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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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3. Dirty little secret


Fic: Born For This - Scorpius e Rose - COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 3. dirty little secret






 


 


Nunca tive tanta dificuldade para mostrar a uma garota que ela estava sendo ameaçada. No dia seguinte até tentei avisar que Dimitre poderia fazer algo muito drástico se alguém o dedurasse, mas Rose apenas soltou uma risada e disse:


– Se ele realmente quer me ameaçar, que venha diretamente a mim, e não a você.


– Mas... – tentei argumentar. Dimitre conseguia ser perigoso quando queria. Não era a toa que dois alunos já pararam na ala hospitalar por sua culpa.


– Escute, Malfoy, se está fazendo isso só para eu não contar a diretora sobre os duelos, nem continue perdendo seu tempo. Eu não vou contar a ela, mas não é porque tenho medo das ameaças. É porque ainda espero que ele mesmo conte.


Tentei não soar muito pessimista:


– Dimitre não é assim.


Acho que ninguém na escola era assim.


– Eu não conheço seu primo – constatou Rose. – Mas sei que quando alguém está fazendo algo errado, vai receber o que merece. Se ele continuar assim, a diretora irá descobrir de qualquer forma.


Ela me lançou um olhar que fez com que eu desviasse o meu. Rose tinha esse olhar que analisava tudo, estudava tudo, e eu tive a breve impressão de que ela não estava apenas falando sobre Dimitre, quando disse sobre o que as pessoas recebem quando fazem algo errado.


Durante aqueles tempos, eu acabei descobrindo porque Amber sempre fez questão de ser monitora, e isso não tinha nada a ver com responsabilidade. Os monitores tinham acessos a salas. Amber sempre conseguia uma chave e ficávamos nos agarrando depois do toque de recolher dentro de uma sala. É claro que Rose me mataria se descobrisse, mas nessas horas quem pensava em Rose? Eu sequer recusava ficar sozinho, trancado numa sala com Amber, enquanto ela deixava minha mão entrar por baixo da sua blusa. Pelo menos na minha percepção de quinze anos, época em que só pensar numa garota de sutiã fazia minha calça se apertar, não havia coisa melhor. E valia a pena quebrar as regras para isso.


Eu tive a impressão, enquanto andava ao lado de Rose, que ela sabia sobre os meus encontros noturnos com Amber. Ou pelo menos suspeitava, já que estava me olhando daquele jeito irritante de novo, que me fazia sentir culpado por algo que eu jurava que ninguém nunca ia me fazer sentir. Eu chegava a me perguntar por que fui nomeado Monitor. Não que Amber e eu passássemos dos limites, mas era o suficiente para que Rose nunca mais me olhasse da mesma forma se descobrisse.


Amber não era a garota mais difícil do mundo. Tinha pais protetores que ela detestava, por isso sempre que podia fazia o que eles menos admitiam. Éramos sangue puro e sempre nos encontrávamos em festas e jantares de famílias, para darmos boa impressão. Tínhamos essa coisa em comum de nos entediarmos nas festas. Uma vez ela decidiu que deveríamos fazer algo mais emocionante e desde então não paramos de querer nos beijar.


Só que dessa vez Amber parecia estar levando as coisas meio a sério, começando por me deixar tocar em seu seio, e ficar chateada quando não estou com ela.


“Você dá mais atenção a essa vassoura estúpido do que a mim”, queixava-se cruzando os braços.


Eu tinha essa impressão de que deveria negar, mas não era como se eu negasse de verdade. Quando ela dizia: “Deixo você me tocar por baixo do sutiã hoje”, eu não tinha como não dar atenção a ela.


A voz da diretora McGonagall soou o corredor que Rose e eu inspecionávamos e eu parei de pensar naquilo. Qualquer um pararia de pensar naquilo com McGonagall se aproximando.


– Sr. Malfoy, srta. Weasley, boa tarde – ela disse postando-se a nossa frente. – Haverá o baile de Halloween semana que vem. Espero que já tenham começado a organização.


– Não nos falaram nada – disse Rose espantada.


– Estou falando agora, então – McGonagall olhou para a minha gravata e depois olhou para Rose. – Ouvi dizer que a senhorita é muito boa com enfeites, não é? Poderia começar a fazê-los hoje à noite. Separe-os na sala de Transfiguração.


– Oh, claro. Tudo bem – Rose disse. – Farei isso, diretora.


– Muito obrigada. E peça ao Malfoy aqui para ajudá-la. Não o vejo trabalhando muito – ela apontou, antes de sair.


Não o vejo trabalhando muito! – crispei. – Eu sempre fico nas inspeções! Como ela pode dizer que...


Rose não estava escutando, e perguntou:


– Vejo você hoje à noite então?


Eu dei de ombros, sem querer demonstrar minha frustração. Justamente quando Amber ia permitir avançar mais um passo... Merda.


– Então não vamos nos encontrar à noite? – Amber parecia um pouco chateada quando nos vimos pelo corredor e disse o que deveríamos fazer naquela noite para a festa de Halloween semana que vem.


– Você poderia nos ajudar – eu sugeri, embora Amber fosse previsível.


– Andrew Smith vai estar lá?


– Acho que todos vão, é um trabalho para todos os monitores – eu contei.


