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3. Capítulo III


Fic: Pollaris - ATUALIZADA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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“Entre o sim e o não só há um caminho: escolher.”


Capítulo III


 


 


Coven – Setembro de 1998 – 3hs39min p.m


- Levante-se!


- Eu não consigo mais, estou cansada – disse Hermione arquejante, de joelhos, olhando para baixo onde gotas de seu suor pingavam no chão.


- Levante-se agora! – gritou Spiros.


- Deixe-me descansar um pouco – pediu Hermione olhando para o homem a sua frente esperançosamente. – Só... só alguns minutos. Por favor?


- Numa batalha real você irá pedir um tempo ao seu oponente? – perguntou Spiros olhando para a garota no chão enquanto andava de um lado para o outro a sua frente. – Vai bater um papo? Chamar ele para fazer um chazinho?


Hermione sentiu-se humilhada. Estava treinando há horas, sem nenhum intervalo. Já estava quase desmaiando de cansaço. O coração dela batia violentamente contra suas costelas. Sentia uma ardência na bochecha direita, provavelmente por causa de um corte, sem contar todos os hematomas que já tinha sobre a pele pálida, e as dores pelo corpo.


- Já estamos nisso há horas – falou tentando se levantar, mas a fraqueza era demais. – Por favor, só cinco minutos?


Spiros deu um passo à frente e se abaixou até chegar ao nível do rosto de Hermione:


- Escute aqui, Hermione – falou ele erguendo o queixo da garota, de modo que ela não podia desviar o olhar. – Se você quiser sobreviver aqui, tem que ir além de seu limite. Quebrar todas as barreiras. Pensar como nós, agir como nós... Ser como nós!


- Eu não...


- Não diga isso – rosnou Spiros bem perto de seu rosto.


- Eu vou conseguir sair daqui um dia... – revidou Hermione. – E vou acabar com você!


- A ilusão tem várias faces, a realidade uma só.


- Eu te odeio! – falou Hermione com fúria no olhar. – Quando eu sair daqui vou matar você com minhas próprias mãos!


- Só tem um jeito de sair do inferno,– disse Spiros com malícia - você tem que matar o Diabo.


- Eu vou te matar... – rosnou Hermione com o olhar fulminante para Spiros.


- Você me queria morto e eu queria que você calasse essa sua boca – disse Spiros se levantando lentamente -, mas nem sempre temos o que queremos. Agora levante-se!


 


***


 


Tempo Presente – Em Algum lugar de Sherpway – 8hs19min p.m


 


Rony estava sonhando que estava numa jangada, cercado de mulheres da página central da playboy. Mas não por muito tempo. Quando acordou, parecia que havia facas enfiadas em todo o seu corpo.


Droga.


Ele abriu os olhos e se viu diante de uma mulher da página central da playboy. Ainda estava sonhando? Era difícil dizer. Ela observava-o com imensos olhos verdes por trás dos óculos.


Ao virar um pouco a cabeça, ele viu o céu. Ah...


Ela era um anjo... estava explicado. Exceto pelo fato de que não queria estar morto.


Então Rony percebeu que estava olhando o céu através de uma janela.


Caramba!


Ou ele estava a caminho do paraíso ou em apuros. E nenhuma das opções o agradava. Começava a recuperar a audição, mas as dores eram intensas.


- Qual é o seu nome? – perguntou a mulher.


- Rony – respondeu automaticamente.


- Está bem, senhor Rony. Quantos dedos eu estou mostrando?


Ele não via dedo nenhum.


- Quantos dedos? – perguntou ela novamente, curvando-se sobre ele para verificar alguma coisa atrás de si.


- Dois – respondeu com segurança, olhando para os seios dela, quando a blusa se elevou um pouco. – De algodão cor-de-rosa... opa!


A mulher enfiou uma agulha em Rony. Definitivamente ele não estava no céu. Para provar isso, ela pressionou algo atrás da orelha dele, e retirou um algodão vermelho.


Sangue.


Dele.


Droga. As dores continuavam, e como se fosse possível, estavam aumentando.


