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1. Capítulo único


Fic: APENAS MAIS UMA DE AMOR EdP


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Essa songfic é um MM de Enigma do Príncipe e começa no dia em que o trio volta para Hogwarts depois do recesso de Natal.


 


 


Apenas mais uma de amor


 


Capítulo único


 


Na mesma noite em que chegaram na castelo, Harry virava de um lado para o outo na cama, inquieto, irritado, sentindo-se com as mãos atadas, pensando no “mistério Malfoy”, odiando Snape e incomodado com o ronco de Neville. Sentou-se bruscamente e buscou o óculos na mesa de cabeceira.


-Sem sono? – Rony perguntou da cama dele


-O que você está fazendo acordado?


-Nada – deu de ombros – Eu só estava pensando em uma coisa.


-Coisa ou pessoa? – Harry perguntou assim que se sentou na beirada da cama do amigo e, mesmo na penumbra viu os olhos espantados dele – Está pensando na Lilá? – cutucou.


-Quem? – balançou a cabeça – Não, é ... – calou-se.


-Hermione? – Harry completou.


-Você está maluco? Hermione ... – ironizou – Ela que ... que ... se dane!


-Rony! – Harry ralhou baixo e bravo – Não fala assim da Hermione! Ela está com a gente desde o começo e você não vai falar assim dela só porque você agora se atraca com uma gostosona burra e fútil! – Rony engoliu em seco com a mordacidade das palavras de Harry, e se afastou um pouco quando ele voltou à falar, mais irritado – Eu estou cansado disso! Juro que estou Rony! A Mione foge de mim quando você se aproxima, e você me impõe a presença daquelas duas chatas – disse se referindo à Parvati, além de Lilá, é claro – Consequência: ou eu estou sozinho ou fico ouvindo você reclamar da Hermione ou ela reclamar de você – respirou fundo antes de começar voltar a falar, agora em um tom mais baixo – Olha Rony, eu já estou até acostumado à ter uma vida de merda! Mas ela melhora muito quando eu posso estar e contar com vocês dois – ambos ficaram mudos por alguns segundos, prestando muita atenção aos próprios pés, antes de Harry completar – Conversa com ela.


-E o que você quer que eu diga?


-A verdade – Rony pareceu não entender – Que você aceitou as investidas da Lilá por cíume! Porque Gina disse aquilo sobre ela e Krum, porque você queria que Hermione também sentisse cíume de você, porque você é um estúpido que não enxerga um palmo à frente do próprio narigão! A Hermione anda muito triste, eu imagino porque mas não tenho certeza.


-Porque ela não escreve para aquele búlgaro? Talvez ela se sinta melhor!


-Certo – Harry encerrou o assunto antes que sucumbisse à vontade de estapear o amigo – Você é que sabe! – e saiu do dormitório.


Rony ainda ficou alguns minutos sentado na cama, estático, antes de sair atrás de Harry, decidido até mesmo à pedir desculpas por fazer o amigo se sentir sozinho, mas parou quando ouviu vozes e percebeu que Harry conversava com alguém.


-E você não vai dormir não? – ele ouviu o amigo perguntar e sentiu um frio na barriga ao ouvir Hermione responder que ainda ia ler mais um pouco – O que você tem Mione? – Rony pôde ouvir o suspiro dela antes de responder.


-Não é nada demais – ela respondeu calmamente e Rony deixou escapar um sorriso, se dando conta logo depois que tinha sentido saudade da voz dela. “Doce” pensou deixando escapar outro sorriso – Eu estou bem, juro! Dentro do possível... Acho que eu só estou ... cansada.


-Você está assim por causa do Ro...


-Não! – ela foi categórica - Não estou assim por causa de ninguém. Vai deitar, daqui a pouco eu também vou.


-Certeza? – ela sacudiu a cabeça em afimação – Tá bom – Harry ainda permaneceu de pé por poucos segundos, tentando decidir se contava à ela que tinha acabado de “explodir” com Rony no dormitório, mas não teve coragem. Ele conhecia Hermione muito bem: ela estava triste! Não ia discutir o assunto “Rony” naquele momento – Eu vou subir. Boa noite.