– Então vou fingir que perdi a hora. Você também podia fingir e...


– Se eu ajudar posso ganhar pontos para a Sonserina, pelo menos recuperar os que Perrish tirou de mim.


– Claro, os pontos são mais importantes – ela cruzou o braço.


– Amber, não-


– Tudo bem, Scorpius, não me importo.


Eu me importo, mas-


Vai, Scorpius. – Amber deu as costas no mesmo momento em que sua amiga cruzava o corredor. As duas saíram e eu fiquei ali sozinho, tentando não ficar muito nervoso quando ela dava as costas a mim daquela forma, como se eu devesse dar alguma satisfação a ela.


As festas de Halloween em Hogwarts eram as mais esperadas do ano. Antigamente os monitores ajudavam os professores a montarem os cenários mais horripilantes, com os enfeites mais vivos que podiam existir. Organizar festas assim era receber uma responsabilidade imensa e claro que Rose não ia avacalhar nessa tarefa submetida pela própria diretora. Tratou de me lembrar o dia inteiro de que eu deveria ir até a Sala de Transfiguração às dez horas, o único horário que a sala ficava vazia e fora de uso. Quando chegou a noite, não tive outra escolha a não ser caminhar até lá.


Rose estava sozinha quando cheguei. Ainda usava o uniforme da escola e as mangas estavam dobradas pouco abaixo dos cotovelos. Os cabelos estavam presos de forma imperfeita e, querendo ou não, reparei que ela não estava com a gravata, tendo preferido deixar três botões abertos da blusa e...


– Oh, você veio – ela disse, sem esconder o tom de surpresa assim que me viu. Desviei os olhos para seu rosto depressa.


– Cadê os outros?


– Ah. Acho que eles se esqueceram.


Se ela estava chateada com a pontualidade de nossos colegas, não transpareceu. Estava atrás de uma pilha de caixas de papelão e parecia ter feito esforço para carregá-las até ali. Tirava de lá os enfeites das antigas festas de Halloween. Era essa disposição dela que me fazia sentir inútil. E mesmo que fossem dez horas da noite, eu me aproximei e comecei a ajudá-la.


Eu podia reclamar de trabalhar, mas nunca deixava de cumprir esses trabalhos, mesmo com má vontade. Mas dessa vez fiz com disposição, porque todo mundo estava esperando o melhor cenário e decoração para o baile.


– Sua namorada não vem também? – Rose perguntou enquanto esvaziávamos as caixas.


– Minha...? Ah, Amber – refleti. Depois dei de ombros. – Eu dei o recado.


Rose não disse nada quando me encarou. Ela diria, mas eu não estava com marca alguma de batom na boca dessa vez. Tinha até verificado antes de sair da sala comunal.


Nós ficamos ali, sentados no chão da classe por muito tempo, abrindo e fechando caixas, organizando os enfeites que combinariam com a decoração desse ano. Sem querer, eu percebi que estávamos discutindo de novo, sobre um livro infantil, que ela achava fascinante, mas que eu achava idiota. Às vezes dávamos algumas risadas, não vou mentir.


Eu nunca pensei em considerar Rose Weasley uma amiga, principalmente porque raramente andávamos juntos quando o assunto não era “monitoramento”, mesmo que ela fosse prima do meu melhor amigo. Além disso, ela tinha seu próprio núcleo de amizade – o clube de xadrez e de estudo, provavelmente – e andava sempre com uma garota da Grifinória, Natalie Grace, que odiava Albus. É por essa razão, talvez, que nunca andávamos com elas. Os dois sempre brigavam e Albus também a odiava. Pelo menos era o que ele falava para mim quando Natalie sorria seu sorriso exagerado para os outros garotos e tentava sempre se exibir para eles. Natalie não tinha a mesma moral de Hollie Cooper, mas não era de se desperdiçar também. O problema mesmo era Albus achar que todas as garotas deviam ter piercing para conquistá-lo.


Passar o tempo com Rose quando não tinha outra escolha podia não ser melhor do que beijar Amber, mas se eu achava que ia me arrepender por ter escolhido o compromisso de trabalhar, isso não aconteceu. Rose sabia fazer comentários que tinham sentidos, característica desprovida de outras garotas da nossa idade.


– Valeu, acho que eu ficaria aqui a madrugada inteira se tivesse que fazer tudo sozinha – admitiu Rose quando voltamos a colocar os enfeites que íamos usar em uma caixa separada das outras.


– Podemos dedurar os outros e ganharmos mais pontos que eles – sugeri, fazendo-a soltar um sorriso que mostrava a covinha na bochecha direita que eu só reparei que ela tinha naquele momento. E eu estudava com ela há cinco anos.


– Malfoy, não estamos no jardim de infância – girou os olhos. – Quem quiser ajudar que ajude.


– Profundo – falei.


– Acho que posso dar conta agora. Só preciso guardar as outras caixas no lugar, mas dá para usar magia e eu faço isso rápido.


Olhei para a blusa dela de novo. Será que só eu estava reparando que eram três botões abertos?


– Certo – eu assenti. Enquanto isso, Rose se afastou com as caixas e se dirigiu até o outro lado da sala, onde havia uma porta na qual ela desapareceu lá dentro por alguns minutos.