- Belo cote ali – disse ela. – Você vai precisar levar uns pontos.


- Isso provavelmente vai doer bastante quando eu parar de flutuar – disse ele.


Novamente ela o fitou com aqueles imensos olhos verdes, e viu o brilho de alguma coisa. Ele tentou se mover, mas sentiu uma dor imensa por todo o corpo.


- Não se mexa – alertou ela.


- Draga! – gemeu ele.


- Pode haver um sangramento interno. Acho que sua perna direita esta fraturada.


Ele olhou para o teto e se concentrou na respiração. Então se lembrou dos golpes na cabeça.


- O que aconteceu comigo?


- Você não se lembra?


Rony tentou acionar seu cérebro. Mas até pensar parecia doer. Tentou se sentar e sentiu uma explosão de dor.


- Suas costelas – disse a mulher colocando as mãos em seus ombros – Nada de movimentos.


Ele se recostou e procurou respostas em seu cérebro.


Não achou nenhuma.


- Qual a sua última lembrança? – perguntou ela.


- Estava em um barco com coelhinhas.                                            


Ela ergueu as sobrancelhas, espantada:


- Ah, imagino o que as coelhinhas faziam durante sua missão.


- Minha missão?


Ela apontou para um canto onde havia um monte embolado, de cordas, facas, armas e munições.


De repente as lembranças começaram a voltar. Separando-se de Luna no telhado. Ouvindo um barulho de algo caindo. E a terrível sensação de ser atingido por alguma coisa na cabeça antes de ser jogado do telhado por alguém.


- Luna? – perguntou ele, ansioso. – Onde está Luna?


A mulher pôs com suavidade uma das mãos em seu peito.


- Minha amiga – disse, tossindo, enquanto voltava a se recostar. – Você sabe dela?


Ela o fitou com apreensão e fez um sinal positivo com a cabeça. Rony respirou aliviado.


- Ela está no quarto ao lado. Meu irmão está cuidando dela.


Rony respirou fundo.


- Ela está bem?


- Ela ainda não acordou. Provavelmente por causa dos ferimentos, mas ela pode acordar a qualquer instante.


Rony reparou que a loira lhe deu uma resposta vaga. Luna devia estar mal... Tudo por sua culpa. Por isso não resolveu insistir no assunto.


- Qual é o seu nome?


- Elize. Meu nome é Elize O’Malley


- Bem, Elize O’Malley... – ele estendeu a mão. – Agora que eu já estive delirando e provavelmente fazendo coisas que normalmente não faria com você presente, talvez eu pudesse mostrar a você um lado diferente de mim. Um lado melhor.


Ela ergueu uma sobrancelha.


- E que lado seria? Eu já vi cada centímetro.


Uma olhadela no moletom que estava usando, em vez de suas próprias roupas, foi toda a explicação que precisava.


- Espero que tenha sido centímetros bons...


Ouviram uma batida na porta, em seguida um homem entrou:


- Como ele está?


- Bem, já acordou – disse Elize, se virando para Rony. – Esse é Mikahil, meu irmão.


- Como se sente? – perguntou Mikahil.


- Com muita dor – respondeu Rony.


- Tome, vai diminuir um pouco sua dor – disse Mikahil dando um copo com um liquido dentro para Elize, que ajudou Rony a beber.


- Elize pode vir aqui fora um instante?


- Mas...


- Agora!


Elize olhou para Mikahil por um instante e se levantou da cadeira.


- Volto em um segundo, Rony.


Saíram do quarto e foram para um largo corredor.


- Que porra você acha que está fazendo? – explodiu Mikahil assim que a porta do quarto se fechou.


- Cuidando dele.


- Hermione, se o Lorde das Trevas descobrir a gente, nós estamos ferrados.


- Ele não vai descobrir Spiros. Aqui nós estamos bem protegidos – sussurrou Hermione.


- É, mas por quanto tempo? Os Mercadores já devem ter percebido que não tem corpo nenhum lá no celeiro.


