Entraram, Harry e Mione, no quarto de Liane a encontrando ainda desacordada, sendo vigiada por Merloc e cuidada por Morgana. Ainda estava pálida.
- Como ela está? – Perguntaram os dois juntos.
- Sua magia exauriu. Mas ficará bem. – Disse Morgana.
- Deixe-me ajuda-la. – Disse Mione. Mione a tocou, fechou seus olhos e uma luz prateada se formou. Liane abriu os olhos vagarosamente.
- Mi? – Sussurrou Liane.
- Está tudo bem... Acabou. Harry está aqui. – disse Mione, já cedendo seu lugar à Harry.
- Acabou... – Sussurrou Liane.
- Sim, meu amor. Estamos em paz... Você está em casa agora, procure descansar. – Disse Harry, fazendo um afago nos cabelos negros de sua mulher.
- Eu vi Severo... Mi, ele se despediu... – Diz Liane de forma ainda sonolenta, mas triste olhando para Hermione que se mantia forte.
- Sim Li, ele se foi... Bellatrix... – Mas foi cortada por Merloc de forma abrupta.
- Eu vou vê-lo menina Hermione... – Disse Merloc. – É meu dever cuidar do guardião.
- Obrigada meu amigo. – Disse Mione. – Vou ver os outros, vou ver meu filho, depois ficarei com Severo.
- Obrigada Mione. – Disse Harry, segurando uma mão dela entre as suas. – Eu sinto por você, pela sua perda.
- Não se preocupe Harry. Ficaremos bem. - Então abraçou Harry e saiu.
- Merloc, o que você vai fazer? - Questionou Liane.
- Devolver algo que Severo me deu para que fosse guardado em segurança. Exatamente para ser usado em casos emergenciais como esse.
- Merloc, não podemos reverter a morte... – Disse Liane.
- Sim, não podemos. Mas para quem não está verdadeiramente morto... Isso não pode ser aplicado.
Quando Hermione entrou no salão de prata, um menino de cabelos negros e cacheados, branquinho, de aproximadamente 5 anos, correu para seus braços.
- Mami!
- Meu pequeno! Meu menino! – Recebendo-o em seus braços. Hermione o apertava como se não o visse a décadas.
- Você demorou mami.
- Desculpe meu amor. Mami teve que cuidar das pessoas que ficaram dodói.
- “Meloi” falou. Cadê papai? A senhora disse que ele vinha me ver...
- Papai está dormindo... – Disse com a voz embargada.
- Papai não quer brincar comigo? – Disse triste.
- Papai precisa dormir, meu amor. A viagem foi cansativa.
- Deixa eu ver papai dormir? Deixa mami? Por favor? Deixa?
Mione olhou para Zilon, que cuidava do pequeno.
- Leve-o Mione. Julian precisa conhecer o pai. Mesmo que esteja “dormindo”.
- Viu mami. Zilon deixou. Deixa mami? Eu ficou quietinho.
- Tudo bem amor. Vem cá. Vamos ver seu pai.
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Liane agora estava no braços de seu marido. Estava mais corada e sentia sua mágica fluir entre eles. Liane sabia agora que eles estavam mais ligados do que qualquer ser existente na terra. Literalmente eram um em dois corpos. A Magia Antiga era um somatório de forças criadas e condensadas desde o inicio dos tempos. Poucos eram os escolhidos para compartilharem de tal poder. Uma força tão primal poderia enlouquecer um bruxo não preparado. Harry e Liane foram preparados, foram escolhidos e sabiam bem das consequências de tamanho poder. Tudo tem um preço e seria cobrado. Harry e Liane não poderiam mais viver no mundo bruxo. Seus corpos entrariam em colapso, e a compulsão de usar seus poderes para reinar sobre todos seria muito perigosa. Viveriam em Avalon e quando fosse necessário voltariam. Suas vidas seriam mais longas e suas forças físicas seriam considerada anormal. Porem seus filhos não compartilhariam de tal poder. Poderiam ser magos poderosos mais a Magia seriam somente compartilhada somente entre os dois.