Hermione sorriu em resposta e voltou seus olhos para o livro, lendo cada palavra sem processar nenhuma, não conseguia desviar seu pensamento de Rony, era como se o rosto dele obrigasse seu cérebro à se esvaziar de qualquer outra coisa. Os olhos começaram à arder quando a imagem nítida de Rony e Lilá juntos fez que ela chorasse. Em silêncio, os olhos afundados na mesma página que abrira desde o momento em que resolveu descer um pouco para ler, tentando assimilar alguma coisa, esfregando os olhos tentando desembaçar a visão. Levantou o livro para que cobrisse o rosto assim que ouviu passos de alguém se aproximando.


Assim que Harry começou à subir as escadas em direção ao salão comunal, deu de cara com Rony parado nos últimos degraus. Eles se encararam por alguns instantes.


-Porque você não vai até lá falar com ela? – Harry perguntou com a voz em falsete e Rony não respondeu – Só vai até lá – virou as costas e subiu. Com o coração aos pulos, Rony venceu os últimos degraus da escada e viu Hermione com o rosto escondido pelo livro, afundada em uma poltrona. Sentou-se em outra, exatamente em frente à dela, mas não disse nada. As lágrimas no rosto de Hermione aumentaram consideravelmente, e ela acabou se denunciando ao fungar alto e passar a mão pelo rosto.



Eu gosto tanto de você, que até prefiro esconder
Deixo assim ficar subentendido
Como uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor obrigação de acontecer


 


-Você está chorando? – Rony perguntou e viu Hermione virar a página do livro agressivamente, sem responder – Aconteceu alguma coisa Mione?


-Aconteceu – “aconteceu que eu não estou aguentando ver você e aquela vaca juntos, aconteceu que eu não sei mais o que fazer à não ser ter vontade de experimentar seus beijos e seus braços, aconteceu que eu sou uma idiota que fica chorando escondida pelos cantos” pensou, mas todas essas respostas morreram em sua garganta – É um livro novo, um romance. Eu só me emocionei, é isso. – voltou, ou tentou voltar à leitura, mas ela podia sentir que Rony não desviava os olhos dela – Insônia? – ela perguntou de maneira amigável, ainda sem levantar os olhos para encará-lo. Resolvera dar uma trégua às brigas, forçando-se à acreditar que faria isso por causa de Harry.


-É ... acho que sim.


-Preocupado com alguma coisa? – ela continuou sem mover sequer um músculo.


-Acho que ... na verdade eu estava aflito em não estar falando com você – “eu não acredito que eu disse isso!”.


-Eu estou falando com você Rony – ela levantou os olhos dessa vez, mas não teve coragem de encarar os dele – Só não faço questão da presença da sua namorada pegajosa – voltou para o livro, uma pergunta ardendo em sua garganta. De novo escondida atrás das páginas ela fez uma pergunta direta, tentando parecer o mais displicente possível – Você gosta dela?


-Gosto! – a resposta saiu exagerada demais para ser uma verdade.
-Mesmo? – ela o encarou e o bolo se formou em sua garganta. “Não vou chorar! Não vou!”


-Acho que gosto, não sei direito ... Não é com o tempo que a gente descobre?


-Também, mas ... eu acho que existem alguns sinais que ... ah, deixa isso pra lá. Eu não acredito que estamos falando sobre isso.


-Incomoda você?


-O que? – “Incomoda. Você e Lilá juntos me incomoda muito!”


-Falar sobre esse assunto – ele a encarou – Sobre gostar de alguém.


-Não, acho que não Rony.


-Então?


-Então o que? – Hermione olhou-o espantada – Você quer falar sobre a Lilá? Você já disse que gosta dela. Assunto encerrado.


-Eu não disse...


-Disse! Eu perguntei e você respondeu “gosto”, e de maneira bem acertiva. Então você gosta – calou-se por medo de denunciar o bolo que se formava em sua garganta.


-E como a gente sabe? – Rony perguntou um pouco depois e Hermione descobriu o rosto, uma expressão confusa – Os sinais ... que você disse – outra pequena pausa em que ele ousou se perder nos olhos marejados dela – Como a gente sabe se gosta de verdade? - Hermione suspirou profundamente, fechou o livro sobre o colo e pousou as mãos sobre ele. Demorou-se um pouco para começar à falar, tentando ler o que os azuis dos olhos dele poderiam deixar transparecer, mas os desviou rapidamente.


