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6. Minhas dolorosas memórias.


Fic: Um Novo Amor Para Severo Snape...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Pvo Louis Viper.


 


Os dias foram se passando e Severo Snape estava cuidando muito bem de mim. Ele é uma ótima pessoa você só precisa saber conviver com ele. Eu estava melhorando muito rápido, mas não podia esquecer a tristeza que eu carregava junto daminha alma.


Naquela noite eu decidi que colocaria um basta em todo aquele martírio! Esperei que Snape dormisse para então me levantar, eu sai sorrateiramente da caverna e segui em direção a uma arvore ali perto.


“Desculpe-me por ser tão covarde.” Eu escrevi coma varinha na arvore. “Obrigado por tudo Snape!”


 


Pvo Severo Snape.


 


Eu acordei no meio da madrugada e não vi Louis em lugar algum da caverna.


__Essa maluca fugiu? __disse irritado saindo da caverna __Lumus. __murmurei.


Comecei a procurar a menina “Onde essa maluca se meteu?” pensei foi quando eu encontrei Louis debaixo de uma árvore, seus pulsos estavam profundamente feridos. Rapidamente eu verifiquei a pulsação. Ela estava viva, mas por um fio. Foi quando eu li as frases escritas por ela na arvore.


Peguei Louis no colo e a levei novamente para a caverna.


__Porque me desculpe por ser tão covarde? O que ela quis dizer com isso?__ eu me perguntava enquanto estancava o sangramento.


Novamente eu enfiei garganta a baixo dela a poção para repor sangue já estava virando rotina isso! Foi quando eu ouvi a voz dela.


__Porque não me deixou morrer? __ela me perguntou como se perguntasse se iria chover.


__Por que tive de evitar que você fizesse uma burrada dessas! __eu disse irritado.


__Porque não me deixou morrer? __ela gritou __Por quê? Eu só queria me livrar desse inferno! Eu só queria ter paz! __ela começou a socar meu peito, mas ela não tinha forças.


__Eu exijo que você me diga o que esta acontecendo com você! __eu disse em tom de ordem__ Agora!


__Por favor, não me obrigue! Eu não posso! É doloroso de mais! __ela chorava tentado soltar seus punhos das minhas mãos.


__Me diga agora Louis! Eu posso te ajudar!


__Não! Não pode! __ela disse histérica __Ninguém pode!


__Você não me da outra alternativa! __eu disse penetrando a mente dela.


Louis deveria ter quatro ou cinco anos de idade ela brincava de boneca em seu quarto e não tinha os cabelos tingidos de roxo, eles eram louros e estavam presos em duas marias-chiquinhas, ela usava um vestido lilás com muitas rendas que a deixavam com a aparência ainda mais angelical.


Foi quando um homem entrou no quarto ele era alto e careca, ele se sentou na cama de Louis e ficou observando-a enquanto brincava.


__O que foi papai? Quer alguma coisa? __ela perguntou com um sorriso inocente nos lábios.


__Quero sim minha filhinha! Senta aqui com o papai. __ele disse dando um tapinha no colchão __Sabe filhinha o papai te acha muito bonita sabia?


__Obrigado! __ela respondeu penteando os cabelos de sua boneca.


O pai da Louis a olhou de uma maneira estranha. Foi aí que eu não pude acreditar em meus olhos. Ele abriu o zíper da própria calça e mostrou a pica dura para a menina de cinco anos de idade.


__O que é isso pai? __ela perguntou assustada tentando se afastar dele, mas aquele monstro a segurava com força por um dos braços.


__De joelhos na minha frente! __ele disse autoritário.


__Não pai eu... __Louis tomou um tapa violento em seu rosto, o choro foi imediato.


__Engole esse choro e fica de joelhos sua vadiazinha! __ele a forçou ficar de joelhos na frente dele__ Agora chupa minha pica!


__O que???__ ela perguntou aos prantos.


__Chupa logo! __ele forçou o próprio pênis para dentro da boca da criança __Nossa essa sua boquinha alem de linda é muito gostosa!


Eu juro que eu sentia meu estomago revirar com aquela cena a pobre menina chorava enquanto era forçada pelo próprio pai a fazer-lhe sexo-oral. Depois de alguns minutos ele começou a gemer mais intensamente, o desgraçado estava gozando.


O pai da Louis encheu a boca da menina de esperma e a obrigou a engolir.


__Boa menina! Continue assim! __disse ele com um sorriso de deboche nos lábios enquanto a menina chorava desesperadamente.


__Monstro! __o pai de Louis e eu nos viramos para ver quem havia gritado isso.


Era uma mulher parecidíssima com a Louis adolescente era a mãe dela.


__Como você pode fazer isso com a nossa filha? __os gritos demonstravam toda a ira da mulher.


Agora eu estava vendo Louis um pouco mais velha ela estava sentada no chão com a cabeça no colo de sua mãe em um lugar sujo, úmido e escuro.


__Ele te estuprou de novo não foi? __perguntou a mãe da menina, a mulher tinha hematomas pretos espalhados pelo corpo e rosto.


