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2. Minucioso


Fic: COMRADE


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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As personagens e o universo não me pertencem, todos nós sabemos e reverenciamos quem os criou!


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Minucioso


 


 


"Um acesso de ciúme pode levar um homem a cometer ações tão indignas, que, uma vez passada a vertigem da suspeita, ele se encontre grandemente envergonhado."
( Jean-Baptiste Massillon )


 


 


Jantaram em silêncio, cada um perdido em seus pensamentos, às vezes seus olhos se atraíam mutuamente, mas não sustentavam a troca de olhares por muito tempo.


 


Hermione terminou seu jantar, sem nem ao menos ter tocado no prato e se dirigiu à biblioteca.


 


Lá dentro, envolvida pelo cheiro dos livros, foi até a prateleira e apanhou sua Nova Constituição, abriu a gaveta, se armou de pena e tinta, e começou a ler os processos, fazendo rápidas anotações.


 


Sabendo que Ron agora teria um tempo livre para realmente pensar com minúcia no que fizera, ela se sentiu menos angustiada. Por Merlim, eles não poderiam passar a noite toda sem conversar; se sentiu engasgada por não ter perguntado como foi o dia dele.


 


Hermione percebeu que o marido parecia extremamente exausto; por baixo dos cabelos ruivos pôde perceber um vinco de tensão na testa, a boca suavemente contorcida num esgar de desgosto, os dedos longos agarravam o talher com uma força desnecessária, os ombros estiveram rígidos e as costas levemente arqueadas, e ela não deixou de perceber que Ron estava sem nenhum apetite, e isso era algo absolutamente preocupante, não havia nada no mundo que tirasse a sua fome.


 


 


Suspirou observando os processos; havia terminado as devidas anotações e com alguns floreios da varinha murmurou os feitiços que os manteriam em sigilo; os reuniu e guardou.


 


Se dirigiu até o sofá confortável no canto da biblioteca e deitou cansada, gemendo de contentamento por poder esticar o corpo, mesmo já tendo tomado um banho, ela estava tensa, nem o pijama confortável estava sendo capaz de fazê-la relaxar; Hermione sabia que bastava algum tempo acariciando os cabelos de Ron e inalando fortemente o cheiro que vinha dali, para dissipar a tensão; ela poderia afundar os dedos nos cabelos sedosos e deslizá-los até a nuca, enquanto beijasse o pescoço; ela poderia passar as pontas dos dedos pelo peito e morderia levemente o lóbulo da orelha, sussurraria o nome dele. E, então, toda a tensão estaria definitivamente liquidada, quando Ron se virasse e a tomasse nos braços para um beijo arrebatador.


 


Mas não houvera beijo hoje.


 


Com uma confusão de saudades, revolta e dor, Hermione lembrou que hoje ele não a beijou arrebatadoramente, ele não tomou seus lábios e não permitiu que ela se perdesse no gosto achocolatado da boca carnuda e quente da qual ela tanto dependia. Nem um beijo calmo no horário do almoço, que a alimentava mais do que qualquer refeição, nem mesmo um suave encostar de lábios carinhoso.


 


Nada.


 


Hoje Ron penalizou Hermione não a beijando.


 


O olhar dela desviou para o tabuleiro de xadrez esquecido no chão, se abaixou, agarrou o cavaleiro negro entre as mãos e alisou a cabeça da peça que parecia mal humorada, os olhos arderam e seu coração ficou apertado com sentimentos desordenados. Se Ron a amava, então qual seria o motivo para ele ainda ter ciúmes e brigar com ela por coisas tão estúpidas? As cenas de tudo o que fizeram juntos na noite passada foram apagadas pela discussão que o ruivo protagonizou pela manhã.


 


Dessa vez ele se superou, a voz desdenhosa do marido ainda repercutia dentro da mente dela.


 


- Ah Ron, francamente... Você não pode estar falando sério...


Ron andava em círculos no quarto, com uma toalha precariamente enrolada no quadril deixando o peito à mostra, os cabelos grudados na testa permitindo que os olhos azuis se destacassem ainda mais.