-Eu acho que – ela limpou a garganta antes de continuar, um pouco encabulada – Acho que ... quando a gente gosta de alguém – pensou um pouco – a gente tem vontade de estar sempre por perto, se preocupa com o que outro está sentindo e ... – sorriu, arrancando um sorriso de Rony também. Sorriso que ela não viu porque estava concentrada demais nas mãos e na capa do livro em seu colo – A gente sente a perna bamba, o coração acelera, as mãos começam à suar ... ficamos sempre observando ... parece que conhecemos cada gesto, ação ou reação antes mesmo delas ocorrerem ... reconhecemos o cheiro e ... conseguimos encontrá-la no meio da multidão... sentimos vontade de beijá-la e abraçá-la até quase sufocar e ... o mais importante: quando você se aproxima, uma coisa inexplicável, mas realmente muito boa, acontece aqui – encarou-o e colocou uma das mãos sobre o peito, perto do coração e corou muito ao perceber que tinha usado a palavra “você”, ao invés de dizer “a gente”, “nós” ou “a pessoa” – O problema Rony, não é descobrir se a gente gosta ou não, mas descobrir que a outra pessoa não sente a mesma coisa – eles se encararam constrangidos – acho que é mais ou menos isso – ela deu de ombros.


-E você já sentiu tudo isso? – Hermione tremeu com a pergunta, o pânico entalado em sua garganta. Se denunciaria se respondesse? Fazia tanto tempo que não conversavam amigavelmente que resolveu, dentro de alguns limites, dizer a verdade.


-Já – a voz saiu decidida.


-Pelo Vítor? – ele bem que tentou perguntar parecendo indiferente, mas a pergunta saiu rosnada.


-Não – ela fez um olhar severo, mas não tinha vontade de brigar com ele de novo – Foi legal com o Vítor, mas eu não senti nada disso por ele. Nem com ele.


-Ah, mas ele sentiu ...


-Eu sei que sentiu – ela o interrompeu – Ele me disse com todas as letras.


-Disse o que? – Rony tinha as pontas das orelhas perigosamente vermelhas.


-Disse que é apaixonado por mim – “Toma do seu próprio veneno!” – Me manda cartas e às vezes até presentes.


-Que você devolve, né? – ele se levantou e foi se sentar ao lado dela, fazendo com que Hermione engolisse em seco com a proximidade.


-Depende – ela o encarou – eu já aceitei flores, chocolates, livros e alguns presentinhos, deixando claro que eu o queria só como amigo. Outras coisas mais caras eu devolvi com um pedido educado de desculpas.


-O que por exemplo?


-Jóias – os lábios de Rony se crisparam com a resposta – Convites para festas, para viagens, essas coisas...


-Eu não disse Hermione? Ele não presta! Ele quer comprar você! – cerrou os punhos com força. Hermione respirou profundamente buscando por toda paciência que poderia reunir. Ao invés de começar uma briga, resolveu tentar conversar sobre o assunto de maneira civilizada com Rony – Ele não está tentando me comprar, ele só está querendo me agradar. Se o Vítor realmente gosta de mim como ele disse, eu não posso culpá-lo por tentar. Até porque ele não me pressiona. Vítor é gentil e me agrada da maneira como ele pode.


-Ah, é mesmo! – Rony soou sarcástico, batendo a mão na testa – Ele pode te dar uma jóia por semana.


-Pode – ela interrompeu – Ele realmente pode. Mas isso não influencia o que eu sinto por ele. Não muda nada.


-Desculpe, eu não quis dizer que...


-Eu sei que não – ela foi complacente – Ele é meu amigo. E o que eu quero, ele não pode me dar.


-E o que seria? – ela o encarou sem responder, então ele continuou – Hum ... aquela coisa boa aqui? – ele perguntou enquanto colocava a mão sobre o próprio peito.


-É Rony – ela sorriu e corou, depois voltou ao livro antes que sucumbisse à vontade de dizer que ele a fazia sentir assim. Olhou-o de relance e percebeu o olhar dele em sua boca. “Tão perto” – pensou. Precisava dizer alguma coisa, por isso voltou aos assunto “presentes” – Você já deu presentes à Lilá?


-Não – ele abaixou a cabeça envergonhado – Não posso compra uma jóia por semana –rosnou.


-No caso da Lilá, pode ser que isso faça diferença, mas para a maioria das garotas, eu acho que não. Um presente especial pode sair de graça Ron. Você não precisa de dinheiro – Ele a encarou incrédulo, mas sem saber direito o que dizer – Verdade! Você já viu como são lindas as flores que crescem no jardim do cstelo? Ou ... como é bonito observar a lua e as estrelas de uma das torres? E ... um pequeno bilhete no meio do livro, dizendo que sente saudade ou que está feliz por estar ao lado dela ... essas coisas. Elas não custam nada! Agora, se você faz questão de gastar uns trocados, leve-a pra tomar um sorvete e depois você diz que fez isso só pra sentir o sabor dele na boca dela – corou muito e levantou o livro.


