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3. Razões


Fic: Uma chance para a serpente. cap 3


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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POV HERMIONE

"Nossa, minhas costas estão doloridas! Achei um jogo simples mas, aqueles batedores deviam ser punidos por tanta barbaridade, que horror!" Todos os jogos eram assim, acabava com o pomo na mão de Harry mas, a maior pontuação era minha. Sim. Eu Hermione Granger, era a atacante mascarada da Grifinória. É complicado a história. Nunca gostei de Quadribol. Sempre achei um esporte repugnante e extremamente violento. Então tudo começou com um comentário desagradável dos sonserinos sobre minha inteligência que nunca deveria ser questionada. REALMENTE ela não foi. Porém a minha habilidade na vassoura. Eles riam nas minhas costas. Diziam que eu poderia até ser inteligente e ..., bonita. Mas, que eu era uma negação na vassoura. Isso até eu poderia aceitar porque eu era um horror mesmo, isso eu sempre deixei claro. Ah, mas, quando Zabine soltou aquela frase " ATÉ QUE ENFIM, ALGUMA COISA QUE A SABE TUDO NÃO SABE E NEM VAI CONSEGUIR FAZER! Aí sim, a coisa mudou de figura. E se tem alguma coisa que eu não tolero é desafio. Involuntariamente, aquele sonserino me desafiou. E não tem nada que eu não consiga fazer. Pois como ele disse, sou uma sabe tudo, então o que eu não sei vou aprender. Treinei escondido vários dias. E tive uma ajuda especial, minha amiga Gina. Ela voa como ninguém. Nos primeiros dias, já tinha evoluido bastante. Perdi o medo de altura, ao voar pela primeira vez pelas nuvens e sentir a liberdade e, o vento em meu rosto. A partir daí me apaixonei pelo voo. Após alguns meses aprendi a me movimentar, desviar de balaços e atacar. Gina já não conseguia vencer-me nas corridas. E ficou alegre com isso. Afinal ela me ensinou. E sou agradecida a ela. Mas, me sentia insegura ainda em contar aos outros. Principalmente Ron. Aquele ruivo conseguia ser mais irritante que eu às vezes. Seria alvo de gozação. E também não queria me expor ainda, tinha planos que colocaria em prática. Queria entrar no time da Grifinória. E que esperaria a hora. Então convenci aquela ruiva maravilhosa de treinar escondida, e somente ela e mais três pessoas sabiam. Snape e  Minerva, nos pegaram fora da cama. Snape quase enfartou, quando me viu voando. Foi muito engraçado. Por breves momentos até pensei que tivesse visto um meio sorriso em seu rosto. Acho que foi só impressão. Já Minerva, essa sim ficou orgulhosa. E como ficou. Foi ela que também fez com que o professor ficasse calado. Não sei como ela conseguiu. Na verdade, nem quero saber. O fato é que coisas muito estranhas aconteceram depois disso. Como treinava sempre depois de todo mundo recolher, nenhuma detenção foi colocada neste horário. Pelo menos quando, era para limpar as arquibancadas ou vestiários, e outras partes que ficara na divisa do campo. E eu sempre via o Professor Dumblodore e Snape me vendo pela janela da torre. Sem falar que quando eu estava dormindo acordava assustada como se alguém tivesse me vigiando enquanto eu dormia. Gina disse que eu estava paranoica. Numa noite, acordei muito agitada e tive a ligeira impressão de ter visto alguém com os cabelos loiros platinados voando pela janela. Tive a impressão de ser..., não, é claro que não! Definitivamente isso era estranho. Se bem que de uns tempos para cá tenho notado uma súbita mudança naquele loiro. Bem, digamos que eu o olhava demais para saber disso. Olhava não. Eu praticamente o comia com os olhos. Lógico, que sempre fazia isso quando ele não estava olhando. Sangue ruim! Acho que nem me lembro quando foi que ele me chamou disso pela última vez. Confesso que estou um pouco frustada. Apesar de achar ruim os seus chingamentos, para mim era sempre uma forma de ouvir sua voz de falar com ele. Não é fácil, minha situação. Afinal quem não  é interessada em Draco Malfoy? Todas naquela bendita escola eram. E por que eu não poderia. Simples. Sou uma sangue ruim, impura e sem graça. Ele nunca olharia para mim. Tinha as mais bonitas no seu pé. Além de ser um dos garotos mais bonitos e cobiçados da escola. Porém ele era o mais popular.É nunca teria chance. Nunca. Isso era o que eu pensava.

