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18. A Taça da Vitória


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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As aulas recomeçaram e Tom voltou a ser aplicado e estudioso. Faltavam cinco meses para as aulas terminarem e ele não se sentia nem um pouco ansioso para voltar ao seu velho lar.


Vários alunos voltaram comentando de suas férias e mostrando seus maravilhosos presentes que haviam ganho no feriado. Exibiam fotografias e falavam sem parar de lugares novos que conheceram.


Tom bufava cansado de todos aqueles discursos e se mudava para um canto sozinho. Tinha ainda alguns trabalhos para terminar, principalmente de poções. Slughorn parecia estar agitado no último dia de aula para ter passado coisas tão complicadas.


A maioria das pessoas estava lotada de deveres. Por causa de suas viagens, é claro que nem lembraram dos trabalhos e por isso, naquele fim de semana que antecedia a volta às aulas, ninguém passeava pelos jardins. Estavam todos trancados nas Salas Comunais e bibliotecas riscando pergaminhos freneticamente.


Tom por sua vez, usou seu passe livre para ficar em paz na sala restrita. Não estava procurando nada em particular, tentava apenas terminar as anotações da poção que Slughorn passara.


Mexia em suas anotações, quando parou na parte escrita sobre a Poção da Vida. Parou para pensar o que deveria fazer com aquilo.


Não havia necessidade de fazer aquela poção, mas se algum dia chegasse a precisar, ele não aprendera a fazer e por isso poderia não dar certo.


Olhou novamente os ingredientes e pensou no que fazer. Por fim, decidiu em arranjar tudo aquilo e experimentar nas férias. Pelo menos teria muito o que fazer naquele local odioso: treinaria legilimensia E oclumensia, e ainda tentaria preparar a poção. Sem falar que antes de tudo, teria que transformar bezoar sólido em plasma, ou o mais conhecido: Líquido.


Anotou novamente tudo que precisaria em um outro pedaço de pergaminho e guardou no bolso de suas vestes. Já sabia onde arranjar tudo. Seria bem fácil, mas precisaria de extremo cuidado ou estaria em apuros novamente. E deixaria para ser posto em prática no último dia de aula. Se não, daria tempo de revistarem todo o colégio e assim seria pego.


Acabou de fazer o dever e guardou suas coisas. Andou de volta para o dormitório e deitou em sua cama. Não via a hora de voltar às aulas.


Tom voltou a ser o melhor aluno em tudo que dizia respeito à magia. Sonserina, mesmo que não levasse a taça do quadribol, poderia vencer na pontuação total entre as Casas.


Os professores não cessavam em tecer elogios e mais elogios sobre o menino, que se fazia de humilde e agradecia encarecidamente.


Na manhã da partida derradeira, os alunos pareciam estar tensos. Havia provocações e nervosismos de todos os cantos. É claro que, três quartos dos estudantes estavam do lado da Grifinória, mas isso não diminuía a animação dos sonserinos. Esta era sempre a partida mais esperada.


Tom estava alheio a toda essa situação, quando mais uma vez uma coruja desceu na sua frente. Nunca imaginou que receberia tanto correio em seu primeiro ano, quando não havia ninguém que gostasse. Hel, por sua vez, devia estar irada por nunca ser usada.


Apanhou o envelope e virou a parte de trás. Era o endereço do orfanato. Por que não o deixavam em paz? Queriam tanto se livrar dele e agora não paravam de mandar noticias?


Abriu a carta, sem nenhum interesse, e leu seu conteúdo.


 


“Caro senhor Riddle,


É com muito pesar que estamos lhe dando tal notícia: nossa estimada governanta e diretora Eleanor Cole, faleceu há dois dias. Sabemos que não poderá comparecer ao enterro de hoje, por causa da distância em que se encontra, mas mesmo assim, se conseguir de alguma forma vir a essa última homenagem, o endereço e a hora estarão no verso da carta.


A sucessora do cargo, será a minha pessoa, que sente grandemente por ter que servir à nossa instituição sob essa terrível tragédia.


Ela morreu aos 65 anos, por causa de doenças do coração e...”