Finalmente ambos sentiam que estavam seguros, livres do perigo que Voldemort representava. Sentiram que seus amigos estavam bem apesar dos ferimentos causados pela batalha. Sondaram o castelo com o poder que tinham agora, não encontrando problemas.
- Merloc conseguiu o que queria. – Falou Liane. – Tudo vai ficar bem agora.
- Por mais estranho que isso pareça eu vou ficar feliz por isso. Ela sofreu demais com tudo durante esses anos. Ela amadureceu a força.
- Julian foi a força que ela precisou pra isso. Ele a fez lutar com mais garra, com mais empenho. Sem ele talvez ela não fosse o que é hoje.
- A melhor medibruxa que existe no mundo? – disse Harry rindo e abraçando-a.
- Mas não é verdade? Ela faz curas que ninguém faz! – Você nem precisou fazer nada. E ela já sabe realizar mágica sem varinha a dois anos. Conseguiu antes de você. – Disse Liane rindo.
- Acho que ainda não existe magia e feitiço que Hermione Granger não consiga realizar.
- Vou sentir a falta dela.
- Ela sabe como voltar aqui. Ela terá livre acesso. Além do mais Julian é de Avalon. Não será privado.
- E você é o padrinho dele.
- Sim, e com muito orgulho. Aquele garoto é especial.
- Mesmo sendo filho de Severo Snape?
- Você sabe que isso nunca me importou. Amo-o como um filho.
- E quando vamos providenciar os nossos?
- Hoje você vai descansar. Nada de ficar me tentando...
- Não posso querer estar com meu maridinho??? – Disse fazendo biquinho.
- Liane... Você teve um dia cheio...
- E eu estou bem... E morrendo pra não sair dos seus braços. – Disse ela se virando, ficando de frente , apoiada no peito de Harry. – E morrendo pra ter meu maridinho satisfeito e feliz na cama.
- Li... – Sussurrou, quase gemendo.
- Eu quero você Harry, e quero agora!
- Você não presta mulher! – Disse agarrando sua bunda, pressionando seu corpo com o dela. – Olha o que você faz comigo.
- Ainda bem que só eu faço isso, não é mesmo?
- Te amo Liane...
- Eu sei! E você pode repetir isso todos os dias que eu prometo não reclamar. – Disse rindo, mas beijando o pescoço de Harry.
- Você me tenta...
- Quero fazer você ser feliz, meu amor. Eu te quero demais, te amo demais. Saber que você é meu, só meu, é o melhor afrodisíaco que qualquer mulher poderia ter.
- É bom saber disso... – Disse mordendo e chupando a orelha de Liane, fazendo-a ofegar. – O que você quer que eu faça por você minha rainha?
- Só me ame Harry, é só o que preciso.
- Com minha vida, com meu corpo e com minha alma...
Era demais para Harry aguentar. Não poderia se controlar mais com Liane o tentando com seu corpo era impossível não deseja-la. Sua mulher sabia o que fazer, sabia o que ele sentia, sentia o que ele sentia. E isso era especial, era delicioso, era prazeroso, excitante.
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Ela o pegou no colo, mas ele pediu para andar. Saiu correndo pelo corredor, sendo seguido por Zilon e Mione. Zilon deu a mão a Mione, apertando-a com força..
- Vai ficar tudo bem.
- Você pode ficar com Julian essa noite? Preciso preparar Severo para o funeral.
- Claro. Fique tranquila.
- Zilon, o que direi a Julian depois? Como vou falar pro meu filho que nunca mais irá ver seu pai.
- Não diga nada. Não ainda.
Ao chegarem a porta do quarto Mione congelou. Seu filho estava ali, esperando para ver o pai. Se abaixou e falou com Julian fazendo um carinho no seu rosto.
- Julian, por favor não faça barulho. Seu pai precisa descansar muito, viu.
- Sim mami. Vou ser um bom menino.
Zilon abriu a porta, deixando Julian e Mione entraram, e em seguida fechou-a. O quarto estava escuro. Já era noite e a lua de Avalon iluminava boa parte do quarto. O vento soprava manso fazendo com que as cortinas dançassem em harmonia.
- Merloc? – Chamou Mione.
- “Meloi” tá aqui mami?
- Sim, ele está cuidando de seu pai.
