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1. Encontro na sala precisa - 1ª


Fic: Amor, tempo e destino: três coisas que podem mudar uma vida


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O relógio já mostrava meia noite. Dali a duas horas, eu faria aniversário. Finalmente completaria 17 anos, e seria legalmente uma mulher. Eu era única acordada no dormitório do sétimo ano. Minhas melhores amigas , Sabinna Lestrange Black e Hermione Granger, estavam ferradas no sono. As duas eram as melhores alunas do colégio. Hermione tinha longos cabelos castanhos e cacheados, e olhos de mesma cor que contrastavam com sua pele alva. Era monitora-chefe da Grifinória. Então vocês já devem ter percebido que minha amiga era uma cdf e uma intragável sabe tudo como o meu odiado Profº Snape e Rony sempre lembravam. Ela parecia que engolia o livro texto. Sabinna era quase a cópia fiel de Hermione, tirando o fato que não decorava tudo que estava nos livros que estudávamos, mas Sabinna era muito inteligente e esforçada.Ela também era monitora, só que não chefe. Tinha cabelos longos e castanhos, cacheados nas pontas e olhos azuis, como os de sua mãe.


Já meus melhores amigos são Harry Potter e Rony Weasley. Harry é a cópia fiel de seu pai, tirando os olhos e a cicatriz. Se Harry é um gato imagine o pai dele, deve ter sido um gostoso, deve ter sido não, ele realmente era. Bem, é que de alguma forma que vocês vão saber mais tarde, eu conheci o James. Mas como vocês obviamente não conhecem “meu amigo”, não devem saber o quanto eu babo internamente por ele. Harry tem os cabelos muito pretos, é mais alto que eu, exibe corpo esculpido pelos anos de quadribol, esse ano está indo pro sétimo. Seus olhos são tão incríveis quanto os meus, só que os olhos de Harry são verde vivo em vez de azuis. Olhos que herdou de sua mãe. Já Rony tem os cabelos ruivos, algumas sardas no rosto, olhos castanhos e é monitor-chefe da Grifinória. Esqueci de mencionar, Harry também é monitor.


Se vocês pensam que eu fico com inveja deles por serem monitores estão muito enganados. Na verdade, tenho mais detenções do que os quatros juntos, o que não é pouca coisa. Harry: uma no primeiro ano, uma no segundo com Lockhart, duas semanas seguida com a Umbrigde no quinto e uma com o Profº Snape ano passado. Rony: uma no primeiro junto com Harry e Mione, uma no segundo, uma no quarto, e uma ano passado. Mione e Sabinna só pegaram uma detenção, quer dizer, Sabinna pegou uma detenção com o Profº Snape, porque o p*** do professor falou mal do pai dela, que por sinal é lindo também. Ou seja, tenho muito mais de 19 detenções.


Todos pensavam que o pai dela era um Comensal da Morte e que traíra seus melhores amigos, James e Lílian, vendendo-os a Voldemort, porém o bruxo era inocente e graças a nos é que conseguira escapar. Quem traíra os Potter fora Rabicho que na ocasião escapara. No ano retrasado nossas aventuras foram um pouco mais picantes do que normalmente eram. Voldemort recuperara seu corpo e estava novamente na ativa.


A Ordem da Fênix, que no passado e presente lutara contra Voldemort, fora novamente reunida. No final do quinto ano, eu, meus amigos mais Neville, Gina e Luna, fomos para o Ministério tentar salvar Sirius das garras de Voldemort. No entanto tudo não passava de uma armadilha preparada pelo bruxo. No final seus fiéis seguidores se confrontaram com Dumbledore e os participantes da Ordem.


Foi mais duro para Sabinna do que qualquer um de nós. Sirius era membro da Ordem e sua mãe era uma Comensal da Morte, Bellatrix Lestrange. Sua mãe tentara matá-lo, porém minha amiga impediu o pior, mas Bellatrix escapou junto com Voldemort, fato que deixou minha amiga triste e Neville desolado, afinal o fato de ele praticamente não ter pais, era culpa de Bellatrix.Porém nem eu nem Mione íamos admitir essa terrível verdade na frente dela.


