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12. Fim de Semana


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Quando Tom acordou na manhã de sábado, o sol já estava alto e mais ninguém se encontrava no dormitório.


Imaginou que já teria perdido há muito tempo o café da manhã. Olhou para um relógio e percebeu que se não corresse, em dez minutos perderia também o almoço.


Nunca dormira tanto, mas também nunca se sentiu tão cansado antes.


Fez rapidamente sua higiene e desceu em direção ao salão.


Perdera a manhã toda e agora tinha seis matérias para estudar, fazer deveres e anotações. Novamente percebeu, com raiva, que teria que postergar sua ida à sessão restrita. Ainda mais agora que já tinha mais um assunto para procurar: como bloquear e ler mentes.


Comeu fartamente e correu de volta para o dormitório, para poder pegar seu material e ler na biblioteca. Nos fins de semana, principalmente com o tempo nublado como nesse dia estava, a Sala Comunal ficava cheia e quase impossível de se concentrar em algo.


Um amontoado de pessoas estava em volta do quadro de avisos e conversavam animados.


Curioso, Tom se aproximou e conseguiu abrir caminho entre as várias meninas que apontavam para um pergaminho grande.


“Passeio a Hogsmeade na Próxima Semana” era o que dizia no cabeçalho da folha.


Já tinha ouvido falar do vilarejo de Hogsmeade. O único vilarejo totalmente bruxo de toda a Gran Bretanha.


Tom se afastou e voltou para o dormitório. Apenas alunos do terceiro ano em diante, tinham permissão de ir a esse passeio, então não havia porque ler o restante do papel. Sem falar que, mesmo que tivesse treze anos, não iria por dois motivos: não possuía autorização do responsável e não tinha a mínima vontade. Para ele o castelo já era suficiente distração.


Pegou suas coisas e foi para a biblioteca. Quando abriu suas várias anotações, lembrou-se do pedido que faria a Floreios e Borrões. Suspirou e apanhou um pergaminho em branco.


Molhou sua pena na tinta e começou a escrever um pedido de compras. Mais tarde, depois que terminasse de estudar, iria até o corujal e mandaria Hel fazer seu primeiro serviço. Parou para pensar e acrescentou algo mais em sua compra. Fechou a folha e pôs em um envelope.


Passou horas e horas com pilhas gigantes de livros espalhados pela mesa. Sua mão estava toda manchada de tinta e a vela no candelabro ao lado de sua mesa, estava quase ao fim.


Quando pôs o último ponto final, suspirou cansado. Já tinha anotado, escrito e lido tudo e da semana inteira. Novamente o cansaço voltou e Tom achou que nunca fosse se sentir completamente descansado de novo.


Guardou os livros na estante com um gesto de sua varinha e empilhou seus pergaminhos, guardando-os em sua mochila magicamente alterada para ficar maior. A professora Merrythought o ajudara nisso quando, em uma aula, viu que não cabia mais nada ali.


Colocou a mochila nas costas, a varinha no bolso das vestes e apanhou a carta. Subiu as escadas em direção a torre que ficava o corujal.


Abriu a porta e viu milhares de corujas voando por toda a extensão do lugar de alto teto. O chão era cheio de palha e dejetos dos animais. Tom fez uma careta e olhou em volta procurando a sua.


- Hel? – chamou. Uma ave de olhar malicioso e mal-humorado, virou a cabeça quase que trezentos e sessenta graus. – Hel venha cá.


A coruja continuou a encará-lo sem nenhuma vontade de sair do lugar. Tom irritado a chamou mais algumas vezes.


- Você não quer MESMO que eu vá até aí, não é? – a coruja piscou como se dissesse que “sim”. – Acontece que eu não preciso de você. Posso usar qualquer outra coruja pertencente à escola. – virou-se em direção a uma grande e marrom. Quando estava prestes a pegá-la, Hel deu um rasante em sua cabeça e parou no topo dela. – sai daí sua coruja idiota!


Ele balançou as mãos tentando bater no animal. Dada por satisfeita, finalmente Hel parou a sua frente e estendeu a pata.


