não termos feito nada...


– Se ele não tivesse batido em Albus... ele não estaria sendo expulso da escola agora. O plano foi perfeito.


– Mas não era esse o plano.


– Saiu melhor do que esperávamos.


– Melhor? Ela vai tirar meu distintivo de Monitora! – Rose enxugou o rosto como se esse fosse seu maior medo. – Viu o modo como olhou para mim?


– Impressionada. Ela olhou para você impressionada – respondi. – Não é qualquer um que consegue... – pensei em elogiá-la. – E... bem, eu posso dizer que eu te induzi a isso... se ela for tirar seu distintivo, eu falo que usei Imperius contra você e que você não queria...


De repente ela abriu um pequeno sorriso e pousou a mão sobre a minha.


– Não precisa. A escolha de ajudar foi minha... e isso eu não nego.


Eu estava olhando nossas mãos. Não pensei em me afastar, mas ela afastou. Afastou quando Albus disse, ainda com os cuidados de Natalie na mesa ao lado:


– Então conseguimos? Eu me saí bem? Não quero me gabar, mas Hollie disse que gostou do meu beijo. E ainda consegui colocar a mão na bunda dela.


Se eu achava que ele ia ficar irritado comigo por eu tê-lo feito me ajudar e ainda receber socos do professor de História da Magia, eu estava muito enganado. Ele agiu como se eu tivesse feito um sonho dele se realizar. Afinal, estava recebendo cuidados de Natalie depois de ter experimentado o gosto de Hollie. Ele podia morrer agora e ainda morreria feliz.


Não tivemos certeza do que aconteceu com Hollie e Parrish no final da noite, mas no dia seguinte o fato de que não tivemos aula de História da Magia quis dizer muitas coisas. Vários tipos de rumores soaram por toda a escola e no almoço as pessoas já sabiam o que aconteceu. Garotas ficaram ao redor de Albus o tempo todo perguntando se estava tudo bem com ele e querendo saber detalhes da briga que teve com o professor. Achei que ele fosse exagerar para parecer um herói a elas, mas tentou fugir o máximo que pôde dessas garotas que de repente achavam sexy o fato dele estar com hematomas. Ficavam preocupadas que ele não fosse poder jogar quadribol... era meio patético.


Parrish saiu da escola e os alunos que gostavam dele ficaram sentidos, mas os que não gostavam – no caso eu – praticamente comemoraram. Sem mais notas baixas, sem mais xingamentos sobre minha família, sem mais um professor idiota para me atormentar. Eu estava particularmente animado. Hollie Cooper não foi expulsa nem nada, mas parecia triste quando a víamos pelo corredor.  Na sexta-feira, ela se aproximou de nós durante o almoço e disse:


– Desculpe pelo que aconteceu, Potter.


– Eu estou bem – ele falou.


Natalie estava ao lado dela, com os braços cruzados e batendo os pés, impaciente.


– Vai ficar aí ou eu vou ter que quebrar seu dedo?


Hollie olhou para Natalie meio assustada, mas só abanou a cabeça e fez tchau a Albus antes de afastar.


– Não expulse as garotas quando eu quero falar com elas – reclamou Albus e os dois voltaram a discutir. Mas ultimamente as discussões deles estavam terminando com beijos, o que era um avanço, porque antigamente algumas terminaram em socos.


McGonagall não ousou tirar Rose da monitoria. Durante nossas rondas, ela se aproximou de nós dois e falou a Rose:


– Que tal esquecermos o que aconteceu, srta. Weasley? Vou fingir que nunca soube de nada.


Rose sorriu de orelha a orelha e eu tive a estranha sensação de que ela poderia abraçar a diretora naquele momento, tão feliz e aliviada que ficou.


– Obrigada, diretora, eu prometo que nunca vou fazer nada sem pedir autorização.


– Muito bem. Tenham um bom-dia.


Quando ela se afastou do corredor, Rose jogou os braços para cima e comemorou.


– Ainda sou monitora, ainda sou monitora!


– Uh – exclamei surpreso quando ela me abraçou.


