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8. Sonserina x Lufa-lufa


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 8 - Jogo de Quadribol: Sonserina x Lufa-lufa


Tom já havia tido aulas de voo e foi outra coisa que aprendeu rapidamente. Mais depressa do que qualquer outro colega.


Quando Madame Hooch apitava e os mandava dar uma volta pelo castelo, agora que já estavam conseguindo equilibrar-se e voar um curto caminho, Tom se sentia maravilhado.


O vento batia em seus negos cabelos e os deixava levemente rebeldes. O sol quente e a sensação de conseguir fazer algo que durante tantos anos o homem trouxa sonhou, – voar – era indescritível.


Após a rápida segunda volta, desceu para terra firme e Madame Hooch veio parabenizá-lo.


- Muito bem, Riddle! Você está parecendo um perfeito jogador de quadribol! Pena que é tão jovem.


- Quadribol...?


Já tinha ouvido falar desse quadribol e pelo que entendera, era algum tipo de esporte bruxo. Tom não se interessava por esportes, mas tudo o que o ligasse àquele mundo maravilhoso era no mínimo interessante.


- Sim, o primeiro jogo será semana que vem! Sonserina e Lufa-lufa. Quem sabe em seu segundo ano você não entre para a equipe?


- Por que no segundo ano?


- Porque geralmente alunos do primeiro não jogam. São muito novos e não sabem quase nada sobre as regras. A última vez que isso aconteceu foi há mais de 50 anos.


Tom ficou tentado em aprender e mostrar que ele poderia muito bem se sair melhor que qualquer aluno do sétimo ano. Seus olhos chegaram a se estreitar e brilhar, mas então pensou que quadribol não lhe acrescentaria em nada. Não o transformaria em um bruxo melhor. Seria a mesma coisa que um jogador de futebol comparado a um cientista. Não é preciso dizer qual dos dois é mais útil para a humanidade.


- Entendo. – foi o que disse.


A professora apitou para mostrar o término da aula e os alunos se dirigiram para o almoço no Salão Principal.


A semana se passou com a atmosfera do colégio modificada. Os alunos andavam conversando animadamente sobre o jogo e apostando quem iria ganhar.


- É lógico que vou torcer para Lufa-lufa! – um menino da Grifinória passou conversando com um amigo.


Tom estava em uma sala vazia lendo suas anotações e ouviu a conversa.


- É verdade...só torço para Sonserina no dia em que ela jogar contra a Bulgária! – os dois riram.


- Apesar de que aquele aluno novo, Riddle, tem atraído simpatia de todos não é?


- É...ele nem parece um sonserino. O que será que deu no chapéu para colocá-lo lá? Por que não na Corvinal?


- Ou na nossa casa! Seria ótimo.


As vozes foram se afastando. Tom sublinhou uma palavra em seu pergaminho e fechou os livros.


Foi em direção à massa de alunos. Todos se dirigiam ao campo de quadribol.


Um grande barulho de gritos e músicas podia ser ouvido desde a entrada do castelo.


Tom foi até a arquibancada com bandeiras e roupas verdes e sentou-se na última fileira. Ainda com os livros nos braços, esperou o início da partida.


Os capitães apertaram a mão um do outro e Madame Hooch, a juíza do jogo, apitou. Os alunos em suas vassouras começaram a voar.


Tom observava tudo sem esboçar nenhum tipo de reação. E então notou de longe que um dos batedores de sua Casa era Rodolfo Bones.


Sorriu. Esperaria para seu time não ser prejudicado, não que isso importasse muito, e então começaria sua verdadeira diversão.


O placar estava 75 a 50 para Sonserina. Nenhum dos dois apanhadores conseguia ao menos chegar próximo do pomo. Eram realmente muito ruins.


Tom achou que já chegara o momento. Apanhou sua varinha de forma a ficar escondida dentro de sua capa e folheou um dos seus livros de Feitiços.


Falou de forma baixa e quase inaudível “confundus” e Rodolfo começou a voar sem rumo.


Primeiro foi em direção ao seu próprio jogador e com uma forte tacada, acertou a goles em um dos artilheiros. A torcida fez um forte “uhh” como se compartilhassem da dor que, provavelmente, o bruxo sentiu.


- Mas o que é isso?! Bones enlouqueceu? – o locutor perguntou, tão surpreso quanto o restante que assistia.


O garoto continuou voando de forma ensandecida e seguia agora para a arquibancada da Grifinória.


- Bones!! O que está fazendo? – Madame Hooch gritava, enquanto perseguia com sua vassoura, o menino.


- Parece que Bones quer se vingar dos grifinórios jogando seu próprio corpo balofo para amassar a todos.


- Melps! Mas será possível? – um professor brigou com o menino que comentava os jogos.


- Desculpe professor, mas é verdade! Vocês sabem que sonserinos e grifinórios só fazem as pazes sob a maldição império.


- Melps!!


- Ta ta. Mas alguém tem que fazer alguma coisa ou só vai sobrar poeira, olha! – e era verdade. Bones batia contra a madeira que sustentava uma das arquibancadas. A construção começou a pender perigosamente.


Com mais algumas batidas todos cairiam.


Os professores começaram a pegar suas varinhas, mas antes que pudessem fazer algo, uma voz soou pelo campo.


- IMPEDIMENTA!


Bones parecia ter atingido uma parede invisível antes que conseguisse chegar à madeira e caiu da vassoura. Dippet usou um feitiço para amortecer a queda do aluno e a balbúrdia que antes tinha no campo se calou.


Todos continuavam pensando que raios havia acontecido.


- Parece que o jovem Riddle salvou os grifinórios de uma morte bem dolorida! – Melps disse e todos se viraram em direção ao menino que ainda segurava em riste a sua varinha. – Acho que isso vai entrar para história!


Após a declaração, o silêncio perdurou novamente. Até que a voz de Melps ecoou.


- Esperem! O jogo não acabou! Parece que Wilbur, o apanhador da Sonserina viu alguma coisa! Corre Macauley! Quer dizer, voa!!!


O apanhador da Lufa-lufa parecia ter acordado após ouvir seu sobrenome, e voou no encalço de Wilbur. Mas já era tarde de mais. Wilbur ergueu a mão e a voz de Melps disse desanimado:


- E Wilbur pega o pomo de ouro. Sonserina ganha! DROGA!


- Melps!!!!


A equipe verde, junto com seus torcedores, explodiram em vivas. Tom desceu as escadas e se dirigiu para seu dormitório, mas foi interrompido por um grupo de alunos da Grifinória.


- Uau, Riddle! Muito obrigada. – disse uma menina sardenta. – Eu teria morrido se não fosse você.


- Não teria não. Os professores fariam algo. – Tom disse sem modéstia. Tentou andar mais um pouco, porém várias mãos vieram cumprimentá-lo e agradecê-lo.


Tom se sentia satisfeito consigo mesmo. Havia se divertido e aumentado sua popularidade. Externamente, porém, não apresentava nenhuma expressão.


- Tenho que ir para meu dormitório. – abriu caminho entre as pessoas que continuavam a pensar em como aquele menino era estranho.

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