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100. De volta pra casa


Fic: Thank You For Looking At Me, em português.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Katerine e Rafaela se juntavam ao lado de Susan para devorar a revista. Exceto algumas exclamações soltas, ninguém falava nada.
Gastaram quase uma hora para ler tudo e, ao fim, deitaram-se nas respectivas camas.
- Oh Merlin... - Katerine suspirou.
- Oh Merlin... - Rafaela concordou.
- É a coisa mais incrível de todos os tempos, definitivamente. - Susan falou, dando início a uma enorme discussão sobre os fatos.


No domingo de manhã, mais uma edição d'O Pasquim dominou os assuntos. As amigas rueniram-se, outra vez, para ler o depoimento de Alicia sobre o resgate.
"Acho que tudo começou há alguns meses, quando descobri que minha mãe tinha namorado Harry Potter.
Aos poucos os fatos foram chegando a mim e eu só tive o trabalho de juntas as peças.
Quando finalmente consegui que alguém me confirmasse que Harry era mesmo meu pai, demorou a cair a ficha.
Até que, por acaso, descobri uma pequena reunião de aurores que planejavam resgatá-lo, sabendo que ele estava vivo.
Na mesma hora os obriguei a me levar. Confesso que fui um pouco imprudente, mas fui tomada pela emoção.
Azkaban é um lugar horrível e pensei que não fosse agüentar ficar lá. Mas consegui.
Conforme os aurores iam acabando com os Comensais, eu recolhia suas varinha e guardava. Pode parecer algo meio
estúpido, mas foi a primeira coisa que me passou pela cabeça. Pelo menos se alguém passasse por ali acordando-os, eles
não poderiam fazer muita coisa sem suas armas.
Continuei andando atrás do grupo por um tempo, até encontrar uma sala meio estranha... Tinha um Comensal lá guardando, sozinho, duas varinhas.
Por acaso os líderes do negócio todo chegaram e o levaram para o combate. Consegui entrar na sala e pegar as duas varinhas.
Acabei usando u feitiço de orientação que me levou até o meu pai. Encontrei-o e a varinha dele simplesmente foi até ele! Foi incrível.
Daí, depois que ele estava livre, saímos atrás de minha mãe. Quando, enfim, pretendíamos sair, Steve Chesty chegou e tentou nos matar.
Alguma coisa me impulsionou a fazer o que eu fiz. Simplesmente peguei a outra varinha da sala, que vasculhando minha mente lembrei de vê-la nas páginas dos livros como sendo de Voldemort, e, simplesmente a quebrei.
Depois não lembro de mais nada, só de acordar no St. Mungus e ter, enfim, uma família completa..."
As três se entreolharam com algumas lágrimas nos olhos.
- Oh Merlin... Ela é TÃO corajosa! - Katerine jogou-se na grama ao redor do lago.
- Alicia POTTER! - Rafaela riu.
- É incrível... - Susan completou pouco antes de deitar ao lado das amigas.


- Sério, não posso acreditar! - Thomas balançava negativamente a cabeça enquanto conversava com os amigos.
- Ela era realmente uma pessoa deprimente... - Richard concordou. - E de pensar que ainda tentou me levar pro lado dela...
- Mas o que vai acontecer agora? - Chad perguntou.
- Não tenho idéia. O Profeta só disse que ela iria ser levada à julgamento.
- Ela realmente estava com você por ordem do pai, né?
- Parece que sim, Chad. Mas não faz diferença nenhuma.
- E ter notícias da Aly, faz? - Susan entrou no salão comunal não deixando Richard, que abria a boca, falar. - Bom dia meninos.
- Notícias da Aly? - Thomas arrumou-se na poltrona. - Ela está bem, não está?
- Ótima, acredito... Mas tire suas próprias conclusões. - E jogou a nova edição d'O Pasquim pro irmão.


- Aquela ali não é a tal da Charlie? - Katerine perguntou a Chad.
- Ela mesma, por quê?
- Beijando aquele cara? O negócio dela não era o Thomas?
- Na verdade, era. Mas parece que eles conversaram e ela percebeu que não tinha chances.
- Espero que isso queira dizer que...
- Talvez. Vamos esperar ela voltar, certo?


- Tom? Posso falar com você?
- Claro, Richard! Aconteceu alguma coisa?
- Na verdade, nada que você não saiba... Mas acho que tinha que falar com você...
- Sobre a Susan?
- Exato! É que eu tô gostando mesmo dela... E queria saber se você não se importa e...
- Richard, presta atenção... - Tom riu. - Ela quem beija você, certo? Ela quem tem que gostar ou não. Você é meu amigo e eu realmente acho você uma boa pessoa pra Suse, mas a minha opinião não vai fazer diferença.
- Sabe de uma coisa? - Richard sorriu, relaxando. - Vocês têm razão!
- Vocês?
- A Alicia me falou a mesma coisa.