-Você realmente devia escrever um livro sobre esse assunto.


-Eu não sou “expert” no assunto Rony, mas ... pode não parecer, mas eu penso em outras coisas além de livros e estudar.


-Você é uma garota! – ele riu e arrancou uma risadinha dela também.


-É, eu sou – guardaram um silêncio constrangido por alguns segundos.



Eu acho tão bonito isso
De ser abstrato, baby
A beleza é mesmo tão fugaz
É uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de convencer


-Quem é ele? – Rony perguntou de sopetão.


-Ele quem? – “Ai, Mérlin! Isso não vai dar certo!”, pensou e levantou o livro escondendo o rosto mais uma vez, mas Rony o abaixou delicadamente.


-O ... o ... esse aí que você disse...


-Disse o que? – ela perguntou só pra poder admirá-lo mais um pouco. Parecia ridículo, mas ela gostava muito de vê-lo envergonhado, as pontas das orelhas vermelhas.


-Esse que ... esse cara que te deixa com as pernas bambas...


-Eu acho que isso não vem ao caso – ela o interrompeu.


-Mas eu quero saber!


-Pra que? – ela bufou e tentou voltar à leitura, mas mais uma vez Rony afastou o livro do rosto dela.


-Porque eu acho que ele está te magoando – se encararam tentando ler o que o outro pensava.


-É Rony, ele está me magoando – ela baixou os olhos – Mas isso não é da sua conta. Eu posso resolver isso sozinha.


-Eu vou socar a cara dele! – cerrou os punhos mais uma vez.


-Não tem porque – deu de ombros – Ele nem sabe! Acho que nem desconfia!


-Quem é? – ele repetiu a pergunta.


-Eu tenho o direito de não me expor desse jeito Ronald! Você não vai saber e assunto encerrado.


-Não! Gina sabe, não sabe?


-Ela desconfia.


-E o palpite dela está certo?


Hermione deu uma risadinha de escárnio e levantou o livro mais uma vez, e de novo, Rony o abaixou.


-Você acha que ele pode sentir a mesma coisa por você?


-Acho que não – sentiu os olhos arderem.


-Você já perguntou à ele?



Pode até parecer fraqueza


Pois que seja fraqueza, então


A alegria que me dá


Isso vai sem eu dizer


 


-Não, nem vou perguntar. Um dia ele descobre – baixou os olhos decidida à não sucumbir às lágrimas, mas Rony delicadamente levantou seu rosto e a encarou. Ela não conteve mais e deixou que lágrimas silenciosas escorressem por seu rosto. Rony limpou-as com os polegares e segurou o rosto dela entre as mãos dele. Nunca saberia por quanto tempo ficaram se encarando, até que ela sentiu o rosto dele se aproximar, o estômago se contorcendo em dúvida. Queria beijá-lo até o dia amanhecer, mas sucumbir traria problemas. E havia Lilá. Não que Hermione gostasse dela ou se importasse com o que ela pensaria, mas não seria justo com ninguém. Com Lilá, Rony ou ela mesma. Mesmo assim fechou os olhos e sentiu os lábios de Rony roçarem levemente os seus. Aproveitou a sensação por poucos segundos e devagar o afastou, as lágrimas voltando acorrer – O que você está fazendo? – perguntou em um sussurro.


-Eu ... – ele engasgou –Eu ... desculpe – deixou que os braços caíssem ao lado do corpo – Eu não quis me aproveitar da situação, eu ... acho que foi um impulso, eu ... eu não gosto de ver você assim. Desculpe, tá bom? – ela assentiu devagar com a cabeça – É que ... acho que esse assunto não foi ... uma boa idéia.


-É, acho que não! – a resposta saiu mais raivosa do que ela gostaria. “Porque ele não diz outra coisa? Impulso? Má idéia? AH! Que ódio!” – Bom, eu vou dormir – levantou-se bruscamente.


 


-Vai me deixar aqui sozinho?


-Vou! – ela foi categórica – Mas antes, me responde uma coisa? – ele a encarou esperando – Você sente aqueles “sinais’ quando está perto da Lilá?


-Não – a resposta saiu em um murmúrio.