- Sua temperamental. – amarrou a carta à pata dela e a olhou nos olhos. – Não esqueça. Floreios e Borrões no Beco Diagonal. Está aí no envelope.


Hel abriu as asas para alçar vôo, mas antes que partisse deu uma bicada no ombro do dono.


- Ai! – massageou o lugar ferido e fechou a porta atrás de si.


Desceu da torre e andou de volta para o dormitório. Depois de alguns minutos, sentiu que havia um cheiro estranho no lugar...será que aquele fantasma irritante, o Pirraça, havia jogado bombas de bosta novamente?


Tom passou a mão pelos cabelos e xingou sua coruja.


- Com tantos animais naquele lugar e eu fui logo escolher uma rebelde! – olhou para a palma da mão agora suja. – Maldita Hel.


 


***


 


 No domingo, conseguiu acordar cedo e totalmente disposto. Não sabia se era por causa da noite bem dormida ou se porque hoje, finalmente, poderia acabar com sua curiosidade sobre o bezoar líquido e a legilimensia.


Levantou da cama e se arrumou ligeiro. Entrou no salão para o seu café da manhã e olhou para cima.


O correio coruja já estava chegando. Não sabia se receberia tão rapidamente assim o seu pedido, afinal muitas lojas não trabalham em fim de semana, mas tinha esperanças.


Muitas das aves vinham com cartas de parentes dos alunos, e outras tantas com o jornal chamado Profeta Diário.


Tom pensou em fazer a assinatura do jornal, mas lembrou-se que não poderia se dar ao luxo de, todo mês, tirar galeões da bolsa de Dumbledore. Por isso, lia os que eram jogados por seus donos em cima das mesas ou no chão, após já terem lido todo o conteúdo.


Engoliu a comida e já estava se levantando para sair, quando viu Hel descendo pela janela. A coruja parou a sua frente e sem olhar para ele, como se ainda estivesse chateada, estendeu a pata que estava com uma carta.


Tom a pegou e a abriu:


 


Prezado Senhor Riddle, nós temos uma ótima caixa-cofre para guardar documentos. Estamos enviando, junto com seu outro pedido, por duas corujas da loja. Se não for do seu agrado, é só mandar de volta junto com uma carta especificando melhor o que deseja.


          Atenciosamente,


                                    William Floreios e Giselda Borrões.


 


PS: Não a toque, a não ser que esteja aceitando o produto.”


 


 


Assim que terminou de ler, Hel levantou vôo roubando seu pão e saiu pela janela. Logo em seguida, duas corujas entraram carregando um grande embrulho e deixaram em frente a Tom. Elas ficaram a espera, para saber se levariam aquele peso de volta ou se voariam felizes apenas com o dinheiro da encomenda.


Tom abriu o pacote e viu uma bela caixa de madeira. Ficou tão impressionado que ignorou a recomendação e direcionou suas mãos à tampa. Assim que tocou, iluminou-se e se abriu. Olhou para dentro dela e viu que era também enfeitiçada para ser infinitamente grande. Em seu interior, havia diversas estantes dividas com etiquetas para ficar organizado.


- Belo cofre, Riddle. – Coline apareceu por trás dele e Tom se virou sem nada dizer. – Hum...é de ótima qualidade mesmo, é da marca Pandora.


- Mas não tem fecho. – disse mais para si do que para a garota.


- E não é preciso. Viu como ela brilhou quando tocou nela? Só reconhecerá o seu toque. Ninguém mais vai conseguir abrir nem com feitiços. E nem é tão caro por uma coisa tão genial!


Tom voltou a olhar para o cofre admirado.


Rapidamente apanhou os galeões que suas encomendas custaram e pôs em uma sacolinha na pata de uma das corujas.


Elas levantaram vôo e sumiram pela janela.


Tom apanhou o cofre e o outro embrulho e saiu do salão em direção à biblioteca. Entrou na sessão restrita e pôs o cofre em cima de uma das mesas e abriu o segundo pacote.


Era um caderno de capa preta e com folhas feitas de pergaminho em branco. Um diário.