Nesses minutos vozes soaram do corredor. Por ter notado que a voz era do sr. Parrish escondi-me atrás da mesa da professora, segundos antes de ele entrar. Eu não estava fazendo nada de errado lá dentro, mas foi apenas um ato de reflexo e costume, já que Amber e eu fazíamos isso quando alguém entrava na sala em que usávamos para nos beijar.


Olhei para a porta atrás de mim que Rose havia entrado e quando notei que ela estava para abrir, corri rapidamente em sua direção, empurrando ela de volta para lá e trancando a porta. Eu devia ter reparado que era um armário de caixa de papelão, porque tivemos que nos espremer para cabermos juntos. E isso não chegava a ser muito confortável.


– Mas o quê...? – ela perguntou e eu tampei sua boca com a mão.


– Parrish entrou.


– E daí? – minha mão abafava suas palavras.


– E daí que-


O sr. Parrish estava na faixa dos seus trinta e cinco anos, o que não era exatamente o conceito de velho para algumas garotas naquele colégio. Era nojento pensar em tal acontecimento, por isso não sabia o que era mais constrangedor: Rose estar praticamente no meu colo ou ouvir o sr. Parrish dizendo com uma voz estranhamente baixa e sussurrante para a pessoa que havia entrado com ele na sala:


– Finalmente uma sala aberta...


– Acha que vão descobrir? – a voz era de uma garota conhecida. Estranhamente conhecida. Rose parou de fazer muxoxos quando ouviu a voz. A gente se entreolhou, tentando reconhecer de onde já tínhamos escutado o timbre.


Descobrir? Sou muito cuidadoso.


– O senhor adora mexer com fogo, não adora?


Senhor? Por que ainda insiste em me chamar de senhor?


– É meio excitante.


– Então eu posso te chamar de senhorita Cooper, suponho.


Quase deixei Rose cair em cima de mim.


Cooper. Cooper. Hollie Cooper.


Lufa-lufa, morena, gostosa. “E aí, Potter!”


Pobre Albus.


– Está me esmagando, Malfoy – disse Rose com a voz estrangulada, e eu me afastei rapidamente.


– É Hollie Cooper! – eu exclamei num cochicho. – Ela está pegando aquele desgraçado. Nunca pensei que alguma coisa fosse deixá-la menos gostosa! Caiu no meu conceito... simplesmente caiu...


Rose só fez que sim, como se entendesse, mas ela estava distraída demais tentando me empurrar o mais longe dela. Eu reparei e abri um sorrisinho, o que era patético no meio daquela situação toda:


– Sempre soube que sonhava em me ter num armário, Weasley.


– Oh, cale a boca! E foi você quem nos trancou aqui!


A voz de Hollie abafou a de Rose e voltamos a ouvir o que estava acontecendo.


– Não fico concentrada assim, acho que poderia ter alguém aqui.


– Quer que eu verifique? – a voz de Parrish era gentil. Filho de uma puta.


– Por favor.


Eu tampei a boca de Rose e ela fez o mesmo com a minha. Com nossas mãos, claro.


Era possível ouvir os passos de Parrish se aproximando. E se ele acabasse abrindo a porta do armário e me encontrasse com a Weasley naquela situação? Não estávamos nos beijando nem nada, mas ainda assim... Rose tinha os três botões da blusa dela abertos, o que daria uma história muito romântica para discutir. Além de ser algo muito desrespeitoso para com um professor.


Oh, certo! Como se Parrish ganhasse muitos créditos no quesito de “respeito” pegando uma aluna dentro da sala que antes pertencia à diretora McGonagall. Pelo visto Hollie Cooper valia até o risco de perder o emprego. Eu não era a pessoa certa para julgar, mas Parrish não valia nenhum risco de expulsão. O que é que deu naquela garota, afinal de contas?


Eu estava a ponto de pedir para que Rose fechasse os botões da blusa, quando Parrish disse:


– Não, não tem ninguém aqui. – Acreditei que ele não queria perder tempo para verificar alguma coisa, porque só devia ter dado uma olhadinha básica ao redor.


A sala ficou silenciosa por uns cinco minutos.


– Eles estão se beijando – contei a Rose.


– Eu sei.


– Temos que sair daqui.


– Eu sei.


– Mas como? Eles não podem saber que nós sabemos.


– Eu não sei.


Ela me olhava desconfortável – na verdade, ela nem me olhava. E eu não queria ficar a noite inteira trancado num armário com Rose, enquanto o professor que eu mais odiava estava pegando a garota mais gostosa que Albus conhecia.


Naquele momento o que eu mais queria fazer era contar a diretora McGonagall. Era dedurar aquele desgraçado. Professor se envolver com alunas era algo completamente proibido em Hogwarts. Antigamente não havia uma punição tão ruim quanto expulsão, mas depois que o ex-professor de Defesa Contra as Artes das Trevas se aproveitou de uma aluna, sem que ela deixasse – em outras palavras: estuprou –, as punições começaram a ser bem severas.


