SORRY! PELO ATARSO! kkkkkkkkkkkk não me mande avadas please, tive várias omplicações até ameaças de morte da Torinha uhsuahsuahsuaushua! Beijos! Obrigada á todos que comentaram e que estão gostando da fic!
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Ruas de Berlin – Alemanha.5 de janeiro de 1942.
POV – Lilian Evans.
As meninas estavam meio tristes por não saírem á procura do Potter, realmente se ele fosse tão inteligente como dizem já teria nos encontrado como antes, eu não sei porque me sentia assim, com tanta raiva, fiquei decepcionada, acho que sim, mas pelo que? Só não podia ser pelo fato do Potter não ter nos procurado ou até mesmo nem se lembrar mais da gente. Senti algo dentro de mim, era uma sensação ruim só de pensar nessa possibilidade! Mas porque eu estava tão estranha comigo mesma, desse ser TPM já já passa!
Eu realmente não estou mais agüentando as meninas desse jeito, até que eu tomei uma decisão que eu sabia que iria ferrar comigo se desse tudo errado, eu iria até a mansão do Potter, conhecia Berlin muito bem, nem deve ter mudado muita coisa com a guerra; é claro que as ruas devastadas e o clima pesado por causa da guerra faziam com que as pessoas desconfiassem uma das outras, mas como me parecia a uma alemã pura, nem seria tão difícil me disfarçar, claro que eu nunca contaria as meninas o fato de estar procurando o idiota do Potter, faria isso escondido!
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Andava pelas ruas de Berlin normalmente, como se fosse um deles, uma nazista! Até queria rir com o fato, mas não estragaria seu disfarce, esperei as meninas irem dormir depois do almoço e saí escondida, até peguei umas roupas “emprestadas” da Sra.Cawdon, claro que eu devolveria, pois sou uma boa pessoa, andava apressadamente, até que percebi que tinha me perdido! Eu sei se perder em um momento desses era muito perigoso, então decidi me arriscar e fui perguntar á uns soldados que estavam perto da ponte, onde ficava a casa do Potter, afinal eles eram soldados no mínimo deveriam conhecê-lo!
-Oi senhores, eu sou nova aqui em Berlin e gostaria de saber onde ficava a Mansão do Sr.Potter, por favor. – perguntei tentando usar um pouco de charme e disfarçando o nervosismo.
-Olá Senhorita!Sou Adolf, porque gostaria de visitá-lo?
-É que eu soube de tudo que aconteceu com ele, e como sou uma velha amiga decidi visitá-lo!
-Pois bem. Acompanharemos a senhorita, pois hoje em dia está muito perigoso uma donzela bela como você andar nas ruas sozinha. – respondeu o amigo de Adolf.
Acho que deveria ganhar um Oscar por melhor atriz, pois esses patetas caíram direitinho no meu teatro, acho que o vestido preto colado com um decote bem generoso, deve ter ajudado um pouco...
Fomos andando pelas ruas da cidade, os soldados o tempo todo esbanjando os seus feitos de guerra, o que dentro de mim os enojava ainda mais, pois sinceramente, eles não valiam o ar que respiravam só pelo fato de serem patéticos demais! Sinceramente o Füher tem que repensar em quem contrata para combater nessa guerra, pois esses daí provavelmente nunca atiraram na vida e são no máximo cadetes.
Aposto como o Potter deve ser muito bom no que faz para chegar onde chegou, imagino que deve ter matado muita gente, mas provavelmente deve ser no mínimo inteligente para formar estratégias de batalha, ele é um dos homens mais cobiçados da Alemanha e quanto a mim se soubessem o que eu sou, fariam fila para darem um tiro em mim! Mas porque será que eu pensei nisso? Sinceramente eu estou perdendo o pouco de sanidade mental que ainda me resta.
-Estamos perto senhorita, só passar por aquela esquina e virar para a direita e chegamos. –falou Adolf simpático.
-Obrigada, OPS!
Eu acabei tropeçando em uma pedra que estava na rua e o amigo de Adolf me segurou pelo ombro, mas conseqüentemente puxou a manga de meu vestido mostrando totalmente o meu ombro direito, entrei em pânico, pude-me sentir perdendo a cor a cada segundo de silencio. Até que o soldado que estava me segurando me derruba com força no chão e Adolf disse:
-Ora, ora, ora, se não temos uma impostora por aqui – disse ele olhando fixamente para a tatuagem da estrela de Davi no meu braço.
POV – Adolf Hitler
-Meu Füher, continuamos avançando sobre a Rússia, algo mais?
-Pode sair Himmler seus serviços no momento só me servem em campo de batalha, antes me traga o patife do Snape até aqui.
Senti minha pastora alemã alisando a minha perna, dei um cafuné nela enquanto o idiota do Snape não chegava, estava na minha casa em Munique descansando um pouco, as doenças estavam ficando cada vez mai fortes! Comecei a me lembrar de tudo que se passou na minha vida até aqui, desde que eu fiquei órfão aos 19, o desejo de ser um artista, e a 1ª guerra!
-Meu Füher, estou aqui , o que deseja?
-Sente-se Snape, vou lhe contar uma história.
-Claro meu senhor, me sinto honrado!
-Na 1ª guerra conheci um senhor onde fomos amigos por um bom tempo, ele também era mensageiro, você sabe que é extremamente perigoso, pois entramos na fronteira do inimigo, ou seja, perigo constante – dei uma pequena pausa – Eu era apaixonado por uma mulher, ela era linda! Sempre prometi casar com ela quando tudo terminasse... Eu contava tudo á ele, ele sempre parecia tenso quando eu falava dela, mas eu nunca me importei! Ele conseguiu a licença da guerra antes de mim, e eu pedi para que cuidasse dela. – Parei um pouco, pois a raiva passava pelo meu corpo – Minha surpresa quando eu voltei e vi que ela estava casada com meu amigo! Aquele filho de uma puta mesmo sabendo que eu gostava dela se casou de qualquer maneira!
