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6. A Surpresa


Fic: Tal mãe, tal filho: A paixão de Lord Voldemort


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Isso aqui NÃO é um capítulo (por enquanto). Apenas aproveito o pouco tempo que eu tenho em uma lan house vagabunda para agradecer os comentários da LIESSENCE e me desculpar por não have-la citado da outra vez, até por que eu não costumo ficar olhando os comentários (me deixa nervosa). Ainda assim, agradeço a todos que estão lendo a fic (já tenho 30 leitores! uhuuuuuuuuuuuuuuu!) e os convido a deixar os seus comentários com as suas opinioes (podem xingar, eu deixo).

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Capítulo VI – A Surpresa

Assim que tudo parou de girar, percebeu que não retornara à sua casa. Parecia que estavam em um campo. Sentiu uma brisa marinha.
- Onde estamos?
- Em uma pradaria, localizada em Astúrias.
- Estamos na Espanha?
- Sim.
Alissa deixou-se cair sentada no chão. Aquele homem era, sem dúvida nenhuma, louco. Tom sentou-se ao seu lado. Ficaram em silêncio, ele apreciando a vista e a beleza de Alissa, ela tentando entender o que estava acontecendo.
- Você é linda, inteligente e, normalmente, bem humorada. Eu te amo. Quer namorar comigo? – Tom sabia que não podia parar de falar antes de acabar, pois poderia se arrepender ou perder a coragem.
- Me desculpe, eu acho que você não me entendeu. Eu quero voltar para casa.
- E eu quero que você seja minha namorada. Posso até ter forçado um pouco te “sequestrando”, para usar as suas própias palavras, mas eu só queria fazer uma surpresa memorável e diferente.
- Pois conseguiu. Por favor, Tom, eu quero voltar para casa.
Ele suspirou:
- Ao menos poderia responder a minha pergunta, por favor?
- Depois desse nosso encontro, eu não quero mais nada com você. Eu não sei o que és capaz de fazer durante o nosso namoro. Não vou arriscar a nada com uma pessoa tão “surpreendente”.
- Se eu não tivesse feito isso, você teria aceitado o meu pedido.
- Teria.
Tom suspirou:
- Então você me ama!
Alissa corou.
- Mesmo que você não queira mais nada comigo, só o fato de amar-me merece uma comemoração. – Do nada, apareceu uma garrafa de vinho e duas taças ao lado dele. Ele serviu as doses de vinho e derramou o conteúdo de um pequeno frasco em um dos cálices. Colocou o cálice batizado na mão de Alissa e propôs um brinde:
- Ao nosso amor, que não poderá viver por causa do meu afã em agradá-la.
Elevou sua taça, ao que foi seguido de Alissa e bebeu um gole do delicioso vinho. Ela fez o mesmo e, alguns segundos depois de ingerir o vinho, começou a perguntar-se por que estava fazendo isso com Tom. “Afinal, ele só queria agradar-me. Ele não fez de propósito. Que mal há nisso?”. Foi nesse momento que ela percebeu que o amava. Se ela conseguisse enxergar, veria Tom sorrindo friamente.
- Tom, você realmente me ama?
- Ah, é claro que sim Alissa. Você acredita que eu vou ao seu consultório duas vezes por semana só por causa de uma dor nas costas?
Alissa sorriu e corou.
- E você me ama, Alissa?
- Sim, Tom, eu te amo. Eu lhe devo desculpas. Você não queria me fazer mal nenhum. Eu agradeço toda a sua preparação para esse jantar.
Tom aproximou-se de Alissa e a abraçou.
- Tudo bem, eu entendo o seu medo. Ir para um lugar desconhecido dessa forma, sem estar preparada...
Alissa aspirou o perfume de Tom e sentiu-se feliz ali, nos braços dele. Tom deu-se conta dessa vantagem que a poção lhe proporcionara e beijou-lhe o pescoço, bem de leve. Alissa arrepiou-se.
- Eu te amo... – Ouviu-o cochichar em sua orelha.
Ela arrepiou-se ainda mais. Ele sentiu que esse era o momento certo.
- Eu tenho mais uma surpresa para ti.
Alissa esperou que ele continuasse. Ele soltou-se do abraço e pegou a sua varinha.
- Andei fazendo algumas pesquisas e experiências...
Alissa voltou seu rosto em sua direção e esperou que ele continuasse.
- Feche seus olhos.
- Não é necessário, eu não vou espiar. – respondeu-lhe, com um leve amargor na voz, apesar do sorriso no rosto.
- Por favor, feche seus olhos – Tom tornou a pedir.
Alissa fez o que ele pediu.
- Eu não posso garantir que vá dar certo, mas não custa tentar...
- O que você pretende fazer?
- Por favor, agora eu preciso me concentrar.
Ele começou a recitar algumas palavras em latim, que ela não conseguia entender, ao mesmo tempo em que passava a varinha dele, que agora emitia uma luz azul, em frente aos olhos dela. Depois de algum tempo, pareceu satisfeito com o resultado.
- Alissa, abra os olhos.
- Como se isso fosse fazer diferença.
- Por favor, não graceje.
- Está bem. – E Alissa abriu os olhos. E qual não foi a sua surpresa quando se deu conta que agora conseguia enxergar. Embaçado, mas enxergava. O mundo pareceu-lhe novo, cheio de oportunidades, de novas experiências, cores, vida!
- E então? – perguntou-lhe Tom.
- Estou enxergando! – Ela levantou-se do lugar onde estava e deu alguns passos, incertos ainda e olhou para o mar. Bem, olhar não é bem o termo, já que apenas avistava um borrão azul escuro e tinha sorte em ver isso, já que estava anoitecendo. Tom levantou-se e foi ao seu lado.
- Infelizmente, o efeito ainda é temporário. Estou trabalhando para que seja permanente.
- Tom, isso é maravilhoso! – Então ela o viu pela primeira vez. Com a luz do ocaso, ela o viu e apreciou os contornos que pode vislumbrar. Ela aproximou-se mais e abraçou-o. Ele inclinou-se e eles se beijaram. O beijo foi lento e sensual. Tom abraçava-a forte: ela era sua agora. Ambos se separaram sem folego.
- Espero que agora você entenda por que eu lhe trouxe até aqui.
- Não tenho a mínima idéia.
- Para que o primeiro lugar que visses fosse bonito.
Ela sorriu.
- Alissa, acho que, dadas às novas circunstâncias, devo refazer-lhe a pergunta: você quer namorar comigo?
- Ah, é claro que sim.
Foi a vez de Tom sorrir “Bendita poção do amor”.
Continuaram ali por mais um tempo, abraçando-se e acariciando-se.
- Está tudo escurecendo de novo. – Diz Alissa, com um leve toque de tristeza em sua voz.
Tom sorriu.
- É por que é de noite. O temporário quer dizer dois ou três dias. Acredito que você queira ir para casa.
- Gostaria de passar mais tempo contigo.
- Você quer continuar aqui?
- Você quer ir até minha casa?
- Aceito o convite tão generoso, mas antes, tenho mais uma surpresa. – Com um aceno de varinha, ele limpa as sobras do picnic. Depois de guardar a varinha no bolso interno das vestes, ele abraça Alissa e eles voltam à Inglaterra, em outro beco escuro de Londres. Saem caminhando e Tom parou em um cinema.
- Você gostaria de assistir um filme?
- Oh, Tom, seria maravilhoso!
Tom comprou as entradas e eles entraram na sala. Ele escolhera um filme bem romântico, daqueles água-com-açúcar, para satisfazer sua companheira. Fazia muito tempo que ele não entrava em um cinema. Realmente, muitas coisas haviam mudado. Estavam mais confortáveis, a imagem estava mais fiel e o ingresso era mais caro. Mas ele não pode negar que se divertiu. Estava agradável ver Alissa assistir ao filme, descobrindo novas coisas, as imagens e as cores. Volta e meia ela lhe fazia perguntas, que ele respondeu pacientemente. Não tocou nenhuma vez nela enquanto estavam lá dentro. Sabia que o melhor era deixá-la se maravilhando com as cenas e com a sua capacidade de enxergar.