- Odeio a forma como ele me olha, já falei que ele é maluco!


- Ele não é maluco - ela afirmou, mas perdeu parte da convicção ao notar o olhar incrédulo do marido – carente, eu diria...


 


Hermione tentou ignorar o instante em que Ron descartou a toalha em cima da cama e caminhou gloriosamente nu até o guarda roupas para apanhar uma cueca, com as bochechas ardendo ela olhou para a janela e viu que o dia já estava claro, se continuasse aquela discussão com o marido, poderia se atrasar para o trabalho.


 


- Por Merlim, ele é assustador! - Ron disse num tom dramático – Eu tenho medo dele perto de você, sabia?


 


Qualquer um perto de Hermione poderia perder a cabeça, com as faces adoravelmente rosadas e o cabelo bagunçado, ela era um templo de adoração para qualquer criatura. Ele precisava dar um basta naquilo, e tinha que ser logo.


 


- Ron, você pensa que foi o primeiro a deitar na minha cama?


 


Toda a cor do rosto sonolento do ruivo foi escoada para as orelhas.


 


- O que você quer dizer com isso, Hermione? – Perguntou se aproximando perigosamente.


 


- Ah, Ron, francamente, não vamos começar isso de novo. Já falamos outras vezes. Eu o adoro e tudo vai ficar como está.


- Pois eu quero ele bem longe de mim, e principalmente de você. – Ron vociferou, o ódio transbordava, deixando sua respiração rápida e falha. Hermione deu-lhe as costas; irritada puxou o lençol contra o corpo e se dirigiu para o banheiro – Você me ouviu Hermione?


 


Num giro rápido, digno do Rei dos Aros, Ron a segurou com apenas uma mão, fazendo com que, no susto, ela soltasse o lençol que a protegia do olhar intenso e audaz. Cada palavra dita, na voz sensualmente grave, fez o corpo pequeno, e agora nu, vacilar de desejo.


 


Hermione reuniu toda sua força de vontade e rebeldemente se libertou do aperto, entrou no banheiro e enquanto tomava banho ouvia Ron defendendo seu ponto de vista, resolvera ficar em silêncio e não debater mais o assunto; dera certo das outras vezes, daria agora também. Embora hoje Ron parecesse mais determinado... E mais sensual também... Merlim, por que ele tinha que ser tão sexy pela manhã, ou quando ficava furioso... ou... o tempo todo?


 


 


No sofá da biblioteca uma mulher triste, mais parecendo uma menina desamparada, adormeceu.


 


 


~*~*~*~*~*~*~*~*~*~


 


 


Duas horas. Cento e vinte minutos de um calor infernal e uma noite torturante. Por que aquele calor em pleno outono?


 


Quantas voltas Ron Weasley deu naquele quarto não há como saber, mas o fervor do seu corpo era palpável na atmosfera, mirou a porta do banheiro emburrado, Hermione tomara banho antes do jantar e deixara o quarto inteiro impregnado com seu cheiro, e isso estava tornando o desejo do ruivo incontrolável.


 


A frustração se espalhou na penumbra do quarto, Ron passou as mãos no rosto demoradamente, um gesto tão cansado quanto ele, mas não um cansaço físico, por que não fizera nenhuma atividade física para se cansar de fato essa noite.


Infelizmente.


 


Tomou uma ducha fria, usou um feitiço para resfriar a temperatura do banheiro, e cogitou a hipótese de se enfiar dentro de uma daquelas caixas que os trouxas usam para manter os alimentos gelados. Será que essas maluquices trouxas seriam capazes de amenizar o calor do seu corpo?


Possivelmente não.


 


Apenas uma nascida trouxa maluca seria capaz de tamanha façanha. Ron se sentia amargurado, tenso e... envergonhado.


 


O rompante de ciúmes que ele tivera naquela manhã deveria ter sido a coisa mais estúpida que já fizera na vida, e isso também comparado com aquela frase que ele gritou para as veelas no acampamento na Copa Mundial de Quadribol. Passado o momento ele conseguia ver com clareza o quanto fora um babaca infantil, e agora teria de resolver a situação. Mas como?