Vocês devem estar se perguntando por que estou falando sobre a vida de todo mundo menos a minha. Resposta muito simples, esse relato é como se fosse um diário, e no final das contas vou acabar falando mais de mim do que de qualquer outra pessoa, talvez exceto meu namorado e meu amante. Primeiro deixe me apresentar dignamente, depois explico essa história de namorado/amante.


Como muitos já devem ter percebido sou da Grifinória, embora muitas vezes não pareça. Sou baixa para minha idade. Tenho cabelos loiros, lisos, que quase batem na minha cintura. Olhos incrivelmente azuis, que deixam quase todo muito babando por eles. Faço aniversário dia 29 de outubro, ou seja, hoje. Pode se dizer que sou inteligente, mas não no nível da Mione e da Sabby. Sou amiga, sincera, companheira, pelo menos em minha opinião *risos*. Meus defeitos? Bem... Curiosa, impulsiva, ciumenta... Entre outros que não valem a pena lembrar.


Agora vamos ao meu caso de namorado/amante. Conheci meu atual namorado no Baile de Inverno do quarto ano. Fui com o Simas, que só prestava atenção na Parvati, que foi com o Harry, mas acabou a festa com o pessoal da Beauxbatons. Nunca que nosso romance ia dar certo, muito menos se alguém descobrisse. Eu havia nascido trouxa, que fazia com que o pessoal da Sonserina não largasse do meu pé. Meu namorado era claramente popular entre Draco e seus capangas, ou seja, ele era um sonserino e sangue-puro.


Conversamos tanto no baile que nasceu uma grande amizade entre nós. Não rolou nada entre nós, até o Dia dos Namorados do ano passado que finalmente conseguimos sair juntos sem que ninguém percebesse e aconteceu. Ficamos durante um bom tempo, até as férias pra ser mais exata e na nossa volta ao mundo mágico ele me pediu em namoro. Eu aceitei embora não tivesse muita certeza do que estava fazendo na hora.


Só que meu coração sempre bateu forte por outra pessoa. Odiava admitir que estava apaixonada e que meu romance com ele era mais impossível do que com o He... Se alguém por as mãos nesse pergaminho, eu vou estar ferrada.


 


 


 


 


 


Nesse momento Mione acordou. Ela se levantou para tomar água e me viu parada a janela, escrevendo em um pedaço de pergaminho, concentrada. A monitora se aproximou de mim e viu o último parágrafo que eu mesma escrevera.


- Você está apaixonada Kammy? – perguntou em tom curioso e levemente irônico.


A voz de minha amiga acabou acordando Sabinna.


- O que vocês duas estão fazendo aí acordadas à uma hora dessas, tem gente que quer dormir sabia? – disse quase irritada.


- A Kammy está apaixonada. Ela estava escrevendo tão concentrada no pergaminho que nem viu que eu estava acordada. Quem é o “He” que você falou na carta? – Hermione falou e Sabinna levantou na mesma hora. A curiosidade levou a melhor.


- Quem é esse He... Não sei das quantas? – perguntou novamente.


- Meu namorado – na mesma hora desejei não ter falado.


- SEU NAMORADO! – exclamaram as duas, alto, que metade da Grifinória teria escutado se estivesse acordada.


Com a gritaria Lilá Brown e Parvati Patil acordaram também.


- Não se pode mais dormir em paz nesse castelo! – bufou Lilá.


- Lilá, a Kammy tem namorado!


- Espalha pro colégio inteiro.


- Ela não é a única – sussurrou Parvati. Nós olhamos intrigadas para ela.


- Bem... é que... Eu tô saindo... Com o... Simas. Pronto falei – ela estava quase roxa de tão corada que se encontrava.


- Agora só falta você se apaixonar Lilá – disse, divertida, as minhas amigas – A Mione está apaixonada pelo Rony, Parvati pelo Simas e a Sabinna pelo professor...


- CALA A BOCA, KAMMY! – berrou Sabinna.


- Custa tanto você admitir que esta apaixonada por um professor? – perguntei me fingindo de inocente.


- Custa – disse virando o rosto, ocultando para nos, mas tinha certeza que Sabby estava corada.


- Eu...


Sabinna voltou a nos encarar.


- Não é só pelo seu namorado que você baba.


Ocultei-me meu rosto que desde vez havia corado. Inconscientemente apertei a minúscula corrente que estava em meu peito. É que não eram dois em minha vida, eram três. Eu estava mais ferrada do que vocês possam imaginar. Um é meu namorado, outro meu professor e o terceiro... Antes que eu pudesse completar em pensamento, Lilá falou.


