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5. Fidelity


Fic: ALLIANCE - Viagem no tempo -Trio na época da Ordem da Fenix original.Shipper: Hermione & Sirius


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo 5

Fidelity

I never loved nobody fully
(Eu nunca amei ninguém completamente)
Always one foot on the ground
(Sempre fico com um pé no chão)
And by protecting my heart truly
(E protegendo verdadeiramente meu coração)
I got lost in the sounds
(Eu me perco nesses sons)
I hear in my mind
(Eu escuto dentro da minha cabeça)
All of these voices
(Todas essas vozes)
I hear in my mind all of these words
(Eu escuto dentro da minha cabeça)
(Todas essas palavras)
I hear in my mind all of this music
(Eu escuto na minha cabeça)
(Toda essa música)



A varinha de Harry começou a vibrar violentamente da mesma maneira que acontecera antes. Mas dessa vez Harry sabia muito bem o que devia fazer. Concentrou cada partícula do seu corpo em forçar as conta de luz que deslizavam entre as varinhas a voltar para Voldemort. A bola de energia se deslocou pelo fio dourado e então fez contato. Na mesma hora, algo começou a sair da varinha de Voldemort.
Alguma coisa grande e acinzentada, que parecia ser feita da mais concreta e pesada fumaça... Surgiu uma cabeça, depois um tronco e braços. Uma mulher jovem pulou da varinha. E um espantado Voldemort a viu murmurar palavras de incentivo para Harry. Deliberadamente Harry evitava encarar seu oponente.Sabia que estava se expondo imensamente. Depois disso não poderia contar com a vantagem do anonimato...
Outras formas continuaram a surgir. Ouviu Rony gritar alguma coisa e se deu conta de que precisava sair dali o mais rápido possível. Sua varinha continuava a vibrar ,cada vez mais forte...
Quando achou que não agüentaria mais, se sentiu ser puxado para trás. Ele soltou a varinha ao mesmo tempo em que desaparatava guiado por alguém.
Aterrissou de joelhos em um descampado. A mão que segurava seu braço se afrouxou e ele se deu conta que foi Líliam quem desaparatou com ele.
Eles se encararam por uns segundos. A testa dela estava franzida, como se ainda não estivesse convencida do que acabara de ver. Mas não houve tempo para dizer nada. De dois em dois os outros membros da ordem começaram a aparecer. James trazia Sirius, que sangrava abundantemente em um ombro e usava roupas pelo menos três vezes maiores que ele. Hermione, um pouco desgrenhada, mas não ferida, se soltou de Rony e correu até onde ele estava.
- Você está bem? – perguntou ofegante
- Eu é que devia perguntar –disse Harry tentando sorrir – Viemos te resgatar, sabia?
- Vamos sair daqui – disse Liliam indo até James– Sirius precisa cuidar do ferimento... O que causou isso, Almofadinhas?
- Nos trancaram com um quintípede – respondeu Hermione por ele
Só agora Harry percebeu o traje estranho que ela usava. O vestido escandaloso estava comprido e apertado demais.
- Eu explico depois – murmurou ela o ajudando a se levantar
- O que foi aquilo, cara? – perguntou James se virando sério para Harry.
- Foi um duelo, se você não percebeu – respondeu Rony se pondo desafiadoramente na frente dele.
Harry sentiu um arroubo de gratidão pelo amigo. Não queria responder nenhuma pergunta agora. Tinha certeza de que havia complicado, e muito a permanência dele no passado. Tudo o que não precisava era que Voldemort se desse conta de sua existência