- Pai fez coisa má, mami?
- Não amor. Merloc só está cuidando pra ninguém incomodar seu pai.
- Papai está de castigo?
- Não Julian. Agora fique bem quietinho.
- Tá. Shiiii. – Fez o gesto de silêncio.
Se aproximaram da cama lentamente, mas para a surpresa de Mione, o corpo de Severo não estava mais ali.
- Mami cadê o papai?
- Merloc? – Chamou novamente. – Merloc?
- Estou aqui fora pequena.
- Mione andou para a varanda, mas Julian saiu correndo na frente.
- Julian! Espere! Julian!
Quando chegou à varanda, o coração de Mione parou de bater. À sua frente Severo Snape estava de pé, e com Julian nos braços. Seus joelhos falharam e seus olhos não aguentaram, transbordando. As lágrimas caiam sem controle algum.
- Mami, o papai acordou! Esse é o papai, não é?
Hermione não conseguiu dizer nada, apenas acenou com a cabeça.
- “Meloi”... - Perguntou Julian. - Ele é mesmo o papai?
- Sim pequenino. Esse é Severo, seu pai.
- Oi, eu sou Julian Philip Granger Snape. Você é meu pai né?
- Se Merloc e sua mãe falaram que eu sou seu pai, então você não deve duvidar.
- Você dormiu muito?
- Sim, eu descansei.
- Você vai ficar acordado agora?
- Vou.
- Você vai brincar comigo e com a mami?
- Se você quiser. Mas eu acho que sua mãe precisa de ajuda, não acha?
- Você vai pegar a mami também?
- Você me deixa?
- Ela é grande.
- Eu sei.
- Só criança fica no colo né?
- Sim, mas sua mãe precisa de ajuda.
- Tá bom, pega ela papai.
“Papai”, essa frase a tirou do transe em que estava. Sentiu duas mãos a recolhendo do chão frio, recebendo um calor e um beijo em seus cabelos antes de ser levada ao sofá do quarto. Quando dedos tocaram seu rosto recolhendo as lágrimas que caiam ela teve a coragem de olhar, e achou os olhos que tanto amava, negros, quentes e vivos a fita-la.
- Esta melhor assim, Hermione? – Ele perguntou, sem demonstrar muita preocupação, mas parecia mais divertido com a situação.
- Sim... Estou bem... Obrigada... Eu.. – gaguejou. – Eu não entendo?
- Sobre isso podemos conversar depois que o pequeno for dormir. Sim?
Ela afirmou com a cabeça e olhou para o filho. O pequeno parecia estar no céu, olhando para o pai com a carinha mais feliz que Hermione já vira na vida. Os olhos brilhava, as bochechas estava levemente rosadas e os lábios semiabertos. E ela estava feliz por presenciar isso.
- Pai! – perguntou Julian. – voc6e quer brincar com minhas pedrinhas brilhantes?
- Pedras brilhantes?
- Sim. Fazer elas ficarem rodando no ar. É legal! – Disse tentando encorajar o pai a brincar. – Não é mãe?
- É sim. – Disse Hermione olhando para o filho. Depois olhou para Severo. – Ele começou a manifestar a magia bem cedo, com meses de idade. Hoje ele faz alguns truques bem controlados, sem varinha.
- Bom saber. – Disse Severo dando um leve sorriso. – Tenho que me habituar aos seus novos poderes e a meu filho o mais rápido possível. – E levou a mão ao rosto de Hermione, tocando levemente seu queixo. – Você está realmente bem? Quer alguma coisa?
- Estou bem, realmente. Ainda um pouco assustada mas bem. – Olhando em volta perguntou. - E onde foram Zilon e Merloc?
- Sairam assim que eu te trouxe pra cá.
Severo e seu filho se entretinham um com o outro. Severo fazia alguns truques. Seu filho tentava imitá-lo e também mostrava o que sabia fazer. Para um menino de quase cinco anos ele estava bem adiantado, nada o que se preocupar para o filho das duas maiores mentes de Hogwarts. Hermione percebeu que Julian começava a manifestar sonolência, piscando seus olhos com maior frequência e coçar o peito com as mãos.