Ninguém sabia o nível dessas punições ainda, porque isso aconteceu muito antes de eu entrar em Hogwarts. Apenas ouvíamos rumores. McGonagall não mencionava o assunto quando fazia o discurso de boas vindas. Imagine: “Sejam bem-vindos a mais um ano em Hogwarts! Não entrem na Floresta Proibida ou na Sala Precisa se não for realmente preciso. Ah, e, professores... não estuprem as alunas, obrigada!” Ninguém ia se sentir confortável com um discurso desses. Por isso o assunto era bem fechado, e as punições bem imprevisíveis. Sem contar que não empregavam professores jovens em Hogwarts há séculos.


– Parrish está merecendo algumas punições – eu disse, cerrando os dentes.


– Não podemos contar – Rose disse. Ela tinha razão. Acusações como essas eram graves e nenhum de nós queria ter Hollie Cooper expulsa de Hogwarts. Não falo por Rose, mas por mim e por Albus. – Tecnicamente não vimos nada, certo? Não há provas.


– Certo.


– Só escutamos. Mas não quer dizer que eles estejam realmente juntos ou...


Oh, Jason... você beija tão bem...


– Ok, a gente precisa sair daqui agora – Rose disse desesperada.


– O primeiro nome do Parrish é Jason?


– Não importa! Se eu pudesse aparatar... – lamentou olhando para todos os lados como se fosse encontrar algum tutor de aparatação dentro das caixas de papelões.


– Ou podemos interrompê-los e ameaçá-los.


No momento que dei aquela idéia genial – que não era genial no conceito de Rose –, a porta da sala se abriu. Nós apenas continuamos escutando, quando Andrew Smith entrou:


– Desculpe o atraso, Ro-!


Parrish começou a exclamar, falsamente:


– Muito bem, srta. Cooper. As aulas extras já terminaram. Pode voltar para a sua cama... Sr. Smith, o que faz aqui?


– Professor, eu... eu preciso ajeitar as coisas para o baile de Halloween. Sou Monitor. Desculpe ter interrompido sua aula extra com a... a... a... a...


– Oi, Andrew – disse Hollie, simpática.


– Oi – a voz dele tremeu.


– Obrigada pela aula, professor – ela disse e então saiu.


Houve um tempo silencioso na sala. Achei que Parrish e Andrew também tinham ido embora, mas voltamos a ouvir a voz do professor. E ele dizia no mesmo tom que sempre falava comigo:


– Seja sincero, garoto, o que você viu?


– Nada... nada, senhor. Eu acabei de entrar e vi você e Hollie Cooper na...


– Diga. Você viu alguma coisa que não era para ver, não viu?


– Não, senhor. Ai... ai... – ele parecia estar sendo apertado. – Calma aí, professor, eu não vou contar a ninguém, eu juro, eu juro. Vou fingir que nunca vi, eu juro.


– Acho bom. – Rose encostou o ouvido contra a porta, com a expressão espantada. – Porque você já deve ter ouvido o ditado...


– Q-que ditado, senhor?


Alguns segredos só morrem no túmulo.


Andrew deu algumas risadinhas, achando que o professor estava apenas brincando, mas as risadinhas foram substituídas por gemidos de dor.


– Eu juro, professor!


– Ótimo. E tranque a porta ao sair.


O silêncio não reinou somente na sala de Transfiguração. O silêncio reinou entre mim e Rose. Ela havia se esquecido de respirar e eu não acreditava que era só porque estávamos praticamente colados um no outro.


– Será que a sala está vazia agora? – ela perguntou.


– Vamos verificar.


Fui o primeiro a abrir a porta. Nunca me senti tão aliviado em minha vida. Podia sentir o ar gélido em minha pele, refrescando-me de todo o calor que eu havia passado ali dentro com Rose.


– Você é bem apertadinha, Weasley – provoquei quando notei que a sala estava vazia. Andrew havia ido embora. Rose me deu um soco no braço, mas estava com outras coisas na cabeça para continuar me socando.


– O que acabamos de presenciar aqui...?


– Eu realmente não sei, mas foi estranho. Quero dizer, o sr. Parrish? Que péssimo gosto dessa Hollie Cooper. Eu até entenderia se fosse o Slughorn, sabe, com aquele corpão dele nem eu resistiria e...


– Isso não é uma brincadeira, Scorpius, isso é meio... grave.


– Ótimo, o que vamos fazer? Ficamos com nossas bocas caladas?


– Se algum rumor começar ele vai achar que será culpa do Andrew. E você viu o jeito que ele falou com Andrew, não ouviu?


– Sim, mas o que um professor de História da Magia pode fazer? Matar Andrew entediado, literalmente? Porque eu não duvido muito disso.


– Não vamos falar para ninguém, tudo bem? Não temos provas, e nem mesmo vimos coisa alguma acontecendo. Só ouvimos.


– Tudo bem. Mas vai ser difícil esconder ao Albus, ele meio que gosta da Hollie – confessei.


– Não, nem conte ao Albus. Vamos fingir que nunca soubemos de nada.


– E vamos fingir que nunca ficamos trancados no armário. Juntos. Colados.


– Você nunca teve uma idéia melhor, Malfoy – ela disse sorrindo. Por fim, deu as costas e saiu da sala ainda sem se dar conta de que estava com três botões abertos.