Estou falando sério. Rose parecia tão aliviada e contente que jogou os braços ao redor do meu pescoço e apertou a cabeça ao lado da minha, abraçando-me. Tudo bem que eu achava que ela ia abraçar qualquer alma viva naquele momento, e como eu era o único ali, fui o escolhido. Eu só não imaginava que aquele abraço fosse ficar divagando pela minha cabeça em alguns momentos, e que fosse me atrapalhar na hora de estudar.


Até achei que quando Amber sentou-se ao meu lado na mesa da biblioteca eu iria deixar aquilo de lado, mas não aconteceu.


– Ei – Amber disse baixinho. Pousou a bolsa sobre a mesa e tirou os cabelos dos ombros para dizer: – Podemos conversar?


– Estou ouvindo.


– O jeito que eu saí do seu quarto na festa... eu não quis... o que eu disse... bem, você não contou para ninguém, contou?


Eu olhei para ela, desviando minha atenção do livro.


– Não, não contei.


Ela suspirou aliviada.


– Obrigada. – Achei que não teria mais nada para dizer, mas fez esforço para continuar: – Eu não quero que fique zangado comigo...


– Eu não estou. Eu entendi que você é...


– Não fale – disse brava. – Não fale. Mas se houver algum rumor sobre esse assunto... eu vou culpá-lo, Scorpius, porque você é o único que sabe. E se isso chegar aos ouvidos do meu irmão nem sei dizer o quanto ruim isso pode ser.


Ela parecia desesperada. Lançou-me mais alguns olhares e mordeu os lábios. Eu resolvi ser franco.


– Se eu disser alguma coisa vão achar que a culpa foi minha, sabe. Embora isso seja excitante se formos parar para imaginar.


Querendo ou não, ela abriu aquele sorriso que parecia ser tímido em primeiro momento. Mas no segundo momento era completamente o contrário. Depois o sorriso foi desaparecendo.


– É sério, não conte a ninguém.


– Não vou – prometi. – Não é da conta de ninguém, de qualquer forma.


– Obrigada – disse de novo e se inclinou para beijar meu rosto. Ela desviou lentamente para os meus lábios. Não foi triste nem nada, tanto que quando ela se afastou, ainda segurava meu rosto e voltou a sorrir.


– Então... – refleti. – Nenhuma chance de voltar a curtir minha espécie?


Ela riu e acariciou meu rosto, negando com a cabeça.


– Você beija fodidamente bem, Scorpius. Eu que sou o problema.


Dizendo isso, pegou a bolsa e foi embora. Bem, pensei, poderia ter sido pior. Ela poderia ter me traído com um cara, por exemplo. Acho que foi naquele momento que eu descobri que tínhamos tantas coisas em comum que não compactávamos um com o outro. Tínhamos coisas em comum até demais. Não dava para continuarmos juntos.


– Achei que vocês tinham terminado. – Quando virei meu rosto, era Rose em pé ao lado da mesa. Ela estava segurando os livros contra o peito. – Ou só estão se beijando quando querem e não tem nada para fazer?


Tudo o que eu fiz foi sorrir e jogar meus braços atrás da nuca, observando-a.


– Ciúmes, Weasley? – quis saber.


– Não, eu só acho que não é certo ficarem se agarrando na biblioteca. Porque aqui é lugar de estudo e...


Eu afastei uma cadeira ao meu lado.


– Quer sentar aqui?


– Eu não estava pensando nisso – mentiu.


– Amber e eu terminamos, definitivamente. Ela não está mais... hum, interessada.


Rose olhou para os lados para que ninguém denunciasse o que estava fazendo.


– As pessoas estão fazendo barulho nas outras mesas, não consigo me concentrar lá – explicou, jogando a bolsa na mesa. Amber tinha feito aquilo com delicadeza, mas Rose praticamente arremessou com tudo, quando se sentou ao meu lado. Prendeu os cabelos e abriu o livro, pigarreando e tentando achar uma forma confortável para prestar atenção nos estudos. Ela tinha aquele jeito apressado e organizado, tudo para a hora certa. Restabeleceu regras para que eu não falasse enquanto ela estivesse lendo. Fui obediente e as segui. Estudamos juntos e sozinhos.