- Meu pequeno... – Hermione se levantou e foi até o filho. – Vem cá com a mami, vem... – Foi estendendo os braços e Julian aceitou, sendo levantado, ficando abraçado a mãe em seu colo, encostando a cabeça no Ombro de Mione. – Hora de dormir...
Severo ficou como espectador, olhando a cena, acompanhando-os. Mione indicou que ia sair do quarto e foi acompanhado por Severo. Ao chegar ao quarto de Julian, Hermione o depositou na cama. Julian já ressonava. Zilon chegou em seguida.
- Pode deixar que vou dormir aqui com ele. Descansem, vocês precisam.
- Obrigada querida. Mas se ele chamar por mim, me chame... – Disse Mione.
- Ele não vai chamar, fique tranquila... – E Olhando para Severo, Zilon disse. – Bom revê-lo Senhor Snape. – Severo acenou com a cabeça.
Hermione inclinou-se sobre Julian, depositando um beijo leve em sua cabeça e saio, dando espaço para Severo que também se aproximou da cama. Ele o olhou e levou sua mão a cabeça do menino, mexendo em seus cabelos e em seguida, passando pela lateral do rosto, fazendo o menino se mexer levemente. Então afastou-se, levando Hermione com uma mão apoiada em sua cintura para fora do quarto. Retornaram em silencio e sem cruzarem com ninguém pelo corredor. Severo abrir a porta do quarto e depois de passarem a trancou por dentro.
Hermione foi para a varanda, sendo seguida por ele alguns passos atrás. Ela apoio suas mãos no parapeito e olhou para o horizonte. As luas de Avalon estavam sobrepostas, grandes e totalmente visíveis no seu negro. Poucas estrelas, e o vento continuava leve, como se acariciasse a pele. Ela respirou fundo. Ele percebeu que ela tentava raciocinar.
- Não vai encontrar respostas ficando em silencio ou vendo a paisagem. Pergunte o que quer saber. – disse Severo.
- Eu te vi morrer na minha frente hoje. Não venha ser grosso comigo. Se você não pode morrer, a culpa não é minha! – Disse sem levantar a voz e sem olhá-lo. Ele riu.
- Não estou sendo grosso. Quero que você pergunte.
- Por que não estou cuidando do seu funeral, Severo? Como está vivo?
- Por ser o guardião do Potter, foi me oferecido, vamos dizer, vantagens para conseguir mantê-lo vivo. Merloc usou de magia antiga para armazenar uma parte da minha alma neste lugar. Assim como Voldemort, eu não poderia morrer verdadeiramente. Mesmo que eu quisesse.
- Mas você não respirava... Não se mexia... Seu corpo estava esfriando... – O corpo de Hermione tremeu ao lembrar.
- Meu corpo foi destruído, mas Merloc conseguiu desfazer o processo, e assim pude reunir minha alma novamente. Mas por algum tempo eu realmente pensei que não seria possível.
- Liane te viu...
- Era o caminho que tinha que seguir... Se estava morto tinha que completar a passagem. Tinha que abandonar esse mundo... Eu não queria ir.
Hermione se virou olhando para ele, que estava de pé atrás dela. Muito próximos agora... - E agora você está aqui, vivo, olhando pra mim. Conhecendo seu filho...
- O que, por um acaso, eu deveria saber que existia, não é mesmo?
- Merloc achou melhor não avisá-lo. Seria perigoso.
- Entendo... Mas tudo foi tranquilo? Você descobriu quando foi que engravidou? Não teve problemas no parto? – Disse de forma séria.
- Não. Tudo foi tranquilo. E eu acho que fizemos o Julian no dia em que você saiu do controle de Voldemort.
- No dia em que te estuprei...
- Você não fez isso... Eu sempre te quis... Você nunca me obrigou... Não se martirize tanto assim. – Disse ela tocando o rosto dele pela primeira vez. – Eu te amo Severo Snape. Meu corpo sempre foi seu e sempre será. Te ter dentro de mim sempre será um prazer, nunca um fardo ou obrigação.
- Você faz parecer fácil... Mas foi uma das coisas mais doloridas para mim saber que era meu corpo que te tomava, que era parte de mim que te machucava, e eu não podia me deter...