- Eu vou dar um jeito. Só, por favor, não conte nada para ninguém. É o Rony e a Luna. Você viu o estado dela.


- Eu sei, ela está mal – falou Spiros olhando para o outro lado, em direção a porta do outro quarto.


- É. Você acha que consegue curar os ferimentos mais graves?


- Sim, mas tenho que voltar ao Coven. E você também.


- Eu sei, mas não podemos deixar eles aqui assim – retrucou Hermione tensa.


- E o que você sugere que façamos? – perguntou Spiros com medo da resposta.


- Me ajude, Spiros. Só até que eles se recuperem – pediu Hermione suplicante.


- Se, eu te ajudar, e eles descobrirem, nós estaremos totalmente fudidos, você sabe.


- Sei e assumo toda a culpa. Mas Spiros, não posso deixá-los aqui assim. E eu não confiaria isso a mais ninguém – falou Hermione.


- Hermione, - disse Spiros – você é inacreditável. Você torce as pessoas em suas mãos e as molda até que façamos à sua vontade. E agora está me pedindo para ajudá-la nisso, e eu sou um imbecil por que posso concordar com essa loucura – deu um suspiro e olhou para a janela que havia no final do corredor.


 


***


 


Sede da Ordem da Fênix – cerca de 5 horas antes


- ... noventa e oito, noventa e nove, cem! – Gina suspirou de triunfo e deitou, exausta, na esteira de exercícios. Cem abdominais: merecia descansar um pouco. Mas não por muito tempo. Estava ainda na metade de sua sessão de exercícios diários, ainda faltava a parte da musculação. Seu corpo todo brilhava de suor.


Respirou fundo e fez um alongamento. Seu corpo estava aquecido e flexível, e não precisou se esforçar para alongar. Assim que se aproximou da aparelhagem de musculação a porta da sala se abriu e Harry entrou:


- Oi.


- Olá. – respondeu alegremente se jogando nos braços do namorado.


- Você já soube se o Rony voltou?


- Sim, ele está no quarto. A Luna estava com ele. – respondeu Gina acariciando os ombros de Harry. – Você sabe que ele não fica muito tempo longe, e o que ele te falou você não deve levar muito a sério... Aquilo só foi da boca pra fora.


- Mas... ele não deixa de ter razão em uma parte.


- Harry, quantas vezes vou ter que te dizer para não acreditar no que o Rony diz quando está nervoso? Tenho certeza de que ele também fica mal com tudo o que lhe diz.


- Não sei... Sempre soube que a morte de Hermione fez um rombo em alguma coisa dentro dele. – disse Harry se sentando numa cadeira, de um dos aparelhos de levantar peso, e trazendo Gina consigo, para se sentar em seu colo. – Ele nunca faz questão de esconder isso de ninguém.


- A morte de Hermione não afetou só a ele, mas a todos os membros da Ordem que estavam lá naquele dia. – disse Gina suavemente, acariciando os cabelos rebeldes de Harry. – Mas isso não é motivo para ele sair descontando tudo em cima do primeiro que ele vê pela frente. Se ele quer discutir ou brigar com alguém, que vá para as missões das quais ele é designado, e acabe com a maior quantidade de Mercadores ou Comensais que puder. Por que assim nós chegaremos cada vez mais perto de Voldemort então poderemos vingar Hermione.


- Mas ele estava comigo Gina... – disse Harry exasperado. – Eu devia ter cuidado dela.


- Harry, vou de dizer novamente o que já te disse um milhão de vezes: A CULPA NÃO FOI SUA. Poderia ter acontecido com qualquer um.


Harry suspirou. Ele sabia que Gina tinha razão, mas não conseguia tirar aquele aperto do peito. Hermione era sua amiga. Ele devia ter cuidado mais dela, feito de tudo para que ela estivesse segura. Devia tê-la proibido de ir naquela missão. Assim ela estaria ainda com ele.


- Harry... – Gina falou após alguns minutos de silêncio. – Eu sei que a Hermione não gostaria de te ver sofrendo por causa dela.


 - Você tem razão – disse Harry. – Mas eu não consigo não me sentir culpado.


