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7. Os Escolhidos de Slughe


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Tom passava a maior parte de seu tempo livre na biblioteca. Já havia se passado três semanas e a ampulheta da Sonserina passou em mais da metade das outras Casas.


Ainda não fizera amigo algum, não que isso fizesse alguma falta.


Hel tentava fazer-lhe companhia de vez em quando, entretanto Tom não dava importância e constantemente fazia comentários que a coruja parecia compreender e se ofender.


A festa de Slughorn estava aproximando e havia um boato de que ele era o aluno mais novo já convidado para fazer parte. Outros meninos tentavam puxar assuntos, queriam ser do grupo do tão falado bruxo, porém Tom cortava rapidamente e sempre preferia ficar sozinho.


- Vai demorar muito aí, menino? – Madame Pince, a bibliotecária de rosto sério, magro e mal humorado, bateu na mesa de Tom que a olhou irritado. – E então? – respirou fundo e sorriu.


- Não, senhora. Posso levar esses dois livros?


- Você não acha que já levou o suficiente? – falou amarga.


- Tem quantidade limite? Eu já deixei de devolver? – perguntou de forma amável.


- Não.


- Então tudo bem. – levantou-se juntando o material e empilhando os livros. – Devolvo assim que terminar.


- É o que eu espero. – murmurou irritada e saiu andando à frente.


Tom saiu em silêncio e olhando a sua volta. De repente se deparou com uma porta fechada no fundo da grande sala, onde uma grande placa na parte de cima dizia “sala restrita”.


- Desculpe, Madame Pince. – a mulher parou e se virou ainda emburrada.


- O que é?


- O que tem na sala restrita?


- Coisas que são proibidas para alunos lerem.


- Se é proibido, por que então existe essa sessão?


- Porque antes ficavam nas estantes, mas depois que um aluno espertinho quase destruiu o colégio, acharam mais seguro manter na sala trancada. Só é permitido a entrada de quem estiver com um passe escrito por algum professor e justificando sua pesquisa.


- Hum... – Madame Pince voltou a andar para seu escritório e Tom continuou parado observando aquela intrigante sala. Ali deviam estar reunidas informações muito poderosas e importantes. Caso o contrário, teriam dado um fim definitivo àquele material.


Pensaria em um jeito de entrar ali.


 


***


 


Na noite de sábado, Tom saiu de seu dormitório. Um grupo de garotos e garotas já estavam no corredor indo a caminho da sala do professor de poções.


Tom entrou no recinto que antes tinha tido suas aulas. Agora era amplo, espaçoso e no lugar de carteiras, uma grande mesa com um belo jantar em cima.


Velas flutuavam próximas de cada convidado e apenas um lugar estava vago agora. A cadeira ao lado direito de Slughorn.


- Ah meu bom garoto! Pensei que não viesse. – o menino sorriu amigavelmente e sentou-se. – Parece que é de seu gosto chegar atrasado para causar grandes efeitos! – soltou uma alta gargalhada.


- Quem sabe, senhor. – Tom respondeu.


- Bem, eu já ia começar a perguntar para nosso querido Avery ali, sobre o que seu avô tem feito desde que se aposentou do Ministério e seu lugar foi tomado pelo filho!


- Ahh ele ainda faz uma coisa ali e outra aqui dentro do próprio Ministério. – O menino chamado Avery respondeu. Parecia ser um ano mais velho que Tom, mas seu rosto assemelhava-se a uma velha carranca. Nunca havia visto uma criança de aparência mais desagradável. – E meu pai tem ajeitado as coisas para eu ser seu sucessor. – estufou o peito orgulhoso e passou rapidamente os olhos por cada um de forma superior.


- Seria maravilhoso! – Slughorn sorriu com um olhar ganancioso. – Imaginem! Eu estaria conversando com o futuro Ministro!


- É verdade. Eu não duvidaria nada.


- Ótimo, ótimo. E você Moody? – a conversa agora havia se desviado para o outro extremo da mesa. Um garoto de aproximadamente 16 anos olhava desconfiado para a comida em seu prato.


- O que tem eu? – sua voz era grossa e baixa. Os cabelos grandes e loiros escuros.


- Bem, vem de uma família de poderosos aurores. Vai seguir o mesmo caminho?


- É evidente. – pegou agora sua taça de suco de abóbora e analisava seu conteúdo.


O sorriso de Slughorn vacilou por um momento e ainda fingindo simpatia perguntou:


- O meu jantar não está do seu agrado?