- Ei! Isso é passado. Eu tenho você de volta Severo. Não quero pensar no que sofremos para estar aqui hoje. Eu tenho você ao meu lado, com nosso filho... Não quero mais nada da vida.
Severo sorriu, surpreendendo Hermione. Ele a abraçou, rodeando seu corpo com suas mãos . - Isso é real? Acabou? Você é minha? Para sempre, você é minha Hermione? – Disse segurando todo o rosto dela em suas mãos. – Diga! Diga que ainda me quer... Que me deseja? Diga o que eu quero ouvir...
- Eu sou sua meu amor! Só sua. Assim como sei que você é meu! Assim como Julian é nosso. E sim, eu te desejo... te desejo tanto... Desesperadamente... Intensamente... Que só de sentir o seu cheiro me faz estar pronta pra você. De sentir suas mãos me tocarem me faz te desejar mais e sonhar com nossa última noite juntos, aqui mesmo neste quarto. Me faz tua de vez Severo! Me faz sua mulher, sua amante... – Então ele a beijou possessivamente.
- Minha... Só minha! – Sussurrou, em meio a gemidos de Mione. – Pra sempre! – E voltou a beijá-la.
Roupas eram tiradas, rasgadas e jogadas longe. Os corpos nus eram banhados pelas luas e assim abençoados. Ambos sabiam que não eram mais necessárias palavras, desculpas... Eles estavam unidos, numa intensidade tal que nem mesmo a magia contida naquele lugar seria capaz de separá-los.
Com as bocas unidas, Severo tomou Mione nos braços e a levou a cama, depositando-a entre os lençóis macios.
- Eu não ia te tomar novamente no chão. Isso não vai virar uma rotina entre a gente. – Disse rindo torto.
- Sev, você pode me tomar onde você quiser... Desde que nosso filho não nos veja... – Disse rindo.
- Sev?? Você não tem medo do perigo não, moçinha? Quem te deu autorização para me chamar assim?
- Autorização? Me poupe Severo! Agora, cale a boca e me beija.
Severo riu, mas desta vez foi uma gargalhada. – Definitivamente eu também tenho que conhecer minha mulher novamente. Você precisa de uma boa surra pra saber quem é que manda nessa relação. – Então deu um sonoro tapa na bunda dela. – Definitivamente uma surra bem dada vai corrigir as coisas por aqui.
Hermione o olhou assombrada, mas com um desejo que o fez desejá-la ainda mais. – Você gosta? - Perguntou ele. – Gosta de me ver tomar posse do que é meu? De te segurar forte assim? De encher essa bunda linda com minhas marcas??
Ela só pode afirmar com a cabeça, pois sua voz ficara presa.
- Então se prepare mulher, que eu pretendo não ser tão delicado com você agora. – Disse a olhando profundamente nos olhos.
- O que você está esperando? Um convite impresso? – Disse o provocando.
- Perdição Granger! Você vai acabar comigo!
- É o que eu pretendo!
Não houve mais palavras. Só gemidos, gritos e sons de tapas, de pele roçando em pele, só sons de prazer extremo e satisfação de dois corpos que necessitavam um do outros para sempre completos. Naquela noite, mais do que o amor se fazendo real entre os dois se fazia presente, havia também uma nova vida sendo plantada no seio de Hermione. Uma criança nasceria novamente em poucos meses.
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Gentem do meu core....
Enfim consegui dar fim a essa fic. Depois de quase 5 anos acho que consegui dar aos personagem o que eu idealizava desde o inicio. Muitas coisas mudaram, personagens saíram de suas zonas de conforto e suas caracteristicas mudaram drasticamente. Estou feliz pela conclusão dela. Agradeço as betas que passaram, pelos leitores que me acompanharam, aos que desistiram e aos novos. Eu escrevi para o meu divertimento, mas tenho certeza que todos vc's aproveitaram desta imaginação fertil, kkkk.
Agota estou escrevendo outra fic, Futuro Insólito - http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=34690 - Que conta uma história HG/SS e de seu filho, que volta ao passado para se manter vivo e salvar seus pais.
Beijos grandes e novamente obrigada.
PAZ,
Vivian Alves