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6. On the way home


Fic: A Broken Heart and a Troubled Mind - reescrevendo


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Era um dia claro, eu estava em uma caminhonete, tinha pegado carona com um velho. Eu precisava ir para casa, era o único lugar onde eu não precisava ficar ouvindo as pessoas falarem dos meus pais. Nesse meio tempo, pensei na burrada que fiz deixando todas lá, sozinhas. Eu não era grande coisa, mas eu nunca abandonava a Anna. Nunca mesmo, desde a morte dos nossos pais. Ela sempre me protegia de tudo, sempre mesmo. Eu era a mais nova, a caçula, a frágil e indefesa da família. Ótimo, alem de louca, eu era indefesa. Eu olhava para a janela, imaginando como todos estariam. ”Sua grande orgulhosa, você devia ir até Ally e se desculpar”. Pensei sozinha. “Mas eu não fiz nada, quem deve se desculpar é a Allynne, ela que falou dos meus pais, ela que negou minha ajuda, então ela que corra atrás do prejuízo”. Que pensamento egoísta é esse Annie? Allynne está sofrendo com o sumiço da mãe e você está praticamente dizendo que ela se foda com os problemas dela? Eu não acredito no que estou pensando.
O velho me olhava pelo espelho retrovisor toda hora, eu comecei a estranhar aquilo.




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- Para onde está indo? – perguntou o velho, com um tom interessado demais.


 


- Londres. – respondi duramente.


 


- Hum, está sozinha, perdida? – eu comecei a estranhar o tom de voz e as perguntas dele.


 


- Não, só estou indo encontrar meu namorado. – menti, falar que está indo ver um homem faz com que a pessoa sinta medo, na minha opinião.


 


- Hum.


 


Quando chegamos a Londres, eu fiquei mais atenta, aquele cara poderia tentar me agarrar ou algo do tipo. Mas até que a viagem estava tranqüila, até que chegamos a um cruzamento vazio. O velho parou a caminhonete e se virou para mim, sorrindo maliciosamente. Eu entendi o recado na mesma hora e saí correndo da caminhonete. Ótimo, eu tinha que ser molestada pro velhos idiotas agora? Eu estava tão distraída que nem vi um menino na minha frente e trombei com ele.


 


- Desculpa, desculpa. – falei de automaticamente. Eu olhei o garoto, ele estava com uma expressão confusa.


 


- Não foi nada. – disse ele, estendendo a mão para me levantar. Eu segurei sua mão, desconfiada com tal ato de gentileza.


 


- Obrigada... – comecei a gesticular para que ele falasse seu nome.


 


- Peter. – ele estendeu a mão para me cumprimentar.


 


- Annie. – peguei a mão dele, ainda desconfiada com as gentilezas que o garoto demonstrava.


 


- Para onde vai?


 


- Para casa.


 


- Está perdida?


 


- Não, só tentando voltar para casa, mas já vi que é difícil com todos esses idiotas no caminho.


 


Ele riu de minhas palavras e começamos a andar lado a lado, conversando.O nome dele era Peter Winchester, ele morava perto da minha casa, estranho nunca ter o  visto pelo bairro. Era um rapaz gentil, até demais, mas eu não me importei. Ele me acompanhou até a minha casa. Por um momento eu esqueci que estava com raiva. Eu me despedi dele e entrei em casa.


 


Fechando a porta a raiva voltou. Ótimo, minha vontade agora era de destruir tudo que via pela frente. Eu subi até meu quarto e fiquei encarando a teto. Mas algo me chamou a atenção. A coruja de Anna estava na janela,com uma carta na perna.


 


Peguei a carta e comecei a ler, era definitivamente a letra de Anna.


 


“Annie, precisava ter notícias suas. Você está bem? Espero que sim. Sinto muito a sua falta. Por favor, continue a ler a carta depois disso, por favor...”


 


Eu não sabia o que aquilo significava, mas continuei lendo.


 


 “Querida Annie, pra começar...”


 


Reconheci a letra da Allynne. Entendi o que Anna disse. Resolvi fazer o que ela tinha me pedido. Também estava curiosa.


 


 ”... eu queria te pedir desculpa por ter dito o que disse. Eu sinto muito. Sei como se sente. Eu sei que você queria somente o meu bem. Entenda, eu estava irritada. Fui uma completa idiota, mas, por favor, volte. Todos queremos isso.


 


Por: Allynne.“


 


Pensei, pensei. E vi que Ally não ia mandar uma carta pedindo desculpa ou admitindo seu erro à toa. Eu a conhecia bem para saber isso. E eu não era tão coração de pedra a ponto de ignorar o pedido de desculpas dela. Peguei uma folha e escrevi brevemente:


 


“Estou voltando.”


 


Amarrei o papel na perna da coruja e a mandei embora. Olhei para a casa inteira, e parti rumo à casa dos Williams.




Peter narra:


 


A garota, Annie, realmente era engraçada. O cabelo dela também era bem peculiar. Um tom de vermelho sangue nada chamativo. E os olhos verdes tão claros quanto água. A casa dela era grande. As casas abandonadas, como chamavam os vizinhos, dos Harvelle. Ouvi algumas histórias sobre os pais terem morrido tragicamente e deixado quatro filhas sozinhas no mundo. Parece-me uma história bem triste, mas se os pais de Annie estão mortos, porque ela é tão alegre?


 


Comecei a andar de volta para casa. Logo, minha mãe tentaria me matar por eu ter ido até a parte mais distante do bairro. Havíamos nos mudado há pouco tempo para Londres, pois os Estados Unidos não é um bom lugar. Principalmente quando a minha escola fica na Grã-Bretanha. Passei em frente a um beco e senti mãos ossudas me agarrando pelas vestes.


 


- Olá, meu caro Peter. – a pessoa que me puxou para dentro do beco tinha uma voz rouca e cansada. Não era velha, mas era assustadora. – Vejo que conheceu os Harvelle.


 


- Er... Conheci.


 


- Ótimo, quer me fazer um favor? Mate-os para mim.


 


- Olha minha senhora, não sei quem você é, mas não vou ficar aqui com uma maluca. – tentei voltar para a claridade da rua, mas a mulher me puxou novamente.


 


- Você vai me obedecer, eu posso lhe dar tudo que quiser. Lembra do seu pai, lembra que ele partiu, deixando sua mãe na pior? Posso fazê-lo pagar. Posso te fazer melhor. Cobrir todas as suas ambições, todas as expectativas tragicamente destruídas irão se tornar reais. – senti-me num transe muito forte, guiado pela voz da mulher.


 


- O que eu preciso fazer, minha senhora?



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