 


Pedir perdão? Desculpas? Dar uns beijos?


 


Mil ideias de reconciliação foram se formando em sua mente, cada imagem formulada minuciosamente fazia a calça do pijama explosivamente apertada. Baixou a mão direita e tocou-se instintivamente, tentando acomodar o membro inchado de forma mais confortável.


 


Hermione havia se refugiado na biblioteca, era só ir até lá e usar de toda sua gama de artifícios infalíveis... Se é que eles existiam...


 


Após se decidir, ele rumou ao encontro da esposa; quando alcançou a porta do quarto, ainda com a mão na maçaneta, olhou de soslaio para a cesta de vime no canto escuro do quarto. Estava vazia, incrivelmente isso deixou Ron mais confiante.


 


 


~*~*~*~*~*~*~*~*~*~


 


 


Aos pulos, desceu a escada; nervoso, abriu a porta da biblioteca, silenciosamente decidido, e a viu.


 


Hermione estava dormindo um sono cândido e lânguido. Deitada de bruços, o bumbum deliciosamente empinado, os cabelos formavam uma linda cascata até o chão, ele pensou em tocá-la, de leve, só para testar o calor da pele.


 


Quando a mão grande e máscula se aproximou da cintura delicada, ela rebolou suavemente e Ron praguejou em pensamento. Respirou fundo para tomar coragem, mas quando aspirou o ar frio da noite, sua masculinidade se manifestou instantaneamente: as narinas foram tomadas pelo cheiro inebriante dos cabelos dela, estava tão próxima... tão deliciosamente relaxada e quente... Exalando uma sensualidade despreocupada que deixava os hormônios dele enlouquecidos, o cérebro em alerta para apreciar um próximo movimento que potencialmente seria ainda mais tentador que o primeiro.


 


Se abaixou e ficou bem rente ao corpo dela, admirou a pele alva, o pescoço e os ombros visíveis através da blusa de alcinhas, a cintura totalmente despida pela posição que ela se encontrava, as pernas bem torneadas esticadas ao longo do sofá, culminavam em pés magnificamente proporcionais. Os olhos dele, tomados de uma gula sólida, se detiveram no bumbum novamente, arredondado e perfeito, uma visão que fez os testículos de Ron latejarem dolorosamente.


 


Não podendo mais se conter, ele afastou gentilmente os cabelos que cobriam o pescoço, depositou na bochecha um beijo falsamente casto, e iniciou um caminho de pequenos beijos até o pescoço, enquanto a mão descia as costas até circundar a cintura, fazendo com que Hermione se virasse eroticamente de frente para ele.


 


- Ron...? O que...?


 


Mas Hermione não obteve resposta, a boca tépida do marido cobriu a sua, iniciando uma dança de línguas suave e compassada, ele a pôs sentada, e embrenhando os dedos nos cabelos castanhos, a puxou de encontro ao seu peito.


 


Surpresa, precisou de uma fração de segundo para corresponder ao beijo; com Ron ajoelhado ao lado do sofá, ela o envolveu com as pernas no momento em que ele a pressionou contra si. Hermione sentiu o coração de ambos batendo descontrolado; quando ele abriu a boca, a tomando por inteiro e movendo lentamente os lábios sobre os dela, toda a raiva de mais cedo foi ficando esquecida.


 


Já perdida nas sensações incandescentes que ele causava, Hermione deslizou a mão pelo pescoço, sentindo a pele quente, os dedos atingiram a nuca, encontrando os cabelos ruivos e macios, ela os afagou ternamente, então quebrou o beijo e lambeu a orelha dele com selvageria, mordeu o lóbulo, Ron gemeu e ela fez um rastro de beijos até o queixo dele, mordeu o lábio inferior e o beijou direto na boca; agora ela comandava o beijo, então começou a ditar um ritmo mais intenso, o desejo e a provocação suspensa no ar. Hermione movia os lábios e língua dentro da boca de Ron, e ele, correspondia cada vez mais intensamente.


