Capítulo VII – Os Efeitos.
Um calor espalhou-se pelo seu corpo e subiu-lhe até o pescoço. “Como ele é lindo”. Aproximou-se e o beijou, lenta e sensualmente. Ele pôs as suas mãos por trás da nuca dela, puxando-a para mais perto e retribuindo o beijo. Alissa apoiou a perna dela nas pernas dele, e logo, ela estava sentada no colo de Tom. As mãos dele passeavam pelas costas dela, enquanto ela abraçava-o mais fortemente. O beijo tornou-se mais intenso, as línguas e as mãos moviam-se mais rapidamente. No momento em que ele pensou em descer as suas mãos até as coxas de Alissa, eles ouviram um som rascante.
- Laika! – suspirou Alissa. – tenho que soltá-la.
Tom gemeu. Ela levantou-se e caminhou em direção à porta do quarto. Abriu-a e Laika veio saltitante e feliz. Saltou sobre Tom e lambeu-lhe o rosto. “Argh, que nojo”, foi o único que lhe passou pela cabeça, mas ainda assim sorriu.
- Ai, ela sempre faz isso. Você quer lavar-se no banheiro?
- Ah, pode ser.
- Por aqui. – Disse Alissa, entrando no quarto dela. Ele entrou atrás, prometendo a si mesmo que liquidaria aquela cadela. Ela atravessou o quarto e abriu uma das portas que havia no recinto. – É aqui!
Tom entrou no pequeno banheiro e Alissa fechou a porta, deixando-o sozinho ali. Ele lavou o seu rosto, e secou-o com a toalha branca que havia ao lado da pia. O banheiro era confortável, nem grande demais nem pequeno. Em frente a pia estava o vaso e ao lado desses estava uma banheira. Não havia nenhum espelho ali. Observou tudo isso com desinteresse e saiu. Alissa ainda estava no quarto, de costas para ele. Ela observava o ambiente ao seu redor. O quarto não tinha muita mobília, apenas a cama de casal, com a cabeceira escorada no meio da parede, um tapete vermelho no chão e um pequeno sofá branco perto da janela. As cortinas eram vermelhas, de um tecido fino e macio. A cama de madeira chamava a atenção pelos entalhes. Era uma mobília antiga, o suporte do dossel era todo torneado. As cortinas eram claras, quase transparentes de tão finas. Os lençóis de linho branco destacavam ainda mais a beleza do móvel.
Tom aproximou-se silenciosamente de Alissa e abraçou-a.
- Gostei do meu quarto... –Comentou Alissa, depois de um tempo. Ela virou-se e abraçou-o de volta. Ficaram assim mais um tempo, até que as bocas se encontraram outra vez. Os lábios abriram-se e roçaram-se. As línguas começaram a acariciar as bocas um do outro. O beijo tornou-se mais quente e voraz. Ele começou a acariciar o corpo dela, ela puxava-o para mais perto. A mão dele chegou até a cintura dela, desceu mais um pouco, tornou a subir, voltou até acariciar gentilmente as nádegas dela. Percebendo que ela não reagiu negativamente a esse movimento dele, ele deixou a mão lá. Ambos afastaram-se levemente sem fôlego. Ele olhou nos olhos dela, abaixou-se e começou a beijar-lhe o pescoço, acariciava-lhe aquela parte do corpo dela com a língua, os lábios, sentia o gosto dela. Ela fechou os olhos e gemeu, enquanto sentia os arrepios que aquelas carícias lhe causavam.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxA partir desse parágrafo, começam as cenas de sexo de verdade. Então, se você se interessa apenas pela história, e não pela sacanagem (o que eu duvido, pois você não leria uma fic com classificação 18 anos se não se interessasse por isso) vá diretamente ao outro capítulo. Nenhuma revelação de importancia vital será dita nas cenas de sexo.
