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2. Capítulo 2 - Uma estranha em


Fic: Harry Potter e a herdeira maldita


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A grande porta de carvalho se abriu, e apareceu uma bruxa alta de cabelos negros e vestes verde esmeralda. Tinha o rosto muito severo, e o primeiro penssamento que vinha cabeça era de que não devia aborrecela.


- Alunos do primeiro ano, esta é a prof. Minerva McConagall - o Homm barbudo disse demontrsndo certa admiração nas palavras.


- Obrigada Hagrid, eu cuido deles daqui em diante.


Ela escancarou as portas e o saguão era tão grande que a casarona onde morava era ridiculamnte pequena comparado a isso. Haviam tochas iluminando o ambiente e uma imponente escada de marmore que levava aos andares superiores.


Nas escadas um garoto loiro e repugnante falou qualquer coisa com um outro de cabelos pretos e olhos verdes, mas Meredith estava ocupada mantendo uniforme no lugar e não prestou atenção a discussão.


A prof. levou todos ate uma sala vazia ao lado do saguão e la todos se agruparam relativamente mais apertados e uma certa tenssão se alastrou.


Meredith segurava o sobretudo pois por de baixo ainda usava o vestido.


- Bem vindos a Hogwarts. - Minerva tinha uma voz relativamente irritante -O banquete logo começara, mas antes de se sentarem nas mesas, vocês serão selecionados por casas. Sua casa será sua familia, dormiraão no dormitório da casa, assistiram aulas junto ao restante de alunos de sua casa e passarão seu tempo livre na sala cumunal de sua casa.


- As quatro casas se chamam Grifinória, Sonserina, Lufa-Lufa e Corvinal. E em quantos estiverem aqui seus acertos renderão pontos a sua casa e erros os farão perder. No fim do ano a casa com mais pontos recebera a taça da casa, uma grande honra. - Minerva tomou folego - Espero ue cada um de vocês seja o motivo de orgulho para a casa que irá pertençer. - Ela pigarreou -A cerimonia de seleção começa em alguns minutos e sugiro que se arrumem o melhor que puderem.


Todos passaram a mão por suas vestes ou arrumaram os cabelos.


- Voltarei quando estiverem prontos. Por favor aguardem em silêncio.


Todos estavam tensos quando derrepente quando cerca de vinte fantasmas passaram a uns cinco metros de altura deles.


- Mas que merda é essa? - Meredith cohichou para Queen que estava tão surpresa quanto ela.


Alguns deles estaam converssnado entre sí quando un dos fatasmas disse:


- Nossa o que eles fazem aqui?


Ninguem respondeu, então um frei gorducho concluiu:


- Alunos novos! - o frei disso sorrindo - Estão esperando a seleção, imagino?


alguns alunos a frente de Meredih afirmaram com a cabeça.


- Tomara que vocês vão para a Lufa-Lufa, minha atiga casa sabe?


- Vamos! - uma voz energica chamou os alunos - A seleção vai começar. Façam fila por favor.


O lugar era diferente de tudo que Meredith já havia visto. Era iluminado por centenal, talvez milhares de velas que flutuavam no ar sobre quatro mesas compridas onde os demais estudantes ja estavam sentados. As mesas já postas com pratos e taças douradas. e no outro extremo do salão havia mais uma mesa comprida onde ficavam os professores.


O teto parecia um ceu noturno e aveludado salpicado de estrelas.


Eles foram colocaos em duas filas indianas. Meredith ouviu uma garota cochichar - É enfeitiçado para parecer o céu lá de fora, eu li em Hogwarts, uma história.


Era dificil acrditar que aquele era o teto, ele parecia aberto para o infinito do céu.


Quando a prof. minerva colocou um banquinho de madeira diante dos alunos e um chapeu velho e pontudo em cima, Meredith abriu a caixa e jogou algo no chão depois seguiu discreta para o fim da fila, bem próxima da saida.


Todos no slão olhavam fixo para o chapéu que abriu uma boca próxima a aba e ele começou a cantar. Meredith ficou em um estado de choque e não compreendeu uma arte da canção. so uma parte:


" Quem sabe na grifinória é sua morada.


onde habitam os corações indomáveis, a ousadia e sangue frio, e a nobreza.