O grupo seguiu para a sede da ordem. Mody e Doge os aguardavam ansiosos.
Sirius-muito contra a vontade - foi levado até Saint Mungus . Aproveitando que a atenção do grupo estava toda focada nisso, Harry Rony e Hermione deram um jeito de se esconder na biblioteca. Hermione contou resumidamente o que havia acontecido enquanto cumpria sua missão para a ordem. Mas havia um leve tom de constrangimento em sua voz que Harry não conseguia precisar.
Rony não estava prestando muita atenção. Mexia em algo dentro de sua capa.
- O que é isso? – perguntou Hermione irritada.
Rony se inclinou e deixou a vista uma caixa de madeira pequena.
- É onde você e Sirius estavam presos – falou sem necessidade – Uma dessas é bem difícil de conseguir. E pode ser útil...
- É, se precisarmos de um lugar onde Voldemort não nos ache – falou Harry com um pouco de amargura.
- Não tem como ele saber nada sobre você Harry .O único que sabe a verdade, além de nós três, é Dumbledore. – conciliou Hermione - Ah, e guarda isso Rony, daqui á pouco o Mody vai vir atrás da gente, e é melhor não ver que você trouxe isso.
Como se esperasse uma deixa Alastor Mody abriu a porta sem muita delicadeza.
- Você está bem Granger? Se estiver vou precisar de um relatório completo para hoje à noite.
Hermione assentiu desanimada e saiu da biblioteca lançando um olhar de “eu não disse?” na direção de Harry e Rony.
- Agora, rapaz – disse Mody se sentando bem em frente à Harry – Quero saber exatamente o que aconteceu entre você e Voldemort agora pouco. Me disseram que você conseguiu parar um ataque dele...
O estranho olho de vidro girou duas vezes antes de se focar desconfiadamente em Harry.
- Nossos feitiços se encontraram – disse com displicência sustentando o olhar de Mody – Não sei explicar o que houve.
Eles se encararam em silencio por alguns instantes.
- Vou mandar um recado a Dumbledore - disse o auror.
- Faça isso – disse Harry caminhando em direção a porta – Rony, você vem?

Os dois dias seguintes foram bem irritantes na opinião de Harry. Recebeu um recado de Dumbledore mandando não sair da casa.Podia sentir –quase o tempo inteiro- Voldemort furioso pelo que havia acontecido. E de repente a sede da ordem pareceu mais vazia que o habitual. Os poucos membros que apareceram para uma breve visita lançavam olhares cautelosos e curiosos na direção de Harry.
- A história se espalhou - disse Hermione por cima de seu livro– Todos estão sabendo do que aconteceu no Hotel trouxa. Não existem muitos bruxos capazes de sobreviver a um duelo com Voldemort...
- Em suma cara, você ficou famoso –debochou Rony - Eu sei que não está acostumado a ser o centro das atenções...
- Eu daria tudo para sair um pouco – disse ignorando Rony
- Mas você sabe que não pode – disse Hermione séria.
- Sei – respondeu fechando a cara. – Só estou falando que gostaria de alguma coisa para fazer.
Se preparou para sair antes que ela sugerisse que lesse um livro ou algo parecido.Vozes vindas do corredor de acesso indicava que teriam visitas. Doge que estava enfurnado na cozinha correu animado para a porta da frente. Com certeza sabia de alguma coisa que eles desconheciam.
Um grupo grande, de mais ou menos dez pessoas entrou na sala de estar. Rodeavam um homem algo e ruivo que pareceu levemente familiar á Hermione.
- Gildeon Prewett – cochichou Rony interpretando corretamente a expressão intrigada da amiga. – acho que você não viu ele direito, porque no dia havia muito sangue...
- Ele teve alta hoje. - disse Doge se aproximando três e entregando a cada um, uma cerveja amanteigada. – Sirius também... E como hoje também vai haver a final da copa mundial de quadribol resolvemos comemorar um pouco. Só um jantarzinho... É preciso aproveitar quando as coisas ficam um pouco mais tranqüilas.
- Ah é – concordou Hermione – Precisa de ajuda?
- Não se preocupe com isso. Apenas relaxem um pouco
- A final da copa de 1979 – exclamou Rony dando um tapa na própria testa. – Como pude esquecer?
- Onde está acontecendo a copa?- perguntou Harry
- Na Dinamarca. Hoje a França vai ganhar da Itália... Li uma descrição completa da final em “Quadribol através dos séculos”...