- Eu não estou apaixonada por ninguém! – no entanto, pelo tom em que usou ficou muito claro para todas nos que seu coração batia mais forte por alguém.


Aproximei-me da janela e fiquei observando o céu noturno enquanto minhas amigas discutiam quem seria o possível pretendente de Lilá. Foi quando avistei uma coruja toda negra voando em minha direção. Sorri inconscientemente comigo mesma, sabia que aquela coruja era do meu Soldado Perfeito.


Quando a Shi entrou, assustou minha amigas que se voltaram indignadas para a pobre coitada. Fui até ela, acariciei suas longas penas ao mesmo tempo em que soltava a carta que sabia que era endereçada a mim. Olhei para o envelope a minha frente e nem precisei verificar a letra duas vezes para saber que a carta era realmente pra mim.


 


Minha amada Kammy,


 


Sei que está um pouco tarde pra enviar uma carta, mas hoje é uma ocasião muito especial. O aniversário de minha deusa. Parabéns minha adorada, idolatrada, meiga, sensível, especial. Te amo minha loirinha.


Junto desse envelope encontrasse o seu presente de aniversário, espero que você goste.


Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo. Te amo.


Beijos


Soldado Perfeito (HY)


 


Eu pude somente sorrir. Havia deixado o envelope em cima da cama, quando me aproximei para pegá-lo percebi que este estava na mão de Sabinna.


- De quem será? – interrogou-se minha amiga, ao mesmo tempo em que um pequeno anel caia do envelope direto ao chão. Sabinna pegou o anel no chão e nos mostrou. Era um fino anel, com um pequeno diamante lapidado.


- Só te devolvo o anel se você ler a carta! – propôs minha amiga.


Li a carta em voz alta para as meninas, afinal ali não havia nenhum indício comprometedor. Assim que mostrei a carta a Sabinna provando que eu realmente havia lido certo o que estava escrito, ela me passou o anel morrendo de inveja. Nenhuma delas suspeitava quem seria tão rico a ponto de me dar um anel de diamante.


- O seu namorado não é o Malfoy é? – perguntou Lilá, espantada com o próprio pensamento.


- É claro que não! Imagine se eu ia namorar uma doninha tão nervosa como aquela.


- E por que não? – perguntou Parvati com um sorriso que me pareceu presunçoso demais.


Meus olhos faiscaram.


- Eu não namoraria o Malfoy...


- Você queria namorar o Malfoy? – perguntou Rony, que havia acabado de entrar, juntamente com Harry, com uma cara de poucos amigos.


Meus olhos estremeceram de ódio a simples menção de Malfoy.


- EU NÃO NAMORARIA O MALFOY NEM QUE TIVESSE QUE ESCOLHER ENTRE ELE E A LULA GIGANTE!


Minhas amigas davam risadinhas de prazer ao me ver tão irritada por causa de um loiro idiota como ele. Olhei para os dois, Rony estava com um estranho sorriso no rosto, como se resistindo a cair na gargalhada. Harry estava com um sorriso estampado no rosto que eu não fazia a menor idéia por que ele estava sorrindo daquela maneira.


Olhei irritada para ele também, mas ao contrário do que esperava, Harry veio ao meio encontro e me abraçou.


- Você me lembrou muito uma pessoa – disse sussurrando em meu ouvido. Uma pessoa que eu sabia muito bem quem era – Feliz aniversário – de dentro da capa, ele tirou um pequeno embrulho e me entregou.


Abri o pequeno embrulho e encontrei um livro sobre DCAT, minha matéria favorita.


- Obrigada Harry – disse abraçando-o mais uma vez. Assim que me soltei de seu abraço, voltei para Rony, que desta vez me olhava encabulado. Somente me abraçou e me entregou o presente.


- Feliz Aniversário Kammy!


Sorri de orelha a orelha para ele. Pelo tamanho do presente parecia um livro. Será que as pessoas só sabiam me dar livros? Abri meio o contragosto e lá encontrei o livro preferido de Rony, Voando com os Cannons. Sorri marotamente, que fez Harry erguer as sobrancelhas para mim. Assim como Harry eu não desperdiçava um bom livro que se referia a Quadribol, afinal desde o nosso quinto ano, eu era artilheira do time.