Tom sorriu e deixou as coisas em um canto e voltou a procurar o livro que deixara para trás na terça-feira.


Abriu o que continha a Poção da Vida e começou a ler. Como imaginou, eram ingredientes complicados e que nunca havia ouvido falar antes. Havia detalhes como “corte em cubos e não em retângulos” que deixavam ainda mais difíceis.


Tom anotou tudo em folhas e folhas de pergaminho. Procuraria saber depois o que era cada coisa.


Guardou o livro e buscou por outro que explicasse o que era legilimens. Depois de uma hora achou um intitulado “Artes Ocultas”. Olhou no índice e finalmente achou dois capítulos que lhe interessavam. Um dizia Legilimensia e outro Oclumensia. Nunca escutara aquela palavra, mas pelo nome podia adivinhar o que era.


Abriu primeiro no capítulo 38.


 


Legilimensia é a arte de ver memórias e pensamentos de outras pessoas. De forma leiga fala-se muito “ler mentes”, mas o cérebro não é um livro, como este que lês, para ser LIDO. Quando usa-se a legilimensia, aparecem imagens, como filmes trouxas, onde o bruxo que se utiliza dessa prática pode escolher o que deseja ver na mente do outro.


Para aprender a legilimensia não é algo fácil. Deve-se esvaziar a mente e focá-la apenas na pessoa que deseja “ouvir”. Olhar diretamente nos olhos é outro detalhe muito importante. Quando falam que os olhos são os espelhos da alma, não estão errados, mas eu completaria: os olhos são os espelhos da alma e o reflexo da mente.


É um exercício diário e que denota total aplicação da pessoa interessada. E mesmo assim, muitos não conseguem. É preciso ser alguém de personalidade forte e não possuir de forma alguma mente fraca. Mentes fracas são boas de serem controladas e não de controlarem.”


 


Tom anotou cada detalhe. Seria bastante trabalhoso e desconfiava que não seria possível fazer nesse ano. Teria que treinar nas férias e provavelmente trouxas seriam mais fáceis de ler a mente. Já bruxos seria um nível acima.


Pulou para o capítulo 39 que se chamava Oclumensia e viu que estava certo.


 


Muitos acham que a Oclumensia é o inverso da Legilimensia. No entanto é um complemento. Do que adiantaria ser um poderoso bruxo que entra no pensamento alheio se o seu também pode ser invadido por qualquer um?”


 


É uma boa questão, pensou Tom.


 


“A oclumensia bloqueia sua mente. Você aprende a controlar o que pensa, organizar e até de criar falsas memórias para confundir o oponente.


Há duas maneiras de se aprender a ser um oclumens: com um parceiro ou sozinho.


Com um parceiro, ele deverá tentar entrar em sua mente – para isso ele deverá ser um legilimens (vide capítulo 38) – e você de toda a forma expulsá-lo.


Sozinho, é bem mais complicado. Reúna todos os seus pensamentos em um só lugar e quando sua mente já estiver bastante lotada (isso pode ser doloroso), de repente esqueça de tudo. Imagine um grande branco. Não pense em absolutamente NADA. Pode treinar também com um espelho para tentar entrar em sua própria mente e bloquear a si mesmo.


Em ambos os casos é preciso muita concentração, esforço, dedicação e treino diário – assim como na legilimensia.


E todas as noites, antes de dormir, que é o momento mais suscetível a invasões mentais e onde seus pensamentos mais extravasam, pense em um grande vazio, e durma tranquilo.”


 


Muito interessante. Muito mesmo. Mas também dificílimo.


Como esvaziar a mente? Não pensar em nada? Quando esforça-se para não pensar em nada, você está pensando, não é mesmo?


Porém Tom não podia se dar por vencido. Se Dumbledore podia, por que ele não poderia? Isso seria de muita utilidade.


E criar falsas memórias? Hum...


Tom fechou o livro, depois de anotar tudo, satisfeito. Guardou-o e ficou pensativo.


Faria tudo nas férias.


E agora, olhou para seu novo cofre e seu diário, tinha que organizar suas anotações e guardá-las. Isso levaria o dia inteiro.

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