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15. A Utilização do Imperdoável


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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As semanas se passaram e diversos outros duelos também. Tom havia melhorado incrivelmente e se fizesse dupla com algum aluno mais novo, provavelmente ganharia todas. Infelizmente não aconteceu dessa forma com Rodolfo Bones.


Em todos os duelos, ele sempre ganhava e Tom estava cada vez mais irritado com o fato de não conseguir superá-lo.


Estava assistindo a aula de Defesa Contra As Artes das Trevas e anotava cada vírgula e suspiro que a professora dava. Treinava todas as noites sem deixar, é claro, de estudar.


Suas idas à sessão reservada foram totalmente esquecidas e sempre que percebia, estava lendo suas anotações de feitiços e DCAT.


Nesse dia teria mais um duelo e não aguentaria perder novamente. Dessa vez poderiam usar outros feitiços que conhecessem além dos que tinham sido treinados.


- Não vá desmaiar outra vez, perdedor. – Rodolfo passou rindo com os amigos e continuou seu caminho.


Rodolfo já não o perturbava tanto, pois sua humilhação era toda feita no palco armado para as batalhas. Já não era mais necessário palavras para deixar Tom nervoso, apenas um olhar divertido da parte dele.


Os outros alunos o olhavam com pena quando era sua vez de lutar. Sabiam qual seria o desfecho.


- Muito bem. Subam Bones e Riddle. – o professor Benson leu em seu pergaminho. – Boa sorte para os dois. – disse “para os dois”, mas seu olhar não se desviava de Tom.


Tom fingiu não perceber e ergueu a varinha.


Quando o professor contou até três, o primeiro golpe foi de Tom.


- Impedimenta!


Rodolfo caiu para trás e antes mesmo de se levantar, gritou de volta:


- Alarte Ascendare! – o corpo de Tom parecia ter sido puxado em direção ao teto e voltou para o palco duro de madeira.


- Cuidado, cuidado. Não quero que ninguém morra. Isso acabará com minha carreira. – falou o professor, com a voz entediada.


Nunca havia visto aquele feitiço, mas não iria perder. Não hoje.


Levantou-se e antes que pudesse pensar em um outro feitiço, Rodolfo já havia erguido sua varinha novamente. O máximo que conseguiu fazer, foi se defender.


- Estupefaça!


- Protego! – Tom conseguiu com que o feitiço batesse em seu escudo e ainda por cima acertasse Rodolfo. – Expelliarmus!


A varinha de Rodolfo voou para o lado, mas como seu braço era longo, conseguiu apanhá-la e gritou de volta:


- Furnunculus! – por sorte, Tom conseguiu se jogar para o lado. Caso não tivesse feito tal coisa, seu rosto ficaria cheio de terríveis buracos.


- Petrificus Totallus! – Tom atirou, mas novamente Rodolfo foi mais rápido.


- Eu vou te derrotar com seu próprio truquezinho!! Petrificus Totallus! – Tom não teve muita sorte e foi ao chão, congelado pelo feitiço do oponente.


O professor Jacob avisou que havia terminado, despetrificou Tom e se agachou ao seu lado.


- Furnunculus? Isso é uma azaração de criança e não um feitiço de verdade, senhor Bones. – brigou com o outro e voltou sua atenção para Tom. – Não é melhor você trocar de parceiro? – Tom levantou-se ainda duro, com seu corpo doendo e as juntas congeladas.


- Eu não vou desistir.


- Só é mais sensato se você...


- Eu não vou desistir! – ele deu as costas para todos e saiu da sala, irritado. Rodolfo ainda disse alguma desforra, mas seu ódio era tanto que não ouviu coisa alguma.


Passou os dias sem treinar. Achava que o treino seria inútil, já que nada havia adiantado até agora.


Seguiu a semana, assistindo às aulas e fazendo anotações a mais como se fosse um robô. Não estava realmente prestando atenção, fazia tudo automaticamente. Estudava a noite na biblioteca, com metade dos pensamentos nas aulas de duelo.


No domingo, não havia grande vontade de fazer pesquisas, porém se dirigiu à sessão restrita mesmo assim. Não tinha mais nada o que fazer mesmo.


Passou a noite, com a vela chegando ao fim até que em um livro chamado “Artes das Trevas” notou um capítulo interessante.


