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9. Desnudus Totalus


Fic: Good Enough - Bellatrix&Voldemort


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Sim, a fic acabou. Não, eu não pretendo continuar. Talvez um dia, não por agora. Esse é um capítulo extra, totalmente não planejado, feito a pedido da Bárbaraaagh (aka BabiBlack, ou B.Black, não sei mais). Essa cena acontece no meio do cap. 5, depois da cena do cofre de Gringottes. Se vc não gosta de bdsm, melhor ler só os oito caps originais kkkkk E então, qualquer reclamação é só mandar pra Bárbara, responsabilizem ela que me fez escrever isso às três da manhã uhauahuah É isso, espero que vcs gostem. ^^


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9. Desnudus Totalus


 


    Senti minha Marca Negra arder. Milorde. Aparatei imediatamente em sua casa, ansiosa pelo que me esperava lá; eu sabia que seria castigada. Sim, eu havia me comportado muito mal ontem em meu cofre de Gringottes, tinha sido muito insolente e insobordinada, e é claro que ele adorara cada segundo daquilo, mas agora Milorde faria questão de me “punir” por isso.


    Sua casa estava escura e silenciosa, como sempre, mas hoje tinha um ar misterioso ainda maior. Eu sabia que seria castigada, sim, mas não fazia ideia de como, e aquilo estava me deixando louca. Subi lentamente as escadas, e o corredor do andar de cima estava igualmente escuro.


    - No meu quarto, Bella. - ouvi sua voz grave retumbar. Com o coração pulando desenfreado, abri a porta do quarto de meu mestre. Mais breu. Apenas a lua que entrava pela janela iluminava o cômodo, e eu não conseguia vê-lo em parte alguma.


    De repente, senti um pedaço de pano cobrir meus olhos, e os dedos frios do lorde tocando meus ombros por trás. Uma venda, que Merlin me ajude. Minha respiração acelerou.


    - Boa noite, Bella. Preparada para o seu castigo? - ouvi sua voz em meu ouvido, enquanto seus dedos deslizavam lentamente pelos meus braços.


    - Estou sempre pronta para o senhor, Milorde. - eu disse, derretendo com seu toque tão leve, desejando mais.


    - Tem certeza? - ele disse, com seu tom mais sádico e sarcástico, e dessa vez um arrepio de medo percorreu minha espinha.


    Suas mãos seguraram as minhas firmemente, forçando-as a se juntarem em minhas costas, e eu senti um material frio e rígido contornar meus pulsos. Uma maldita algema. É, eu estava mesmo ferrada, e algo me dizia que eu ia amar aquilo.


    - Você tem sido uma serva muito insolente, minha cara. - ele sussurrou novamente, e começou a distribuir beijos e mordidas em meu pescoço, muito distantes da delicadeza em que seus dedos acariciaram meus braços. Suas mãos apertavam meus seios por cima do vestido, e eu mordi o lábio para conter um gemido. - Vou te ensinar qual é o seu lugar aqui, e você nunca vai se esquecer dessa lição.


    E, assim, seus beijos cessaram, assim como qualquer toque seu. Fiquei parada ali, ofegante, sem saber o que esperar. Senti então toda a minha roupa ser arrancada de uma só vez, e sabia que era aquele feitiço que Milorde sempre usava e que ele se recusava a me ensinar. Por incontáveis momentos fiquei ali, nua, algemada e vendada, completamente indefessa e à espera dele. A expectativa de não saber o que viria depois era indescritível.


    Então, de repente, fui inundada por sensações. Os lábios dele se forçavam contra os meus num beijo faminto, uma de suas mãos apertava meu mamilo, enquanto a outra se espalmava em minha bunda com um tapa sonoro. O beijo abafou o gemido que eu soltei, e ele se afastou novamente de mim, mas agora eu podia sentir a proximidade de nossos corpos, nossas respirções se misturando.


    - Ajoelhe-se, Bella. - ele disse, grave e impositivo, as mesmas palavras que dissera quando me deu a marca negra. Nem foram necessárias suas mãos forçando meus ombros para baixo, eu caí em seus pés.


    Seus dedos acariciaram meu rosto nom gesto quase gentil, para depois agarrarem meu queixo e abrirem minha boca. Ele empurrou seu membro entre meus lábios, e eu gemi novamente antes de abocanhá-lo e chupá-lo com vontade. Suas mãos me seguraram pelos cabelos, ditando o rítimo, enquanto ele fodia minha boca com ferocidade. Ele era maior do que eu podia aguentar, mas nenhum de nós se importou, suas estocadas fortes indo até minha garganta e fazendo meus olhos lacrimajarem. Ele gozou dentro de mim, me obrigando a engolir tudo. Milorde saiu de dentro de mim, e tive mais um momento sem nenhum toque, sem saber o que esperar. Quando meus sentidos voltaram a encontrá-lo, foi sua voz que eu ouvi, na altura do meu rosto.


    - Engoliu tudo? - aquele tom sacana dele acabava comigo. Assenti com a cabeça, um sorriso malicioso se formando nos meus lábios. - Muito bem, está aprendendo. Mas ainda tenho muito para corrigir da sua insolência.


    Ah, se tinha! E eu me asseguraria de nunca ser corrigida. Senti seus lábios atacarem novamente meu pescoço, mordendo e chupando se piedade, enquanto sua mão desceu até meu ventre. Um, dois, três dedos penetraram minha intimidade já completamente molhada, enquanto seu polegar circulava meu clitóris, fazendo-me gemer alto. Minha vontade era agarrar seus ombros e arranhar sua pele, mas tudo que eu podia fazer era cravar as unhas na palma da minha mão.