Louis respondeu que sim com a cabeça e se pôs a chorar soluçando no colo de sua mãe. 


__Ele te bateu muito mãe? __ela perguntou depois de um longo tempo sua voz saiu baixa e rouca.


__Não importa meu anjo! O que ele faz com você é mil vezes pior.


__Quando esse inferno vai acabar? __o choro voltou para Louis.


A lembrança se tornou um borrão e agora eu via Louis na sala ela já era adolescente, seu pai havia amarrado a menina de bruços na cama.


__Empina essa bunda gostosa! __ o pai de Viper encostou um ferro quente na nadega direita da menina o grito de dor foi inevitável e o riso sádico do homem também.


Ele começou a lamber obscenamente as nadegas de Louis.


__Me deixe em paz, por favor! __ela suplicava.


__Cala essa boca! __ele novamente encostou o ferro nela, mas dessa vez na região das costelas.


O grito de dor daquela menina me fez ficar arrepiado. Aquele desgraçado a segurou pelo quadril e penetrou de uma só vez o anus da menina. Ela chorava e ele a ignorava, ela sangrava e ele não se importava.


Agora eu via Louis chorando no porão.


__Você esta grávida minha filha! __a mãe dela disse em tom de desespero.


__Não pode ser mãe! Não! __o choro dela se tornava cada vez mais intenso.


__Você tem que fugir ou seu pai vai matar essa criança e ela não tem culpa de nada! __ disse a mãe abraçando a filha.


__Mas e você? Ele vai te...


__Shuuu! __a mulher fez a menina se calar __Eu me viro!


__Como eu vou fugir?


__Eu tenho um plano! Eu já venho preparando a sua fuga há meses! __a menina olhou incrédula para a mulher__ Ouça bem! Eu tenho aqui um estoque de poção Polissuco! A poção vai servir para você se disfarçar. E hoje é o ia ideal para você fugir.


__Hoje vem aquele amigo do meu pai o Yaxley! __ela disse com cara de nojo.


__sim! E você vai aproveitar a distração dele e vai fugir! Eu roubei a chave para você! __a mulher tirou de dentro do sutiã a chave da porta do porão.


__Como conseguiu? __Louis pediu sorrindo.


__Aquele dia que ele me bateu eu roubei dele, acho que ele estava to bêbado que nem notou que perdeu a chave. E eu tenho certeza que ele tem outras.


__Vem comigo! __ Louis pediu.


__Não tenho forças meu anjo! Vá e encontre ajuda! Conte para o ministério o que seu pai te faz!


Agora eu via Louis andando cautelosamente pela cozinha ela abriu a porta e...


__Aonde você pensa que vai sua putinha? __foi à voz do pai da garota.


Ela começou a correr em direção à rua.


__Me ajude à pega-lá Yaxley! __O homem gritou.


Os dois saíram em disparada atrás dela, mas ela se enfiou em um beco e desapareceu da vista dos dois.


Louis agora estava na floresta proibida ela podia ouvir os gritos e explosões da guerra que ocorria em Hogwarts. Um bando de comensais passou perto de onde ela estava escondida.


__O que esta acontecendo aqui? __ela se perguntou __Então é verdade que o Lord das trevas voltou!


A maluca resolveu seguir os comensais. Aonde estava o juízo dessa menina? Ela os seguiu ate uma parte do caminho, a garota matusquela entrou na casa dos gritos julgando que lá poderia ser um bom esconderijo.


A maluca então entrou no quarto em que eu estava agonizando.


__Senhor! Ah Merlin! O que eu faço? __ela segurou minha cabeça e verificou minha pulsação__ Ainda esta vivo!


Ela retirou de dentro da mochila dela um frasco com essência de ditamno e aplicou sobre o ferimento da mordida da cobra. Rapidamente a ferida estancou.


__Eu vou te tirar daqui para cuidar melhor de você!


Ela aparatou comigo para a floresta proibida. Louis passou dias a fio cuidando de mim.


__Você é um comensal da morte não é! __ela disse passando a mão na minha marca negra __Você vai ficar bem! E eu vou-me embora.


A imagem se dissolveu e agora eu via Louis fugindo de Yaxley.


__Volte aqui! Seu pai quer te ver coisinha linda! __ele dizia sarcástico.


__Me deixa em paz! __ela gritou.


Louis correu para perto de um lago.


__Não fuja gatinha! __dizia a peste do Yaxley.


Louis não pensou duas vezes ela pulou no lago. Aquela água deveria estar congelante, Yaxley não se atreveu a ir atrás da menina.


__Chega, por favor! __foi quando eu sai da mente dela.


Ela me olhava com os olhos cheios de lagrimas, a minha expressão transparecia a perplexidade. 


__Desgraçado! Eu não te dei autorização para bisbilhotar minha mente. __ela disse isso socando meu peito __Você não tinha esse direito! __eu não reagia __Você...


Eu a abracei e deixei que ela chorasse o tempo que fosse preciso no meu peito.

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