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2. Passado. Futuro.


Fic: Severus - A partir de Agora (Snape/OC) NC17!! - Indicada para o Multifaceted na categoria Dark


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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J.K. é a dona, só estou me divertindo. E não estou ganhando dinheiro com isso.





Por favor, não me processe, eu não tenho nada.






Agradeço a todos os bons autores que li. Com certeza muito influenciaram.







E como disse um deles, se você reconhecer algo, não é meu.









 






No livro dois Harry Potter está com 12 anos, então ele nasceu em 1980.




Cálculo: A festa de 500 anos de morte do Nick-Quase-Sem-cabeça (livro dois).




1492 + 500 = 1992.




Aviso: 




Nesta história, J.K. avançou três anos na data do nascimento de Harry Potter quando publicou os livros.




Só para lembrar:




Severus Snape/ Severo Snape ; Albus Doumbledore/Alvo Dumbledore




Gryffindor/Grifinória - A diretora é Minerva McGonagall, professora de transfiguração.




Slytherin/Sonserina - O diretor é Severus Snape, professor de poções.




Hupplepuff/Lufa-Lufa - A diretora é Madame Sprout, professora de herbologia




Ravenclaw/Corvinal - O diretor é o Flitwick, professor de feitiços.





 







Capítulo 02
      

 
Conversa com Doumbledore.

       






                                "Mal posso esperar para começar"





 





Colocou uma mão sobre os olhos. À frente ainda era uma longa distância até o Castelo.






Tentou se acalmar. Precisava pensar e era melhor se pôr a caminho.






Colocou o capuz sobre os cabelos e recomeçou a andar rápido, esperando não chamar a atenção se houvesse alguém olhando.






Quando chegou às escadas, colocou as mãos nela devagar. Sentiu a textura da pedra velha, sua temperatura. Sorriu. Subiu devagar como uma criança que saboreia um doce. Ainda estava sorrindo quando
 
alcançou a grande porta da entrada e empurrou. Não havia ninguém à vista. Mas escutou vozes ao longe. Entrou.






Não havia ninguém à vista. Estranho. Era agosto não era? Talvez estivessem estudando.






Foi andando em direção às vozes. De repente, uma gata apareceu .
 







- Madame Nora.






Isso queria dizer que...






-
      
O que você quer aqui? A escola ainda não abriu.






Argus Filch estava parado à sua frente com cara de poucos amigos. Um pouco diferente, mas ele mesmo.






Sorriu insegura. Parou.






-
      
Bom dia. Preciso falar com Doumbledore. É importante. - acrescentou ao ver o olhar de desconfiança.






Ele pegou Madame Nora. Parecia pensar.






-
      
É por ali. Mas ele deve estar tomando seu café agora. Eu irei avisar que você quer falar com ele. Qual é
 
o seu nome?






-
      
Cristina Ventur.






Parece que ele esperava alguma coisa. Reconhecê-la? Segurou um sorriso. Ele hesitou.







 
- Venha comigo.






Virou-se sem esperar resposta. Mas ela sabia que ele a vigiava. Começaram a andar pelo corredor.






Estava nervosa. Não sabia como falar com o diretor e seria ainda pior se houvesse pessoas à volta.






Quando as vozes ficaram mais altas, ela percebeu que vinham de uma porta à frente. Parou.






-
      
Está bom aqui. Pode chamá-lo, por favo? - pediu, com um sorriso nervoso.






O gato olhou-a por um momento. Filch imitou.






-
      
Não saia daqui.
 
- virou-se de novo e recomeçou a andar.






-
      
Obrigada. - ele não se voltou.






Ela sentiu como se muito tempo tivesse passado, ali parada, nervosa, esperando.






De repente ela o viu. Era tudo o que ela imaginou. Ficou sem palavras olhando-o se aproximar.






-
      
Bom dia. Sou Doumbledore. - ele sorriu parecendo divertido e intrigado ao mesmo tempo - Queria falar comigo?






-
      
S-sim.
 
- ela não continuou.






-
      
E sobre o que era? - o sorriso parecia ter-se alargado.






Ela percebeu que estava bancando a colegial. Sacudiu a cabeça.






-
      
Poderíamos conversar em particular, por favor?






Madame Nora estava parada na porta. Ele hesitou um segundo.






-
      
É claro. Venha, vamos ao meu escritório.






Andava devagar. Parecia ter os anos que tinha. Algumas coisas, ela percebeu, eram um pouco diferentes.






-
      
É que seria difícil para mim falar na frente de mais alguém agora. - ela tentou explicar, andando ao seu lado.






-
      
Estaremos bem quando chegarmos ao meu escritório. Me acompanhe, por favor.






Completou o resto do caminho em silêncio. Ela viu a águia. Era incrivelmente bem esculpida.