E ainda fiquei me lembrando daquele abraço dela, embora ela parecesse nem ter notado que havia feito aquilo.


– Ouvi dizer que o sr. Binns vai voltar para a escola – Rose disse um tempo depois. – Acho que alguém o convenceu.


– Parece que as coisas vão ficar boas então.


Eu não estava me referindo somente à expulsão de Parrish. Eu disse aquilo, com ela encostando a perna na minha. Ela me chutou discretamente e eu ri, levando minha mão para empurrar seu braço. Ela reclamou. Ficamos nos provocando, um tentando tirar a atenção do outro dos livros.  Houve um momento em que nos acalmamos e ela parou de me chutar, mas sua perna ainda estava roçando a minha. Será que ela tinha idéia de que estava fazendo isso? Fazia de forma tão natural e não intencional, já que não tirava os olhos dos livros.


Achei que depois daquele dia, nada poderia me atormentar e que eu estava livre de ter dias ruins. Albus e Natalie estavam se dando bem – e coloquem bem nisso –, de modo que sempre estavam juntos, ou discutindo ou se beijando. Parecia que tudo ia correr bem no jogo de Quadribol contra a Lufa-Lufa depois da Páscoa, parecia que nosso time ia vencer e Albus capturar o pomo-de-ouro. Ele estava inspirado e conseguiu. Vencemos.


Mas no vestiário, quando voltamos para trocar nossas roupas e nos arrumarmos para a comemoração na festa da Sonserina, eu descobri que Parrish estava longe de desaparecer, mesmo não estando em Hogwarts.


Eu abri o armário onde estavam minhas roupas. Os garotos do time tacavam toalhas um no outro, faziam gracinhas e jogavam praga para o time da Grifinória, porque estávamos na final contra ela. Tirei minha camiseta do armário e embaixo dela havia um cartão. Nunca encontrei um cartão ali, por isso achei estranho.


Estava escrito:


“É isso o que vai acontecer com a sua família, garoto.”


E a foto da Mansão pegando fogo.


Atrás do cartão estava escrito:


Não é uma previsão, é só um aviso.”


Depois que eu li tudo, o cartão virou cinzas. Desapareceu entre meus dedos. Eu saí do vestiário correndo, fechando o zíper da minha calça e colocando a camisa sem dar explicações a ninguém. Esbarrei em Rose no meio do corredor, praticamente jogando meu corpo contra o dela, e ela me segurou, rindo assustada, antes que caíssemos contra o chão.


– Cuidado aí, colega, aonde vai com tanta pressa?


– Não posso falar agora, preciso mandar... – eu afastei suas mãos que haviam parado acidentalmente em minha cintura. O sorriso dela desapareceu e me olhou preocupada.


– O que houve?


– Não dá tempo.


Eu voltei a correr até as masmorras. Entrei no meu quarto e tirei de lá a minha mochila, para pegar o pergaminho e a pena. Escrevi aos meus pais, explicando tudo, e que a mansão estava sendo ameaçada. Não só ela, mas eles também. Expliquei quem era o professor de História e que ele nos odiava. Expliquei da forma mais rápida que pude. Sim, qualquer um diria que o cara só estava fazendo isso para me assustar ou que era uma brincadeira de mal gosto de algum idiota da Lufa-Lufa, mas não tive tanta certeza. Eu queria me certificar de que eles estariam bem de qualquer forma.


Corri até o corujal e por sorte minha coruja estava lá, descansada e animada por ter que fazer uma viagem.


– Vê se volta com resposta – mandei e ela saiu pelo céu que escurecia. Ventava um pouco e a única coisa que eu devia fazer era esperar uma resposta deles. Pelo menos me certificar de que nada aconteceu ainda e de que se acontecesse, eles estivessem preparados para evitar.


– Scorpius – exclamou Rose. Ela vinha correndo até mim, a expressão preocupada e intrigada. – O que está acontecendo?


– Nada. – Eu não queria falar sobre aquilo.


– Você está pálido.


