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17. Férias de Natal e Ano-novo


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


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O Natal finalmente chegara.


Desde que foi anunciado na manhã seguinte que não haveria mais o clube, as pessoas pareciam muito menos animadas para a chegada das férias. Alguns olhavam feio para Tom, como se o cancelamento tivesse sido culpa dele. E foi, é claro.


Outras já desviavam o olhar com medo de que a qualquer momento ele usasse nelas a Maldição Cruciatus. E o restante parecia indiferente.


O ano estava terminando, provas chegando e o ganhador da Taça das Casas seria logo decidido. No último jogo, Grifinória havia vencido Corvinal e agora a decisão estava entre as duas Casas rivais.


E parecia que para muitas pessoas, o quadribol era a única coisa que importava.


Tom era indiferente a esse jogo e a única coisa relativa que o agradava, eram as aulas de voo.


Ouvira falar que apenas o primeiro ano tinha essa aula e então Tom aproveitava o máximo que podia quando estava em cima da vassoura.


Naquela manhã de Natal, Tom acordou e olhou pela janela. A neve caía forte e sem piedade. O barulho de pessoas que já haviam despertado e estavam agora brincando de fazer bolas de neve, chegava aos ouvidos do garoto como sons que o perturbavam.


Como as pessoas podiam ser tão escandalosas?


Levantou da cama e viu sua cama vazia de presentes, em contraste com as outras.


Não esperava que fosse ser diferente e por isso não se sentiu chateado. Até porque detestava aquela data. As pessoas só se preocupavam em ganhar coisas, comer, não ter que estudar e usavam a desculpa de uma pessoa que havia nascido naquele dia para poderem ter tudo isso.


Daria de tudo para ter mais um dia de aula, em vez de ter que sentar na mesa do café da manhã e ter que ouvir coros de músicas natalinas.


E foi exatamente o que aconteceu.


O salão estava bem mais vazio do que o normal, muitos alunos haviam voltado para casa, rever sua família e amigos. Tom tinha essa opção também e é óbvio que escolheu ficar ali.


Vários professores, com ajuda da magia, enfeitavam um enorme pinheiro no canto do salão. Alguns alunos cantavam “Noite Feliz” no coral do colégio treinando e até os fantasmas de Hogwarts usavam decorações espectrais especiais.


Sentou-se em sua mesa e puxou um bolinho para comer junto com o leite quente. Estava já no décimo cookie, quando algumas poucas corujas entraram pela janela para entregar os presentes dos alunos que ficaram.


Tom voltou a olhar para frente quando uma delas pousou em cima de seu prato com torradas.


- Ahhhh. Você acabou com as minhas torradas, sua idiota! – espantou a coruja que deu um salto para trás, mas não saiu do lugar. Tom percebeu que o pacote, atado à perna dela, era para ele e desatou o nó.


Pôs o biscoito que segurava na boca e com as duas mãos livres abriu a carta que vinha junto ao presente embrulhado em um lindo papel vermelho e dourado.


 


Feliz Natal.


Aqui no orfanato sempre foi costume dar presentes a todos os membros. Você pode estar longe, mas continua a ser deste lugar.


Sinceramente,


                      Virginia Candle.”


 


- Mas quem diabos é Virginia Candle? – Tom se perguntou e abriu o pacote. – E ainda por cima me mandou com as cores da Grifinória. – Um jogo de damas de baixa qualidade junto com uma jaqueta de lã com o desenho de um sorridente Papai Noel, estavam empilhados. Tom fez uma careta e empurrou para o lado seus únicos presentes. Jogaria fora mais tarde.


Resolveu, após o café da manhã, dar uma volta pelo terreno do colégio lotado de neve.


Andava observando o lago congelado e algumas pessoas andando de patins em cima dele, quando algo o atingiu por trás e Tom caiu de rosto na neve fofa.


- Quem foi o...? – virou-se irritado e deu de cara com a simpática Coline.


- Oi, Riddle.


- Qual é o seu problema? Por acaso você fica me perseguindo pela escola?


- Não. Quero ser sua amiga.


- Quantas vezes tenho que dizer que não preciso de nenhum amigo? – voltou a andar na frente e deixar a menina sozinha.


- Todo mundo precisa de amigos.


- Não eu.


- Vem! Hoje é Natal, vamos nos divertir. Ah é! Feliz Natal!


- Eu não gosto do Natal e não quero me divertir. Seu conceito de diversão é diferente do meu. – virou-se para a frente, mas a menina insistiu.


- Nossa. Que pessoa animada é você, heim? – riu. – Quer patinar no gelo?


- Não.


- Quer fazer boneco de neve?


- Não.


- Quer fazer anjo de neve?


- Não.


- O que você quer fazer então?


- Ficar sozinho. Pode ser?


Ela suspirou cansada e deu de ombros.