- Eu sei... – respondeu Gina com o olhar perdido para a janela atrás de Harry. – Venha, vamos para o quarto. – falou depois de alguns segundos.


- Achei que estava no meio da sua sessão de treinamento. – falou Harry malicioso.


- E estava – respondeu Gina se levantando e puxando Harry. – Mas alguém aqui precisa levantar os ânimos.


***


Menos de cinco minutos depois Harry e Gina estavam no quarto de Harry. Num embolo de braços e pernas, retirando as roupas no caminho para o banheiro.


Harry afastou Gina um pouco e olhou para baixo. Gina usava um conjunto de lingerie azul-turquesa que realçava seus olhos. A boca de Gina secou quando Harry deu um passo à frente e segurou-a pelos quadris, erguendo-a sobre a pedra de mármore da pia, como se ela não pesasse nada.


- O que você está fazendo? – perguntou Gina olhando-o maliciosamente.


- Apreciando você. – respondeu Harry com voz rouca, inalando-lhe o aroma da pele quando se inclinou. Uma mistura de suor com luxuria. Pressionou a língua quente no pescoço delicioso, onde uma pequena pulsação batia freneticamente. O gosto salgado junto com o aroma de suor e o cheiro natural de Gina explodiu em sua boca. Com a ponta da língua, provocou-a. Deslizou as mãos pelos ombros delgados para descer o sutiã e liberar os seios do confinamento.


- Você é perfeita. – ele moldou um dos seios na mão e provocou-o com os lábios. Surpresa, Gina se entregou a carícia. Sues mamilos estavam insuportavelmente sensíveis. Inclinou a cabeça para trás e gemeu em resposta. Estava em chamas antes que Harry abaixasse a cabeça, numa trilha de beijos, para explorar o centro de sua feminilidade.


Harry lentamente retirou sua calcinha. Ele entreabriu os lábios internos e tocou-a com seus dedos, enquanto beijava a boca ardente. Gina tremia inteira, e gemia.


Num ritmo vagaroso, Harry circulou o ponto mais sensível, brincando com a pele delicada, enquanto beijava-lhe o pescoço e seios, e retornando a boca. Sem forças para impedir aquilo, Gina entregou-se à maestria erótica. Logo chegou ao estágio onde poderia ter chorado de frustração e lhe suplicado de joelhos por satisfação. Uma risada divertida saiu dos lábios de Harry, como se ele pudesse ler seus pensamentos. Era sempre assim com ele.


De repente Gina sentiu um formigamento que começou no baixo-ventre, mas Harry parou de mexer os dedos, e Gina reclamou:


- Por que parou?


- Achei que gostaria de um banho. – respondeu Harry malicioso descendo Gina da pia. – Posso voltar mais tarde.


- Não! Nem pensar! – explodiu Gina e Harry riu.


Gina umedeceu os lábios e enrolou os dedos no tecido da sunga dele, puxando-a para baixo o deixando totalmente nu. Ela podia sentir o corpo pulsando, respondendo com um desejo crescente.


Quando Harry a segurou pelo quadril, puxando-a gentilmente para junto dele, Gina estava a ponto de explodir. A ereção dele deslizava por entre suas coxas em meio a um abraço sensual, deixando-a descontrolada. Gina ficou nas pontas dos pés para melhor acomodá-lo. A respiração acelerou quando ele a acariciou intimamente. Quando ele a penetrou Gina soltou um profundo gemido de prazer.


Os movimentos dele se aceleraram, levando-a junto em uma onda de prazer, e seus sentidos respondiam com entusiasmo a cada penetração.


Gina sentia o corpo todo latejar conforme se aproximava do clímax, os músculos íntimos se agarravam ao membro de Harry, fazendo-o escorregar com a umidade de seus sulcos. Beijo-o mais uma vez, o hálito dele a acariciava enquanto ele mergulhava mais e mais até que ela estivesse flutuando.


O corpo de Gina se enrijeceu e estremeceu, em frente á seus olhos começaram a piscar várias luzes coloridas, enquanto liberava um longo gemido, também sentindo Harry se entregar ao prazer.