Eu não tinha a prova para mostrar que recebi uma carta avisando o que Parrish poderia fazer com minha família, mesmo assim contei a ela.


– E se for...


– Eu não quero que nada aconteça a eles – falei rispidamente. – Eu preciso ter certeza agora de que nada está acontecendo por lá. Não importa se foi só uma brincadeira, para mim isso não é brincadeira.


– Dizem que se olhar para o céu, a coruja nunca volta. É melhor voltarmos para o castelo – sugeriu, segurando meu braço. – Ela acabou de sair daí, não fique esperando... nada aconteceu aos seus pais, está bem? Nada.


– Como pode ter certeza?


– Estou sendo otimista – admitiu, me puxando. – Você sempre reclama do meu pessimismo.


Por fim, acabei acompanhando-a até o castelo. Ela tinha razão. Minha coruja não voltaria tão cedo. Tentei me ocupar com outras coisas, voltando à festa da Sonserina. Rose acabou me acompanhando e ficamos por lá durante um tempo, até o pessoal ir embora. Natalie e Albus saíram da festa e a sala comunal estava praticamente vazia quando Rose se levantou do sofá e disse que tinha que voltar.


Eu acabei dormindo no sofá e acordei com alguém me sacudindo, na manhã seguinte. Observei ao redor e vi que atrás da janela, os olhos da minha coruja me espreitavam. Ela carregava um bilhete nas garras e avancei pegá-lo.


Um alívio passou por mim quando li as palavras da minha mãe:


Estamos ótimos. Não se preocupe conosco, filho. Qualquer movimento estranho por aqui nós já estaremos observando. Preocupe-se com os N.O.M’s agora.


Ela não enrolou na resposta, o que agradeci mentalmente, porque assim deu tempo de entregar a resposta a tempo que eu não me preocupasse ainda mais. Me joguei no sofá, passando a mão nos cabelos.


– Não falei? – disse Rose quando nós já estávamos fazendo ronda durante a tarde. Eu contei a ela sobre o bilhete e ela sorria para mim.


– Aquele filho da puta vai ficar perseguindo – falei, franzindo a testa. – Se ele fizer alguma coisa com meus pais, eu vou-


– Ei, nada vai acontecer a eles – ela disse baixinho, segurando meu braço para me chamar atenção. Paramos um de frente para o outro. Rose me observava intrigada, como se não acreditasse que eu pudesse estar tão nervoso. – Agora que meu otimismo funciona, não duvide disso, ok?


A voz dela era animada perto da minha preocupação, como se quisesse me alegrar e me deixar tranqüilo de novo. Eu fiquei olhando para ela, para o sorriso dela. Me fez acreditar que nada ia acontecer mesmo.


Foi quando eu percebi que eu estava perto o suficiente para notar os detalhes do seu rosto. O sorriso dela desapareceu aos poucos, e então ela ficou me olhando de um jeito sério. A mão dela ainda estava ali no meu braço e não foi isso que me puxou para mais perto. Não sei o que foi, mas em um momento eu estava mandando a mim mesmo: Não pense nisso, Scorpius, é Rose. É Rose... E no outro...


Eu não a peguei de surpresa. Ela sabia que eu ia fazer de qualquer forma, mas, acredite, eu mesmo não sabia até o momento em que o fiz. Eu me movi para avançar a boca na dela, e acho que não me importei com outra coisa, a não ser com sua provável rejeição. Mas, para a minha surpresa, ela correspondeu ao primeiro movimento dos meus lábios. E depois ao segundo. No terceiro, ela já estava segurando meu rosto.


A última pessoa com quem eu achava que ficaria estava me beijando. Rose era calma, curiosa, tímida, porém tinha uma energia que contagiava. Eu me arrisquei a roçar a língua dela, introduzindo a minha em sua boca. Quis conhecer sua reação. Afastou-se um pouco e nos encaramos, confusos.


Não encontrei nada profundo para dizer naquele momento silencioso, só decidi que queria puxá-la de novo para mim e eu já não achava que ela fosse me impedir. Mas ouvimos a voz de Albus atrás do corredor. Ao em vez disso, então, nós nos empurramos e limpamos qualquer resquício do beijo com a manga de nossas camisas, segundos antes de Albus aparecer a nossa frente. Passei a mão no cabelo, não acreditando no que eu tinha feito.


