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2. O mais bonito da escola


Fic: La Fleur et Le Chien - Parte I: Tudo o que tiraram de mim.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo II – O rapaz mais bonito da escola




Est-ce mon visage
Ma peau si finement grainée
Mon air suave
Est-ce mon allure
Est-ce la grâce anglo-saxonne
De ma cambrure
Est-ce mon sourire
Ou bien l'élégance distinguée
De mes cachemires
Quoi qu'il en soit
C'est moi le plus beau du quartier, hum,

Le Plus Beau du Quartier


1976, Hogwarts, Em algum lugar da Escócia.


Três garotas conversavam animadamente, duas encostadas a um dos muros de pedra do colégio, enquanto a terceira estava sentada no chão. As duas que estavam em pé sorriam muito, uma loira, de profundos olhos azuis, os belos lábios em formato de coração mostravam os dentes brancos, perfeitos. Através do uniforme era possível ver as curvas em formação do corpo, que deixavam claro que já não era uma menina. Sua colega, que como ela usava as cores da Grifinória, tinha os cabelos vermelhos, olhos verde-esmeralda brilhantes, a face harmoniosa, e era igualmente bela. Sem dúvida, eram duas das mais bonitas alunas de Hogwarts. A companheira que estava sentada no chão, era mais baixa e mais magra do que as outras, e, embora tivessem a mesma idade, parecia ser mais nova. Os cabelos longos e negros estavam presos em um rabo-de-cavalo e os olhos surpreendentemente violetas, que ornamentavam o rosto claro e delicado, estavam cravados nas amigas, ouvindo com atenção tudo o que elas diziam. Os dois livros que tinha no colo não negavam que ela, diferentemente das amigas, pertencia à Corvinal.
A conversa teria prosseguido animada, se os olhos da ruiva não se contraíssem, devido a uma careta de desgosto. A loira, riu baixinho da expressão da amiga, intrigando a menina que estava sentada, pois estava de costas para o que elas observavam.

- O que foi, Lily?- a menina de cabelos negros perguntou.
- Nada, Vivi (2). Apenas o Potter e a trupe dele.

A loira riu. Lily a encarou, fazendo uma expressão zangada.

- Não sei como você pode aturá-los, Angie. Francamente!
- Ah, Lily, você é muito radical! Ta certo que às vezes eles passam dos limites com as brincadeiras, mas no geral eles são muito agradáveis e divertidos! E nem você mesma pode negar que eles são muito gatinhos... Principalmente o ...

Angélica teria continuado a frase, mas foi interrompida por um suspiro alto de Lily, quando esta percebeu que o grupo de amigos, ou os Marotos, como eles se auto-intitulavam, estava indo na direção delas.

- Olá garotas! – James Potter saudou sorridente.

A loira respondeu "oi" com um belo sorriso, enquanto Lily apenas acenou, claramente incomodada. Violet virou o tronco para encará-lo antes de cumprimentá-lo, usando as mãos como viseira, para proteger os olhos do sol. No entanto, não foi James que ela viu primeiro, mas o melhor amigo dele, Sirius Black. Ele estava em pé, bem ao seu lado, e como era alto, ela teve que erguer muito o pescoço para encará-lo. Da forma como estava, o sol parecia fazer uma auréola de luz em torno do rosto bonito, que já tinha os belos cabelos negros como moldura, caindo displicentemente sobre os olhos. Havia tirado a gravata e aberto alguns botões da camisa, deixando o peito, onde poucos pêlos eram vistos, e seu pescoço à vista. Seu pomo de adão descia e subia lentamente, acompanhando um leve movimento dos lábios entreabertos.
A despeito de todo o cuidado com que Violet o observava, Sirius tinha os olhos acinzentados não nela, mas fixos em Angélica. A loira percebeu, e, aparentemente por recato, desviava o olho dele para seus amigos, logo voltando para o olhar insistente dele.
Violet sabia que devia desviar os olhos de Sirius, mas sentiu uma terrível tentação de continuar observando aquele rapaz tão bonito. Estudavam juntos desde o primeiro ano, e aquela não era a primeira vez que ela admirava a beleza dele, mas por algum motivo naquele momento, seu coração batia muito forte e seus lábios teimavam em ficar semi-abertos, como se ela tivesse dificuldade em respirar. Teria morrido de vergonha se ele tivesse notado, mas ela não corria esse risco. Potter olhava com olhos esperançosos para uma Lily contrariada, Black sorria insinuante para Angélica, enquanto tirava os cabelos dos olhos com um movimento charmoso de cabeça. Violet foi tirada do seu estado de transe por uma voz masculina e suave, muito próxima dela.