 


 


***


 


Sede do Coven


Damien olhava entediado enquanto o pêndulo do relógio da elegante biblioteca, balançava de um lado para o outro, deixando-o sonolento. Já estava naquela biblioteca cerca meia hora ouvindo a lenga-lenga de Carl e Victoria, que não levava a conto nenhum.


Soltou um longo e audível bocejo. Apoiou o cotovelo na poltrona e o punho no maxilar e tentou prestar a devida atenção na conversa:


- Eu já disse que não encontramos corpo nenhum em canto algum. – dizia Victoria exasperada.


- Mas eles não foram embora, o carro continua no mesmo lugar e eles não usaram nenhum tipo de magia de transporte. – retrucou Carl contando nos dedos. – Além disso eles não poderiam ter ido muito longe. Greyback não farejou eles em canto algum.


- Greyback é um animal inútil. – retrucou Victoria com nojo.


Damien rolou os olhos. Há séculos os vampiros e os lycans viviam em guerra, mas desde que Voldemort ressurgiu ele chamara Greyback para ser espião do Coven na Ordem. O que não agradou muito os vampiros.


- Então só temos que esperar... – disse Carl olhando ao redor da luxuosa biblioteca, como se só agora percecesse onde estava. – Onde está Berwick?


Victoria e Damien olharam ao redor.


- Sei lá, Carl. – disse Victória jogando a cascata de cabelos loiros sobre o ombro. – O que interessa é que Voldemort vai querer saber o que aconteceu em Shepway.


- Vamos encontrar alguma coisa antes que ele fique sabendo.


Damien rolou os olhos mais uma vez. Conhecendo o Lorde das Trevas ele já sabia da invasão no rancho em Sherpway. E ele já estava cansado dessa conversa, queria ir para o quarto tomar um banho e limpar a sugeira das roupas.


Se levantou, enquanto Carl e Victoria continuavam a discutir, e seguiu para a porta:


- Onde você vai? – a voz cortante de Victoria chegou aos seus ouvidos.


- Dormir. – respondeu simplesmente, sem se virar. – Essa conversa já me cançou. Além do mais tenho que está preparado para um aeventual missão de caça. E cansado eu sou um inútil. Se eu fosse vocês faria o mesmo, já está amanhecendo. – e saiu da sala.


Andava distraidamente pelos corredores desertos, quando alguém trombou com si. Olhando para baixo, deu um sorisso malicioso e disse:


- Finalmente resolvel vir para meus braços, Granger?


- Não enche Crowley. – retrucou Hermione tentando se soltar do aperto de aço em seus braços.


- Ora, vamos Granger. – disse Damien se abaixando e sussurrando em sua orelha. – Eu sei que você também quer.


- Você é mesmo um imbecil Crowley. – respondeu Hermione fazendo um movimento que indicava que lhe daria um joelhada, mas Damien a bloqueou.


- Tsk, tsk, tsk... Isso é realmente um pena, Granger.


- É? Que dó para você. – e dizendo isso Hermione deu meia volta e foi embora.


Ainda podia ouvir a risada de Crowley em seus ouvidos. Como o odiava.


Não sabia mais o que fazia para fazê-lo largar do seu pé.


Se Voldemort não se importasse de perder um dos seus melhores Mercadores, Hermione já o teria apagado há muito tempo.


Seguindo por um corredor à direita, passou em frente à biblioteca onde Carl e Victoria estavam discutindo. Não parou para prestar atenção.


Tinha uma missão para resolver.


Andando o mais rápido possível, mas sem levantar suspeitas para a sua pessoa, Hermione entrou na cozinha da mansão.


Abrindo alguns armários e tirando alguns alimentos aleatórios e os colocando na grande mesa de madeira que havia no local.


Pegou uma faca na gaveta e foi quando sentiu uma sensação na nuca.


