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16. Uma Decisão Definitiva


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Tom estava deitado em uma cama na ala hospitalar, contemplando o teto. Madame Pomfrey havia colocado ataduras em volta de seu peito e estancado o sangue.


Na cama ao lado, Rodolfo Bones dormia calmamente graças a uma poção que a enfermeira o tinha feito beber. Antes ele parecia estar em estado de choque e ficava o tempo todo repetindo que não queria morrer.


Tom já tinha sido liberado para voltar ao dormitório, mas pediu para que ficasse ao lado do colega. Não que estivesse arrependido, mas para fingir tal coisa.


Toda vez que alguém entrava, via um menino zeloso, de cabeça baixa e arrependido do que fizera.


- Tom. – a voz calma do diretor Dippet o fez erguer a cabeça. – Quero conversar sobre o que aconteceu.


- Eu...eu...sinto muito! Não tive a intenção! Foi um acidente! Eu não queria... – colocou o rosto entre as mãos e começou a se balançar como se chorasse copiosamente.


- Tom. Erga a cabeça. Quero falar com você. – ele obedeceu. Nenhuma lágrima manchava seu rosto, mas esse detalhe só foi notado por Dumbledore que estava um pouco mais adiante.


Além deles, todos os outros professores se encontravam ali, para ouvir dele próprio o que tinha ocorrido.


- Sim, senhor.


- Tom. – repetiu pela terceira vez. – O que aconteceu?


- Estávamos duelando. Ele me acertou com um feitiço que não lembro bem o nome, mas que me feriu...


- O Defodio. Sim, sim. Continue.


- E então eu...eu usei o primeiro que me veio a mente.


- Onde aprendeu esse feitiço?


- Em um livro da biblioteca. Mas não li tudo. Eu só vi o nome, nem sabia o que ele produzia. Eu juro!


- Você sabia, Tom, que o feitiço que usou é uma das Maldições Imperdoáveis? E que isso quer dizer que quem a usa pode ser expulso do colégio e ir para Azkabam?


Tom arregalou os olhos e segurou nas vestes do diretor.


- Diretor Dippet, eu juro!!! Juro que não fazia ideia...eu só li o nome, não sabia o – soluçou – não sabia o efeito. Por favor, acredite.


O diretor abaixou a cabeça e concordou.


- Infelizmente isso não está apenas em minhas mãos. Vamos reunir todos os professores e mais o Ministro e ver o que faremos.


O garoto olhou para o chão.


- Eu entendo. Devo ser punido e voltar para aquele...orfanato horrível.


- Ainda não está decidido, Tom! – a professora Merrythought falou em seu socorro.


- Galateia, por favor. – o diretor Dippet levantou olhando-a e ela se calou. – Vamos nos reunir daqui a dez minutos no meu escritório. Já enviei uma carta para o Ministro. Chegará logo. Vamos deixá-lo descansar, Tom. Volte para seu dormitório e aguarde até amanhã para saber a decisão.


Tom fez sinal afirmativo e saiu da enfermaria. Assim que saiu, correu até seu cofre Pandora e procurou dentro dele um pergaminho em particular. Achou o que queria. O feitiço da desilusão. Levou a varinha ao topo da cabeça e sentiu como se uma água gelada tivesse sido tacada nele.


Lembrou-se então de uma tal Capa da Invisibilidade que ouvira uma vez, um garoto do quarto ano exibindo-se, dizendo que ganhara de presente do pai. Novinha em folha.


Tom, já desiludido, foi até o local onde o garoto dormia e procurou por seu malão. Havia achado de baixo da cama e o abriu silenciosamente. Procurou entre as roupas e quinquilharias até que achou uma grande capa com cores estranhas.


Guardou o malão no lugar e saiu rapidamente dali. Recordou-se também do que Dumbledore havia dito sobre roubar, no dia em que se conheceram. Mas era um caso de extrema necessidade e não estava roubando. Devolveria assim que acabasse de usar.


Não poderia ficar sentado esperando sua sentença. Tinha que ouvir o que estava acontecendo.


Foi até a enfermaria novamente, mas os professores já não estavam mais lá. Dirigiu-se então, para onde já tinha visto alguns alunos irem para ver o diretor. Seguiu por um corredor e viu que um homem estava entrando em uma escada que surgira entre duas grandes estátuas de águia.


Era sua grande sorte, pois se a porta se fechasse, não saberia o que fazer. Correu em silêncio e se espremeu no momento exato em que a porta fechou atrás de si.


O homem tinha um olhar sério, olhos claros e cabelo escuro. Um grande bigode negro tapava quase toda a sua boca. Carregava uma bengala e tinha uma postura soberba.


A escada rolante parou e o homem bateu a porta.


- Entre. – ele a empurrou e entrou na sala. Tom ficou do lado de fora. Achou mais seguro. – Ah! Olá senhor Ministro.


Então esse era o pai de Avery.


Tom encostou o ouvido na porta e a reunião começou.


- Ministro, acho que já está a par do que aconteceu aqui, não é? – a voz do diretor Dippet estava abafada, mas ainda um pouco audível.


- É claro que estou. – era uma voz baixa e parecia rude. – Uma criança do seu colégio usou uma das maldições imperdoáveis em um outro aluno.


- Exato.


- Bem, então não sei o que vim fazer. A lei é bem simples: expulse-o e logo em seguida o mandaremos para a prisão. Posso ir?


- Ministro...mas acho que temos que considerar alguns pontos. Ele apenas leu um feitiço em um livro e não sabia a gravidade da situação.


- É, Ministro! Não podemos fazer isso com uma criança! Mandá-lo a Azkabam... – a voz de McGonagall parecia preocupada.