 


Nossas vidas continuaram normalmente, com a diferença apenas de que na sexta-feira, antes do baile de Halloween, eu não consegui compartilhar a alegria com Albus quando Hollie o socou no braço. Eu ainda ficava intrigado com o que eu havia escutado, com o fato de que ela estava pegando o sr. Perrish. As aulas deles eram as piores da semana, mas combinei com Rose de não dar a entender que eu sabia o segredinho sujo dele.


Durante aquela semana, Amber reclamou por eu estar passando muito tempo treinando Quadribol e arrumando as coisas para a festa de Halloween. Desse modo, ela decidiu nos ajudar com os últimos preparos. Ainda tentei manter conversa com Rose, mas era algo impossível com Amber me olhando e sempre se referindo a mim como “lindo” ou “namorado”. Até o final da tarde de sexta-feira, todos os monitores ajudaram nos preparos e na decoração para o baile no sábado à noite, o que mostrou a consideração deles por Rose.


– Você vai ter que me recompensar, Scorpius – Amber disse quando deitou com a cabeça em meu colo no sofá, depois de uma exaustiva tarde de preparos. – Nunca fiquei tanto tempo perto de tanta gente insuportável.


Eu tentava ignorar quando ela expunha suas opiniões, algo que raramente acontecia. Então eu apenas garantia que ia recompensá-la.


– Vou com a melhor fantasia no baile – ela anunciou enquanto dava fracos beijos no meu rosto. Sussurrou no meu ouvido: – E se tudo der certo... eu posso te deixar tirá-la no final da noite.


Eu entendi imediatamente o que ela quis dizer com isso. Mas antes que eu sentisse a animação entre minhas pernas, Amber saiu e subiu as escadas para o seu dormitório, deixando-me ali apenas com minha imaginação. Tudo bem que ela dizia que eu podia tirar a roupa dela desde o ano passado, mas dessa vez eu tive a sensação de que ela estava mesmo falando sério.


– Scorpius – chamou Albus do outro lado da sala, desligando-me dos meus devaneios. – Rose e eu vamos comprar fantasias em Hogsmeade para o baile. Quer ir junto?


Eu aceitei, já que não tinha mais nada para fazer. E Amber preferia passar o tempo com as próprias amigas se o assunto era só “passar um tempo”. Enquanto caminhávamos para encontrar Rose fora do castelo, eu perguntei a Albus:
– Com quem você vai ao baile?


– Não sei, acho que vou desacompanhado. Por quê? Está pensando em me convidar? Sabe, apesar do que falam por aí, eu não penso em você desse jeito e...


Eu dei um empurrão na cabeça dele enquanto ele dava risada.


– Hollie está ocupada? – quis saber e Albus ficou sério.


– Dizem que ela vai com Zimmer Davis. E eu nem ouso chamá-la para sair. Com certeza vai rir da minha cara.


Ele esperou que eu o encorajasse, mas não o fiz. Era bom que ele desistisse dela logo de uma vez. Ninguém que beijava Perrish tinha meu respeito.


Nós encontramos Rose e Natalie na entrada de Hogsmeade. Natalie, obviamente, se adiantou a frente. Ela tinha cabelos negros repicados que batiam nos ombros. Você nunca pensaria que ela seria a “melhor amiga” de Rose, sendo que as duas eram muito diferentes. A começar por Natalie estar sempre pegando garotos mais velhos por aí e falando palavrão. Foi uma das namoradas de James Potter. Natalie era extravagante e dizia tudo o que pensava na maior altura possível para todo mundo ouvir. E seu ódio correspondido por Albus era pura tensão sexual, a escola inteira já sabia. Rose, por outro lado, sempre que estava fora da sala de aula não falava para chamar atenção. Então era meio difícil entender porque elas se consideravam tão amigas.


Graças a uma conversa delas durante a ida até a loja de fantasias, tiramos a informação de que Rose ia ao baile com Tyler Scott e que Natalie estava esperando que alguém a convidasse. Albus começou a tirar as cutículas das unhas com os dentes quando ela deu essa indireta.


– Tyler Scott, o monitor-chefe? – ergui as sobrancelhas enquanto as duas andavam a nossa frente quando entramos na loja. – Ele vai proibir você de comer abóboras na festa, Weasley.


– Eu não gosto de abóboras mesmo – ela deu de ombros e se dirigiu com Natalie para observar as fantasias femininas.


A moça da loja sugeriu que Albus usasse uma fantasia de fantasma, já que nós dois não tínhamos criatividade para escolher as nossas. Para mim, todas eram ridículas.


– Então é só colocar um lençol no corpo e fazer três buraquinhos? – ele disse debilmente. A moça sorriu, como se o achasse muito engraçado.


– Não, Albus – ela disse. – Tem esse filme trouxa que se chama Fantasma da Ópera. Posso mostrar a fantasia se você quiser experimentar, vai ficar um charme.


– Mas eu não quero ficar um charme, quero ficar assustador.


Mesmo assim a moça se dirigiu com Albus até a cabine, rindo. Eu fiquei ali, plantado no meio da loja, olhando para um monte de fantasia. Ninguém realmente me atendeu então comecei a olhar por mim mesmo, analisando as roupas.


Ridícula. Feia. Idiota. Vampiro.


