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1. Um Novo Começo


Fic: Harry Potter e os poderes da sétima filha


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Esta é minha primeira Fic, então, espero que gostem. Só para lembrar: os personagens não me pertencem (infelizmente xD) e sim a J.K. Rowling. Boa leitura. =D


 


 


 


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CAPITULO 1


 


 


 


Um novo começo


 


 


 


      O SOL ESTAVA NO MEIO O CÉU quando Harry Potter acordou. Abriu os olhos e viu um borrado em vermelho e ouro em cima dele e sentiu os cobertores macios e travesseiros empilhados ao seu redor. Será que estava em Hogwarts? Não admira que ainda se sentisse como se um gigante tivesse pisado nele. Ainda deitado percorreu sua mão lentamente para a esquerda até encontrar os óculos sobre a mesa de cabeceira. Ele empurrou-os cuidadosamente sobre seu nariz. Ele estava certo, ele estava em um dos dormitórios de Hogwarts.  Percebeu que estava em seu antigo quarto, na sala comunal da Grifinória. Estava deitado em sua antiga cama de dossel. Olhou para a pequena janela do lado direito de sua cama. Era evidente os estragos nos jardins do castelo. Lembrou-se, então, dos acontecimentos ocorridos. Sentiu-se desamparado e sozinho, contudo, aliviado. Ficou ali por um longo momento, observando o céu azul e o sol radiante, viu então que o mesmo estava mais bonito do que se lembrava de tê-lo visto antes, parecia-lhe que estava contente, deslumbrante e “vitorioso”, se é que era possível.


 



         Desta vez, ele sentou-se lentamente. Sua cabeça doía e seu estômago estava borbulhando de fome. Ele tinha comido antes de adormecer, como ele poderia já estar com tanta fome? Em seguida Harry pensou mentalmente: Ele estava dormindo há mais de um dia!


 


 


 


      Ouviu um estardalhaço. Barulho de pés subindo as escadas que davam acesso aos quartos dos meninos. Foi então que três pessoas entraram correndo no quarto. Duas delas vinham logo em frente, pareciam cansadas, contudo, felizes e o alivio presente em seus rostos; logo atrás vinha a outra, a mesma cara de alivio, porem, seu rosto radiava grande saudade, será?. Foi com grande alegria que Harry reconheceu seus melhores amigos: Ronald Weasley, Hermione Granger e Gina Weasley, esta, pensou Harry, estava mais linda que nunca.


 


 


 


      - Oi, cara? - disse Rony, sentando-se aos pés da cama de Harry – Como está se sentindo? Achei que não ia acordar mais! 


  


      Todos riram. 


 


 


      - Como assim? – perguntou Harry, sem entender.


 


 


      - Ah, Harry - disse Hermione, largando-se ao lado de Rony – você dormiu por dois dias inteiros. Rony queria vir te acordar hoje mais cedo, mas eu e Gina não o deixamos. Você ainda parece muito cansado.


 


 


      Claro. Pensou Harry. Esses últimos meses valeram pelos seis anos de aventura na escola.


 


 


      - É – disse – não sabia que tinha dormido tanto. – Então, olhou em direção à Gina, que estava em pé, encostada no dossel da cama. Sorriu-lhe e, para sua alegria, recebeu o sorriso de volta. Ela não está com raiva de mim, afinal. Pensou aliviado.


 


      - Olha, acho melhor descermos, – disse Gina, que estava calada até então – ou mamãe virá até aqui e puxará todos nós pelas orelhas até o Salão Principal.


 


      Esta foi a primeira vez em que Harry realmente riu desde os acontecimentos de dois dias atrás.  Pensar na Sr.ª Weasley lhe trouxe uma dor tão profunda que se sentiu surpreso ao perceber que estava sentindo a mesma dor que sentiu a três anos atrás, quando perdeu seu parente mais próximo: Sirius. Lembrou-se de Fred, Tonks e Lupin. As pessoas que, para ele, faziam parte de sua vida, faziam parte de sua família.