- Bem, de fato... – ele respondeu.


- Contudo – essa era a conhecida voz de Dumbledore. – temos que levar em conta de que ele é um pouco perigoso.


Tom sentiu ainda mais ódio daquele homem. Estava apoiando sua expulsão?!


- Perigoso, Dumbledore! – era a voz de Slughorn. – Ele tem apenas 11 anos!


- Um garoto de apenas 11 anos que conseguiu usar com maestria uma maldição imperdoável, Horácio. E esse é o principal perigo. Você lembra qual é a imposição para que se consiga utilizar-se dessa magia?


- Bem...você tem que ser bem forte, bom em magia e...hum...querer realmente fazer isso com a pessoa.


- Perfeitamente. – Dumbledore concluiu.


- Eu sugiro que acabemos com o Clube dos Duelos. – era a voz fina de Madame Pomfrey que parecia também, pelo jeito, estar participando do debate. – Você sabe Dippet, que nunca concordei com essa coisa. Isto sim é perigoso.


- Eu posso afirmar que minha aula é completamente segura, Pomfrey. – o som entediado do professor Jacob Benson se fez presente.


- Ah sim! Muito segura.


- Sim, é! Nenhum aluno nunca ficou seriamente ferido.


- Ora!! “Seriamente”... acontece que é uma aula que estimula brigas entre colegas. Um tem que vencer o outro na frente de toda a sua Casa! É claro que gera humilhação. Então vão sempre fazer de tudo, procurar feitiços novos para impressionar. Não por serem maldosos, mas por serem jovens! Isso é normal.


- Concordo com Papoula, senhores. – era Dippet outra vez.


- O que está querendo dizer com isso? – Benson, normalmente calmo, ficou alterado. – Irá acabar com minhas aulas e me demitir?!


- Veja bem, Jacob. Não estou demitindo-o por ser incompetente ou qualquer coisa do gênero. Apenas porque não haverá mais necessidade de suas aulas. Mas irei recomendá-lo com todas as honras e elogios para qualquer lugar que for trabalhar.


- Isso é um ultraje!


- Diretor...não quer mesmo refletir melhor sobre isso? – Dumbledore novamente. – Não digo para expulsá-lo. Acho que todos merecem segunda chance. Mas puni-lo severamente e ficar de olho no garoto...não precisa terminar com o...


- Está decidido, Dumbledore. Agradeço seus conselhos, mas quem decide sou eu e o Ministro, se assim concordar. Essa será a decisão tomada.


- Por mim está ótimo. Perdi o meu tempo, estou entediado, mas pelo menos não vou ter que abrir um inquérito contra um pobre coitado que não tem onde cair morto.


- Então, a partir de hoje, o Clube dos Duelos está encerrado. Avisaremos amanhã aos alunos.


- Ah, eles vão adorar. – Jacob disse com sarcasmo. – Um ótimo presente de Natal. Agora se me dão licença, não vejo mais o que fazer aqui. Irei arrumar minhas malas.


- Igualmente, senhores. Vou-me indo. – o Ministro falou.


A porta se abriu e Tom correu para baixo para que não o atropelassem e o descobrissem.


Conseguiu chegar a tempo no corredor, antes que o irado ex-professor Benson passasse como um foguete por ele.


O Ministro foi logo em seguida e Tom achou que já era hora de voltar para o dormitório. Tudo estava bem e ele estava a salvo.


Antes porém que se retirasse, Tom ouviu Dumbledore conversando com McGonagall.


- Será que foi sensato...?


- Não sei, Dumbledore. – ela respondia em voz baixa. – Eu adoro o menino, mas isso foi realmente estranho. Bem, vou dormir. Boa noite, Albus.


- Boa noite, Minerva.


Dumbledore passou por Tom e parou de repente. Tom prendeu a respiração. Será que ele o vira ali? Como?


O professor virou o rosto exatamente em sua direção e ainda sem entender como, Tom sentiu que os olhos azuis dele focaram nos seus. Desviou com pressa lembrando-se do que Slughorn dissera e depois de algum tempo, o professor continuou seu caminho.


Ele era um bruxo realmente assustador, estranho...


Voltou para a Masmorra da Sonserina, devolveu a capa como se ela nunca tivesse saído dali e voltou para sua cama.


***


Pessoas que nunca leem minha nota (mas espero que dessa vez leiam), quero perguntar duas coisas:


1) Alguém sabe como é o nome do feitiço de desilusão? Quero dizer, as palavras que se diz quando vai usá-lo?


2) Eu estou com uma enorme dúvida que está empacando minha terceira fic do Tom. Bem, não está empacando, mas pode causar problemas. É que Tom abriu a Câmara Secreta com 16 anos, mas no quinto ano (ou seja, depois do Natal e Ano Novo), e Hagrid foi expulso por causa dele em seu terceiro ano (segundo a wikipedia, porque eu não lembrava desse detalhe). Ou seja, ele deve ter entrado em Hogwarts quando Tom estava em seu terceiro ano. Só que no wikipedia diz que Hagrid foi estudar lá nos anos de 1940 a 1943. Só que em 1940 Tom estava no quarto ano e não no terceiro (é só fazer as contas. Ele nasceu em 1926 + 11 anos que é quando se vai para Hogwarts = 1937. Então no terceiro ano será 1939). Queria saber se alguém pode me confirmar onde que diz que Hagrid foi expulso no terceiro ano e onde que tem os anos que ele frequentou Hogwarts. Ou pelo menos onde que é falado o ano em que ele nasceu (porque aí é só eu fazer as contas). Por favor. Eu preciso muito disso, porque como todos sabem, é um detalhe crucial na história.

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