Agindo mais por instinto de que por medo, Hermione deu um giro rápido em seu próprio eixo e agarrou o pescoço da pessoa que estava atrás de si, a prendendo na parede e apontando a faca para sua jugular:


- Ei, calminha ai, Granger! – exclamou Draco levantando as mãos em sinal de rendição.


- Eu poderia ter te matado, seu imbecil! – respondeu Hermione o soltando. – Não faça isso novamente, por que da próxima vez eu posso não hesitar.


- Por que o nervosismo? – perguntou Draco enquanto Hermione cortava uma boa parte de um pão.


- Não estou. E o que você está fazendo aqui? Não devia estar fazendo alguma coisa para cair nas graças do Lorde das Trevas? – perguntou Hermione.


- Eu sei sobre o seu segredinho sujo, Granger. – disse Draco ignorando Hermione, que ficou tensa.


- Não sei do que você está falando. – respondeu Hermione ainda sem olhar para Draco.


- Ah, você sabe sim... – disse Draco sussurrando e chegando mais perto de Hermione. – Eu sei que foi você que salvou o Weasley e a Lovegood lá no celeiro. Então eu acho que isso é alguma coisa que vai me fazer cair nas graças do Lorde novamente.


- Você não ousaria... – Hermione se virou rapidamente apontando a faca para o pescoço de Draco.


- Ousaria sim.


- Eu te mato se você falar alguma coisa para alguém. – sibilou Hermione chegando cada vez mais perto de Draco.


- Não. Não mataria. E sabe por quê? – perguntou Draco com seu costumeiro tom de zombaria. – Por que eu sei que aquelas pessoas que estão lá no celeiro não são seis pais de verdade.


- É mentira! – exclamou Hermione.


- Você pode acreditar em qualquer coisa, mas o que eu digo é verdade.


- É. E eu não acredito em você. – falou Hermione se virando novamente e começando a embrulhar rapidamente os mantimentos que separara.


- Eu posso provar para você que o que eu digo é verdade. – falou Draco segurando o braço de Hermione e a virando para si.


- Então você vai ter que provar. – retruca Hermione se soltando bruscamente. – Por que eu ainda não acredito em você.


- Eu sei onde eles estão. E não é com Voldemort.


- E onde eles estão? – perguntou Hermione se virando novamente para o embrulho.


- Na Austrália.


- O quê? – perguntou Hermione se virando.


- Eles estão na Austrália, Granger. Francamente, você é surda ou o quê? – falou Draco olhando ao redor da cozinha. – Eles nunca foram capturados, Granger. Só pegaram alguns fios dos cabelos deles e multiplicaram. Algumas memórias, e pronto. Você caiu como uma patinha.


- Mas... mas... Como você descobriu isso? – perguntou Hermione cada vez mais pálida.


- Um dia eu entrei no escritório do Carl e vi uns papéis sobre a mesa dele. E como ele estava em uma missão não, achei que alguém fosse notar que eu tinha ido bisbilhotar lá. Então eu vi alguns dos planos do Lorde. E um deles é que era para forjar a captura dos seus pais. E a morte da minha mãe.


- Quando você descobriu isso?


- Um pouco antes de ser capturado pela Ordem. Achei que se fosse levado para a Ordem, eu poderia falar com o Potter, mas nunca o vi, só a auror Delacorte.


- Mas prá que você iria quer falar com o Harry? – perguntou Hermione se apoiando na mesa. Cada vez mais ela entendia menos do que Draco falava.


- Achei que poderia fazer um trato com ele. Minhas informações em troca da minha liberdade e proteção. Mas... ele nunca apareceu para conversar comigo.


- Malfoy, não entendo nem metade do que você está falando. – falou Hermione se virando novamente, e notando que suas mãos tremiam, e terminando de embrulhar os alimentos. – E não tenho tempo para conversa fiada.


- Granger, por favor, me escuta. – falou Draco. – Eu estou falando a verdade. Eu posso provar para você. E agora se você quiser.


- Ótimo. Que bom para você isso. – falou Hermione pegando uma bolsa de pano e colocando os alimentos dentro, em seguida saindo da cozinha.