- Eu sei que você odeia que te dêem livro, mais eu não resisti à tentação – disse tentando se desculpar.


Pelo meu sorriso, Rony percebeu que eu adorei o presente.


- Você sabe que eu não resisto a um bom livro de Quadribol.


Agora que já tava todo mundo acordado mesmo, minhas amigas me deram os presentes de aniversário. Mione me deu mais um livro, Parvati me deu o jogo de xadrez, já que o meu anterior, eu havia quebrado tacando na cabeça do Malfoy depois de ele me xingar pela milionésima vez. Sabby me deu um manual de astrologia, que era minha pior matéria depois de Poções e Lilá um jogo de Snap Explosivo. Sorri para os meus amigos mais uma vez e olhei mais uma vez para o diamante em meu dedo. Eu ia ter que tomar mais cuidado agora que as meninas já sabiam que eu tinha namorado.


Foi só lá pela uma hora da manhã que todo mundo foi dormir. Era uma quinta-feira, noite de lua cheia, na manhã seguinte eu teria 2 tempos de Poções com meu odiado profº Snape, aula que eu não estava nem um pouco a fim de assistir. Perdida em pensamentos mirabolantes de como acabar com meu odiado professor nem percebi a aproximação de uma das corujas-da-torre, somente quando ela posou delicadamente em meu ombro é que me dei conta de sua presença. Notei que uma carta estava presa em sua perna e que essa carta era endereçada a mim. Não reconheci a letra do remetente e abri meio desconfiada.


 


Querida Kammy,


 


Você pode estar estranhando eu estar escrevendo há essa hora, mas é o único horário que eu sei que você terá privacidade de ler esta carta em paz. Não quero nenhum contra-tempo.


Você me conhece embora não saiba agora quem sou eu.


Você conhece a Sala Precisa? Obviamente que sim. Passe por ela e pense, eu quero encontra o P. A porta vai se abrir e o mistério finalmente será revelado. Espero te encontrar lá minha loirinha.


Te amo.


Beijos


P.


 


Primeiro: ele pensa que eu sou alguma idiota?Segundo: quem é ele pra me chamar de minha loirinha?Quer saber de uma coisa, eu vou lá ver quem é ele. Ele vai se arrepender de ter mexido com Kammy Engels. Ele vai ver.


Eu estava com minha camisola preta transparente, eu não poderia ir assim a lugar nenhum, então peguei meu robe da grifinória que fiz a senhora Weasley bordar e coloquei por cima. Uma idéia passou pela minha cabeça, e se eu pegasse emprestada a capa da Invisibilidade do Harry? Achei melhor não, poderia pô-lo em encrenca, para isso já bastava eu.


Fui apenas munida com a minha varinha, o que era uma grande vantagem, afinal Feitiços e DCAT eram as minhas matérias preferidas e onde eu obtinha as melhores notas. Como? Não perguntem, nem eu mesma sei. Desci as escadas em forma de caracol com a varinha em punho. Passei pelo retrato da Mulher Gorda, que estava sonolenta e nem percebeu que eu havia acabado de sair. Desci lance a lance as escadas. Resolvi dar uma passadinha na cozinha primeiro.


Eu estava morrendo de fome, afinal não havia jantado anteriormente. Passei pelo Salão Principal e segui direto para a passagem que levava a cozinha, parando somente na frente da fruteira de prata. Fiz cosquinhas na pêra e a passagem se abriu. Só que já havia uma pessoa na cozinha. A última pessoa que eu esperava encontrar naquela ocasião.


- O que faz aqui Sangue-Ruim?


- O que eu faço ou deixo de fazer não é problema seu – “De todas as pessoas que tinham que aparecer foi aparecer justamente aquela que eu mais odeio? Que raiva!”.


Dirigi-me para o elfo mais próximo, que no caso era Dobby, e perguntei gentilmente, com um grande sorriso no rosto.


- Você poderia ver algo para eu comer Dobby? – o elfo fez uma reverência e foi procurar algo para mim, sabendo muito bem que eu era amiga do Harry.


- Aqui esta Srta – disse-me entregando uma bandeja com frutas, pães e um delicioso suco de abóboras.