Ele se aproximou. Fez um sinal para que ela o seguisse. Ela foi até ele.






-
      
Sapo de chocolate.






Não ouviu nenhum som enquanto as escadas subiam. Parou. A porta em frente ra de madeira antiga e grossa.






Ele abriu. Quando ela entrou pensou que teria que se acostumar a algumas coisas. Nem tudo era como nos filmes ou nos livros. Isto aqui era mais real. Havia muito de tudo aquilo. Mas era... mais normal.






-
      
Venha e sente-se. - ele disse sentando-se atrás da escrivaninha. Ela ainda estava parada na porta.






Estava meio frio ali apesar do sol que entrava pela janela. Os quadros pareciam parados.






Não. Ela percebeu um pequeno movimento em um deles. Entrou e sentou-se na cadeira em frente à ele.






-
      
E-eu não sei por onde começar.






'Pode começar parando de falar como uma idiota!'

- pensou furiosa.





Ele sorriu.






-
      
Por que não me diz o seu nome.






-
      
Cristina Ventur. Todos me chamam de Nina.






-
      
Bem Srtª Ventur, eu sou Doumbledore.






-
      
Eu sei. Albus Doumbledore, diretor de Hogwarts, Ordem de Merlim. E mais um monte de outras coisas. O maior bruxo vivo. - ele não se moveu. Sorriu de novo. Não parecia surpreso.






-
      
Estou em desvantagem, Srtª Ventur, já que sabe tanto a meu respeito.






Bem, não havia motivos para adiar.






-
      
Sou uma trouxa. - atirou.






Silêncio. Parecia que ele a olhava pela primeira vez.






-
      
Sim. E por que veio me procurar?






Ela ficou mais calma. Ele a escutaria à medida em que ela falasse. Sem forçar.






-
      
Para que me ajude a voltar, já que com certeza não vou poder ficar aqui.






-
      
E quem lhe disse que eu posso ajudá-la?






Ela fraziu a testa.






-
      
Todos sabem que você é um bruxo poderoso. E apesar de eu saber que provavelmente usará obliviate, tenho certeza que não faria mal a ninguém. Nem a uma trouxa.






-
      
É claro que eu não lhe farei mal. Só queria saber quem a mandou.






-
      
Ninguém. Eu peguei uma chave, quer dizer uma parte de uma chave de portal que caiu e vim parar aqui. Imaginei que poderíamos resolver tudo se o encontrasse.






Ficou quieto um momento.






-
      
Talvez eu não esteja perguntando da forma correta. Como é que você sabe quem eu sou? Quem lhe contou?
 







Estava confusa. Imaginava que os livros tivessem sido permitidos e fossem de conhecimento dos bruxos.






-
      
Eu li. Nos livros do Harry Potter.






Ele se aprumou na cadeira devagar.






-
      
Que livros?






-
      
Nos livros. - suas mãos suavam - Harry Potter e a Pedra Filosofal, Harry Potter e a Câmara Secreta, O prisioneiro de Askaban, O Cálice de Fogo, A ordem de Fênix... - ela parou.






Ele tinha estreitado os olhos.






Então ela percebeu. Com os livros sendo de conhecimento público, Voldmort já saberia sobre a Ordem de Fênix! Então...






-
      
Oh, meu Deus!
 
- tudo foi ficando escuro.






-
      
Respire devagar. - ela o escutou dizer.






Ela tinha pensado que os bruxos, tivessem permitido a publicação deles contando com o fato de que nenhum trouxa acreditaria nisso. Seria até mais fácil, nenhum seria acreditado se falasse que bruxos existiam.






Ela mesma tinha tido dificuldade de acreditar e ela estava ali! Mas não tinha pensado nas implicações.






Respirou devagar e abaixou a cabeça. Ouviu o barulho de uma xícara que foi colocada à sua frente. Olhou-a.






-
      
Obrigada. - murmurou pegando-a. A xícara tremeu com um barulho. Ela tomou. Ele esperou. Colocou-a na mesa de novo, não queria se arriscar a deixá-la cair, trêmula como estava.






-
      
Agora, me fale sobre o que está escrito nos livros?






-
      
Eu pensei que fosse só uma história para crianças. Que nada disso existisse. Que você não existisse. - ela divagou - Ele conta tudo sobre Hogwarts, sobre Harry Potter, Hermione, Rony, Voldmort...






Ele franziu a testa.






-
      
E você é uma trouxa.






-
      
Sou! - ele não podia estar duvidando dela! - Pode fazer qualquer teste. Eu não sei lançar um único feitiço sequer. Bem que eu queria, mas... - encolheu os ombros, nervosa.






' O que estou dizendo!'






Isso estava ficando cada vez mais difícil.






Talvez ela ainda estivesse em sua casa sonhando. Beliscou-se. Não. Esfregou o braço discretamente.