 


 


      Pareceu-lhe que Rony, Hermione e Gina tinham percebido em que estava pensando, pois trataram logo de mudar de assunto. 


  


      - Então, Harry – Hermione tratou logo de falar. – Estive conversando com a Prof.ª McGonagall e ela me informou que poderemos voltar à escola para terminarmos o nosso último ano quando o trimestre começar. 


  


 


      - Ah, corta essa, Hermione – disse Rony, fazendo uma careta, como se estivesse experimentando a pior comida já inventada – como é que você ainda pensa em estudos? Depois de tudo o que já passamos? – acrescentou surpreso – Sinceramente, não preciso me qualificar em mais nada. Estou muito bem assim. Com tudo o que fizemos, eu e o Harry podemos nos candidatar à auror assim –  Rony fez um gesto com as mãos e estralou os dedos. 


 


 


      - É. Eu não vou voltar. – disse Harry, convicto – Agora que Kingsley vai se candidatar a Ministro será mais fácil pra gente poder fazer os testes. – Olhou de esguelha para Gina, esta parecia ter ficado um pouco desapontada com a resposta.


 


      - Ah, gente – disse Gina, agora se largando em cima da cama – deixa de tanta loucura. Como é que vocês pensam dessa maneira? Largar os estudos assim, do nada? E, vamos lembrar Roniquinho, - falou, virando-se para encarar o irmão – que será mais fácil a mamãe te dobrar ao meio e coloca-lo dentro de um caldeirão fumegante do que aceitar a ideia de que você desista dos estudos. Você lembra como ela ficou quando o Fred e o Jorge saíram da escola? 


 


 


      - Gina, porque você não cala a boca? – falou Rony, com suas orelhas começando a ficar quase da cor de seus cabelos – Você deveria está lá com a mamãe. Pode sair, vai, vai. – terminou Rony, mostrando com o dedo indicador a porta.


 


 


      - Ela fica. – disse Harry em um tom  um pouco mais agressivo do que gostaria, para espanto de todos – É... ah... não vamos discutir por bobagens. Já estamos decididos e ninguém toca mais no assunto certo? – apressou-se a dizer.


 


 


      - Bom, então o problema é de vocês – disse Gina, um pouco corada – depois não diga que não avisamos. Agora, já que os senhores espertos decidiram o que vão fazer do futuro, acho melhor descermos agora, concordam?


  


 


      Todos concordaram e já estavam a meio caminho das escadas quando, para surpresa de Harry, Rony pegou na mão de Hermione e saíram na frente. Sentiu-se um pouco inquieto, pensou em Gina e nas condições em que se encontravam. Decidiu que deveria conversar com a garota para poderem resolver como iriam ficar, mais achou melhor deixar para depois.


 


      Como poderia ter essa conversa com ela? Será que ela iria perdoá-lo por tê-la abandonado? Ou será que já tinha o esquecido e partido pra outra?


 


      Não. Pensou Harry. Claro que não tinha o esquecido, percebeu isso quando seus olhos se cruzaram há poucos minutos. Viu, através dos olhos castanhos que tanto pensara nesses meses, o quanto estava esperando por aquele momento, percebeu que eles ainda sentiam saudades e, se é que ainda era possível, também sentiam amor.


 


      Amor. Será que era realmente esse o sentimento que sentia por Gina? Era por isso que ele sentiu tanto a sua falta? Porque a amava? Ou seria apenas uma atração? Vontade de se sentir amado? Uma forma de tentar fugir daquele destino o qual estava condenado?


 


      - Harry... – Gina o chamou – Você está se sentindo bem?


  


Estavam atrás do retrato a Mulher Gorda quando percebeu que tinha estado absorto em seus pensamento quando Gina o puxou pelo ombro. 


 


      - Quê? – falou Harry, um pouco envergonhado.