Albus acenou para nós quando apareceu de vista, bastante animado, sem ter a mínima noção do que eu havia feito com sua prima, dez segundos atrás. Era bom ele ter algum bom motivo para estar ali, mesmo assim.


– Vocês já estão indo para aula de Poções? Scorpius, olha só o que finalmente consegui – ele tirou a figurinha dos Sapos de Chocolates do bolso, aproximando-se de nós. Era a goleira das Harpias. Não acreditei que ele estivesse mesmo me mostrando aquilo.


Rose e eu nos entreolhamos e quase o soquei. Eu realmente sempre odiei Sapos de Chocolates.


 


 


 


 


 


 


Inspiração tomando conta aqui! <3 Eu ia ser maldosa e dividir o capítulo em duas partes, mas qual seria a graça de postar essa semana e vocês não lerem o primeiro beijo deles, não é?
Capítulo sete, o momento em que eles perceberão que tem coisa rolando, mesmo que ainda pareçam confusos e incrédulos com isso. Parrish foi expulso. Beleza, mas e agora? Será que aquele cartão foi apenas uma brincadeira? E, sim, Amber curte o outro lado, mas juro que não pensei em Friends ao escrever isso! HAHAUHAA E não fiquem com raiva do Al, ele não tem culpa de querer compartilhar sua felicidade com os amigos - mas bem que poderia ter feito isso outra hora. Hahaha! Bom, espero que tenham gostado, que ainda continuem seguindo a fic. Obrigada pelos comentários, amores *-* E até o próximo; com mais Rose e Scorpius pra vocês :) Lembrem-se de comentarrr!

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Comentários: 16

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Enviado por REJI em 12/03/2012

Ah, finalmente eles se beijaram... que fofo! Foi muito bem escrito, eu amei, de verdade! Mas o Al tinha MESMO que aparecer naquela hora? Por falar nele, eu sabia que ele e a Natalie iam se dar bem! Eles são fofos juntos, ao seu jeito, brigando e tudo mais, mas não deixam de ser fofos! E que ótimo que desmascararam o Parrish, só fiquei com um pouco de pena da Hollie, parece que ela realmente gostava dele, mas tomara que ela caia na real e perceba que ele não é para ela... afinal, já está fazendo ameaças e tudo mais... Vamos ao próximo! Beijokas

Nota: 5

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Enviado por Ana CR em 05/02/2012

Ah, muito bom! Até prendi a respiração na hora que li esse capítulo!

Finalmente! hauhauahuahaua 

Nota: 5

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Enviado por Lana Silva em 30/10/2011

Nem acredito que Alvo atrapalhou eles desse jeito....Tô passada kk mas amando...Scorpion ficoui bastante frustrado!

Nota: 5

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Enviado por MarianaBortoletti em 21/10/2011

Olá Pokerwell! Guria, desculpa a demora para comentar, mas to com mil coisas rolando e até ontem tinha lido metade do capítulo, tomei vergonha na cara... HAHAHA Mas, bem, que capítulo é esse?! Que perfeito, essa narrativa fluída, personagens comparativos a nós, seres comuns... Sabe que eu me identifiquei com esse capítulo. Motivos pessoais pegando e eu me via no lugar do Scorpius, com essa atração desmedida e estranha por alguém... Amei mesmo, estou louca pelo próximo!

Nota: 5

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Enviado por Felipe S. em 16/10/2011

MUITO BOM, SÉRIO! *___*

 

Eu estranhei o fato do Binns ter sumido e talz, mas você já respondeu. Peço desculpas pela demora em comentar, mas faculdade é tenso, acaba com todo o tempo que tenho. DD:

A fic - como sempre - está excelente. A maneira como você faz os sentimentos do personagem sairem de maneira tão simples e facil me prende, sério.