- Oi, Springtime.

Remus Lupin, outro jovem grifinório, estava abaixado ao lado dela, sorrindo timidamente. Seus cabelos castanhos estavam bem arrumados, e apesar da palidez, ele tinha um rosto adorável e simpático. Violet enrubesceu, imaginando que ele devia ter notado que ela estava encarando o Black como se fosse o último homem da face da terra, mas conseguiu sorrir e cumprimentar de volta.

- Oi Lupin. Oi Pettigrew.

Ela também acenou para o quarto maroto, que estava entre Potter e Black, olhando ora para um, ora para outro, com admiração. Ele acenou de volta para Violet, mas sem demonstrar interesse.

- Conversando sobre algo interessante, meninas? – Sirius perguntou, olhando somente para Angélica.

A loira sorriu de volta, enquanto Lily gemeu, olhando irritada para a amiga, que a ignorou.

- Estávamos só matando tempo, Black. Nada interessante.
- Oras, mas tenho certeza que poderíamos achar algo interessante para fazermos juntos. – Sirius piscou, antes de continuar. – E me chame de Sirius, afinal, somos amigos.

James, sorriu confiante para o amigo, antes de voltar-se para Lily.
- Então, ruivinha? Não acha que teríamos muitas coisas interessantes para fazermos juntos?

Truncando os dentes, Lily respondeu um mal-humorado “não”, antes de juntar, em alto e bom som:

- E meu nome é Evans, Potter!

James ficou sem graça, mas tentou prosseguir.

- Mas também somos amigos! Pode me chamar de James...
- Não sou amiga de arruaceiros como vocês!

Os outros Marotos finalmente viraram-se para a ruiva, por terem sido incluídos no comentário. Sirius logo voltou a olhar para a loira, que afinal era seu interesse ali, Peter aguardava ansioso a resposta de James, mas Remus lançou um olhar magoado para a ruiva, que se arrependeu.

- Lupin, não estava pensando em você quando disse isso... Mas você tem que convir que andando com tipos como o Potter...
- Tipos como eu? – James parecia indignado. – Tipos como eu? E posso saber o que raios eu fiz de tão grave para você, Evans?
- Nunca fez nada contra mim porque não teve chance de me pegar em uma das suas brincadeirinhas...
- Eu nunca faria uma brincadeira com você, Lily! E no final das contas, são só brincadeiras! Eu não ando com aprendizes de magos das trevas, como alguns dos que você defende tanto...

Lily corou, mas de raiva, irritada por ele ter mencionado Snape.

- Faça-me um favor, Potter, e vá cuidar da sua vida!

Lily saiu andando, pisando duro, Angélica olhou para a amiga, mas deixou-se ficar por um movimento de mão de Sirius, que na verdade, era para deter James de correr atrás da ruiva, mas que serviu para que ela também ficasse parada.

- Deixa pra lá, Pontas, vai correr atrás dela pra discutirem mais? Espera ela se acalmar.

Violet, que estava concentrada na prima, levantou-se atrapalhadamente, tropeçando nos livros que caíram e nos próprios pés, ansiosa por perseguir Lily. Sabia como a prima era sensível quando se tratava de Severus, ainda mais nos últimos tempos, quando parecia que realmente ele estava se misturando com magia negra.