- Nunca se sabe o que podem ter colocado dentro dele. Tento sempre avisar meus amigos da Grifinória, que passam por um rigoroso teste para saber se são realmente meus amigos, para prestarem bem atenção no que comem. Podem estar tentando lhe envenenar. E é infinitamente mais seguro beber seu próprio suco. – mostrou uma pequena garrafa de bolso de onde tomou um gole.


A sala ficou em silêncio e um olhou para o outro sem saber o que comentar, e o que não seria perigoso perguntar perto daquele garoto.


Tom o analisou rapidamente. Era inteligente e tão desconfiado quanto ele mesmo.


Não chegaria ao ponto de se mostrar esquisito dessa forma, mas ele sabia que não podia confiar em nada e nem em ninguém. Se fosse de sua Casa e se algum dia precisasse de um...colega, este tipo de pessoa seria o ideal.


- Maluco... – Tom foi o único que conseguiu ouvir o murmúrio de Slughorn que parecia muito sem graça pelo convite àquele rapaz. – Er...bem, e você Riddle! – quando mencionado, o menino saiu de seus devaneios e o encarou. – Eu não conheço sua família, mas deve ser formidável e inteligente se for genético, heim? – sorriu.


Tom pensou por um instante no que falaria. Foi apenas um instante para as pessoas presentes, mas uma enorme pausa de reflexão para ele. Falaria a verdade ou não?


Desagradava-lhe a idéia de se expor, de colocar todos a par de suas fraquezas. Não que não ter uma família fosse seu ponto fraco, mas parecia que muitos nesse colégio se interessavam por suas origens e Tom não gostava de falar sobre si. Na última vez falara demais e Dumbledore agora o conhecia mais do que ninguém.


No entanto, talvez falar a verdade trouxesse ainda mais simpatia e pena dos professores. Odiava tais sentimentos, porém era fato que se consegue mais coisas quando as pessoas se agradam de você.


- Também não conheço minha família. – falou por fim e novamente um silêncio constrangedor invadiu a sala.


- Não...? E onde vivia? E como veio parar em Hogwarts? – Slughorn parecia uma criança sedenta por saber mais.


- Eu morava em um orfanato trouxa. – houve vários murmúrios. – Eram bons comigo, mas eu sabia que lá não era meu lugar. Até que um dia o professor Dumbledore apareceu e me disse tudo o que eu desconfiava.


- Ah! O professor Dumbledore! Sim! Sujeito legal, não é? – o homem perguntou.


- Muito! Acho que vou admirá-lo para sempre por ter me tirado daquele lugar e exposto minha verdadeira natureza.


- Sabe, às vezes esqueço que você tem apenas 11 anos. – riu novamente. – Fala tão bem!


- Obrigado. – abaixou a cabeça em agradecimento.


- Bem, vamos comer? Vocês devem estar famintos!


Durante o jantar continuou o interrogatório aos outros alunos convidados.


Havia três a quatro exemplares de cada casa, e Tom ouvia com metade da sua atenção.


A garota chamada Coline, que havia estado no trem com os outros dois meninos, também fora convidada. Aparentemente, sua mãe havia sido uma grande curadora, até que morreu tentando ajudar um dos pacientes com um feitiço muito perigoso.


Outras tantas histórias assim foram contadas, até que a noite chegou ao seu fim.


- Nossa mãe! Olha só as horas! Pringle vai me matar por manter tantos alunos fora da cama a essa hora. Vamos, vamos crianças. Não quero encrencas.


Um a um começou a se levantar. Tom estava no corredor, quando a menina chamada Coline, aproximou-se.


- Hum...então seu nome não é Tagarela? – ela riu e depois voltou a ficar séria e sem graça. – Hum...desculpa pelos meus amigos no trem. Eu vou te chamar de Riddle. Ou de Tom se preferir.


- Não, não prefiro.


Ela ficou em silêncio por um tempo e depois respondeu nervosamente:


- Bem, Riddle, até mais. Boa noite. – e saiu correndo.


A partir daquele dia, Tom passaria a ser adorado não só pelos professores como pelos alunos de todas as casas.


E mesmo não sendo simpático com os alunos como era com os professores, eles justificavam que era por sua infância sofrida e timidez.


Tom voltou para sua cama e ficou admirando o estrado do teto. Não conseguia parar de pensar na sessão restrita. Queria muito entrar lá e ver os mistérios e sabedorias ocultas. Mas como fazer isso? Como inventaria algo que o deixasse entrar naquela sala?


E tinha que ser um professor que o admirasse mais do que todos. Que mais do que ninguém ficaria encantado com elogios e por seus esforços.


Tom sorriu ao lembrar-se do jantar e de constatar que essa era a parte mais fácil.

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