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10. Descobertas e Detenções


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Tom não ia para a sessão restrita todos os dias para não chamar atenção e não largar o restante dos estudos de lado.


Mas o tempo que passava ali era bastante compensador.


Certa vez puxou um livro com correntes e um rosto em sua capa. Tom o pegou e quando tentou abrir, um grito que soou por todo o castelo saiu daquela boca encapada.


Rapidamente ele fechou o livro ofegante.


O que tinha sido aquilo? Toda vez que quisesse lê-lo teriam que aguentar o grito agourento do objeto?


Logo em seguida foi procurar de verdade, sobre bezoar líquido. Pelo que dissera Slughorn, parecia ser bem poderoso.


Suas anotações formavam rolos e mais rolos de pergaminho e já estava ficando sem lugar para guardá-las. Mandaria uma carta para a Floreios e Borrões perguntando se havia algum tipo de pasta ou até um cofre, onde podia guardar suas coisas.


O saco de dinheiro que Dumbledore lhe entregara no dia que se conheceram ainda estava no mesmo nível. Esse não seria um problema.


Finalmente achou um livro onde se falava sobre o bezoar. Começou a ler.


O bezoar, normalmente sólido, é um cálculo, um emaranhado de fibras que é encontrado normalmente no estômago de ruminantes. Porém, o único com propriedades mágicas, é o retirado do interior de cabras.


Há também o chamado Bezoar Líquido. Na realidade, ele se encontra no estado semelhante ao plasma, quase líquido, mas ainda um tanto quanto sólido.


Possui as mesmas funções que o bezoar de pedra e ainda, se tratado com extremo cuidado e utilizado da forma correta, é capaz de trazer um quase morto à vida.”


Tom arregalou os olhos. Trazer de volta à vida?


Continuou:


“A pessoa que estiver no fio entre a vida e a morte pode ser curada instantaneamente.


Para chegar a esse ponto, no entanto, o caminho é difícil.


É extremamente raro conseguir fazer com que o bezoar sólido vire plasma e a chamada Poção da Vida deve ser preparada com muita cautela. Se o ingrediente principal (bezoar) for colocado a mais, a pessoa fica como se um dementador tivesse dado um beijo: viva, mas sem alma. Se colocado de menos, o ser fica em estado vegetativo. Vivo, mas desacordado, como em um coma.


Os ingredientes são tão difíceis quanto o próprio bezoar.


 


Como transformar bezoar sólido em plasma – página 253.


Ingredientes para a Poção da Vida – página 506.”


 


A respiração de Tom estava descompassada.


Aquele poção poderia não trazer mortos de seus sonos eternos, mas era tão útil quanto!


Se não servisse apenas para doenças, mas para qualquer adversidade, então a pessoa poderia ser praticamente eterna.


Tomaria sempre que sentisse que a idade estava acompanhada de sua amiga Morte.


Se houvesse alguma poção de rejuvenescimento, as duas juntas seriam imbatíveis!


Rapidamente, com os dedos tremendo, pulou o livro direto para a página 253.


Eram poções desesperadamente complicadas. Não entendia uma só palavra e não fazia idéia de como prosseguir.


Largou o livro e começou a pensar.


Teria que primeiro melhorar em feitiços, procurar cada um daqueles em outros livros – que provavelmente estariam na sessão restrita. Se não fossem feitiços perigosos, não estariam na preparação de algo tão complicado – para poder conseguir algum progresso.


Rapidamente passou para a página 506. O livro soltava muita poeira e Tom começou a tossir.


A porta da sala se abriu de súbito e Tom fechou o livro com tanta força que mais poeira se soltou.


- Ainda está aí? – Madame Pince, com seus olhos injetados e rosto caquético, o olhava furiosa. – Faz idéia de que horas são?


- Eu...eu não sei. – estava tão atordoado com o que lera, que seu cérebro parecia custar a formular uma boa resposta.


- Já passou da hora de se recolher. Se Pringle o apanhar, vai adorar te dar ótimas detenções.


- Eu...já vou. Logo...


- Agora! Também quero deitar, mas não posso enquanto estiver aqui. Preciso trancar a sala.


Irritado pela interrupção, levantou-se recolhendo suas coisas.


- Posso levar esse livro?


- Não. Nenhum livro da sessão restrita pode ser levado. – ela o olhava desconfiado.


Tom o guardou de volta na estante e passou como um furacão pela bibliotecária.


Estava furioso por ter que fazer sua curiosidade aguardar até uma próxima oportunidade. Teria que esperar até a próxima aula de poções, que seria dali a três dias na sexta-feira. Três dias!


Amaldiçoando Madame Pince correu de volta para o dormitório antes que o zelador o pegasse.


Não que estivesse com pressa de preparar aquilo. Mas poderia vir a ser útil um dia. Estava com 11 anos, porém sabia que não seria novo para sempre.


Ainda não sabia se bruxos eram eternos. Pelo que havia lido, constatou que pelo menos de morte não natural eles sofriam tanto quanto os trouxas.


Virou o corredor e quase tombou com a força com que bateu em algo bem duro. Coçou a cabeça e olhou para cima.


- Ora, ora, ora. Parece que o Senhor Perfeição é um rebelde. – Pringle sorria satisfeito.


- Eu perdi a hora! Estava na biblioteca estudando...


- Ah claro! Claro que estudava. Qualquer professor adoraria ouvir isso, não é? Iria liberá-lo na hora. – sorriu ainda mais. – Mas eu não sou professor.


Tom bufou irritado.


Ótimo. Fazia apenas um mês que chegara ali, e já teria infrações em sua ficha permanente.


- Não podemos conversar? – tentou ser amigável. Não deu certo.


- Nada feito, amiguinho. Já que gosta tanto de dormir tarde, não vai se importar se passar a madrugada acordado limpando meu escritório.


- O que? – falou desanimado.


- Isso mesmo. Uns encrenqueiros jogaram bombas-de-bosta de uma qualidade interessante lá, e eu não consigo removê-la de jeito nenhum.


- Mas...mas...eu não conheço ainda muitos feitiços. Como vou...?


- E mesmo se conhecesse. Usará as mãos, um escovão e um balde com água. Como um trouxa.


Tom o encarou sério. Se pudesse esmagaria aquele ser incômodo como delicados palitos. Limpar o chão como um simples trouxa?


- E se não conseguir hoje, amanhã depois do jantar irá continuar. E se ainda assim não tiver saído vai tentar novamente, e de novo e de novo. – seu sorriso de dentes amarelados parecia não haver fim. – Não importa quanto tempo demore, mas você deixará meu chão brilhando.


Juntos encaminharam-se para uma escadaria que levava ao andar de cima. Viraram para a direita e entraram em uma saleta pequena que fedia.


Estava coberta do chão ao teto de algo gosmento e marrom esverdeado. Não havia um só canto limpo.


E então Tom percebeu que não acabaria aquele serviço hoje e nem amanhã. Compreendeu que o infeliz do zelador, além de acabar com suas chances de saber sobre os ingredientes da Poção da Vida naquela semana, ainda havia prejudicado sua semana de estudos.

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