No título estava escrito “As Três Maldições Imperdoáveis”.


Tom começou a ler, curioso, o texto.


 


“As Maldições Imperdoáveis são assim chamadas, porque o seu uso com total conhecimento de suas consequências, são uma passagem direta para Azkaban, a prisão dos bruxos guardada por Dementadores.


Para usá-las não pode ser por raiva, vingança ou qualquer tipo de sentimento semelhante. Tem que querer. Ter vontade, prazer de causar ao outro dores.


As três Maldições são:


A Maldição Imperius – faz com que a vítima seja controlada pelo seu autor. Todos os seus atos e falas são comandados. Dependendo do poder do feitiço, é quase impossível que a pessoa consiga resistir e o controle pode durar meses, anos e deixar a vítima bastante frágil. Feitiço: Império.


 


A Maldição Cruciatus – impõe à vítima dores excruciantes em cada pedaço do corpo. A pessoa se contorce e grita de forma que, aqueles que já ouviram, descrevem como algo chocante. Se usado por muito tempo pode enlouquecer e até matar. Feitiço: Crucio.


 


A Maldição da Morte – a pior de todas as maldições. Mata a vítima instantaneamente. O corpo fica como se houvesse sido petrificado e os olhos ficam abertos com expressão de terror. Feitiço: Avada Kedavra.”


 


Tom ficou pensativo.


Não tinha vontade nenhuma de ir para Azkaban, por isso aquilo não o interessava.


Fechou o livro e guardou-o de volta à estante.


Claro que eram feitiços muito interessantes, mas duvidava também que mesmo que quisesse, conseguiria usá-los. Não conseguia nem mesmo usar coisas simples como o estupefaça.


Bateu com raiva um dos livros na mesa e guardou todos nos seus lugares.


- Ei! Que barulho é esse? – o nariz intrometido de Madame Pince apareceu na porta.


- Desculpe. O livro caiu da minha mão.


- Hunf...então tome mais cuidado. Esses livros são relíquias e se você sair tacando-os ao chão, irão virar pó e nem com trabalho de mil anos, irá conseguir pagar isso.


- Eu já disse que foi um acidente, Madame. – falou calmamente.


- Vá para seu dormitório.


- Sim, senhora.


Tom juntou suas anotações e voltou para a cama. Ficou girando sua varinha nos dedos e olhando para o teto.


Maldições Imperdoáveis...não conseguia tirá-las da cabeça. Havia uma vontade incrível de testar, para ver se conseguiria realmente fazê-las ou se teria que esperar mais alguns anos de prática. Mas ao mesmo tempo...não queria ser preso. Nem mesmo expulso de Hogwarts. Teria que aplacar sua curiosidade.


Será que essa lei também se referia ao uso contra animais? Hel já tinha ajudado antes nos treinos, poderia ajudar novamente.


Sorriu levemente, pensando na coruja contorcendo-se no chão e lembrou-se de Melissa. Praticamente tinha sido isso que fizera a ela, ou não?


Inconscientemente havia usado tal magia e não fora preso porque não tinha culpa de seu descontrole e ignorância.


Foi com tais pensamentos que pegou no sono e a noite inteira, sonhou com Rodolfo sendo humilhado em público porque ele assim ordenava, com Rodolfo contorcendo-se no chão e com Rodolfo caindo duro com os olhos esbugalhados.


 


***


 


Após aquela noite, Tom acordou com um ótimo humor. Todas as suas preocupações haviam sumido. Até que chegou a aula de duelo.


Como de costume, o garoto ruivo sempre o ganhava e Tom acabava no chão ouvindo risadas dele.


As três semanas que antecipavam o duelo verdadeiro se passaram e ele não havia feito nenhum progresso.


Ganhava uma ou duas vezes no treino, mas na contagem de vezes, terminava em segundo, ou seja: em último.


Novamente, mais um dia de batalha. O professor Benson passou a olhar para ele desolado, como se fosse um aluno digno de pena. Um menino simpático, adorado por todos, que sempre tentava ser o melhor, mas que nessa aula, isso se mostrou impossível.


As outras duplas de vez em quando mudavam. Um ganhava em uma semana, e na seguinte o outro que era o vitorioso. Apenas com Riddle x Bones a situação era sempre a mesma.