Nada assustador. Assustador mesmo foi quando entrei sem querer na ala feminina e encontrei Rose saindo da sua cabine, chamando por Natalie.


– Você viu a Natalie? – perguntou assim que me encontrou passando por ali.


Nunca vi Rose de vestido. Ela estava experimentando um longo e antigo, que me pareceu ser da década de vinte. O cabelo dela estava solto, com os cachos caindo pelas suas costas nuas. Exatamente. Ela não conseguia fechar o vestido atrás e pelo visto Natalie estava tendo seus próprios problemas para socorrer os de Rose.


– Não, não vi – eu disse.


– Pode me ajudar a fechar isso daqui? – perguntou, tentando alcançar os dedos nas costas. Eu olhei para os lados, para me certificar se era mesmo a mim que Rose estava pedindo ajuda. Eu tirei as mãos dos bolsos da minha calça e me aproximei dela.


Era mais difícil do que passar no teste de quadribol. Meus dedos escorregavam e o zíper parecia emperrado.


– É só pra você puxar, Scorpius – Rose disse impaciente.


– Estou tentando. Seu cabelo está atrapalhando.


Ela bufou enquanto o recolhia e o colocava a frente dos ombros.


– Então – eu tentei puxar assunto assim que perdia naquelas tentativas de fechar o zíper. – Que fantasia é essa?


– Elizabeth Bennet – falou. – Idéia de Natalie.


– Ela é um fantasma ou...?


– É uma personagem de um livro. Scorpius, é só puxar!


– Calma. Vou conseguir – garanti como se fosse uma questão de honra. – Acho que andou comendo muitos chocolates, Weasley. Esse vestido está...


Finalmente o zíper subiu. Quase tive que sacrificar um pedaço do meu dedo para isso. Antes que eu reclamasse da violência desse vestido, Rose virou-se para mim. Repito: nunca a vi de vestido. Eu esqueci o que ia dizer então Rose disse como se eu fosse tapado:


– Podia ter usado magia, hein?


– E você me dá essa idéia depois que arranquei meu dedo?


Ela riu.


Fiquei aliviado que Albus tivesse voltado. Ele estava usando um terno preto e segurava na mão direita apenas a metade do que seria uma máscara branca.


– Uau, Rose, você está demais – ele disse enquanto colocava a máscara. – E eu? Como estou?


Ele estava tão sem graça que todos nós rimos.


– Parecendo alguém que quebrou a máscara ao vir para cá – eu disse, sem me preocupar em magoá-lo.


– Eu sei – ele se olhou no espelho logo a sua frente. Virou os olhos para Rose. – Por que é só a metade de uma máscara, afinal de contas?


Ele mesmo não prestou muita atenção na explicação longa de Rose sobre o tal filme.


– Huuuum, Lady Rose! – Natalie também reapareceu, vestida com um macacão preto, e Rose sorriu para ela interrompendo-se da explicação. – Scott vai adorar. Se não te reconhecer, ele não é o cara certo pra você.


Rose girou os olhos, embora ainda sorrisse.


– E você, Natalie – Albus perguntou observando o macacão da garota. – Que fantasia é essa? Está assustadora. Parecendo McGonagall nos tempos da brilhantina!


Ela mostrou o dedo do meio para ele e se afastou para trocar de fantasia. Não disse? Pura tensão.


– E aí, o que você vai usar? – Albus voltou-se para mim como se não tivesse sido atingido pela grosseria de Natalie.


– Vou me vestir de Scorpius Malfoy – eu anunciei. – Nada é mais assustadoramente gostoso do que ele.


Eles deram as costas para mim.


– Que foi? É sério.


Certo. Embora todos estivessem idiotas com suas fantasias, eu estava ainda mais idiota sem uma. Mesmo assim continuei acompanhando-os na loja.


 


 


 


 


 


No dia seguinte, não havia ninguém que não estava animado com o baile. Durante o almoço, os alunos não paravam de comentar sobre o que iam usar e palpitavam principalmente em relação ao jogo que sempre havia depois da meia-noite, jogo esse inventado pelo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas. Toda festa de 31 de Outubro a escola inteira ficava escura por uma hora, sem nenhuma luz para iluminar os corredores. Os alunos deviam encontrar um objeto no meio da escuridão. O único feitiço que podia ser usado era Lumus e Nox. Durante todo o percurso, qualquer coisa podia atrapalhá-los: desde um monstro asqueroso até um trasgo da masmorra. Claro que não eram verdadeiros. A única coisa verdadeira que atrapalhava os alunos era a Murta-Que-Geme, mas ninguém realmente tinha medo dela. Esse era um jogo que a Sonserina vencia anualmente desde que Albus Potter entrou na escola.


– Preparado para o Jogo do Terror essa noite, Potter? – lembravam-no durante o almoço.


– Vê se ganha esse ano de novo! Estamos perdendo para a Lufa-Lufa na pontuação das casas!


Ele confirmava e acenava, garantindo que tudo ia dar certo. Albus era tão confiante nesse jogo quanto seu irmão era no Quadribol.