 


Tom não quis ler o restante da carta. Sorriu de lado e amassou o papel, tacando-o certeiro no lixo a uma grande distância.


Então a Senhora Cole, a pessoa que ele tanto detestava no local e uma das que mais desconfiava dele, tinha finalmente morrido. Já não era sem tempo, pensou.


Até parece que iria se deslocar de Hogwarts, um lugar que adorava passar cada segundo da sua vida, para ir mais uma vez àquele prédio para prestar homenagens a uma pessoa que não gostava.


Aquela carta, pelo menos, servira para duas coisas: alegrar ainda mais o seu dia e acabar com sua curiosidade de quem seria Virginia Candle. Ela era a remetente da carta e a substituta de Cole.


Estava ainda preso a esses pensamentos, quando um sonserino do quarto ano, que conhecia apenas de longe, sentou ao seu lado da mesa de café da manhã.


- Riddle? – o garoto era loiro e de boa aparência.


- O que? – perguntou voltando a comer sua refeição.


- Vi quando você atirou aquele papel a tão longa distância e aquilo me chamou atenção.


- Aquilo te chamou atenção? – Tom olhou para ele sorrindo de forma debochada. – Você precisa de mais coisas interessantes na sua vida, não?


- Em todo caso, – o garoto continuou, fingindo não ter ouvido a grosseria. – eu sou o capitão do time de quadribol da Sonserina, Joshua Hughes.


- Hum... – Tom ainda não tinha entendido onde o garoto queria chegar.


- Você seria um ótimo artilheiro, sabia?


- Vocês estão necessitados de artilheiros para o jogo de hoje? Meus pêsames. – voltou a prestar atenção em sua comida, ainda com um sorriso debochado.


- Não para o jogo de hoje. E mesmo se tivéssemos, temos substituto. Mas é que os dois, o titular e o reserva, vão terminar o colégio esse ano, e ano que vem o time estará desfalcado. Gostaria de fazer o teste para entrar no time no ano que vem?


Tom pensou um pouco na proposta. Não se interessava por quadribol, no entanto isso traria ainda mais glória e reconhecimento para si. Poderia mostrar o quão bom na vassoura era...


- Vou pensar. Ano que vem eu te digo o que decidi.


- Ótimo. – Joshua levantou-se e foi em direção ao seu grupo de amigos, provavelmente contar a conversa que tinha acabado de ter.


Tom ficou meditando sobre fazer parte do time. Será que aquilo prejudicaria seus planos futuros? Até agora não tinha tido muito tempo para fazer nada além de estudar e fazer suas pesquisas na sessão restrita. Como seria no próximo ano letivo?


A hora do café da manhã acabou e todos começaram a se dirigir para o campo onde em breve ocorreria o jogo decisivo.


Tom, como de costume, sentou-se na última fileira da arquibancada verde e prata. As pessoas gritavam tanto e a ventania era tão forte que quase não ouvia o locutor da Grifinória, Samuel Melps.


- Bem, pessoal, estamos no último jogo do ano! O professor Binns me pediu para ser imparcial e não xingar muito ou terei detenção, então vou tentar ao máximo não gritar para que o time inteiro da Sonserina morra de um colapso nervoso.


- Meeelps. – o professor bateu com seu livro de História da Magia na cabeça do garoto.


- Desculpe...


- Na época em que eu era locutor, eu seguia as regras. E ninguém reclamava de nada.


- Você era locutor?! Não me admira que ninguém reclamasse, todos dormiam no meio do jogo...é brincadeira! É brincadeira! – Melps acrescentou quando viu o olhar de censura de Binns. – Então vamos ao que interessa! O batedor Rodolfo Bones foi substituído pelo seu reserva Anthony Cox, pois ainda não se recuperou completamente da maldição imperdoável que o jovem Riddle jogou nele. Muito obrigado Riddle, ouvi dizer que Cox se parece com uma grande e mal cheirosa me...


- MELPS! Eu estou avisando. É a última vez.