'Oh, Senhor!'







Ela lembrou de algo.






-
      
Por que você não usa Veritasserum? Assim vai ver que eu estou falando a verdade. Tudo que sei do mundo bruxo saiu nos livros.






Ele ficou calado um pouco. Ela esperou.






-
      
Fale-me sobre esse... livro. A ordem de Fênix.






-
      
Você era o fiel do segredo. A ordem fica em ... - ela se assustou. Não conseguiu pronunciar as palavras. Olhou-o rápido. Ele não podia ter lançado nenhum feitiço nela.






-
      
Você não poderá dizer onde fica.






Ela entendeu. Não podia contar onde era. Ele era o fiel do segredo. Só podiam falar aqueles a quem ele tivesse contado. Mas todo mundo falava! Respirou.






-
      
Bom, fica na mansão dos Black. Tem o Lupin, os Weasley, Tonks, Mody, e outros.






Ele parecia ter estremecido. Ela tomou mais um gole de chá. Percebeu que estava com fome.






-
      
E tudo isto está escrito num livro?






-
      
Sim. Pelo menos quinhentas páginas só neste quinto livro. - ela falava devagar, parou - A Umbridge ainda está na enfermaria?






Ele hesitou.






-
      
Não.






O estômago dela roncou.






A despeito de tudo, ele sorriu. Ela ficou sem graça.






Ele jogou um pó verde na lareira e pediu que lhe enviassem sanduíches, agora.






Olhou em volta. O velho Chapéu Seletor estava sobre uma estante. Isso lhe deu tempo. Tentou se acalmar.






Virou-se quando ouviu um barulho. Ele destampou uma bandeja que estava num canto.






-
      
Quer um sanduíche?






Ela pegou um.






- Obrigada. Eu não como nada desde ontem. - disse dando uma mordida.






Ele esperou. Recostou-se de novo, enquanto ela comia.






-
      
Esses livros. Todos podem comprá-los?






Ela engoliu.






-
      
Sim. Milhões de livros vendidos no mundo todo. Desde 1999 eles vendem como água. - ela deu outra pequena mordida.






-
      
1999?






-
      
É. Harry está no sexto ano agora. - mastigou - Engraçado. A Escola parece tão vazia.






Ele estava imóvel. Ajeitou os óculos. Levantou-se. Ela o acompanhou com os olhos enquanto acabava seu sanduíche. Ele andou até perto da janela mas não parecia olhar por ela. Virou-se, encarando-a.






-
      
Não tem um jeito fácil de dizer isso. - parou, ele parecia vigiá-la - Este é o ano de 1993 e nós estamos em agosto. Não haverá alunos até setembro.






Ela abriu a boca. Tudo ficou preto de novo e ela quase caiu desta vez. Ele a ajudou de novo.






Para a idade que tinha, até que ele andava rápido.






-
      
Respire. Vamos. Abaixe a cabeça.






O corpo melhorou devagar. Mas a cabeça dava voltas.






-
      
Acalme-se. Conseguiremos resolver tudo. Não se preocupe.






Ele esperou mais um pouco. Voltou a sentar-se pesadamente. Ela continuou muda.






'Não é possível!'





-
      
Agora me diga, em que ano você... que ano é para você.






-
      
2004. - a voz fraca.






Ela sacudiu a cabeça. Não podia acreditar. Ele ficou em silêncio.






-
      
Conte-me tudo o que aconteceu ontem. Do começo.






Ela respirou fundo. Outro longo dia.






 






O diretor se levantou devagar quando ela acabou de contar até sua chegada em Hogwarts.






-
      
Bem. Eu ainda quero saber mais sobre estes... livros. Mas não agora. Você deve estar cansada. Eu pedirei à Minerva que lhe arranje um lugar para descansar. Depois do almoço continuaremos. - Ele se voltou para ela - Vamos.






Ela se levantou. Estava realmente exausta. Com a noite nas árvores, o frio, a caminhada. A conversa toda.






Mas com certeza não ia conseguir descansar. Suspirou.






-
      
Acha que o castiçal era algum tipo de vira-tempo?






Viu-o hesitar um segundo. Devia ser difícil se acostumar com uma trouxa falando assim.






-
      
Não.






-
      
Não? - ela parou.






-
      
Não. Provavelmente era uma chave de portal. Um portal do tempo.






Levou mais que um segundo. Entendeu.






-
      
E agora está perdido. - ela falou devagar - Como eu vou voltar?






-
      
Não se preocupe, agora. Tente descansar até a tarde.
 
Depois conversaremos mais.






Ele parecia cansado.






Desceram pela águia de novo.






Depois de percorrer algumas escadas e corredores. Ele parou em frente à uma porta e bateu.






Quando ela abriu, Minerva McGonagall estava lá. Olhou para Nina.






-
      
Sim, professor Doumbledore.






