Cap 1
6º ano de Hogwarts.
Jogo Grifinória e Lufa-lufa
Mais um jogo pesado entre as casas, apesar de não haver inimizades entre essas duas casas, não deixava de ser um jogo difícil. Mais uma vez o apanhador dos leões, o incrível Harry Potter finalizava o jogo, pegando o pomo. Isso sob as vaias dos sonserinos, que assistiam ao jogo torcendo contra os inimigos declarados. O ódio entre estas duas casas era tão grande que poderia ser apalpada por qualquer um que ali. O que era uma lástima em tempos de guerra.
- Ai, Blaize, o que achou do jogo?- perguntava Parkison.
- Foi um jogo difícil, principalmente com esse jogador novo da Grifinória que insiste jogar mascarado.
- Eu sei, isso é muito estranho, não acha? A pessoa que está atrás desta máscara deve esconder uma coisa muito grave ou deve ser feia demais para não querer aparecer.- dizia Pansy, fazendo todos os sonserinos na arquibancada rirem. Você não acha Draco?
Draco, estava calado, concentrado em procurar alguma coisa no campo. E não prestava atenção no que a garota havia dito. “Ela não está aqui loiro! Você sabe que a mesma não aparece há exatamente 3 jogos. Draco virou automaticamente a cabeça para a menina de olhos azuis, pele branca e postura exuberante. Eram amigos. Mais que isso, eram como irmãos. Pansy e Zabini eram seus confidentes nestes dias de guerra. Eram os únicos a quem confiava desde, que recebeu a marca negra e sua missão. Os dois sabiam de seu amor proibido pela a única mulher a quem ele se apaixonou .
-Eu sei Pan. Sabe, tem horas que eu fico pensando em como a tratei durante esses anos. Como fui idiota! – falava o loiro melancolicamente.
- Hermione tem um coração de ouro Malfoy, ela te perdoará assim como nos perdoo. Veja só, hoje, sou um dos seus melhores amigos. Olhe só para a Pan, quem diria que as duas se tornariam tão íntimas. O mundo dá muitas voltas mesmo.
- Para você é fácil falar, Blaize, não tem nenhuma marca negra no seu braço. – dizia Draco ríspido. Sabe o que vai acontecer se ela descobrir? Ela vai correndo contar para aquele paranoico do Potter. Aí, sim estarei ferrado. Prefiro manter distância dela. Me contento se puder espioná-la quando estiver dormindo. Assim, protegerei ela e a mim mesmo. Não posso coloca-la em risco também. Já basta, meus pais nas mãos dele. Como o odeio!
- Tem conversado com seu pai Draco? O que ele lhe disse quando contou a ele sobre ela e a marca?- perguntou Pan, tentando amenizar a raiva do loiro.
- Você sempre soube da admiração escondida do meu pai pela Granger. – Draco dizia com um meio sorriso. Ele sempre me questionava o porquê de nunca chegar ser como ela. No fundo eu sabia que ele respeitava. Um dia o peguei conversando com minha mãe, dizendo que o Potter tinha uma arma letal nas mãos e ainda não sabia. Fiquei curioso. Que arma seria essa? – o loiro falava sorrindo exultante e orgulhoso, pois já nutria um sentimento pela castanha. – ele falava dela. Meu pai disse que se Lorde das Trevas tivesse uma mente daquela em suas mãos, o mundo estava perdido. Como ri aquele dia.
-É, dá para ver que seu pai é um homem muito esperto Draco. – comentou Zabini.
- O mais interessante foi ele me dizer para não me tornar aquilo que sempre detestou, por covardia. Disse para me lutar por ela. Que pelo menos, tenho bom gosto, apesar do “sangue ruim.”
Os três caíram na risada, como não acontecia há meses. Draco estava sempre tenso. Seus planos em cumprir a missão sempre fracassavam. E riu como há muito tempo não fazia.
Assim eles não puderam ver uma pessoa que se trocava em baixo da arquibancada, e que havia ouvido toda a conversa.