O campeonato de quadribol havia começado e o primeiro jogo era contra a sonserina. Não precisa nem dizer que a rivalidade destas casas era um caso a parte. O ponto é que a Grifinória estava perdendo por 90 pontos de diferença. E para piorar, a chuva estava castigando o campo. Acabou dificultando bastante a visão de Harry e Malfoy. Ele de novo. Não que Harry não fique bonito naquele uniforme. Mas, o Malfoy! Não tem o que questionar. O fato é que no momento do jogo um de nossos atacantes acabou se machucando gravemente e não tinha outro substituto. Foi aí que aquela ruiva e a professora Minerva tiveram a ideia de me colocar. Fiquei em pânico. Não era a hora de me mostrar e eu sentia isso. Foi então que Minerva  teve a ideia de conjurar  uma máscara e colocá-la em eu rosto. Isso me deu mais segurança, se falhasse, ninguém saberia quem estaria ali. Mas, se desse certo, me tornaria "uma lenda." Foi o que Gina disse. Então entrei, e consequentemente veio minha ascenção como o jogador mascarado.  Empatamos o jogo, fiz 60 pontos dos 90 que conseguimos. Como estava chovendo demais, o jogo terminou empatado em 180 X 180. Os vivas eram visíveis, muitos queriam conhecer aquele jogador mascarado que havia se destacado mais que o próprio apanhador. E Harry quase descobriu ao me seguir pelo campo até a entrada principal do castelo. Foi um custo até ele me aceitar no time sem me conhecer. Minerva o convenceu dizendo que eu era muito tímido e que meu pai não era a favor de eu jogar. " Mentira mais deslavada!" Fazer o que né. Ainda não era hora de aparecer. E foi assim que sucedeu durante os três jogos que se seguiram. Vencemos todos. Gina e eu faziamos uma dupla infalível. Alguns jogadores até me temiam. Menos ele. Sempre ele. Em todos os jogos a torcida gritava pelo "Marcarado". E daí foi um suplício sair do campo sem ser seguida. Somente quando o professor Snape me mostrou uma passagem segura  para o castelo que ficava debaixo da arquibancada da sonserina, que tive mais sossego. Até aquele dia.

Sempre tirava aquela capa pesada e aquela máscara quando chegava ao alçapão. Até que escuto a voz dele. Fiquei em choque. Meu coração disparava a cada palavra. E não pude acreditar nas proporções em que elas chegaram. Lágrimas de alegria e tristeza saiam ao mesmo tempo de meus olhos. Ele tinha razão. Estavamos em lados opostos desta guerra. Será realmente que a serpente poderia se salvar? Será que valeria a pena  lutar por ele? Eu pensava alto e angustiada, enquanto os via se afastar e ir direto para o castelo. Será que valeria correr o risco de me aproximar dele? Muito provável que sairia machucada desta história e...

- Você machucada eu não sei mas você me magoou profundamente que era você! Por que fez isso Hermione Granger?

 


POV HERMIONE


"Nossa, minhas costas estão doloridas! Achei um jogo simples mas, aqueles batedores deviam ser punidos por tanta barbaridade, que horror!" Todos os jogos eram assim, acabava com o pomo na mão de Harry mas, a maior pontuação era minha. Sim. Eu Hermione Granger, era a atacante mascarada da Grifinória. É complicado a história. Nunca gostei de Quadribol. Sempre achei um esporte repugnante e extremamente violento. Então tudo começou com um comentário desagradável dos sonserinos sobre minha inteligência que nunca deveria ser questionada. REALMENTE ela não foi. Porém a minha habilidade na vassoura. Eles riam nas minhas costas. Diziam que eu poderia até ser inteligente e ..., bonita. Mas, que eu era uma negação na vassoura. Isso até eu poderia aceitar porque eu era um horror mesmo, isso sempre deixei claro. Ah, mas, quando Zabine soltou aquela frase " ATÉ QUE ENFIM, ALGUMA COISA QUE A SABE TUDO NÃO SABE E NEM VAI CONSEGUIR FAZER! Aí sim, a coisa mudou de figura. E se tem alguma coisa que eu não tolero é desafio. Involuntariamente, aquele sonserino me desafiou. E não tem nada que eu não consiga fazer. Pois como ele disse, sou uma sabe tudo, então o que eu não sei vou aprender. Treinei escondido vários dias. E tive uma ajuda especial, minha amiga Gina. Ela voa como ninguém. Nos primeiros dias, já tinha evoluido bastante. Perdi o medo de altura, ao voar pela primeira vez pelas nuvens e sentir a liberdade e, o vento em meu rosto. A partir daí me apaixonei pelo voo. Após alguns meses aprendi a me movimentar, desviar de balaços e atacar. Gina já não conseguia vencer-me nas corridas. E ficou alegre com isso. Afinal ela me ensinou. E sou agradecida a ela. Mas, me sentia insegura ainda em contar aos outros. Principalmente Ron. Aquele ruivo conseguia ser mais irritante que eu às vezes. Seria alvo de gozação. E também não queria me expor ainda, tinha planos que colocaria em prática. Queria entrar no time da Grifinória. E que esperaria a hora. Então convenci aquela ruiva maravilhosa de treinar escondida, e somente ela e mais três pessoas sabiam. Snape e  Minerva, nos pegaram fora da cama. Snape quase enfartou, quando me viu voando. Foi muito engraçado. Por breves momentos até pensei que tivesse visto um meio sorriso em seu rosto. Acho que foi só impressão. Já Minerva, essa sim ficou orgulhosa. E como ficou. Foi ela que também fez com que o professor ficasse calado. Não sei como ela conseguiu. Na verdade, nem quero saber. O fato é que coisas muito estranhas aconteceram depois disso. Como treinava sempre depois de todo mundo recolher, nenhuma detenção foi colocada neste horário. Pelo menos quando, era para limpar as arquibancadas ou vestiários, e outras partes que ficara na divisa do campo. E eu sempre via o Professor Dumblodore e Snape me vendo pela janela da torre. Sem falar que quando eu estava dormindo acordava assustada como se alguém tivesse me vigiando enquanto eu dormia. Gina disse que eu estava paranoica. Numa noite, acordei muito agitada e tive a ligeira impressão de ter visto alguém com os cabelos loiros platinados voando pela janela. Tive a impressão de ser..., não, é claro que não! Definitivamente isso era estranho. Se bem que de uns tempos para cá tenho notado uma súbita mudança naquele loiro. Bem, digamos que eu o olhava demais para saber disso. Olhava não. Eu praticamente o comia com os olhos. Lógico, que sempre fazia isso quando ele não estava olhando. Sangue ruim! Acho que nem me lembro quando foi que ele me chamou disso pela última vez. Confesso que estou um pouco frustada. Apesar de achar ruim os seus chingamentos, para mim era sempre uma forma de ouvir sua voz de falar com ele. Não é fácil, minha situação. Afinal quem não  é interessada em Draco Malfoy? Todas naquela bendita escola eram. E por que eu não poderia? Simples. Sou uma sangue ruim, impura e sem graça. Ele nunca olharia para mim. Tinha as mais bonitas no seu pé. Além de ser um dos garotos mais bonitos e cobiçados da escola. Porém ele era o mais popular.É nunca teria chance. Nunca. Isso era o que eu pensava.