- Granger, me dê só cinco minutos. – falou Draco seguindo ela para fora da cozinha.


- Não tenho tempo pra isso, Malfoy. – falou Hermione subindo as escadas para ir para seu quarto.


- Se você não me ouvir, vou te denunciar para o Lorde. – falou Draco passando por Hermione e parando em sua frente.


Hermione olhou para Draco chocada. Não sabia se poderia acreditar no que ele dizia. Mas para ele insistir tanto, devia ser alguma coisa. Já estava pronta para mandá-lo ir para o inferno, e que se danasse se ele iria lhe denunciar, mas as palavras que saltaram de sua boca foram outras:


- Certo. cinco minutos.


 


***


 



Sede da Ordem da Fênix


 


Harry e Gina estavam embolados debaixo dos lençóis, depois de uma tarde inteira entretidos no banheiro.


Gina suspirou e se aconchegou mais no corpo saciado de Harry.


- Devíamos fazer isso mais vezes. – murmurou sonolenta.


- Também acho, mas a Ordem ficaria um caos se eu me ausentasse assim mais vezes. – falou Harry acariciando os cabelos vermelhos de Gina.


- Isso sim, seria uma tragédia. – disse Gina rindo.


Harry lhe acompanhou. Estavam cada um com seus próprios pensamentos quando batidas rudes na porta do quarto os despertaram.


- O que será agora? – perguntou Harry se levantando e colocando uma calça Jens antes de abrir a porta de dar de cara com um Fred mais pálido do que o normal. – O que aconteceu?


- Rony e Luna desapareceram. – respondeu Fred agitado.


- O quê? – exclamou Gina se levantando da cama e usando o lençol para se cobrir.


- Eu e Jorge fomos no quarto do Rony para ver se ele estava bem, mas só encontrei isso. – disse Fred entregando uma pasta para Harry. – Eu acho que eles foram para Sherpway.


- Mas foram fazer o quê lá? – perguntou Harry folheando a pasta.


- Não sei, e temos quase certeza de que Luna está com ele. Algumas roupas dela sumiram do quarto.


- Meu Merlin! O que eles fizeram? – perguntou Gina cada vez mais pálida.


- Não se preocupe Gina, vamos descobrir. – disse Harry entrando no quarto novamente e pegando uma camisa e vestindo. – Fique aqui e avise os sua mãe, - e virando-se para Fred. – Chame o Remo, seu pai e o Jorge. Nós vamos trás deles.


- Certo. – disse Fred e saiu correndo pelo corredor.


- Não se preocupe, não deve ser nada. – disse Harry tentando tranqüilizar Gina. Mas sabia que alguma coisa estava acontecendo.


- Eu espero que sim. Tome cuidado, Harry. – disse Gina ficando nas pontas dos pés e dadno um beijo no namorado.


- Eu sempre tomo. – disse Harry antes de sair correndo pelo mesmo corredor por onde Fred acabara de ir.


***


- Mas o que o Rony tem na cabeça? – explodiu Molly assim que Gina lhe falou sobre seu sumiço. – Como ele pôde fazer isso? E levar a pobre Luna com ele?


- Mãe, calma. Não deve ser nada. – falou Gina tentando confortar a mãe que estava aos prantos. – Papai, Harry os gêmeos e Lupin foram atrás deles. A qualquer minuto eles podem chegar...


Gina se interrompeu quando a porta da sala se abriu e Lainey entrou seguida de perto por Tamsin e Fleur:


- Acabamos de saber. – disse Lainey sem rodeios. – O que foi que houve? Foi algum ataque?


- Não. Rony e Luna sumiram. Fred e Jorge acharam alguns documentos no quarto dele, que indica que ele foi para Sherpway. Mas não sabemos o que realmente aconteceu.


- Oh, meu Merlin. Será que é alguma emboscada? – perguntou Tamsin enquanto Fleur se sentava do outro lado de Molly, no sofá, e pegava sua mão.


- Non se prreocupe Molli, eles devam esta ban. Davan serr um alarma falso. – disse Fleur.


- Assim espero minha querida.