Do outro lado da sala Sirius, que usava uma tipóia no braço direito, conversava ruidosamente com Marlene Mckinnon e Liliam Potter. James se afastou do grupo, passou por Gildeon Prewett e se dirigiu até onde Harry, Rony e Hermione estavam.
Harry não achou que ele estivesse realmente prestando atenção para onde seguia. Tinha todos os sinais de alguém levemente entediado. Parou ao lado de Rony e sorriu antes de levar seu copo até os lábios.
- Então– disse displicentemente- Que tal os primeiros dias na ordem?
- Legais – respondeu Harry – Menos a parte em que Olho Tonto Moody revistou minha gavetas de cuecas.
James riu.
- Ele é um pouquinho desconfiado... No geral é um bom sujeito. Mas é melhor não dar motivos para que suspeitem de você. Alastor é capaz de procurar em lugares muito piores que sua gaveta de cuecas...
Harry ficou satisfeito que seu pai não o estivesse tratando da forma estranha depois do que havia presenciado. Hermione deu um jeito de sair assim que Rabicho chegou no encalço de James. Rony permaneceu ao lado dele relaxado e sorridente. Harry só percebeu que havia alguma coisa errada quando o amigo engatou uma conversa animada sobre quadribol com Pedro Pettigrew . Era impressão sua ou Rony estava tratando Rabicho quase gentilmente? Por causa da final da Copa Mundial de Quadribol, realizada na Dinamarca, que aconteceria essa noite. o rádio estava ligado em cima da lareira. Com a insegurança causada por Voldemort quase ninguém viajou para ver o jogo ao vivo. Harry intuiu que esse era o motivo da expressão entediada de James. Particularmente, também não achava que acompanhar uma partida de quadribol pelo rádio fosse a mesma coisa.

- Nunca que a França vai ganhar o jogo contra a Itália – afirmou Petgrew
- 370 á 122 com Leon B. pegando o pomo no final – disse Rony com um sorriso superior.
- Quantas cervejas amanteigadas você bebeu hoje – perguntou James se voltando para Rony.
- É. Quantas Rony ? – disse Harry com vontade de chutá-lo.
- Aposto quanto você quiser –falou Rony para a Rabicho.
- Pode apostar Rabicho. Eu banco sua aposta – disse James divertido.
Rony e Pettigrew apertaram as mãos sorridentes, e Harry aproveitou para arrastar Rony para outro lugar.
- O que está fazendo? – perguntou bravo – Não pode sair por aí anunciando o resultado dos jogos.
- Psssiu – fez Rony – falamos depois.
E Harry se deu conta de que Rabicho os havia seguido com o olhar se esforçando para escutar o que diziam.

Depois de um jantar rápido e intermináveis brindes á recuperação dos Prewett, e á vitória quase certa da Itália contra a França, todos se acomodaram nas poltronas e tapetes da sala de estar para ouvir a partida. Sirius se jogou sem muita cerimônia em um sofá, entre Rony e Hermione.
- Oi Docinho – disse para Mione e em seguida se virou rapidamente para o ruivo - Oi Bony.
Em solidariedade aos olhares atravessados que os dois lançaram ao seu padrinho. Harry evitou rir. “Bony”...
- Ah, e meu ombro está bem- disse Sirius- Obrigada por perguntar...
- Eu sei que está -disse Hermione - Ou não teriam te deixado sair de Sant Mungus .Não é ?
- Você tem certeza de que não tem nenhum bruxo na família? – perguntou Sirius – Alguém chamado McGonnal ou algo assim?
Dessa vez Harry não segurou um risinho e ao sentir o olhar de Hermione em cima se sua cabeça tentou parecer decididamente interessado no incio da transmissão do jogo de Quadribol.
Rabicho se sentou tenso e de tempos em tempos lançava olhares nervosos na direção de do rádio. Quando finalmente o jogo chegou ao fim, o resultado não foi nenhuma surpresa para Harry: 370 á 122 com Leon B. pegando o pomo no final, exatamente como Rony dissera. O amigo se espreguiçou e calmamente andou até onde Petgrew estava.
- Rony – chamou Harry entre dentes. Já era bem ruim que Rony tivesse contado a Rabicho o resultado do jogo. O que ele estava pensando?
- Tudo bem Harry – respondeu o ruivo muito alto – dando um tapinha amigável no ombro de Rabicho- Vou fazer o que combinamos... Você está certo...
- Quê – perguntou Harry confuso
- Não vou cobrar a aposta, amigo- disse Rony – Não seria justo.
- N-não seria? – perguntou Pettigrew desconfiado.
- Não devo usar meu dom para coisas fúteis como quadribol – e em seguida levou as mãos teatralmente até a boca como se tivesse falado demais
- Seu dom?Você é um vidente?- indagou Rabicho com assombro
- Não conte a ninguém, ok? – disse Rony
- Não vou contar – prometeu Rabicho. E algo em seu tom de voz havia mudado sutilmente ao falar com Rony.
Depois disso Harry jurou que pelo resto da noite havia uma expressão quase fervorosa no rosto de Pedro Pettigrew quando observava Rony.