Acabado o filme, saíram do cinema.
- Cansada?
- Um pouco.
- Quer ir para casa?
- Seria bom. Foi um dia cheio de surpresas.
- Agradáveis?
- Todas elas. – Ela inclinou-se em direção a ele e deu-lhe um selinho.
- É aqui. – Entraram naquele mesmo beco de antes.
- Talvez seja melhor você agir como se não enxergasse.
- Você tem razão.
Ele beijou-a e aparatou com ela até a ruazinha perto do destino deles.
Ele segurou o braço dela e eles sairam caminhando até a casa dela. Pela primeira vez na vida, Alissa viu o edifío em que morava e, logo em seguida, veria o seu próprio apartamento.
Subiram as escadas e ela entrou em sua casa. Ligou a luz e deixou Tom entrar. Fechou a porta e olhou ao redor. Observou tudo. Examinou detalhes. Conheceu sua casa de uma maneira diferente. Tom já havia se acomodado no sofá e observava-a sorrindo. Depois desse rápido exame, ela olhou para ele:
- Então, essa é a minha casa...
- Sim, seja bem vinda...
Alissa sentou-se ao lado dele e aninhou-se em seu ombro. Ele abraçou-a possessivamente.
- O que você costumava fazer?
- Escutava músicas no rádio.
Tom pegou sua varinha no bolso interno das vestes e acenou-a em direção do aparelho. Uma música suave começou a tocar. “Devo dar-lhe mais poção do amor e também devo beber mais poção rejuvenescedora”, foi seu primeiro pensamento. Guardou a varinha novamente e abraçou Alissa com mais força.
- Tom, eu te amo.
- Estou com um pouco de sede.
- Você quer que eu busque um copo d’água pra você?
- Não, pode deixar que eu busco. – Ele levantou-se. – Onde é que fica a cozinha?
- Fica pra lá. – Disse Alissa, apontando para esquerda.
Ele foi e logo voltou com dois copos de suco de abóbora.
- Tomei a liberdade de preparar um suco para nós. – Entregou-lhe o copo e sentou-se. Alissa tomou o último gole de sua liberdade.

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