Quem sabe Lufa-Lufa é sua morada.


onde habitam os justos e leáis, pacientes, sinceros, e sem medo da dor.


Ou será a velha Corvinal


A casa das mentes alertas, onde se tem um grande espirito e saber onde encontraram companheiros seus iguais.


Ou por fim a Sonserina


ali onde fira seus verdadeiros amigos, onde mora a astúcia e se usam quaisquer meios para ter-se o que deseja.


Vamos vamos, não há nada a temer, poi sou unico, sou um chapéu penssador."


O salão inteiro aplaudiu o chapú quando ele acabou de cantar.Ele reverenciou cada uma das quatro mesas e depois se aquietou.


Meredith estava tenssa. Provavelmente chamariam os nomes, e quando ela sobrase sozinha, se meteria em se´rios problemas.


A prof.° Monerv desenrrolou um pergaminho e disse:


-Quando seus nomes foram chamados se sentarão no banquinho para a seleção.


-LUFA-LUFA!- as palmas vieram novamente.


Meredith foi indo discretamente para a porta de saida...


- CORVINAL!


...para que não fosse notada. ela abriu a porta devagar...


- LUFA-LUFA!


... e saiu, mas deixou uma fresta para obscervar. não sabia o que faria depois e tinha se metido numa enrrascada absurda. Mas quando a merda já foi fita, o melhor é aproveitar o máximo.


  - GRIFINÓRIA! SONSERINA! CORVINAL!


O chapéu havia anunciado o ultimo nome e estav prestes a ser retirando quando falou novamete.


-Ainda falta uma criança. - Todos se viravam curiosos mas todos os alunos ja haviam sido chamados.


O chapeu abriu a boca e vagarosamente disse:


- Meredith Marvolo Riddle! - o chapeu disse e Meredith se assutou.


Os professores ficaram intrigados. Meredith entrou devagar no salão e todos a olhavam sem entender e a prof.° Minerva se afastou do chapéu que estava ainda sob o banquinho.


- Criança, você devia ter vindo pra cá a dois anos e meio, mas os que cuidam de você, tem medo de que os outros os condenem por sua linhagem.


- Heim? - Meredith disse surpresa ao chapéu.


- Me ponha em sua cabeça., - ele disse percebendo a ignorancia da garota.


- Tá. - Meredith fez o que o capeu pediu, e todos estavam sem entender a situação.


- Hum... um coração obscuro... Você já aproveitou a faqueza de outros para consseguir o que queria e seu sangue é puro , mas é corajosa e se arrisca sem medo, apesar de ser naturalmente leal e amiga, e não ser como os outros, ainda sim é extremamente inteligente e  esperta. - o chapeu calou-se por alguns segundos - Você é perfeta para todas as casas, mas ao mesmo tempo não se encaixa perfeitamente em nenhuma delas...Amanhã eu lhe darei a resposta pois presciso penssar.


O chapeu cochichou qualquer coisa coma prof° Minerva, que por sua vez levu a mnina embora do salão. Elas subiram ate o sétimo andar, e a festa no salão continuou.


Minerva disse cerveja amanteigada na frente de uma estatua e ela se moveu circularmente para cima, deixando uma escada. As duas subiram e Minerva disse calmamente, por favor sente-se e espere. Dumbledore logo virá.


Isso acendeu uma centelha de esperança, como Queen havia dito, talvez o homem a deixase ficar lá.


Ela observou os vários objetos brilhantes sobre uma mesa que parecia ser a do diretor a qual tinha uma grante cadeira atras  na prente duas pequenas.


Meredith sentou-se devagar. Agora so restava esperar o carrasco.


- É isso ai.


Minerva voltou segundos depois trazendo o estranho chápéu pontudo e velho, que foi colocado cuidadosamente em uma prateleira.


- Tenha paciência, pode demorar.


Ela saiu em passos curtos e rápidos.


-Merda.


Será que sua aventura havia chegado ao fim?


 

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