Aos poucos os ânimos foram se acalmando. As conversas ficaram mais baixas e mais intimas com os membros da ordem se dividindo em pequenos grupos. A atmosfera mudou sensivelmente, com a animação causada pelo jogo se esvaindo aos poucos.
Uma noite divertida não era capaz de esconder o peso da realidade.
Hermione usou a desculpa de retirar alguns copos para se refugiar na pequena cozinha. Olhando para a pia repleta de louça, notou que apesar de conhecer a teoria nunca tinha executado um feitiço doméstico.
Sentiu uma falta súbita de coisas normais. Sempre achou que depois de Hogwarts conseguiria ter uma vida mais regrada; Uma rotina, uma casa, um trabalho gratificante e até mesmo uma família... Sonhos que se perderam com o retorno de Voldemort. E olha só aonde foi parar... Estar no passado era ao mesmo tempo assustador e frustrante. Ela, Harry e Rony tinham de certa forma perdido tudo. Quase como se deixassem de existir.
Hermione tentou não ficar chorosa. Se pensasse bem, não era tão ruim assim. Afinal, quantas vezes durante a guerra não havia rezado por uma maneira de mudar tudo?
Com um gesto de varinha começou a limpar a louça acumulada. Os pratos se ergueram no ara espera de uma esponja ensaboada e então um a um mergulhavam na água limpa. Não era realmente algo difícil de fazer.
- O final perfeito para uma noite de sábado – falou consigo mesma
- Quem disse que a noite já acabou? – perguntou uma voz atrás dela.
Hermione pulou assustada e Sirius se encostou no batente da porta .A cozinha pareceu menor do que já era.
- Alguém tem que fazer – disse Hermione, apontando os pratos com a cabeça. – Então, como está seu ombro?
Ela perguntou se sentindo um pouquinho culpada por ter sido grossa com ele mais cedo.
Para ser justa, tinha de admitir que Sirius fora bem corajoso lutando com o quintípede, quando estavam presos.
- Está melhor. - respondeu lacônico – Nada demais para quem já está acostumado a salvar donzelas em perigo...
Ela rolou os olhos em resposta. ”Donzelas em perigo... Como se ele também não estivesse salvando a própria pele”.
- Sinto certa melancolia no ar. Ficou tão chateada assim com o resultado do quadribol?
- Nem todo mundo acha quadribol um assunto importante, sabe?
- Ah- fez ele levando a mão ao peito – Que sacrilégio! Mas tenho que admitir que esse seu olhar de descaso é uma graça...
Ele sorriu e surgiram duas covinhas em seu rosto. O homem era lindo e Hermione podia apostar que ele sabia bem disso.Por um momento esqueceu a resposta mal criada que iria lhe dar. “Pelo amor de Deus .É o Sirius .” Ela pensou enquanto tentava se desviar daqueles olhos que misturava tons absurdos de cinza e azul .
- Sirius – alguém chamou da sala de estar
Ele fez um gesto indicando que estava indo ,mas ao invés de sair deu três passos em direção a Hermione parando tão perto que ela temeu um esbarrão . Sirius se inclinou devagar e ela sentiu o coração parar de bater.Sem encostar as mãos nela a beijou . Se afastou, em seguida, mas tão pouco que sentia sua respiração enquanto dizia
- Esse sim, é um final melhor para uma noite de sábado. Te vejo depois ,docinho E tente não se envolver em nenhuma confusão até lá.Ok ?
Hermione não teve tempo de esboçar qualquer reação,apenas olhou atordoada para suas costas enquanto ele passava pela porta.
Oh Deus !Como poderia se meter em uma confusão maior do que aquela?


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