- Como queira. Feliz Natal. – se aproximou dele. Tom deu um passo para trás, puxou a varinha e gritou:


- O que está fazendo?!


- Eu ia te dar um beijo! – ela chegou perto e beijou o topo da cabeça dele. – Pronto. Não ia te machucar nem nada. Tchau.


Tom continuou de cara amarrada e voltou a andar. 


 


***


 


Estava na hora da festa e a ceia estava toda posta na mesa. Os fantasmas passavam cumprimentando a todos, apresentações de guerras medievais foram interpretadas por eles.


O coral se apresentou e todos aplaudiram. Até Tom, para acompanhar.


Na mesa havia peru, pernil, travessas e mais travessas de arroz, bacalhau entre outros deliciosos alimentos.


Foi permitido que os alunos tomassem o melhor hidromel vindo do pub Três Vassouras em Hogsmeade. Tom provou da bebida e percebeu que nunca havia tomado algo tão gostoso.


A noite foi bastante agradável e Tom teve que dar o braço a torcer: esse havia sido o melhor Natal que já vira na vida.


Agora pensava em alguns dias a frente. Será que a magia de Hogwarts transformaria seu aniversário em algo bom, também?


 


***


 


Os outros onze aniversários de Tom não foi o que se podia chamar de aniversário dos sonhos.


Normalmente não era lembrado, pois por ser no dia do ano-novo, todos estavam muito ansiosos para a festa. Mas também todos fizeram questão de esquecer tal data, porque em um dos anos, organizaram uma festinha para ele.


Havia bolo, bolas de encher, enfeites e até chamaram um palhaço. O menino estava se divertindo – ainda não era tão calado e sério – quando um dos colegas começou a irritá-lo e implicar com seu jeito calado.


Tom por fim se irritou, o bolo explodiu pelos ares, as velhinhas caíram na mesa coberta de papel para enfeitar e tudo começou a pegar fogo. O cabelo do palhaço inclusive.


Hoje em dia, esse era o aniversário que Tom mais gostava de se lembrar.


Na noite de ano-novo, ele resolveu ficar em uma sala de aula, sozinho, em vez de ir para o baile que estava tendo.


Lia um livro pego na biblioteca, um que ensinava as poções a serem usadas na transformação do bezoar, quando o professor Dumbledore entrou pela porta.


- Tom. O que está fazendo aqui? – ele o olhou e escondeu o livro. – Não deveria ficar sozinho hoje.


- E por que não?


- Porque hoje é o dia do seu aniversário.


Esperava que ele fosse dizer algo como: pois hoje é ano-novo, a festa está boa, ou algo do tipo. Não esperava que ninguém lembrasse. Por um momento, esqueceu a raiva que tinha do professor.


- Como o senhor sabe?


- Sei tudo a respeito dos meus alunos.


Aquela declaração parecia ter muito mais coisas implícitas do que foi dito. Tom o encarou por um momento.


- Vá para o salão. Quando der meia-noite, todos terão uma surpresa.


- Ah claro, fogos de artifícios não são surpresas.


- Por acaso você está em um lugar trouxa? Acha mesmo que terá simples fogos?


A curiosidade de Tom foi atiçada. Fingiu continuar indiferente. Dumbledore deu de ombros e saiu. Logo em seguida, Tom guardou o livro e desceu para o salão.


O salão estava todo decorado, neve caía até a metade da distância entre o teto enfeitiçado e o chão, mas não chegava a tocar nas pessoas ali em baixo. Fogos enfeitados das mais variadas formas, perseguiam os alunos que riam e corriam. Quando conseguiam alcançar sua vítima, ele explodia em várias cores e a pessoa ficava coberta de purpurina.


Uma ceia deliciosa era apresentada em todas as mesas. Quando finalmente deu meia-noite e todos gritaram “Feliz Ano Novo”, uma apresentação de duendes estranhos, que vestiam verde, começaram a dançar pelo ar e depois em volta das pessoas.


- Isso são leprechauns! – uma menina gritou. Tom achava que leprechauns fosse algum tipo de mito, mas depois que conheceu Hogwarts e soube que era um bruxo, nada mais podia ser irreal.


Eles começaram a jogar galeões na cabeça de todos. Os mais novos se abaixaram para pegar desesperadamente, inclusive Tom, que apanhava os que caíam em sua frente e guardava nos bolsos.


- Ahhh...você sabe que vai sumir, não é? – Coline sentou-se ao seu lado pegando um galeão de sua mão.


- Sumir?


- Sim. É ouro de leprechaun. Você acha que eles distribuiriam de graça? É falso.


Tom ficou desapontado e colocou tudo de volta na mesa.


- Se ao menos fossem de chocolate não seria um total desperdício. – ela deu de ombros e voltou para a sua mesa.


Tom pegou uma moeda e olhou desolado. Ainda havia muito o que aprender.

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