&*&



No dia seguinte pela manhã, Violet estava indo até ao salão principal para o café da manhã, acompanhada por seus amigos da Corvinal, dois loiros, Clarisse Müller, uma garota alta, de lábios felinos e lindos olhos azuis e Enric Saussere, um loiro atlético, batedor do time de quadribol da Corvinal, que era francês mas falava inglês muito bem; e duas morenas, Marina, que tinha cabelos escorridos e geralmente contorcia o rosto, que já não era muito bonito, em uma careta desagradável, e Bridget, que era a mais novinha, estava no terceiro ano enquanto os outros estavam no quinto, e tinha longos cabelos castanhos e grandes olhos negros, parecia uma bonequinha, sempre curiosa e ingênua. Para desgosto de Violet, o tema da conversa naquela manhã era ela mesma, ou melhor, sua solteirisse. Enquanto as meninas desfiavam uma lista de prováveis pretendentes e Enric protestava, dizendo que Violet estava bem sozinha, a menina caminhava olhando para os próprios pés, tentando fingir que não era sobre a sua vida que estavam falando.

- Sabe qual é o problema? – Marina disse, contorcendo o rosto naquele seu sorriso horrível.
- Qual é o problema? – Bridget perguntou esperançosa.
- É sabe-tudo, diz qual é o problema. – Clarisse pediu com desdém.
- São as suas companhias, Vi. – Marina disse com a voz triunfante. – Você só anda com beldades, como pode esperar que algum menino olhe para você?
- Que bobagem! – Enric disse, gesticulando indignado.
- Não é bobagem! A Violet até que é bonitinha, mas claro que é ofuscada andando com garotas como a Clarisse, a Evans, a Fields...
- E você, naturalmente? – Enric tinha um tom de desprezo. – Você então sugere que ela ande com garotas que considere feias para se destacar? Que estratégia!
- Diga o que quiser, francês! Mas diga sinceramente, alguma vez você olhou para a Violet?

O rapaz engasgou, surpreso, e então ela prosseguiu.

- Claro que não! Com a Clarisse do lado o tempo todo, como um homem pode prestar atenção em mais alguma coisa?

Clarisse e Enric coraram violentamente, enquanto ele engasgava uma resposta. Ele, no entanto, não teve tempo de responder, pois foi interrompido. Os Marotos, que vinham do sentido da torre da Grifinória, estavam se aproximando deles, com seu costumeiro barulho. Puderam ouvir Sirius suspirando alto, como quem perde a paciência, junto com um suave barulho de farfalhar de livros, antes da voz grave dele gritar:

- Ei, flor!

Violet, continuou andando, ainda olhando para os pés e por isso não notou que seus amigos pararam no meio do corredor. Deu mais alguns passos, antes de ouvir de novo.

- Espera, florzinha, tenho algo seu.

Não foi tanto pelo grito, mas mais por notar que estava andando sozinha que ela se virou. Não que não tivesse escutado, mas simplesmente não poderia imaginar nunca Sirius Black a chamando, ainda mais de “florzinha”. Mas quando se virou viu aquele rapaz bonito correndo até ela, sorrindo.

- Toma flor, você deixou cair ontem, o Remus guardou pra você.

E ele piscou, estendendo os dois livros a ela, que estendeu a mão para pegá-los, sentindo os dedos adormecidos, como se uma corrente elétrica passasse das mãos dele para os livros e dos livros para ela.
Ela nem teve a oportunidade de dizer obrigada, assim que segurou os livros ele voltou-se para os próprios amigos e correu, passando o braço pelas costas de Lupin, sorrindo muito.
Seus amigos da Corvinal já haviam se aproximado dela, boquiabertos.

- Que cara abusado! –disse por fim Enric. – Te chamando de ‘florzinha’!

As garotas o ignoraram.

- Nossa, o Black te chamou de flor!! – Clarisse não escondia o entusiasmo. – e a gente aqui dizendo que você não tinha ninguém em vista, hein?

Marina, contrariada, nada disse. Todos sabiam da ‘queda’ do tamanho de um precipício que ela nutria por Sirius e se o comentário anterior dela pareceu maldoso, qualquer coisa que dissesse agora ia parecer despeito.
Mas Bridget, sincera como sempre, disse o que passava pela cabeça de Marina também;

- Acho que se Sirius Black falasse comigo, eu caia durinha aqui e agora no meio desse corredor.

