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13. O Clube de Duelos


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A aula de duelos foi colocada no lugar de um dos tempos de História da Magia. É claro que ninguém ficou triste por isso.


O professor Benson entrou no Salão Principal com uma roupa semelhante ao uniforme usado em esgrima. Tirou sua capa, pendurou em um cabideiro e olhou sério para todos os alunos do colégio. 


As mesas das Casas postadas no salão sumiram e em seu lugar almofadas e campos de batalha foram colocados para parecer locais de guerra.


Sonserina ia ser a primeira a ter as aulas que seriam divididas por Casas e não ano.


- Muito bem. – a voz do professor Benson era grave e baixa. – Como disse o diretor Dippet, dividiremos em duplas. Formem-se.


Os alunos começaram a se movimentar e procurar amigos para poderem formar as duplas. Tom ficou parado olhando em volta, até que Rodolfo postou-se a sua frente.


- Oi, amiguinho. – sorriu de forma maliciosa. – Pronto para perder?


Tom não respondeu. O professor Benson passou por cada aluno analisando as escolhas e parou em frente aos dois.


- Vocês têm certeza de que querem ficar juntos? – virou-se para Tom. – Ele tem a experiência de quatro anos a mais que você.


- Não me importo.


O professor deu de ombros.


- Ótimo. – subiu em um púlpito e apontou a varinha para a própria garganta. – Sonorus. – sua voz ficou alta como se usasse um microfone. – Muito bem, primeiro eu quero saber: todos vocês já conhecem o feitiço escudo? Preciso saber disso. Quem não souber não tenha a vergonha de dizer ou a consequência de sua vergonha será a ala hospitalar. – todos ficaram calados. – Tomarei o silêncio de vocês como uma afirmação. Não me responsabilizarei.


Desceu do lugar e voltou a andar pelo salão entre as pessoas.


- Madame Pomfrey estará na sala ao lado – apontou para uma porta no fundo do salão – para o caso de alguém se ferir. Hoje faremos apenas duas coisas: desarmar e proteger. APENAS isso. Quem não me obedecer irá ganhar detenção, estão ouvindo? – novamente o silêncio. – Ótimo. E todos conhecem o feitiço para desarmar? Todos aprenderam com Galateia? – novamente várias cabeças fizeram que sim e ninguém ergueu o braço para mostrar que não sabia do que estava falando. – Tudo bem. Olhem a sua volta em direção ao chão. Estão vendo que há espaços sinalizados com tinta vermelha? É dentro desses espaços que você e sua dupla deverão permanecer. A cada três aulas iremos fazer duelos reais. Por enquanto são aulas de treinamento. Vamos começar.


As pessoas se ajeitaram indo para os espaços que lhe eram destinados.


- Fiquem de frente para o seu parceiro. – Tom e Rodolfo se encararam como se aquele treinamento fosse uma batalha de vida ou morte. – Os que estão à minha direita irão começar atacando e, obviamente, os da minha esquerda se protegerão. A cada cinco ataques vocês trocarão. Prontos? Abaixem-se para mostrar respeito por seu oponente. Assim. – Benson abaixou-se com a coluna reta, a cabeça erguida com os olhos em um boneco a frente dele. – Abaixem, mas jamais desviem seus olhos da pessoa.


Tom e Rodolfo continuaram a se encarar. Nenhum estava disposto a se encurvar mostrando respeito pelo outro.


- Vocês dois aí! Por acaso têm algum problema na coluna? – o professor encarava os dois alunos de forma severa. – Estão esperando o que? Quer que sentemos e esperemos as beldades se sentirem a vontade para começar? – Rodolfo então se abaixou ligeiramente, seguido por Tom, que não piscou uma vez sequer. – Agora ergam suas varinhas junto ao corpo. – demonstrou e todos o imitaram. – E quando eu contar até três comecem. Um...dois...TRÊS!


Barulhos de feitiços e de pessoas gritando e luzes espalharam-se por todo o salão ao mesmo tempo.


Tom que estava à esquerda tentou usar o protego, mas Rodolfo foi mais rápido e fez sua varinha voar a metros de distância. Bufou irritado e foi atrás dela.


Localizou-a e assim que a tocou levemente com as pontas dos dedos, ela se afastou novamente. Isso aconteceu mais quatro vezes até que Tom ouviu a voz nervosa de Benson:


- Senhor Bones, quer fazer o favor de parar de brincar? É para desarmá-lo quando ele estiver em campo e preparado.


- Você disse para atacar cinco vezes.


- Quando ele estivesse em campo e desarmado! – repetiu gritando.


- Mas em uma luta de verdade o inimigo não esperaria ele apanhar a varinha.


- FAÇA O QUE ESTOU MANDANDO OU TERÁ QUE LUTAR COMIGO, JÁ QUE QUER TANTO UMA LUTA DE VERDADE! – falou irritado, mas depois sorriu de forma sinistra. – E lhe aviso que eu sempre mato meus oponentes. Não gosto de deixá-los para inventar vantagens no futuro.


Bones engoliu em seco e concordou com a cabeça.