 


      - Estava te perguntando se você não preferia que eu te trouxesse algo para você comer aqui, caso você não queira descer – falou Gina, um pouco espantada – mas, quando olhei pra você, você estava com essa cara, de quem levou um balaço na cabeça, achei que você estivesse passando mal.


 


      – Ah, desculpa, é que estava pensando em uma coisa que preciso fazer. – apressou-se a dizer. – E não. Acho melhor irmos, ou sua mãe vai querer me mandar lá pro St. Mungus achando que estou precisando de inúmeras poções fortificantes. 


 


      Chegaram até as portas do Salão Principal. Quando entraram no ambiente Harry se surpreendeu com o que viu; o local não estava destruído como sabia que estivera a menos de dois dias atrás, suas paredes que outrora estavam derrubadas, agora estavam reconstruídas; suas mesas em seus devidos lugares. Esse era o único lugar que não apresentava as consequências da Guerra. Para sua decepção, preferiu que tivesse ficado na sala comunal como Gina lhe aconselhou. O Salão estava, se é que era possível, mais cheio que de costume. Alunos, professores, aurores e pais de alunos estavam presentes. Ao longe, Harry conseguiu ver as pessoas que realmente queria estar por perto: os Weasley e Hermione. 


 


      Quando iam atravessando o Salão para chegarem até a mesa da Grifinória, que por questões obvias era a mais cheia, uma pessoa ao longe os chamaram. 


  


      - Harry, ... Gina... – Harry virou-se rapidamente e deu de cara com Luna que vinha correndo de encontro a eles – que bom que vi vocês. – virou-se para Harry – Queria alertá-lo para tomar cuidado ser for sair para os jardins. É que os repórteres do Profeta Diário estão lá fora, no jardim, esperando por você. – disse Luna, um pouco ofegante, apontado para Harry. 


 


      - Ah, - no entanto foi Gina que respondeu – obrigada Luna. Mas, acho que o Harry não está em condições de dar entrevista. Principalmente para aqueles montes de bosta de morcego inúteis.


 


      Harry olhou espantando para Gina. 


 


      - Quê? – perguntou ela, virando-se pra ele – por acaso falei alguma mentira?


 


      Harry tornou a rir e Gina o puxou novamente entre as pessoas para chegarem até a mesa.


 


      Quando enfim encontraram o grupo, e se espremeram entre eles para encontrar um lugar a mesa, é que Harry pode prestar mais atenção em Gina. 


 


      Ela usava vestes comuns: calça jeans e moletom; seus cabelos estavam presos em um rabo de cavalo, porem parecia-lhe que esses meses em que enfrentou o purgatório que foi a escola durante a direção de Snape lhe permitiram amadurecer mais rápido e tornar-se mais forte e durona. Estava linda, pensou, ela é linda e maravilhosa.


 


      Quando acordou deste breve devaneio percebeu, para seu vexame, que Hermione o observava. Estava, com certeza, com cara de bobo. Tratou logo de preparar seu prato.


 


      A Sr.ª Weasley o fez comer como nunca, afirmando que ele estava muito magro e que precisava comer bastante para repor a falta de comida em que esteve enfrentando durantes os meses de procura às Horcruxes. Para seu alívio Rony e Hermione também estavam sendo mergulhados em grandes tigelas de comidas. 


 


      - Francamente! – disse ela, colocando mais um pouco de purê nos pratos deles – Não sei como vocês não colaram o intestino. Estão na grossura de um tronquilho, os três! Precisam urgentemente e uma porção para abrir o apetite. Vou tratar de dar a vocês quando chegarmos em casa. 


 


      - Quê? – Harry falou, a boca tão cheia que mal conseguia segurar a comida nela – Como assim? 


 


      - Ora, Harry, você não pensou que íamos deixar você voltar para aquela casa idiota dos Dursley, pensou? – dessa vez foi Rony que falou, este derramando boa parte de sua comida na mesa. 


