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14. A Primeira Batalha


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Tom passou várias noites sem dormir direito. Sempre que lembrava treinava os três feitiços que seriam necessários para aquela derradeira aula. Inclusive testava o que ainda seria dado: o feitiço de estuporar.


Não possuía nenhum amigo ou colega que pudesse auxiliá-lo nos treinos, então resolveu utilizar Hel, que não estava nem um pouco a vontade com essa decisão.


- Vamos Hel. Fique quieta! Você não vai se machucar...muito. – a coruja piou alto. – Eu não tenho com quem treinar. Não tenho amigos e nem preciso deles. Vamos!


Tom estava no jardim do colégio desde a manhã de sábado, até a tarde treinando para a segunda-feira.


Ficara na parte de trás e não próximo ao lago, pois os alunos gostavam de passar o dia morgando ao sol.


- Você é minha coruja! Obedeça-me! – berrou irritado. A coruja balançou suas asas e espalhou penas no ar, mostrando seu descontentamento. – Prepare-se. Estupefaça!


Hel conseguiu voar para o lado, mesmo estando presa a uma corrente para que não fugisse. Sua sorte era que Tom ainda não estava tão bom mesmo praticando tanto.


- Fica parada! – ela piou tão alto e agudo que o menino tapou o ouvido com as mãos. – Eu sei que meu oponente não ficará parado, mas mesmo assim tenho que ver a potência do meu feitiço! Impedimenta! – dessa vez, a ave foi acertada. Caiu no chão e quando levantou estava tonta. – ISSO! – comemorou. – Estupefaça!


Novamente conseguiu acertá-la. Hel caiu desacordada no chão. Tom correu até ela, apoiou sua pequena cabeça em sua mão e disse:


- Enervate. – a coruja voltou a si e Tom voltou ao seu lugar. – Está tudo bem? Ótimo. Estupefaça!


O dia se passou e diversas vezes Hel bateu e caiu desacordada e mais outras vezes ela foi despertada.


Quando Tom se deu por satisfeito, já eram sete da noite. Apanhou seu animal e acariciou suas penas.


- Obrigado, Hel. Você foi de grande ajuda. Saberei gratificá-la. – tirou um saco de biscoitos de chocolate do bolso. A coruja rapidamente pareceu animada e Tom sorriu. Voltou ao corujal para deixá-la lá. Quando chegou à porta, o saco de biscoitos estava vazio.


- Que gulosa! Não sobrou nem farelo. – a ave bicou leve e carinhosamente sua mão e voou para um canto afastado. – Boa noite.


Voltou para o quarto e dormiu.


No dia seguinte foi ao seu trabalho dominical: ler os livros da sessão reservada.


Passou o dia pesquisando, lendo e anotando. Nada que o impressionasse demais, mas coisas que lhe poderiam ser úteis um dia.


Caminhou lentamente para o Salão Principal e sentou em seu lugar de costume. Sentiu um vulto sentando-se em sua direita e virou a cabeça.


- Oi, pirralho. – Tom suspirou cansado e tornou a olhar para seu prato. – Estou falando com você.


- Eu ouvi. – ele disse em voz baixa.


- Então responde. – continuou calado, ignorando Rodolfo. – Tudo bem, pouco me importa se você quer falar ou não, só vim saber como se sente sabendo que vai apanhar amanhã. – Tom virou-se para ele e sorriu. Tornou a se concentrar em sua janta. – Que risinho foi esse? Tem mesmo esperanças de me vencer? – como não obteve resposta, levantou-se e saiu para o outro canto da mesa.


Tom tinha esperanças de vencê-lo. Afinal, era muito melhor do que aquele troglodita, só não tinha muita prática.


Crianças bruxas passavam a vida antes de Hogwarts treinando em casa, aprendendo com os pais... Tom não tinha nada daquilo. Mas superadas tais dificuldades, tinha certeza que seria, em breve, ótimo em qualquer coisa. Não só seria o melhor aluno em aulas teóricas, mas também nas práticas.


 


***


 


Na manhã seguinte, Tom percebeu que não estava com fome. Não sentia-se nervoso, sentia-se ansioso para ver se realmente havia tido algum progresso. Uma coisa é acertar uma coruja e presa em uma corrente, outra em um bruxo de 15 anos, com uma varinha e pronto para tudo o que viria.


Foi para sua primeira aula do dia e fez grandes esforços para que sua mente não desviasse do foco de suas anotações e vagasse para o duelo da tarde.


Os trabalhos que deviam entregar nas próximas aulas eram poucos e os professores pareciam tão animados quanto os alunos para o próximo jogo de quadribol que viria. Tom nem lembrava que o próximo jogo – Grifinória contra Corvinal – seria dali a alguns dias e na verdade não se importava.


Na hora da terceira aula de duelo, Tom se sentia melhor e mais confiante do que nunca. Apanhou sua varinha e esperou os comentários azedos do professor. Ele explicou o que deviam fazer, como todas as outras vezes. Iriam se revezar no ataque com o feitiço de estuporar.


Olhou para o rosto redondo e debochado de Rodolfo e colocou a varinha em riste. Ao primeiro comando, ele a apontou e o enfeitiçou.


Rodolfo não esperava que fosse ser tão depressa e certeiro, por isso voou a metros de distância e permaneceu desacordado no chão por alguns segundos.


O professor correu até ele e o fez acordar.


- Muito bem, Riddle! Mas que feitiço forte!


Tom não sorriu, mas seus olhos brilharam e encararam a cara assustada de seu oponente.