- Espero mesmo que tenha entendido. Riddle! Pegue logo essa varinha e volte para o campo.


Tom apanhou-a e voltou correndo.


- Como desperdiçou suas chances, é a vez do Riddle. Em guarda!


Tom se preparou com a varinha em riste e apontou para Rodolfo.


- Expelliarmus!


- Protego!


O feitiço de Tom bateu no escudo produzido por Rodolfo e bateu em uma das janelas quebrando o vidro.


- Bem forte o seu feitiço, Riddle, mas muito lento. Não demore um século entre apontar e atirar. Continuem. – voltou a andar pela sala e observar os outros duelistas.


Tom tentou mais quatro vezes. Todos os seus feitiços foram ricocheteados para longe sem nem mesmo um arranhão no escudo de Rodolfo.


As vezes foram trocadas e novamente a varinha de Tom foi erguida no ar.


O fim da aula chegou e Tom não havia conseguido desarmar seu oponente uma única vez. Rodolfo exultava de felicidade.


- Muito bem. Vocês foram um pouco medíocres no início, mas melhoraram. Até a próxima segunda e treinem!!


- Eu falei que ia acabar com você, pirralho. – Rodolfo falou perto dele, enquanto Tom arfava cansado guardando suas coisas. – E vai se acostumando a ser um perdedor. Isso não vai mudar.


Tom o olhou saindo e enfiou a varinha na mochila, irritado.


Havia perdido. Achava-se excelente e o era, mas apenas em teoria.


Sua primeira batalha real e não conseguira nem ao menos desarmar! O que seria dele então quando começassem a duelar de verdade?


Jogou com força a mochila nas costas e foi para o almoço, desanimado. Treinaria até cansar, mas iria derrotar o imbecil do Rodolfo Bones.


Passou a semana estudando até um certo horário e logo em seguida indo para a sala comunal treinar para sua próxima aula de duelo.


Suas visitas à sessão reservada foram deixadas para os fins de semana ou até que melhorasse de vez.


Colocava um objeto em cima da poltrona em frente à lareira e repetia diversas vezes:


- Expelliarmus!


O objeto saía voando e batendo contra a parede. Tentava várias e várias vezes, sempre mais rápido, para não dar ao oponente tempo de se defender. E depois treinava seu feitiço escudo para fazê-lo mais forte.


Fez isso todas as noites até a outra segunda.


Na próxima semana, Tom se sentia confiante e certo de que conseguiria se proteger de todos os ataques de Rodolfo e que arrancaria a varinha de sua mão. Novamente o professor Benson avisou de que era apenas para desarmar.


- E depois, da metade da aula em diante, pedirei para que vocês parem e irão fazer uma nova tarefa.


Tom concentrou toda a sua energia no feioso e gordo garoto a sua frente. Infelizmente a situação não mudou. Das vezes que tentou defender, nenhuma deu resultado (mas também essa era uma tarefa mais difícil de treinar sem ajuda) e dos ataques, apenas uma vez conseguiu fazer com que a varinha de Rodolfo voasse a pouca distância.


Depois de cada um ter tentado dez vezes, Benson mandou que todos parassem.


- Muito bem. Vocês evoluíram. Alguns positivamente e outros...nem tanto. – olhou feio para algumas pessoas que abaixaram a cabeça, envergonhados. – Agora irão atacar de verdade. Quero que ambos tentem o “impedimenta”. Todos conhecem esse feitiço? – procurou alguém que dissesse que não, mas não houve ninguém. – Na aula que vem irão começar com os três que aprendemos até agora e como hoje, no fim da aula, vamos usar o estupefaça. E depois do almoço iremos duelar de verdade. – houve um burburinho de animação. – Calados! Vamos começar. Três, dois, UM.


Várias vozes gritaram ao mesmo tempo e o som de pessoas batendo fortemente em paredes invisíveis e gemidos, fez Benson sorrir.


Tom bateu fortemente no chão e levantou coçando a cabeça.


- Ahhh parece que você só é bom à distância, heim? Cara a cara é um fracasso.


- Impedimenta!


- Protego. Devagar demais, baixinho. Impedimenta! – Tom novamente voou para trás e bateu no chão com um baque surdo.


- Ahh... – gemeu levantando-se.


- Vamos Riddle!! Vamos! – o professor aproximou-se da dupla. – Ouvi dizer que você é o melhor aluno do colégio!! Cadê?? Eu não estou vendo! – novamente Tom fez mais uma tentativa que não deu em resultado algum. – VAMOS!!!! Quero ver ele voar! – dessa vez foi a vez de Rodolfo atacar e Tom novamente beijou o chão. O professor suspirou e continuou andando.


Tom rangeu os dentes e chutou o chão nervoso com sua própria incapacidade.


- Está ficando irritado, não é? É isso que gosto de ver. Desespero. – Rodolfo gargalhou.


Ao fim da aula, Tom dirigiu-se para o almoço sentindo seu corpo inteiro dolorido.


De novo! Fracassou novamente!


Aquela lesma do Bones o ganhou outra vez. Isso não podia continuar dessa forma. Iria treinar mais e mais.

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