 


Segurando a esposa firmemente pela nuca, ele puxou o cabelo dela, obrigando-a a manter o pescoço à deriva do seu olhar, admirou cada sarda aparente através da blusa de alcinhas, tentadoramente transparente, os mamilos túrgidos emergiam do tecido como se convocassem seus lábios.


 


Ergueu os olhos e encontrou o olhar nublado de Hermione, ela mordia o lábio inferior, os cabelos bagunçados e as bochechas visivelmente vermelhas apesar da penumbra da biblioteca. Ela passou a língua nos lábios ressecados pelo fogo que a dominou em questão de minutos.


 


Ao ver isso Ron sentiu uma fisgada vigorosa nos testículos. A ereção extremamente aparente no pijama atraiu o olhar de Hermione, com os olhos fixos nos dele, ela colocou a mão na cintura da calça, e com a outra puxou o cordão, deixando o pênis acessível a sua mão, que se embrenhou pela calça, agarrando o membro latente e massageando-o graciosamente; com a mão livre segurou Ron pela nuca, puxando o rosto dele contra seus seios.


Aspirando profundamente o perfume dela, Ron pôs de lado a alça da blusa, expondo o seio redondo; escorregou o nariz por uma auréola, ao mesmo tempo em que esfregava o outro mamilo entre o indicador e o polegar. Sentiu Hermione apertar com mais força a sua ereção e isso fez sua cabeça ficar vazia, os pensamentos se tornaram incoerentes, tragados pela luxúria que ditava o fluxo de seus atos neste momento. O motivo pelo qual entrara na biblioteca há poucos minutos, agora completamente esquecido.


 


Hermione interrompeu a carícia, segurando firme nos ombros dele, ela se deitou, o puxando consigo, precisava sentir a boca dele por todo o seu corpo, precisava sentir os beijos que não ganhara durante o dia. Ela queria senti-lo esmagando seu corpo contra o dela, sugando e lambendo cada centímetro da sua pele.


 


Parado de joelhos em cima do sofá, com o membro dolorosamente ereto, Ron apreciou Hermione que, respirando rapidamente, o acomodou entre suas pernas, ele passou a mão na coxa, escorregando-a para dentro do short de algodão; ela era uma mulher provocante, independente da roupa que usasse, mas tinha que admitir, as mais simples e despreocupadas, eram também as mais ardentes.


 


 Hermione se mexeu quando sentiu a mão quente de Ron se aventurando por dentro do seu pijama, levantou a cabeça e viu um maço de cabelos ruivos indo ao encontro da sua barriga, gemeu alto quando Ron iniciou a tortura lambendo seu umbigo, beijando sua cintura e alisando a parte interna da sua coxa.


 


Ele interrompeu os beijos e se afastou cerca de dois palmos de distância dela e começou a escorregar o short pelas pernas; gentilmente tirou a blusa de alcinhas, Hermione jogou a roupa para o lado e o prendeu entre as pernas. Quando ela estava completamente nua, ele abaixou o rosto e beijou sua intimidade, fazendo com que ela se contorcesse e gritasse embaixo dele.


 


Quando Hermione sentiu as pinceladas prazerosas que a língua de Ron traçava, mexeu o quadril para aproveitar ainda mais as sensações, a ponta do nariz dele acariciou seu clitóris de maneira provocante, e ela se empurrou contra os lábios carnudos, agarrou fortemente os cabelos ruivos, e pediu a Merlim que Ron aprofundasse o toque.


Ron percebeu imediatamente que ela estava muito próxima do clímax; lembrando vagamente que fora até ali para pedir perdão, tentou colocar todas as desculpas possíveis em forma de atos, como se pudesse compensar o que sentiu ao fazê-la sofrer por seu ciúme fútil e descabido. Ele segurou as nádegas com força pressionando a pélvis dela contra a sua boca, aprofundou o beijo íntimo e roçou o longo nariz no ponto de prazer da esposa.


 


Com a boca colada nela, ele sentiu o tremor da pele aveludada e a vibração do corpo dela por completo; movendo suavemente a língua, ele ergueu os olhos e a viu segurando o próprio seio, completamente selvagem, uma das imagens mais eróticas que já presenciara na vida.