O campeonato de quadribol havia começado e o primeiro jogo era contra a sonserina. Não precisa nem dizer que a rivalidade destas casas era um caso a parte. O ponto é que a Grifinória estava perdendo por 90 pontos de diferença. E para piorar, a chuva estava castigando o campo. Acabou dificultando bastante a visão de Harry e Malfoy. Ele de novo. Não que Harry não fique bonito naquele uniforme. Mas, o Malfoy! Não tem o que questionar. O fato é que no momento do jogo um de nossos atacantes acabou se machucando gravemente e não tinha outro substituto. Foi aí que aquela ruiva e a professora Minerva tiveram a ideia de me colocar. Fiquei em pânico. Não era a hora de me mostrar e eu sentia isso. Foi então que Minerva  teve a ideia de conjurar  uma máscara e colocá-la em eu rosto. Isso me deu mais segurança, se falhasse, ninguém saberia quem estaria ali. Mas, se desse certo, me tornaria "uma lenda." Foi o que Gina disse. Então entrei, e consequentemente veio minha ascenção como o jogador mascarado.  Empatamos o jogo, fiz 60 pontos dos 90 que conseguimos. Como estava chovendo demais, o jogo terminou empatado em 180 X 180. Os vivas eram visíveis, muitos queriam conhecer aquele jogador mascarado que havia se destacado mais que o próprio apanhador. E Harry quase descobriu ao me seguir pelo campo até a entrada principal do castelo. Foi um custo até ele me aceitar no time sem me conhecer. Minerva o convenceu dizendo que eu era muito tímido e que meu pai não era a favor de eu jogar. " Mentira mais deslavada!" Fazer o que né. Ainda não era hora de aparecer. E foi assim que sucedeu durante os três jogos que se seguiram. Vencemos todos. Gina e eu faziamos uma dupla infalível. Alguns jogadores até me temiam. Menos ele. Sempre ele. Em todos os jogos a torcida gritava pelo "Marcarado". E daí foi um suplício sair do campo sem ser seguida. Somente quando o professor Snape me mostrou uma passagem segura  para o castelo que ficava debaixo da arquibancada da sonserina, que tive mais sossego. Até aquele dia.


Sempre tirava aquela capa pesada e aquela máscara quando chegava ao alçapão. Até que escuto a voz dele. Fiquei em choque. Meu coração disparava a cada palavra. E não pude acreditar nas proporções em que elas chegaram. Lágrimas de alegria e tristeza saiam ao mesmo tempo de meus olhos. Ele tinha razão. Estavamos em lados opostos desta guerra. Será realmente que a serpente poderia se salvar? Será que valeria a pena  lutar por ele? Eu pensava alto e angustiada, enquanto os via se afastar e ir direto para o castelo. Será que valeria correr o risco de me aproximar dele? Muito provável que sairia machucada desta história e...


- Você machucada eu não sei mas você me magoou profundamente ao me esconder que era você! Por que fez isso Hermione Granger?


 


 




 

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Comentários: 1

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Enviado por Minerva Lestrange em 21/04/2012

Oh, meu merlin, quem foi q disse essa última frase?!?! Foi o Draco? Ai, não demora a postar, estou super curiosa. Muito bom o capítulo, adoro quando o Snape ajuda a Hermione e o Draco. Bjo. 

Nota: 5

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