Mal sabia ela que Violet também teria caído, se não estivesse ocupada, seguindo-o com o olhar. Os Marotos passaram por eles e apenas Lupin virou-se timidamente e acenou em sua direção. Sirius conversava animadamente com James, apontando algo à frente deles, completamente entretido.

&*&


Violet estava fazendo sua ronda, bocejando. Todo o movimento costumava acontecer, ou perto da torre da Grifinória, ou das masmorras da Sonserina. Ela estava perto da Torre de Astronomia e o máximo que encontrava era algum casal namorando, o que não era um problema ainda, faltava dez minutos para o toque de recolher e ela era especialmente criteriosa quanto a isso. Só distribuía punições quando estritamente necessário.
Ela caminhava batendo os sapatos, fazendo um barulho ritmado. Tinha saudades das aulas de sapatiado e gostava de ensaiar alguns passos quando estava sozinha, por isso quando monitorava lugares vazios, costumava usar os sapatos de dança. Mas naquele momento, sapatiava por hábito, pois sua cabeça estava longe. Havia se passado dois dias desde a manhã em que Black havia lhe entregado os livros, e desde então não conseguia parar de pensar nele. Ao invés de estudar para os NOM´S, desenhava seus olhos, ou seus lábios nos pergaminhos, o seguia com os olhos, onde quer que estivesse, até tinha ido assistir ao treino da equipe de quadribol, fingindo estar lá por Enric, mas deixando-se ficar para ver o treino da Grifinória também. Parecia uma praga, uma doença.
Ela suspirou, ansiosa por livrar-se daquela obsessão estúpida. No entanto, seus ouvidos insistiam em enganá-la, fazendo-a ouvir a voz dele chamando “florzinha”. Distraída, ela fez um pequeno rodopio, batendo as solas dos sapatos com vontade no chão de pedra, como havia feito ano passado em uma apresentação de sapatiado do colégio de dança trouxa que freqüentava nas férias.
Em seu movimento, ela esbarrou em alguém e assustada soltou um gritinho. Logo reconheceu Snape, que a olhava como se estivesse louca. Ela se recompôs, muito vermelha, antes de cumprimentá-lo.

- Oi Severus. Tudo bem?

O rapaz olhou para os lados, como se estivesse se assegurando de que estavam sozinhos, antes de responder.

- Oi, Violet. Você sabe onde está a Lily?

Ela assentiu.

- A ronda dela é perto do Salão Principal a essa hora. Mas logo vai dar o toque de recolher, Severus...

O rapaz fez um gesto de pouco caso, como se pouco se importasse com tal toque de recolher, antes de caminhar apressado em direção ao Salão Principal. Violet deu de ombros, afinal, se Severus se atrasasse para falar com a Lily, era um problema dela retirar ou não pontos dele. Ela mesma duvidava que ia cruzar com alguém depois do toque de recolher, aquele lugar era deserto. Vai ver que era por isso que a mandavam fazer a ronda ali sozinha, o mais que acontecia era se assustar com algumas sombras.
Havia se passado uns vinte minutos depois do toque de recolher e Violet estava voltando para a torre da Corvinal. Os monitores ficavam trinta minutos depois do horário, ajudando Filch a monitorar os corredores, mas se fossem apanhados depois disso pelo castelo, estavam sujeitos a punições como os outros alunos. Ela caminhava tranqüila, quando ouviu a voz que vinha lhe tirando o sono, gargalhando alto. Ela não podia acreditar, que os Marotos estavam fora da torre da Grifinória, justamente na parte do castelo que ela tinha que monitorar. Não que fosse a primeira vez que eles aprontavam algo semelhante, mas como ela ia ter coragem de tirar pontos do Black? E entregá-lo ao Filch? Estava fora de questão! Nem sabia se conseguiria repreendê-lo! Provavelmente ficaria sem fala, só de olhá-lo. Aproximou-se devagar, tentando tomar coragem de pelo menos os mandar para sua torre, mesmo que faltasse coragem para puni-los.
Os Marotos estavam encostados a uma escada, parecendo esperar por alguma coisa. Apenas Lupin não estava, pois devia estar fazendo sua ronda em algum lugar do castelo. Peter estava sentado em um dos degraus, olhando para os amigos que, em pé, esperavam algo.