 


      - Eca ... RONY, sabia que aqui tem gente que quer poder comer sossegado? – falou Gina, que estava absorta em seu prato, virou-se para a mãe e disse – Sinceramente mamãe, tem certeza que Rony é da família?


 


      - Cala a boca! – protestou Rony, agora quase se engasgando.


 


      Após um longo almoço, onde Gina e Rony foram obrigados a se calarem pela Sr.ª Weasley, a Prof.ª McGonagall levantou-se e ficou a frente das mesas, onde costumava ficar Dumbledore quando pretendia fazer seus habituais avisos.


 


      - Boa tarde a todos os presentes. – começou ela - É com grande pesar que informo que os funerais acontecerão amanhã nos jardins da escola a partir das 11 horas da manhã. Para aqueles que não quiserem acompanhar os funerais o trem sairá daqui a 2 horas, e para aqueles que quiserem dar seu adeus a essas pessoas que deram suas vidas para nos proporcionar um mundo melhor, informo que o trem sairá a partir das 13 horas de amanhã. Então lhes peço que, por favor, arrumem suas bagagens para que depois não se atrasem e percam o trem.
 


      Harry se sentiu muito mal depois dos avisos. Ele não tinha pensado nos funerais ainda, nem como ocorreriam, mas ouvir agora, assim de repente, era de mais para ele. Levantou-se, para surpresa de todos os que estavam presentes no Salão, e se dirigiu às portas de Carvalho. 


 


      Como poderia ter esquecido daquelas pessoas? Será que ele estava se tornando uma pessoa mesquinha, que só pensava em si? Não poderia continuar tratando como se nada tivesse acontecido, como se ninguém tivesse morrido por sua culpa. Foram tantas as mortes que aconteceram por cauda dele. Primeiro seu Pai, depois sua Mãe, Sirius, Dumbledore, Moody, Dobby, Snape, Fred, Tonks, Lupin... aonde iria parar as vitimas,  até quando ele iria suportar saber que essas pessoas se foram por sua causa?


 


      Estava correndo agora, desesperado, lágrimas escorriam por seu rosto. Nunca pensara que um dia poderia estar tão sozinho. Chegou à beira do Lago, estava limpo e sereno, sentou-se e encostou-se na mesma arvore que costumava ficar em companhia de Gina  durante as tardes de um passado, pensou Harry, muito distante. Uma brisa leve levou-lhe um cheiro fascinante, floral e suave, instantaneamente reconheceu-o. Virou-se e viu Gina, vindo em sua direção. Aquele jeito, tão delicado e ao mesmo tempo durão, fez com que Harry perdesse um pouco o foco.


 


      - Oi? – falou ela, sentando-se ao seu lado – Imaginei que estaria aqui.


 


      - Oi. – disse Harry, escondendo o rosto e enxugando as lagrimas nas mangas do moletom – É. Gosto de vir aqui pra pensar um pouco.


 


      - Olha Harry – Gina o encarou, agora demonstrando um ar à lá Sr.ª Weasley. – Você não pode ficar se atormentando o resto de sua vida pelo o que aconteceu. Essas pessoas não morreram em vão, elas eram adultas e escolheram lutar por um mundo melhor, todos nós sabemos disso. Não tem o porquê você ficar se culpando por uma coisa que você não teve culpa.


 


      - Gina, você não entende. – disse Harry, sentindo-se um pouco desconcertado. – Não sabe como é saber que se não fosse por você, essas pessoas estariam vivas e felizes. Você não sabe como me sinto sabendo que o Teddy não conhecerá seus pais e nem terá o apoio deles quando precisar. 