O professor, pela sexta vez, subiu ao palco e cantou os nomes:


- Riddle e Bones. – aquelas pessoas que já tinham lutado, saíram. Apenas algumas, aquelas que tinham admiração pelas tentativas do menino, permaneceram com esperanças de que dessa vez seria diferente.


- Ainda não desistiu, pirralho? – Bones sorria. – Já estou ficando cansado de ganhar, sabe?


Tom continuou calado encarando-o.


- Muito bem. Cumprimentem-se. Agora apresentem varinhas. Quando eu contar três.


A luta começou. O professor virou de costas, sentou-se em uma cadeira distante e começou a ler uma revista.


Dessa vez Tom havia treinado mais do que nunca. Deixara, inclusive, de estudar aquela semana, para pelo menos vencer daquela vez e receber de volta a sua glória.


De início continuou como antes. Rodolfo parecia ganhar. E então, Tom começou a usar feitiços que nunca tinha tentado antes e estava tendo sucesso.


- Immobilus! – Rodolfo ficou paralisado olhando assustado para o menino de 11 anos a sua frente. – Levicorpus! – apontando para ele, Tom o levantou até a altura do teto. Incapacitado de fugir ou usar um contra-feitiços, o máximo que podia fazer era olhar o chão a muitos metros longe. – Como se sente você estando aí em cima, dessa vez? Liberacorpus.


O professor finalmente largou a revista e pareceu interessado na luta.


- Muito bem, Riddle! Muito bem...só não o mate... – o corpo pesado de Rodolfo bateu de frente no palco e ele se virou de barriga para cima gemendo. O nariz sangrava. – Vitória de...


- Não! Eu não acabei. – Rodolfo levantou. Parecia estar com o braço esquerdo quebrado. – Ele não vai me vencer.


- Tem certeza de que quer continuar? – o professor ergueu uma sobrancelha.


- Rictusempra! – gritou de ódio e o professor teve que se afastar com rapidez para que não fosse acertado. Os alunos que tinham saído ou conversavam, começaram a prestar atenção no que acontecia.


Tom sentiu como se um soco forte fosse dado na boca de seu estômago. Encolheu-se no chão com dor.


- Quer brincar, Riddle? Então vamos brincar. – Rodolfo falou irritado. – LEVANTA!


- Silencio! – Tom falou com a voz abafada ainda com a dor. Levantou-se cambaleante. – Você fala demais. – Incarcerous. – cordas saíram da ponta de sua varinha e voaram em direção ao garoto. Com um pulo para o lado, Rodolfo conseguiu escapar delas. Encostou a varinha na boca e fez o feitiço de Tom que o mantinha mudo, ser retirado.


- Defodio! – Tom caiu para trás e gritou de dor. Pôs a mão no peito e viu que sangue saía dele.


- EI EI EI!!! O que pensa que está fazendo, Bones? – o professor veio correndo. – Isso é um feitiço de entalhe!!! Para se usar em objetos! Eu disse sem ma...


- CRUCIO! – Tom havia se erguido com o braço esquerdo e com o direito apontava a varinha para Rodolfo. O garoto caiu no chão e começou a se contorcer como um gongolo que foi tocado com força. Seus berros extravasaram o salão e as pessoas pareciam ter segurado o fôlego.


Tom não tinha olhos para mais nada. Focalizava apenas a sua vítima berrando de dor, chorando e implorando para que parasse. O professor, de olhos arregalados sem acreditar no que via, não havia se mexido.


Tom sentiu uma sensação deliciosa. Esquecera a dor no peito e só se concentrava nos choramingos de Rodolfo. Parecia uma criança indefesa agora. Quem era o perdedor dessa vez?


- RIDDLE!!! – finalmente o professor parecia ter resolvido tomar uma atitude. – Expelliarmus! – a varinha de Tom saiu de sua mão e o encanto pareceu ser quebrado. Olhou em volta e viu que todos o olhavam apavorados. – Mas que diabos, Riddle...? – Benson o olhava com uma mescla de curiosidade e apreensão. – Alguém vai chamar Madame Pomfrey! Rápido!


Uma garota saiu correndo. O professor Benson continuava a encará-lo e Tom parou para pensar no que havia feito.


Logo no primeiro ano iria ser expulso e preso.

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