Outra pessoa que adorava o jogo era Dimitre. Um dos casos que o levou a quase expulsão nos anos anteriores foi ele ter atingido um Expelliarmus em um aluno da outra casa para poder chegar ao objeto procurado primeiro. Claro que ele foi proibido de jogar durante dois anos, mas a diretora permitiu que todos pudessem participar nesse.


No fim da tarde Dimitre me encontrou na sala comunal para me entregar uma coisa. Era a autorização que Rose tanto exigiu.


– Entregue a ela, por favor.


Não gostei do tom dele. Aquele tom de garoto bonzinho que fazia coisas boazinhas, mas que não era bonzinho. Aquele tom dissimulado. Aquele tom de que Dimitre estava aprontando alguma coisa. Mesmo assim, fiz o que pediu. Já que tudo o que ele precisava para entrar na Sala Precisa era mostrar a autorização a Rose, eu fui até ela no jardim.


Eu pigarreei quando me aproximei dela e de Scott no banco. Os dois estavam rindo de alguma coisa antes de notarem minha presença.


– Dimitre mandou entregar a autorização – eu disse quando Rose olhou para mim e Scott se afastou. – Acho que ele conseguiu convencer a diretora de que está tudo bem com os duelos.


– É sério? – Rose até se levantou como se não acreditasse. Pegou a autorização da minha mão e abriu o envelope. Eu observei a expressão dela, enquanto olhava o pergaminho. Avaliava tudo, estudava tudo. Franziu a testa e comentou: – Bem, estou muito gostosa aqui.


– O quê?


– Sabe, Malfoy – a voz dela estava perigosamente baixa. – Diga ao seu primo que trouxas têm programas de montagem com melhor qualidade.


Ela jogou a autorização no meu rosto e saiu pisando firme para fora do jardim. Eu peguei e olhei para o pergaminho. A primeira coisa que pensei foi que Albus ia matar Dimitre. Primeiro porque a autorização era apenas a foto de Lorena Palmer, a jogadora mais sexy das Harpias em um de seus ensaios sensuais na revista Folks Wizard Wins. E segundo porque Dimitre deve ter recortado a foto do rosto de Rose em um dos eventos que saiu no Profeta Diário, onde ela estava entre seu pai e seu tio, para colá-lo sobre o rosto de Lorena.


– Você viu, Weasley? – Dimitre falou, rindo com os Zabini, quando Rose passou por eles no corredor. Eu estava logo atrás, com uma imensa vontade de socá-lo. – Se abrir sua boca, vou fazer mais cópias e colar na escola inteira.


– Pois faça – ela disse furiosamente. – Eu não me importo. Mas quando eu chutar o seu traseiro em um duelo, nós veremos quem vai rir por último.


– Opa, opa, quem disse sobre duelos?


– Se é tão bom como fala, Greengrass, demonstre. Depois do baile. Se eu vencer, você queima tudo isso e esquece a Sala Precisa, arrume outro lugar para fazer suas idiotices. Mas se eu perder, pode até mandar essa foto para o meu pai. Ele vai adorar saber que a filhinha dele cresceu nos peitos de um dia para o outro.


– Uh! Estou morrendo de medo desse seu ultimato.


– Então apareça.


Eu a alcancei quando ela já estava virando o próximo corredor. Chamei seu nome sete vezes e ela não se virou em nenhuma. Até que agarrei o pulso dela e disse:


– O que pensa que está fazendo?


– Jogando o jogo dele.


– Dimitre pode te machucar.


Ela me encarou ainda mais furiosa e tirou minha mão de seu pulso, ordenando:


– Não me subestime! – E subiu as escadas depressa.


Eu não estava subestimando. Eu estava preocupado.


 


 


 


Huuuuum, muitas coisas podem rolar no próximo capítulo! Baile, Jogo do Terror, o caso entre o professor e a aluna, um possível duelo entre Rose e Dimitre. Esse ficou grandão, espero que tenham gostado!!


MIL obrigadas a todos vocês, queridoooos!! Obrigada por tudo mesmo, por continuarem lendo e por estarem gostando. Sempre procuro diferenciar as personagens, sair um pouco do comum. Afinal, J.K Rowling nos deu a nova geração de presente e podemos usar esses personagens da maneira que quisermos! O lance da vassoura foi planejado sim! HAHAHAHA Até Dimitre foi planejado para essa fic :B Espero que continuem lendo e gostando! Comentemmmm *_*


 


Té o próximo!


  


(Seguindo o padrão de MH, alguns capítulos tem nome de músicas, mas não quer dizer que alguma coisa tenha a ver com a letra delas! Pego apenas o título emprestado!) 


 


 

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Comentários: 15

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Enviado por REJI em 11/03/2012

Quem diria que Scorpius não ficaria irritado por ter que trocar uma noite de beijos com a Amber por uma de trabalho com a Rose? E ele ficou muito interessado nos TRES botões abertos da blusa dela pro meu gosto. O que é ótimo, claro, longe de mim reclamar. E se esconder do professor no armário não foi uma ideia muito boa, apesar de eu ter gostado muito dessa aproximação deles! E quem diria a Cooper com Parish hein... tomara que o Alvo caia na real e parta pra outra... eu tbm adoro quando esse lindo de olhos verdes dá uns amassos por aí hahaha. Pode até ser a Natalie né, já que esse ódio todo que rola entre eles é só tensão sexual. Acho que esses dois ainda vão render alguns amassos bons por aí, sei lá, é só uma opinião... Bom, vamos ao próximo, já que vai ter BAILE (adoro bailes) e um jogo bem sinistro, que por sinal eu adorei a ideia. Já estou começando a odiar esse Dimitri, cara mais chato, sem noção e insuportável... Beijokas.