- É que eu não estava preparado. – disse com o rosto ruborizado. – Não achei que ele fosse conseguir fazer algo depois das últimas aulas.


- Não subestime seu inimigo, Bones. Novamente.


Infelizmente o efeito surpresa havia passado e Rodolfo conseguiu desviar todos os próximos ataques. O escudo de Tom ainda era deplorável e mesmo quando conseguia lançá-lo antes de Rodolfo, era frágil demais e se quebrava, acabando por ser acertado.


- Precisa treinar o protego, Riddle. Peça ajuda a algum amigo.


- Eu não preciso de ninguém. – falou rude enquanto enxugava o suor da testa.


- Ninguém consegue fazer tudo sozinho. Todos depen...


- Eu...não...preciso...de ninguém! Impedimenta! – gritou, mas novamente Rodolfo conseguiu proteger-se. – AHHHHHHH! – gritou de raiva.


- Riddle...não precisa levar tão a sério. – Benson parecia assustado com a atitude que o menino mostrava. Parecia possesso e disposto a conseguir acertar seu colega de qualquer forma.


O garoto não era mal. Na verdade era bastante forte pelo que pôde constar, só não tinha muito treino. Se acertasse um feitiço forte de estuporação com toda aquela raiva, certamente machucaria o outro. Mas ele não se importava. Às vezes parecia que era justamente esse o seu desejo.


- Fim de aula pessoal. Vão se arrumar para almoçar e preparar-se para o duelo de tarde. Serão feitos um de cada vez. Todos irão assistir a todos. Isso pode levar muito tempo, por isso as aulas da tarde foram canceladas. Bom almoço.


Jacob Benson ficou admirando o garoto Riddle saindo pela porta respirando acelerado. Daria um ótimo bruxo aquele ali.


 


***


 


Almoçou pouco e bebeu muita água. Precisava estar hidratado. Precisava estar preparado. E principalmente: precisava vencer.


O diretor Dippet levantou-se para falar, antes que todos se retirassem e o salão fosse arrumado para o duelo.


- Boa tarde, meus queridos alunos. Eu queria apenas desejar boa sorte a todos os sonserinos para batalha de hoje. Não vamos assistir, mas é claro que saberemos de tudo depois. – sorriu. – E não fiquem com ciúmes. – olhou para a mesa das outras Casas. – No dia da competição de vocês eu também desejarei sorte. Ah! E aqueles que perderem: não se sintam tristes. Perder faz parte e ainda terão várias outras oportunidades. Agora queiram, por favor, retirarem-se para que possamos dar um jeito no salão. Obrigado.


Tom levantou-se e junto com o restante dos estudantes saiu para o corredor.


Três quartos das pessoas foram para suas aulas e o restante esperou nervosamente, do lado de fora.


Após alguns minutos, as portas se abriram e um grande e alto palco tinha se formado no centro do salão. Os alunos juntaram-se a volta do palco e o professor de duelos, subiu ao centro.


- Bem, seus nomes estão anotados nessa lista. – ergueu um longo pergaminho. – Eu chamarei seu nome e o da sua dupla, e aqueles que eu chamar, por favor, subam.


Um a um foi indo e a tarde passando. Após umas dez duplas lutarem, Benson disse:


- Bones, Rodolfo e Riddle, Tom.


Os garotos se entreolharam com fúria e subiram no local ordenado. O professor ficou em uma parte afastada do palco e olhou de um para o outro.


- Cumprimentem-se. – ambos curvaram-se sem abaixar a cabeça e desviar o olhar. – Varinhas em riste. Quando eu contar três: um, dois...três!


O primeiro golpe foi de Tom. Rápido como nunca, jogou o feitiço de impedimenta e Bones caiu deitado no chão. Levantou-se de um pulo e atacou com expelliarmus. A varinha de Tom pulou metros de distância e antes mesmo que tivesse tempo de pensar em pegá-la de volta a voz de Bones ouviu-se novamente:


- Estupefaça! – Tom foi jogado para longe de costas e ficou desacordado.


Quando abriu seus olhos, estava na ala hospitalar.


Acordou confuso sem lembrar como tinha parado ali.


- Olá querido! Como está a cabeça? – Madame Pomfrey vinha em sua direção.


- Por que estou aqui? Eu estava no duelo...


- Você foi estuporado.


- Mas...mas...por que o professor Benson não me fez despertar? – disse com crescente irritação.


- Por dois motivos, querido: você estava simulando uma batalha real. Em uma batalha de verdade, ninguém iria fazer você acordar. E depois, você bateu a cabeça muito forte no chão. Caiu do palco e foi parar naquele chão duro. Ele achou melhor que eu o examinasse.


Tom socou a cama com impaciência e puxou a faixa que circulava sua cabeça.


- O que está fazendo? Volte a ficar deitado! – ela o empurrou.


- Eu estou perfeito.


- Não, não está. Tem que ficar em observação até amanhã e...


- EU ESTOU PERFEITO! – berrou e afastou-se das mãos da enfermeira. Saiu pela porta e empurrou-a com tanta força que bateu contra a parede e o baque soou por todo o corredor.


Maldição!, pensou contrariado.


Havia perdido de novo! E ainda por cima desmaiou em sua primeira batalha?!


A vontade que tinha era de descontar a raiva em algo, bater fortemente.


Havia sido derrotado pela quarta vez.


***


N/A: Ai gente...to muito triste por ter acabado essa Era maravilhosa de Harry Potter. E os filhos deles são uma graça. Poderia ter mais livros e filmes *.*


O que vocês acharam do filme?


Mandem reviews :D

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