Por mais que eu demore a comentar e a ler, eu ainda estou acompanhando sua escrita fantástica! HAHA

Nota: 5

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Enviado por Carolzinha Gregol em 16/10/2011

capitulo foooooooooda! amei mesmo, o beijo deles ficou muito bom, espero que a Rose não age como se nunca tivesse acontecido ou pior falar que não foi nada para ela que não era para ter acontecido. eu sinto que vai acontecer isso. NÃO DEMORA.

Nota: 5

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Enviado por Amanda Prado em 15/10/2011
Ahhh que TUDO! Amei o beijo deles. mesmo tendo sido tão simples e rapidinho. Al e seu senso de oportunidade incrível. Falando nele, achei o beijo da Natalie nele tão tão fofinho. Parrish sendo desmascarado foi um alivio, mas a ameaça me deixou com dózinha do Scorpius! Ain posta rapidinho, quero mais cenas dele com a Rose. amo amo amo essa fic, muito mesmooo! bjo
Nota: 5

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Enviado por Nikki W. Malfoy em 15/10/2011

hei, hei, hei!!
até que enfim...
agora sim vai começar a parte boa
adoro sua fic, e não vou parar de le-la até vc terminar
hei hei...

Nota: 5

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Enviado por alana_miguxa em 15/10/2011

perfeito como sempre. posta logoooooo!!

Nota: 5

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Enviado por Mohrod em 15/10/2011

Adoro seu jeito de escrever! Adorei o 1º beijo deles. adorei a natalie e o alvo... *o*

continue postando, ok? é viciante!

beijão

Nota: 5

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Enviado por Lívia G. em 14/10/2011

NAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAO! COMO O ALVO INTERROMPE O BEIJO DELES! AI MEU DEUS, VOU CHORAR! QUASE GRITEI AQUI! Ai, e o Perrish? Será que ele vai mesmo tentar atacar a Mansão? Tomara que ele morra, hahaha. Meu Deus, to muito ansiosa pelo capítulo! 

Nota: 5

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Enviado por Louyse Malfoy em 14/10/2011

"Você beija fodidamente bem, Scorpius. Eu que sou o problema", já lhe disse que eu AMO a Amber? KLDSMSMDL.

Nossa, que carta é essa? Estou preocupada que aconteça com o Senhor Delicia Draco Malfoy kkk

E O BEIJO? aiai* Esses sapos de chocolate do Al kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Mais um cap incrível, beijos e NÃO DEMORA.

Nota: 5

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Enviado por Lays Mary em 14/10/2011
nem vou cometa sobre o q Albus fez,continuaaaaa. bjsssssssssssssss
Nota: 5

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Enviado por Mily McKinnon em 14/10/2011

Aeeeeeee *-* Adorei o capítulo, como sempre! Ameeeei ver o Albus e a Natalie juntos +_+ Acho super fofa essa relação ~entre tapas e beijos~ dos dois hauhauhahauh

Sobre a Amber, amore, no último comentário que eu fiz falando de Friends, não quis dizer que vc copiou/se inspirou na série, ok?! Eu lembrei pq tinha visto um episódio deles da 6ª temporada que comentavam sobre isso hauhauahuahuahahauh

Eu odeio o Parrish e achava bem digno que ele morresse, falo mesmo u.u kkkkkkkkkkkkk implica com o Scorpius, bate no Alvo e ainda acha que tá no direito de pagar de santo? u.u tenha dó, viu?!

E EU SURTEI COM O BEIJO DA ROSE E DO SCORPIUS *___________* Quero mto ver mais beijos entre os dois!

Enfim, até a próxima!!!

Xoxo ;*

Nota: 5

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Enviado por Amanda de Matos em 14/10/2011

8Aaaah, eu to muito curiosa! Não demora pa postar... *o* Perfeita a fic.

Nota: 1

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Enviado por camila prongs. em 14/10/2011

Albus e Natalie são uns fofos juntos

finalmente o Parrish foi desmascarado! Só que agora tem que ver esse negocio ai das ameaças, nada bom, nada bom...

o Albus interrompeu o beijo dos dois pra falar que conseguiu a figurinha na Lorena Palmer? 
sem comentários.

beijos, até  próximo!

Nota: 5

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