Nota: 5

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Enviado por Ana CR em 04/02/2012

s2


hauahauahauahua adorei o cap., faço das palavras da Lana, as minhas!

Proximo cap. -----> 

Nota: 5

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Enviado por Lana Silva em 09/10/2011

Aiiii ele já tá começando a se preocupar com ela *-----------*

Amandoooo

Nota: 5

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Enviado por Carolzinha Gregol em 26/09/2011

só um comentário quero ver esse duelo *-* HAHAHAHAHA o scorpius é perfeito, a narração dele, é tão interessante estar em uma mente de um homem. gostei, pode continuar, você esta de Parabéns.

Nota: 5

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Enviado por Mohrod em 25/09/2011

*.*

posta logo, plix? muuito ansiosa pelo próximo!

Nota: 5

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Enviado por Naaty A. Silva em 24/09/2011

Simplesmente fantástico! Tá ótimo!

Nota: 5

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Enviado por J. Malfoy em 23/09/2011

Nem preciso dizer que esta incrível, né? Hollie Cooper e o prefessor, quando McGonagall vai dar um jeito nisso? Isso me faz pensar no que terá acontecido com o velho Binns, talvez fantasmas também se aposentem, enfim, é só um detalhe.

Voltando ao que realmente interessa, acho que sou a única, mas ADORO o Dimitri *abaixa a cabeça desviando das pedradas* Mas eu espero sincermente que ele leve uma boa surra da Rosie. Estou mega nsiosa para saber o que vai acontecer nesse Jogo do Terror. Não sei não, um castelo enorme, adolescentes com os hormônios gritando, uma hora de escuridão quase total, não me parece muito prudente xD

Nota: 5

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Enviado por Amanda Prado em 22/09/2011

Fantástico esse cap, adorei o Scorpius começando a reparar em alguns detalhes da Rose, e estou curiosa quanto ao caso aluna e professor. Quanto ao possível duelo, Rose corajosa é simplesmente demais, e a preocupação sutil do Scorpius foi tão bonitinha. Gostei da relação Natalie e Albus, tensão sexual evidente, amor e ódio são faces da mesma moeda não? Enfim, adorei e estou aguardando ansiosamente pelo próximo cap. beijos

Nota: 5

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Enviado por Lara Weasley Malfoy em 21/09/2011

Amando absolutamente a fic !! Posta logo o próx capitulo viu

Nota: 5

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Enviado por Mily McKinnon em 21/09/2011

Ahhh eu amei o capítulo *_________* Só eu que acho que pode rolar alguma coisa entre a Rose e o Scorpius, nesse ~jogo do terror~? KKKKKKKKKKK tá tudo escuro mesmo, custava nada u.u KKKKKKKKKKKKKK Não demora com o próximo ok?!

Xoxo ;***

Nota: 5

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Enviado por alana_miguxa em 21/09/2011

ahhh mais mais maissssssss!!! heheheheh

perfeito como sempre.

Nota: 1

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Enviado por Louyse Malfoy em 21/09/2011

Mais um capítulo perfeito. Como já disse, não sou boa com comentários, mas eu só consigo dizer que isso tudo está incrível. Você consegue superar as minhas expectativas. Parabéns.

Nota: 5

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Enviado por Lívia G. em 21/09/2011
Adorei, claro, óbvio! Eu amo a Rose, cara, de verdade. Ela tem aquele quê de Hermione - inteligentíssima e ótima duelista. Eu acredito muito bem na vitória dela contra o Dimitre. E o Scorpius já ta gostando dela, só não sabe disso ainda, hahahahha. To esperando o próximo!
Nota: 5

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Enviado por Carla Ligia Ferreira em 21/09/2011

Adorei o capítulo, acho que o Scorpius tem muito da Astória nele, isso simplifica as coisas.. ou não.. kkkkkkkkkkkk. Aposto que a Rose vai dar um jeito no Dimitri, ele sempre foi um mimado egoísta, e levar uma surra de uma Weasley não deve ser nada bom para o ego dele.. Ai, tomara que descubram logo esse professor desgraçado, assim ele para de perseguir o Scorpie.. kkkkkkkkkkkk. Beijos e até a atualização.

Nota: 5

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Enviado por MarianaBortoletti em 21/09/2011

Genial, simplesmente genial! Depois desse lance da vassoura e do Dimitri, pode acreditar quando eu digo que tu é minha escritora de fanfics favorita. Essa fanfic está cada vez melhor, com aquela pitada adulta e complexa, mesmo em um meio adolescente. Esse Scorpius é ótimo, bem humorado... adorei essa personalidade. As vezes ele me lembra um pouco o Draco, mas com mais humor ainda. E, eu estava pensando, é tão bom ver a Rose evoluindo através dos olhos do Scorpius, assim como na Intenção Cruel. *-*

Nota: 5

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