    Seus lábios desceram pelo meu ombro, meu colo, o vão entre meus seios e então, repentinamente, senti seus dentes se fechando em meu mamilo. Meu gemido dessa vez foi quase um grito, a dor e o prazer misturados com a surpresa deixavam tudo melhor. Sua boca se afastou novamente, e então senti um tapa estalar em meu rosto.


    - Agora não quero ouvir mais nem um pio, até você gozar. Se gemer, eu juro que paro. (N/A: roubei mesmo do labirinto! Kkkkkk) - ele murmurou em meu ouvido, mordendo o lóbulo depois. Tive que morder o lábio para me conter, porque ele simplesmente aumentou o rítimo entre minhas pernas, os dedos da outra mão apertando o mamilo que ele havia mordido. Eu não sabia como ainda estava me aguentando sobre os meus joelhos. - Vem pra mim, Bella. Quero te ver gozar. Só. Ver.


    Como não conceder a um pedido – ou melhor, uma ordem – dessas? Meu corpo cedeu às ondas de prazer o invadido, explodindo todos os meus sentidos. Mesmo de olhos vendados, eu sabia que o lorde estava sorrindo, aquele sorriso que ele sempre dava quando via meus orgasmos. Era seu melhor sorriso, o mais verdadeiro, e era só para mim. Hoje eu estava privada daquele sorriso, mas a força do orgasmo que me tomava não deixava que eu me importasse. Milagrosamente, consegui não gamer, e ele só tirou seus dedos de mim quando meu corpo já começava a se acalmar.


    Um de seus braços contornou minha cintura, ajudando a me sustentar, enquanto a mão que havia me masturbado tocou de leve minha boca. Parti meus lábios, sabendo o que ele queria, e lambi todo vestígio do meu gozo que havia em seus dedos. Sua mão se afastou, e senti seus lábios roçarem os meus levemente. Tentei me inclinar para aprofundar o beijo, eu precisava desesperadamente da boca dele na minha, mas ele se afastava, provocativo.


    - Ainda não aprendeu, Bella? Sou eu que dito as regras aqui. - ele falou, seus dedos escorragando novamente sobre meus braços, dessa vez com força.


    Ouvi o clique da algema sa desfazendo, e achei por um segundo que ele estava me libertando. Suas mãos, porém, seguraram meus pulsos comfirmeza e simplesmente os trouxeram para a frente do meu corpo, prendendo-os novamente com a algema. Ele me ajudou a levantar e conduziu-me por alguns passos às cegas pelo cômodo. Senti meu braço ser suspendido e percebi que a algema havia sido pendurada um pouco acima da minha cabeça. Meus antebraços ficaram escorados numa superfície lisa e fria, e calmamente, mas sem muita delicadeza, suas mãos forçaram meu tronco para frente, fazendo-me escorar a cabeça nos braços.


    Sem nenhum aviso, ele me penetrou por trás, suas mãos firmando minha cintura no lugar, a força do movimento me prensando na parede. Soltei um gemido alto, enquanto ele quase me rasgava por dentro com a força de suas estocadas. Senti um tapa em minha coxa, que me fez apertar os olhos sob a venda.


    - Pen...pensei que eu já podia gemer agora, Milorde. - falei, minha voz rouca e alterada. Eu estava tão sensível, e ele me penetrava tão forte e fundo... já começava a sentir outro orgasmo se formando. As algemas se enterravam em minha pele a cada vez que meu corpo era prensado contra a parede, e a dor em meus pulsos era só mais um dos detalhes que tornava aquilo perfeito.


    - Pode. - ele disse, e eu conseguia ouvir a excitação em sua voz também. - Mas agora vai gemer só meu nome. - suas unhas, apesar de curtas, arranhavam a coxa em que ele tinha batido, e a força de suas estocadas só aumentavam. Tudo isso me deixou na beira do abismo, mais um empurrãozinho, e eu tinha outro orgasmo. Como se soubesse exatamente isso, o lorde agarrou meus cabelos, puxando-os com força. - De quem você é, vadia? Diz pra mim quem é seu dono, diz. - ele sussurrou no meu ouvido.


    - My Lord! - eu não disse, eu gritei. Aquele foi o empurrão que eu precisava, senti novamente o orgasmo explodindo em mim, levando cada partícula do meu corpo ao mais puro extase. E ele veio junto, me enchendo, me inundando e, a não ser que meus sentidos tenham me enganado, murmurando meu nome.


    Quando ele saiu de mim, as algemas e a venda desapareceram, e eu escorei todo o meu peso na parede. Senti os braços do lorde contornarem minha cintura, colando seu corpo nas minhas costas e apoiando o queixo em meu ombro. Nossas respirações alteradas estavam no mesmo compasso. Desabamos juntos nos chão, e eu me virei para ele, apoiando minha cabeça em seu peito.  O cheiro do suor e do sexo e dele inebriavam meus sentidos, e naquele momento o mundo pareceu parar, só havíamos nós dois.


    - Eu te amo. - soou uma voz, e percebi que era a minha. Congelei. De onde diabos tinha surgido aquilo? Agora eu estava ferrada. Ele nunca mais ia me querer em sua cama, nunca mais ia querer sequer ver minha cara. Merda, mil vezes merda. Me preparei para sua raiva, para o seu desprezo. Em vez disso, seus braços apenas se estreiatram em volta de mim, e ele depositou um leve beijo no topo da minha cabeça antes de colocar o indicador sobre meus lábios.


    - Shhhh... - foi só o que ele disse.


   

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