Snape continuava silencioso, estava confuso, pois não entendia porra nenhuma de onde eu queria chegar!
-Ele era judeu, e ela virou uma para se casar com ele, isso ajudou a abrir meus olhos a um mal antigo! Que os judeus não são confiáveis! Nenhuma raça sem ser pura é confiável! Eles contaminam nossas mentes, nos enganam, e nos traem! Negros, ciganos, judeus, etc. são tudo da mesma laia!
-Senhor ainda não entendo aonde quer chegar!
-Eu me certifiquei de que ele morreu e ela também! Mas eles tiveram uma filha, uma menina, que você ainda não encontrou! Uma menina que você deixou escapar! E a cada dia fica mais parecida e traiçoeira como a mãe!
-Quem meu querido Füher?
-LILIAN EVANS SEU IDIOTA! ENONTRE-NA E TRAGA-A VIVA! QUERO QUE ELA SOFRA ANTES DE MORRER!
Sorri imaginando as brutalidades que aquela frágil menina iria sofrer!
POV- James Potter
Estava de novo em Dachau! Tinha saído ontem de Berlin, os meninos estavam procurando Lilian e as outras, tinha que vistoriar o campo, minha situação no exército estava ainda indefinida, meu pai lutava bravamente para que eu pudesse entrar no generalato, mas eu não queria isso, eu só queria ir para casa, estudar medicina na faculdade, eu não queria tirar vidas, eu queria salva-las, mas Dietrich não me deixava escolha! Se ele queria sangue, ele teria, não vou mais ser o palhaço da guerra, eu vou mostrar quem manda nessa droga!
-Potter, o Her do campo quer vê-lo. – falou Petigrew.
-Obrigado, hey! Motorista pare na mansão do her.
-Sim senhor.
Foi uns 5 minutos até chegarmos, vi muitos judeus naquele campo, todos magros, com cabeças raspadas e tralhas como roupas, Auschwitz era ainda pior, soube de várias experiências cruéis com todos os tipos de prisioneiros, tentei não me incomodar muito com aquilo, se tinha que fingir ser um oficial nazista, faria isso direito! Desci do carro, onde fui recebido pelo Her Stephan.
-Heil Hitler Potter.
-Heil Hitler Gerhard.Como vai aqui em Dachau?
-O de sempre, muitas mortes, gritos e torturas. – riu ele.
-Claro esses imprestáveis precisam aprender seu verdadeiro lugar no mundo! – respondi.
-Her Gerhard? – pergunta uma empregada que eu pude perceber que era judia pelos mal tratos.
-Não vê que eu estou conversando sua imunda! – respondeu ele se divertindo com o medo dela.
-Chamaram o senhor para o campo! – falou em um sussuro.
-Ok, ok! Bem Potter, sinta-se a vontade, um Potter é sempre um amigo meu!
-Claro! O Füher vai adorar saber disso. – respondi amigavelmente.
Quando ele saiu, comecei á escutar barulhos e gemidos debaixo no porão, perguntei grosseiramente á pobre judia na minha frente:
-Ó imunda venha aqui!
-Sim senhor?
-O que está acontecendo lá embaixo?
Vi que ela começou a chorar, senti até pena, mas me manti grosseiro.
-Eu pedi para chorar por acaso?! FALE !
-Os soldados senhor! Estão abusando a minha companheira de trabalho. – falou ela com um soluço.
-O que?! Alemães dormindo com uma judia imunda? Isso é traição! É pena de forca!
Eu realmente queria enforcar aqueles infelizes! Quem eles pensam que são para violentar uma mulher?! É imundo, é errado!
-Me leve até lá!AGORA! – ordenei.
Ela me levou até o porão, onde eu arrombei á porta, e encontrei três homens com uma judia, não dava para vê-la direito, mas vi que estava em uma situação horrorosa! Três homens invadindo violentamente uma mulher!
-Porra! Alguém apaguem esse infeliz! Antes que ele nos entregue!
Os outros dois deixaram-na com ele, e vieram para cima de mim, tive que rir! Dois meros soldados, querendo atacar um quase general? Eu tinha feito muitas lutas de corpo, além de tiro, eu iria acabar com a vida deles! Nocauteei o primeiro sem sequer mover do lugar e bati a cabeça do segundo na parede.
-Você sabe quem eu sou seu verme?
-Não senhor! – respondeu ele assustado.
-Você é um covarde! Um sujeito patético! Que precisa forçar á uma mulher se deitar com você! Eu sou um Coronel de GUERRA! E você ainda tem a ousadia de me desafiar?!
-Calma senhor, eu ...
-Você o escambal! - dei um murro nele que o desacordou, o prendi junto com os outros e os deixei ali.
A judia ficou calada o tempo todo, não chorava nem nada, na verdade nem escutei gritos vindo dela, parecia que ela tinha aceitado o destino triste dela, retirei meu casaco de oficial e fui em direção á ela, enquanto mais me aproximava mais me sentia estranho, ela me parecia familiar, reconhecia aqueles cabelos de algum lugar, até que um choque de consciência veio a aparecer, isso não era possível, não podia ser! Você as abandonou se lembra? É totalmente possível!
- Lily é você?
Ela não respondeu, só correu em minha direção e me abraçou, nua.
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Não me odeiem! Juro, mas achei necessário para o desenrolo da história!
PS: Hitler realmente tinha uma pastora alemã =)
Gostaram do cap.? Deem comentários!!
Beijos vivi