- Eu só ia dizer meleca de dragão. Voltando, Madame Hooch joga a moeda. Grifinória ganha e vai começar com a goles. Ela apita e...COMEÇOU!


O time da Sonserina começou com vantagem. Ao que parece, Cox não era assim tão meleca de dragão. Acertou o primeiro balaço na cabeça da capitã da Grifinória.


- Ei!! Isso não vale!! Cartão vermelho juíza! – Melps gritava desesperado. – Ah desculpa pessoal, sabe como é...eu tenho um pai trouxa que adora futebol. Sonserina está com a posse da goles agora. Wilkinson passa para Foster que manda de volta para Wilkinson, mas Andrea rouba a bola! Boa garota! Ah não! A Simpson pega de volta, mira no gol e...GRAY AGARRA!!


O jogo estava bem complicado e por um longo tempo, nenhum dos dois times conseguiu fazer um só gol. Se alguém apanhasse o pomo naquela situação ia ser uma derrota vergonhosa para o outro time. Era bastante raro acabar com um estando zero.


Felizmente, após a terceira tentativa, a jogadora Simpson conseguiu fazer gol. E após esse ponto, parecia que o time da Grifinória recuou e Sonserina ganhou mais espaço.


- Vamos pessoal! Vocês não podem perder as esperanças agora!!! Pensem na cara de decepção do capitão Hughes! Vai ser... – Hughes, ao ouvir aquela provocação, rebateu um balaço na direção de Melps. O garoto conseguiu abaixar a tempo, antes que sua cabeça fosse arremessada do corpo. – WOW!!! Tive uma experiência de quase morte agora, pessoal!


- Falta! – Madame Hooch devolveu a goles para o time da Grifinória. – Preste atenção ao jogo, Hughes, e não à narração.


- Essa é a nossa chance, pessoal. Quem vai marcar a falta será la bella Andrea. Alguém já viu italianinha mais bonita? Ta bom, desculpa professor. Madame Hooch apita! Andrea faz como se fosse mandar para Powell, mas consegue passar a barreira e ela marca!!! Essa é minha garota. Cuidado pessoal, ela tem namorado.


Após o gol, Grifinória voltou a ativa. O vento piorava e Sonserina ainda estava na frente por 50 pontos. Tanto jogadores, quanto torcedores não viam a hora de acabar, pois estavam todos congelando.


Finalmente parecia que o final estava chegando.


- Dixon viu o pomo! Ou isso ou ele está tentando se aquecer voando por aí.  Wilbur que não é bobo começou a voar atrás dele... A situação está complicada. Wilbur tenta empurrar Dixon da vassoura! Madame Hooch faz alguma coisa! Há! Dixon deu o troco! Wilbur perdeu a direção. Dixon está próximo, ele vai...ele vai...PEGOU!!!! GRIFINÓRIA GANHOU A TAÇA!!! TOMA SONSERINA!


- Melps!!


- Ahhh! Às favas com a imparcialidade!


- Detenção! – mas Melps já não estava mais prestando atenção. Foi comemorar com seus colegas e sua namorada Andrea.


Tom via o pessoal comemorando e olhou em volta. Seus colegas de Casa estavam cabisbaixos e irritados. Não sentia nem uma coisa e nem outra. Era apenas um jogo e isso não influenciaria em nada sua vida.


A festa continuou no salão e Tom tinha certeza que continuaria na Torre da Grifinória.


Na hora da janta, Dippet levantou-se:


- Parabéns Grifinória, pela sua vitória. Mas não fiquem tristes, sonserinos. O segundo lugar não é algo vergonhoso. Significa que vocês são os segundos melhores.


- Grande coisa. – um menino sussurrou ao lado de Tom e ele teve que concordar. Ser o segundo. Hunf... Ser o segundo é ser o primeiro da lista dos perdedores.


- Mas peço para que vocês não se afobem muito com a vitória e esqueçam que estamos na reta final. As provas de todos estão chegando e principalmente o quinto ano que fará os N.O.M.s e o sétimo que terá os N.I.E.M.s. Não se esqueçam de estudar com afinco. E agora, bom jantar.

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