- Acha que ficou boa? - Juliet perguntava para a filha, que lia a edição nova d'O Pasquim.
- Acho que ficou ótima! E eu nem saí tão ruim assim na foto.
- Você nunca sai ruim, querida. - A mãe sorriu. - Voltaremos para casa hoje.
- MESMO? - Alicia quase pulou de alegria. - Isso quer dizer que vou voltar à Hogwarts?!
- Isso quer dizer encontrar quem te deu este lindo cordão... - Juliet ergueu uma correntinha de ouro com um pequeno pomo.
Alicia corou e levou as mãos ao pescoço.
- Onde estava?
- Azkaban. Os peritos do Ministério fizeram a varredura no local e encontraram. - Juliet sorriu outra vez, colocando o colar na filha. - Vai me dizer quem é o rapaz?
- É um amigo... Capitão do time... Ele é legal... Me deu de aniversário...
- Aly! Pára de gaguejar e enrolar e diz logo!
- Ok, você venceu. - A menina suspirou. - Thomas Fletcher.
Juliet piscou algumas vezes e sorriu.
- O irmão da Susan?
- É...
- Hum... Interessante... Isso quer dizer que vocês estão juntos?
- Não... - Alicia suspirou.
- Nem um pouquinho? Nada?
- Ele me beijou no meu aniversário. Mas depois disso não aconteceu mais nada... E aí vim parar aqui e acho que a tal Charlotte já deve estar com ele.
- Esse não é um presente de amigo... Você sabe tão bem quanto eu...
- Hãn?! - Alicia olhou a mãe, confusa.
- Descobri o que você viu na penseira. De fato você sabe que cordões bonitinhos podem significar um pouco mais... - Piscou para a filha.
- Espero que você esteja certa, mãe... Mesmo.


O sol já havia se posto quando Harry, Juliet e Alicia chegaram em casa. Arthur os tinha ido buscar no hospital e Lisa preparara um delicioso jantar.
Comeram e conversaram por muitas horas. Harry fazia mil perguntas sobre a filha e ela sobre o pai. Juliet apenas sorria e limitava-se a comentar alguma coisa vez ou outra.
Falaram de Hogwarts, do tempo em que ficaram afastados, de quadribol e até recontaram o resgate para Juliet.
- Acho melhor Alicia ir deitar... - Juliet disse. - Ainda precisa de repouso.
- Tudo bem, eu supero isso. Além do que vocês devem estar querendo ficar um pouco sozinhos... - Riu. - Boa noite, mãe. Boa noite Har... pai.
Os três sorriram e despediram-se com um forte abraço. Alicia tomou um banho mas não dormiu, decidiu escrever um bilhete para as amigas.
Harry e Juliet subiram para o quarto logo depois. Usaram muitas horas para conversar e mais muitas para namorar. Não conseguiam esconder a felicidade de estarem juntos outra vez.


Na segunda, Harry acordou cedo e desceu até a cozinha.
- Bom dia, Lisa!
- Merlin, Harry! - A senhora riu. - Acho que preciso me reacostumar a ter outra voz masculina por aqui.
- Com o tempo você acostuma. Agora me diz o que eu posso fazer pra levar pra minha princesa?
- Tem uma bandeja de café no terceiro armário à direita. Copos e pratos no segundo da esquerda... Comida na geladeira, pão no cestinho... Se precisar de alguma ajuda é só falar, certo?
- Acho que vou conseguir encontrar tudo, obrigado.
Muitos minutos depois, Harry entrava no quarto.
Colocou a bandeja aos pés da cama e aproximou-se de Juliet.
- Bom dia, princesa. - Murmurou beijando-lhe a face.
Ela demorou um pouco até abrir os olhos e sorrir.
- Bom dia, querido. É maravilhoso saber que não foi um sonho. - Juliet sentou-se, enrolada no lençol.
- Espero que você goste das mesmas coisas... - Colocou a bandeja na frente dela.
- Mesmo que eu não gostasse, só a aparência disso já me dá fome!
- Bom saber que algumas coisas não mudam.
- Como o meu amor por você, Harry.
Sorriram um para o outro e, juntos, comeram torradas, pãezinhos e frutas. Quando terminaram, deitaram-se lado a lado outra vez.
Ele acariciava o rosto dela, olhando-a nos olhos.
- E de pensar que eu passei quinze anos longe desse olhar...
- Shh... Agora nós estamos juntos. Pra sempre.
- Você está linda. Exatamente como eu imaginava que você estaria com essa idade.
- E você continua o mesmo galanteador de sempre!
Os dois riram.
- Eu não quero te perder nunca mais, Juliet.
- Você não vai. Eu não vou deixar.
As bocas logo se encontraram.

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