- Por que tratar um elfo assim com tanto respeito? Ele não tem nenhum sentimento – eu já estava com raiva. Apontei ameaçadoramente a minha varinha para Malfoy.


- Mais uma palavra contra Dobby e eu lhe juro que te mando uma Avada Kedavra – centelhas vermelhas dispararam da minha varinha e passaram raspando pelo rosto de Draco – Nun-ca se es-que-ça dis-so – frisei cada palavra, apertei ainda mais minha varinha contra sua garganta. Assim que a abaixei, Draco saiu correndo pela direção aposta.


- Não precisava Srta – disse Dobby guinchando de felicidade, as lágrimas escorrendo deliberadamente pelo seu rosto – Nunca ninguém defendeu Dobby dessa maneira.


- O Malfoy que se atreva a falar alguma coisa – depois disso ficamos os dois em silêncio enquanto devorava o lanche trazido pelo elfo – Me desculpe Dobby, mas agora eu tenho que ir. Muito obrigado pela comida.


- Dobby é que tem que agradecer Srta.


Sorri novamente para ele e segui meu caminho de volta. Felizmente para mim, não encontrei nenhum professor, muito menos Filch. Segui para o sétimo andar, mas precisamente em frente à tapeçaria do Barnabás, o Amalucado. Ou seja, em direção a Sala Precisa.


- Dando uma voltinha pelo castelo, Srta. Engels? – perguntou a voz suave e calma do professor Dumbledore.


- Sim. Precisava comer e por as idéias no lugar – o que não era totalmente mentira.


Ele sorriu. De uma maneira como se soubesse que eu havia mentido.


- Em primeiro lugar: meus parabéns. Em segundo sei muito bem que o real motivo de a Srta estar fora da cama há esta hora é outra, mas como hoje é seu aniversário, considere como um presente - a fala dele continuava tranqüila e doce – Só não espere ter a mesma sorte duas vezes – e piscou para mim se retirando em seguida.


Eu mal estava acreditando em minha sorte, havia conseguido escapar de um passeio noturno pelo colégio sem nenhuma detenção. Isso é um recorde!


Passei pela local três vezes pensando na mesma frase “Eu quero encontras o P”. Uma porta se materializou do nada. Abri-a meio o contragosto e a escuridão invadiu meus olhos, entrei e fechei a porta, ainda apertando a minha varinha fortemente.


- Que bom que você veio. Era exatamente isso que eu esperava! – falou uma voz grave.


- Quem é você? – perguntei receosa.


- Não se preocupe. Não vou fazer nada que você não queira. Além disso, você sabe quem eu sou. Só raciocine um pouco.


Sua voz era estranhamente familiar, e agora eu não conseguia pensar em ninguém tão maluco a ponto de marcar um encontro perto das duas da manhã, fazendo-me correr o risco de ser expulsa e ainda por cima dizendo que me amava. Senti que meu admirador secreto se levantou e senti seus braços fortes em torno da minha cintura. Senti-me tão protegida naqueles braços, a essência masculina que o corpo dele exalava me deixava tonta, até onde percebi que o mesmo tinha um corpo escultural.


- Você ainda não descobriu? – disse sussurrando em meu ouvido. Sua voz era um néctar dos deuses, pelo menos a meu ver.


- Não – respondi sincera.


Senti o enlace em torno de minha cintura se desfazer e fiquei frente a frente com ele. Vi seus olhos brilhando em minha direção. Ainda não sabia quem ele era.


- Bem, já que não tenho outra escolha. Lumus – ordenou para sua varinha e sua claridade azulada invadiu a sala.


Demorou um pouco para meus olhos entrarem em foco. A luz havia me deixado cega momentaneamente. Aos poucos meus olhos finalmente puderam enxergar de novo.


- Agora já sabe quem sou eu?


Não. Não poderia ser quem eu estava pensando. Meus ouvidos estão enganados, não pode ser, ou será que são meus olhos?


Ao olhar para meu admirador minhas suspeitas se confirmaram.


- Não pode ser. Pro... Professor?


 


N.A.: com um comentário eu posto o próximo cap õ/

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Comentários: 1

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Enviado por Lari_sl em 21/03/2011

Pena que vc deletou a outra!!!

Mas é bom q eu releio ela, vou acompanhar de novo!!!!!

Ela nota 10000000000000000000000...

beijossssssssssss

Nota: 5

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