 


      - Harry, põe uma coisa em sua cabeça. – Gina, que agora se pôs na frente dele, pegou-lhes as mãos – Teddy está rodeado de pessoas que o amam, ele sempre poderá contar com você, que é padrinho dele, poderá contar com a Avó Andromeda e com todos os Weasley. Claro que ele sentirá a falta dos pais. Mas você tem que colocar na cabeça que ele irá precisar de você também. Lupin gostaria que você cuidasse do filho dele, assim como o seu pai, Harry, o confiou a Sirius.


 


      Não sabia como, nem o porquê, mas estava se sentindo muito melhor agora. Talvez estivesse precisando deste puxão de orelha, e Gina o soube dar. Olhou para ela e agora mais que nunca pensou em suas desculpas, tinha certeza que agora era a hora de falar-lhe tudo o que te atormentava. Então, encarou-a nos olhos e falou:


 


      - Gina, - começou – eu quero te pedir descul... 


 


      - Harry, não tem o porquê se desculpar. 
 


      - Claro que tenho, - apressou-se ele a dizer – escute. Quando pedi para que descemos um tempo não sabia que seria tão difícil para mim. Esse tempo que passei distante de você me fez enxergar que não consigo, nem quero ficar longe de você. 


 


      - Harry, ... – começou Gina, mas foi interrompida por Harry. 


 


      - Não, me deixa terminar. – colocou um dedo em seus lábios, fazendo sinal para calar – O que eu quero dizer é que ... é ... o que eu quero saber é: você ainda gosta de mim?


 


      - Harry, - Gina falou, um pouco emocionada com a declaração, reparou ele – eu sei os motivos de você ter pedido esse tempo. Nunca questionei seus motivos. Não tem por que você se desculpar por uma coisa que ambos sabíamos que teria de acontecer. Esse era o seu destino, e eu sabia que você não descansaria enquanto não o cumprisse.


 


      - Você não está me respond...


 


      - Olha Harry, - interrompeu-o – Sempre soube quem você era, sempre soube do seu destino, e por mais que você diga que não, eu senti mais que ninguém a sua falta. Desde quando vi você pela primeira vez, lá na plataforma, sabia que você era especial. Eu estava disposta a ser a pessoa que te faria cair na real, quando necessário. E aqui estou, te dando a maior bronca por ter essa cabeça oca.


 


      Ele riu. Era muito bom tê-la por perto.


 


      - Como você tem coragem de perguntar se eu ainda gosto de você? – perguntou Gina, agora seus olhos rasos de lágrimas – Você não sabe como fiquei quando o vi nos braços de Hagrid aquela noite. Meu pior pesadelo estava na minha frente. Eu o amo Harry. O amo com a minha própria vida.


 


      Harry não pensou em mais nada. Naquele momento a única coisa que ele queria era tê-la em seus braços novamente. Não pensou duas vezes. Tomou-a em seus braços, em um abraço forte. Agora seus olhos se cruzaram e não pensaram em mais nada. Se entregaram em um beijo caloroso, cheio de saudade, amor e paixão.




 


 


 


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Oii gente!


É minha primeira fic, então, por favor, leiam e comentem


Será bastante importante pra mim receber suas reviews!


 


Espero que estejam gostando...     =D


 

PS: Se quiserem podem me add no MSN: dih_potter@hotmail.com, e tbm no POTTERMORE: WolfFloo14770 


Malfeito feito - NOX!

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Comentários: 5

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Enviado por Gisiele Nossa Glória em 31/03/2014

Oiee amei pra uma primeira fic vocé foi otima.

Nota: 1

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Enviado por nicla potter em 01/05/2012

AMEIIIIIIIIII..SEMPRE QUIZ ELABORAR O QUE SERIA "O DEPOIS"....

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Lilly_Potter em 28/04/2012

TO gostando msm do que estou lendo...
 Espero que seja assim em todos os CAP 

Nota: 5

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Enviado por Dih Potter em 08/10/2011

Obrigada!

Nota: 1

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Enviado por menina marota em 07/10/2011

A sua fic è muito interessante,estou gostando dela ;D

Nota: 1

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