- Gui tamben fo com eles. E me falan que me dar noticians. – Fleur tentou confortar Molly.


- Como disse a Fleur, deve ser algum alarme falso, Molly. – disse Tamsin. – Não se preocupe á toa.


- Mas sempre temos que pensar pelo outro lado também. – disse Lainey fazendo com que Molly chorasse ainda mais. Gina e Fleur olharam furiosas para ela. – Me desculpe, mas...


- Sim, eu entendo, Lainey. – disse Molly olhando para a auror. -  Mas eu realmente espero que nada tenha acontecido com eles.


 


***


 


Sede do Coven


Draco entrou rapidamente no quarto de Hermione e fechou a porta.


- Certo. – disse Hermione colocando a bolsa com os alimentos em cima de uma mesa, e virando-se cruzou os braços. – Comece a desembuchar, Malfoy.


- Como eu já te disse seus pais estão na Austrália. Aquelas pessoas que estão fingindo serem eles, eu não sei quem são, mas os seus pais estão seguros.


- E por que você está me falando isso? – perguntou Hermione descruzando os braços.


- Por que eu já estou cansado de ser um lacaio do Lorde. Eu quero ser livre novamente. E eu odeio isso aqui. E é por isso que eu quero fazer um trato com você. Eu te ajudo a localizar seus pais e a trazer eles em segurança para Londres. Em troca você me ajuda a conseguir proteção com a Ordem da Fênix. E sem que eles me condenem á Incarceron.


- Mas tem uma falha no seu plano, Malfoy. – disse Hermione. – A Ordem pensa que eu estou morta.E eu não posso chegar lá e dizer: “Oi gente, eu não morri”.


- Você é a garota de ouro deles, Granger. – retruca Draco. – Eles ficaram tão felizes que você não está morta que eles não vão se importar com mais nada.


- Outra falha, Malfoy. Quando passar a euforia eles começaram a fazer perguntas, e o que eu vou responder?


- Do jeito que você fala, parece até que gosta de ficar aqui e matar eles. – disse Draco desconfiado. Num instante Hermione se aproximou dele e agarrou seu pescoço o apertando.


- Nunca mais fale isso se quiser continuar vivendo, Malfoy. – sibilou Hermione. – Eu odeio isso aqui tanto quanto como você.


- Certo. – disse Draco com dificuldade.


- Então, o que vamos fazer? – perguntou Hermione depois de soltá-lo.


- Vamos dar uma coisa que eles querem muito mais do que nós dois.


- E o que seria?


- Eles querem o esconderijo de Voldemort.


- E por acaso eu sei onde é? – perguntou Hermione irônica.


- Nós podemos achar. – disse Draco agitado. – Podemos encontrar seus pais e quando voltarmos achar o esconderijo dele. E só então ir para a Ordem. Assim se eles tentarem nos prender, nós fazemos um acordo com eles. O que acha?


- Acho que seu plano tem muitas falhas. – respondeu Hermione.


- Mas pode dar certo. O que acha, Granger? Temos um acordo? – perguntou Draco estendendo a mão.


 


***


 


OOOBBAA!!!


Capitulo 3 postadinho....


E então, o que acharam??


Bom? Ruim? Péssimo?


Digam nos comentários..


Estou aguardando.


 


Vah Slytherin: Eu sei que é muito tempo para postar um novo cap. Mas, é que assim atiça mais a curiosidade do povo.Damien??Vc viuu??? E tb concordo com vc: loucura, loucura, loucura...kkk


Landa MS: Capitulo 3 postadinho... gostou? Não? Tem alguma sugestão? Espero que você goste...


Jaque Granger Malfoy: Prontinho... matei um pouquinho da sua curiosidade? Não? Só tenho uma coisa para te dizer: q dó, q dó, q dó... kkk comenta mais que quem sabe eu poste mais rápido???


MarianaBortoletti: Eii, marii obrigada por comentar... continue acompanhando... daqui a uns 2 ou 3 capítulos a coisa vai pegar fogo... kkk


 


A Autora.


20/08/2011.

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