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Logo seus lábios chegaram às alças do vestido. Ele acompanhou as alças até o decote do vestido. Ele beijou o pouco dos seios dela que apareciam com aquela roupa. Levantou o olhar para ver a reação dela e viu que ela jogara seu corpo para trás para facilitar o acesso dele a essa parte do corpo dela. “Bendita Poção do Desejo!”. Continuou beijando os seios dela, mas apenas até onde o decote permitia. As mãos dela acariciavam-lhe o rosto e o cabelo e ele estava adorando essa carícia delicada. Alissa estava com a respiração arfante. Tom ficou enlouquecido de tesão observando o peito dela subir e descer em grandes golfadas de ar que entravam e saíam dos pulmões dela. Ele agarrou-a e levou-a até a cama. Depositou Alissa delicadamente sobre os lençóis brancos e sentou-se ao lado dela. Abaixou-se sobre ela e voltou a beijar-lhe o pescoço. Alissa abraçou-o fortemente e o puxou para o seu lado. A boca dela chegou à orelha dele e Alissa mordiscou-lhe a ponta. Assim que sentiu o arrepio percorrer-lhe a espinha, o controle de Tom foi-se ao espaço. Ele agarrou-a e retirou o paletó, jogando-o para longe. Começou a levantar a saia do vestido, queria arrancá-lo do corpo dela o antes possível. Ela começou a desabotoar a camisa social de Tom enquanto beijava-lhe a boca. A mão dele começou a passear pela parte interna das coxas dela enquanto ela afastava lentamente as pernas para permitir-lhe essa carícia mais facilmente. Finalmente ela conseguiu desabotoar todos os botões da camisa e a tentava tirar do corpo dele. Ele ajudou-a e começou a puxar o vestido dela para despi-la. Arrancou-o do corpo dela, deixando-a de camisete e calcinha. Era possível ver os mamilos dela intumescidos por baixo do fino tecido da camisete. Ele voltou a beijar-lhe o busto seminu dela. Ela puxou-o para cima e beijou-o na boca, o desejo presente naqueles lábios volumosos dela.
Ele arrancou-lhe o resto da roupa, deixando o corpo perfeito que ela tinha as suas vistas.
- Meu deus, você é muito linda. – Sussurrou Tom, com a voz rouca de desejo. Ela sentou-se e, sorrindo, começou a tirar-lhe as calças negras, que ele ainda vestia. Ele jogou-se ao lado dela e deixou-a terminar de arrancar-lhe as calças e a cueca. Assim que ela terminou, ele puxou-a para perto de si e rapidamente, com um movimento de corpo, colocou-se por cima dela. Beijou-a outra vez enquanto posicionava-se entre as pernas dela. Ela reagiu docilmente a atitude dele, abraçando-o mais forte. Ele sentiu um certo nervosismo emergindo dela, mas não tentou descobrir a razão desse sentimento. No momento não estava preocupado com isso. Terminou de acomodar-se e simplesmente a penetrou. Seu membro duro e ereto deslizou na entrada daquele canal apertado e úmido. Ele movimentou a cintura, desejando empurrá-lo até o fundo daquele lugar tão agradável a ele. Na metade do canal, sentiu algo romper-se. “Meu deus, além de gostosa ainda era virgem”. Como resposta a essa descoberta, seu membro ficou ainda mais ereto e duro do que antes. Continuou movendo-se, empurrando e puxando o seu membro de dentro do corpo dela, agora com mais cuidado e gentileza, enquanto a beijava e a enchia de carinhos. O tempo que Tom esperara por esse momento, mais a descoberta de que ela era virgem o deixaram tão cheio de desejo que ele não resistiu muito tempo. O arrepio que percorreu sua espinha no momento do orgasmo deixou-o lânguido. Saiu de cima dela lentamente, arfante num estado de apatia física. Seu rosto estava suado e ele estava cansado. Ainda assim, virou-se para Alissa e beijou-a.
- Eu te amo. – Sussurrou-lhe. Abraçou-a e aninhou-a em seu ombro. Acariciava-lhe os longos cabelos loiros e de vez em quando, beijava-lhe o topo da cabeça. “Merda, não foi um bom começo. Podia ter feito melhor...”. Com esses pensamentos e com ela em seus braços, Tom adormeceu.
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E aí? Gostaram? Acabou a propaganda enganosa? devia ter posto mais detalhes???
Deixem suas opiniões e façam as suas apostas. hehehe. A té semana que vem (eu espero).
Bjo meus queridos leitores!!!
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