-
      
Preciso de sua ajuda. Professora Minerva McGonagall esta é...






-
      
Cristina Ventur. - ela completou.






Ele sorriu. Um sorriso cansado. Minerva ficou rígida ao perceber. Olhou de modo severo desta vez.






-
      
Ela será nossa hóspede. Eu gostaria que você lhe arranjasse um quarto para que ela possa descansar até o almoço, por favor.






Minerva franziu a testa. Isso era inusitado. Ele poderia ter pedido a qualquer elfo doméstico.
 
Albus nunca faria nada sem um bom motivo.






-
      
É claro, Albus. Pode ser o quarto após o fim deste corredor. É o mais perto de meus aposentos.






-
      
Está muito bem assim. Por favor, peça a um elfo que o prepare o mais rápido possível. - virou-se para Nina - Você ficará bem com a Professora McGonagall. Eu tenho que voltar a meu escritório. - sorriu encorajando-a - Nos veremos mais tarde.






Quando começou a se afastar, Minerva o chamou e foi até ele. Conversaram rapidamente. Ela voltou.






-
      
O almoço será ao meio-dia. Não há alunos como deve saber. Por isso serão só alguns professores e nós.






-
      
Está bem. Obrigada. - hesitou - Será que seria um incômodo mandar me chamar? É que eu posso dormir e... - não sabia o que o diretor havia dito a ela, mas não ia se arriscar a se perder ali.






-
      
Eu irei chamá-la, não se preocupe. - ela ainda parecia rígida.






-
      
Obrigada. - sorriu.






Recebeu de volta um arremedo de sorriso. Desviou os olhos, quieta. Esperou.






Depois de pouco tempo a professora virou-se para olhá-la.






-
      
O quarto já deve estar pronto. Por favor, me siga.






Minerva McGonagall começou a andar devagar pelo corredor. Ela acompanhou.






Depois de virar para outro corredor ela parou em frente a uma porta.






-
      
Poderá descansar aqui. Espero que esteja tudo a seu gosto.






-
      
Está tudo bem, obrigada.






Minerva esperou que entrasse e fechasse a porta. Desconfiou que ia colocar algum feitiço para mantê-la ali.






Suspirou. Olhou para o quarto. Até que era grande. Uma cadeira e uma pequena mesa. A cama. Um guarda roupa e uma cômoda. Havia uma porta. Ela foi até lá. Um banheiro.






'Graças a Deus.'






Usou-o e tomou um banho. Havia um roupão atrás da porta. Melhor que nada. Vestiu-o e deitou-se na cama.






Pensou que não conseguiria dormir, mas não foi o que aconteceu.






 






Acordou com discretas batidas na porta. Achou estranho não estar em seu quarto quando abriu os olhos.






E havia alguém batendo na porta. Olhou em volta. Então se lembrou. Suspirou. Levantou-se e foi abrir.






A professora Minerva estava lá. Meio pálida, ela percebeu.






-
      
Que bom que conseguiu descansar. - parecia menos rígida e trazia uma bandeja nas mãos - Diante das circunstâncias, pensei que talvez quisesse almoçar aqui mesmo.






-
      
Oh, eu ficaria imensamente grata. - ela sorriu, disfarçando um bocejo, ainda estava cansada.






Pegou a bandeja das mãos da professora. Independente de quais "circunstâncias" ela tivesse se referido, sentia-se grata por não ter que ir a lugar algum. Não tinha tido tempo para pensar, já que dormira como uma pedra e a perspectiva de encontrar os outros agora chegava a lhe dar arrepios.






-
      
Eu virei buscá-la mais tarde, então.






-
      
Está bem. Obrigada.






Com da outra vez, ela esperou que fechasse a porta.






Não se importou. Diante de tudo, isso era o que menos a incomodava.






Não sabia se ia conseguir comer, mesmo assim achou que era melhor tentar.






Colocou a bandeja sobre a mesa. Foi até o banheiro. Era uma sorte que não tivesse precisado dele até agora ou teria tido problemas.






Destampou a bandeja. Havia comida, sanduíches diferentes, leite e suco de abóbora.






'Nossa!'






Aquilo ali daria para alimentar duas pessoas tranqüilamente. Seu estômago roncou. Ela sorriu, triste.






O mundo podia cair, e ela ainda teria fome. Suspirou.






Sentou-se e começou a comer devagar, pensando.






Tentando absorver tudo o que estava acontecendo junto com a comida.






Tudo havia mudado muito de repente. Era como viver um conto de fadas que não era assim tão maravilhoso. Aqui ela não era nada. Uma trouxa. Não tinha mais seu trabalho ou sua vida. Não era importante para ninguém. Não ia mais ver os sobrinhos, os irmãos, os pais. Os olhos nublaram. Ela se moveu. Não ia chorar.






 







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