- Almofadinhas, você tem certeza que isso não vai virar o próximo boato de Hogwarts?
- Qual o problema, Pontas? Deu pra ser medroso agora? – desdenhou Sirius.
- Não é medo, mas não quero que chegue nos ouvidos da ruivinha...
Sirius sacudiu a cabeça, com desprezo.

- Vocês são uma vergonha como Marotos! O Aluado, um monitor e você adestrado por uma mulher! Daqui a pouco para agradá-la, você vai deixar o Seboso em paz!
- Não fala besteira! É diferente aprontar um pouco, dela me ver com outra garota, oras!
- Não sei o porquê. Ela não te dá bola mesmo.

Sirius riu, sozinho. Peter olhava de um para o outro, ansioso para ver como a conversa ia se desenrolar. James, irritado, se encostou à parede. Pelo jeito gostaria de retrucar, mas Lily não parecia mesmo estar no seu fã-clube. Black pareceu perceber o desconforto do amigo e resolveu amenizar a situação.

- Relaxa, Pontas. Ninguém vai saber, as meninas são da Lufa-lufa e do sétimo ano. Não vão espalhar por aí que ficaram com a gente, mesmo sendo “a gente”. – Sirius riu, da própria falta de modéstia. – Eu também não ia arriscar perder a Fields assim, de graça.

James balançou a cabeça em negativa.

- Não compara, Almofadinhas. Você não se importa com a Fields como eu com a Evans...
- E como é que você sabe, hein? – Sirius parecia estar perdendo a paciência.
- É lógico! Outro dia mesmo você tava cheio de graça pra prima da Evans, chamando ela de “flor” e tudo o mais! Você acha que isso já não chegou nos ouvidos da Fields? Elas não se desgrudam!
- Ah, é você que está falando bobagem, Potter! – Sirius só o chamava assim quando estava irritado. – Eu não tava com graça pra ninguém, só fui devolver o raio do livro porque o Aluado é tímido demais e ia ficar carregando aquilo que nem um tonto, até tomar coragem de devolver! E eu só chamei a menina de flor porque não lembrava o nome dela, só lembrava que era algo florido (3)... E até parece que alguém como a Angélica ia ter ciúmes daquela nanica! Por favor, aquela loira é pra fechar o comércio, Pontas, e deve saber disso!
Violet virou-se rápido, esquecendo que os sapatos iam fazer barulho no piso enquanto ela corria. Algumas lágrimas escorriam quentes pelo rosto e ela nem teve coragem de voltar-se para saber se os rapazes a haviam visto. Merlin parecia ter pregado outra peça nela, como era possível que estivesse ali justamente para ouvi-lo dizer aquilo! Maldito momento que colocara os olhos nele!

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Notas:
(1)Este é meu rosto
A minha pele assim, finamente granulada,
Meu ar suave,
É o meu andar,
É a graça anglo-saxônica
Da minha curvatura
É o meu sorriso,
Ou a elegância que se distingui
De meu perfume.
Seja como for
Eu sou o mais bonito do bairro, hum,

(2) Vivi é o apelido familiar de Violet. Como eu encaro que eles pronunciam o nome dela como “Vaiolet”, o normal para abreviar o nome é Vi (Vai). No entanto, a mãe da garota tem ascendência francesa e costuma chamá-la de Violette, com uma pronúncia latinizada, daí o apelido Vivi.

(3)Provavelmente uma nota inútil, mas talvez alguém precise. O nome da Violet é meio bobo mesmo, Violet (violeta) é o nome, além da cor, de uma florzinha bem pequena (que todos devem conhecer), e Springtime pode ser simplesmente Primavera. Me inspirei no nome da Lily (lírio) e da Petúnia. Parece que a família tem queda por nomes de flores...
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^_^Espero comentários antes de continuar, heinnn

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