-E você já sentiu isso por alguém?


-Já – olhou para as pontas dos dedos.


-E você não disse à ela?


-Não! – ele a encarou – Prefiro ficar calado, ela tem outras opções melhores e nunca ficaria comigo. Eu só me magoaria se eu dissese isso à ela.


-Ok – Hermione virou-se para subir as escadas pisando duro, mas voltou e apontou o dedo para o rosto dele – Você é um idiota!


-Ei! Porque isso agora? – ele arregalou os olhos – Nós estávamos conversando...


-Estávamos! E pode ficar tranquilo que eu não vou contar à Lilá que você ... que nós ... bom, que a gente ficou conversando amigavelmente de madrugada. Não vou trazer problemas pra você! – virou-se rapidamente, o cíume e a mágoa corroendo seu estômago.


-E você pode continuar se correspondendo com aquele aproveitador nojento.


-Pode ter certeza! – ela respondeu sem se virar, os dentes cerrados – Boa noite, “Ronald babaca Weasley”. – e subiu as escadas correndo para que ele não a visse chorando mais uma vez. Deitou-se em sua cama, e no escuro do quarto, passou seus dedos pelos lábios, ainda sentindo o gosto e a pressão da boca de Rony sobre a sua. Ao invés de sorrir, voltou à chorar, se amaldiçoando por sentir o que estava sentindo, por saber que Lilá dormia tranquilamente na cama ao lado, e que no outro dia de manhã, seria os lábios dela que Rony provaria. Afundou a cabeça no travesseiro e chorou mais um pouco, buscando forças para conseguir relaxar e dormir. Pelo menos um pouco.


Rony se jogou na poltrona e passou as mãos impacientes pelo cabelo. Andou a esmo pela sala por algum tempo antes de chutar uma poltrona. Deixou que seus ombros caíssem em um gesto de cansaço e rumou para seu dormitório, odiando Lilá, Hermione, o “tal” que deixava as penas dela bambas e a si mesmo. Resignado, tentou dormir, depois de passar a língua pelos lábios, ainda procurando um pequeno vestígio que fosse, do gosto dela em sua boca.

Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer, eu vou sobreviver
O que eu ganho; o que eu perco
Ninguém precisa saber

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Comentários: 13

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Enviado por Mariana Pattinson em 09/07/2012

Super romântica, normalmente não leio esse tipo de fic, mas vou te dizer, você me surpreendeu. Lindo demais e triste... mas o amor só é verdadeiro se houver sofrimento, afinal. E como eles sofreram...

Nota: 1

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Enviado por Mi Granger em 25/01/2012

Linda e deliciosamente viciante. Essa fic é tão boa que merece continuação. Que pena ser apenas um capítulo... Mas está lindamente única, é uma das minhas preferidas agora. Realmente amei rsrs
Peço que, por favor, leia "Apenas mais um baile" ->
http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=42281  ou "O devaneio de Ron" -> http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=42354

 Espero anciosamente sua opinião sobre elas.

Nota: 5

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Enviado por lumusgabi em 09/12/2011

Linda!

Deveria continuar, awn.

 

Beijos!

Nota: 5

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Enviado por Iza Greenleaf em 03/11/2011
Linda de verdade, adorei, não poderia ter escolhido música melhor!!! Poxa, kii linda
Nota: 5

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Enviado por AlaskaSchreave em 23/10/2011

muiito fofo T.T

Nota: 5

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Enviado por Mônica Viana em 28/09/2011

definitivamente... emocionante!!*suspiro* Parabéns

Nota: 5

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Enviado por Lily Proongs em 20/09/2011

AMEI

Nota: 5

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Enviado por Eduarda Vasconcelos em 28/08/2011

Chorei...

Nota: 5

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Enviado por Camile Damasceno em 26/08/2011

ooown gnt que foooooooofo *-*,  merece ma bela continuaçãaao!

Nota: 5

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Enviado por analuba97 em 20/08/2011

OMG!!!!! adorei! nao tem mais? escreve!! vai, please! G.G

Nota: 5

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Enviado por Sheila Lopes em 15/08/2011

Lindaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.

Nota: 5

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Enviado por erika Alves em 14/08/2011

muito linduuuuuuuuuuuuuu!

Tem mais??

 

diz que sim, vai! diz? diz? sim?

Nota: 1

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Enviado por RayssaFariass em 14/08/2011

muito fofo!

Nota: 5

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