 


Hermione poderia dizer que sentiu o orgasmo mais arrasador de toda sua existência, mas mudou de ideia quando abriu os olhos e viu o olhar abrasador e penetrante de Ron. Ela se jogou nos braços dele e o beijou em cheio na boca, sentindo o seu próprio gosto misturado ao dele. Enquanto ela o beijava, algo inesperado aconteceu.


 


Se levantando do sofá, Ron a manteve no colo e se retirou sumariamente da biblioteca.


 


 


~*~*~*~*~*~*~*~*~*~


 


 


Já no quarto, ele a depositou cuidadosamente na cama; esplendorosamente nua, a sensualidade dela vibrava no ar, e ele desceu os lábios sobre os seios novamente. Depois tornou a beijar a boca avermelhada, sorvendo delicadamente os lábios macerados pelos beijos selvagens trocados antes. Acariciou a bochecha quente e admirando o semblante relaxado que ela ostentava, mergulhou nos lábios, que sorriram formando um encaixe perfeito nos seus. Recomeçando as carícias, Ron sentiu as pequenas mãos segurarem seu rosto, e os dentes de Hermione morderam avidamente seu lábio inferior.


 


Hermione abandonou a boca dele e se ajoelhou na cama; rapidamente fez as calças do pijama descerem pelas pernas do ruivo, e abocanhou o membro, rigorosamente ereto.


 


- Her... mione... ow... Sobre mais cedo... Ah... caralho...


 


Ela sorriu e mordeu a ponta do pênis, Ron quase desmaiou de prazer, agarrou os cabelos dela, e não conseguia decidir se deixaria o gozo chegar ou se pediria desculpas pelas burradas que fizera pela manhã.


 


Em poucos instantes de reflexão, ele definiu então uma prioridade, contrariado puxou o pênis da boca da esposa e se sentou na cama. Olhando sem jeito para ela, disparou:


 


- Hermione... eu preciso falar uma coisa... sobre...


 


Quando olhou nos olhos castanhos tempestuosos, viu uma fúria assustadora, tinha sido um estúpido, mas não era para tanto...


 


- Você, cala essa boca.


 


Ela rosnou e o empurrou contra o colchão, subiu por cima dele, e sem aviso ele sentiu seu membro penetrar num vale extremamente úmido e quente, totalmente entregue, Ron permitiu ser dominado, com uma voluptuosidade crua, Hermione o cavalgou intrepidamente.


 


Por alguns instantes pareceu que o quarto estava sendo atingido por algum abalo sísmico, até que Ron se deixou convulsionar embaixo dela. Eles se observaram por algum tempo, e quando Hermione se abaixou para beijá-lo, ele a jogou de lado e subiu por cima dela; rapidamente jogou as pernas dela sobre os seus ombros e como uma força primitiva, a penetrou.


 


-Você é minha Hermione... ninguém jamais deitará na sua cama... apenas eu... 


 


A voz grave de Ron, transbordando desejo, sua masculinidade latente alimentando o fogo que ardia na pélvis dela.


 


Se entregaram a volúpia intransponível do momento, e se amaram sem reservas, adentrando num universo onde só havia o clamor do corpo, os gemidos de prazer, e o orgasmo fulgurante que os arremessou num abismo multicolorido de sensações.


Hermione não pôde refrear o desejo, um novo orgasmo explodiu por trás de suas pálpebras; naquele instante, toda a ira e a agonia se dissiparam, uma sensação de vivacidade se apoderou do corpo dela: alegria e prazer, misturados ao amor fizeram o coração explodir e seu corpo vibrar.


 


 


~*~*~*~*~*~*~*~*~*~


 


 


Completamente saciados, Hermione olhou para o marido, admirando a sua beleza pós coito, os olhos desfocados os cabelos úmidos, deitado de bruços com o traseiro adoravelmente sarapintado à mostra, definitivamente uma das visões mais maravilhosas que poderia ter dele.


 


Mas não era por isso que daria o braço a torcer.


 


- Ron... Hum... sobre mais cedo... Ron?


- Tudo bem, Mione, aquele monstro pode ficar.


 


- Sério?! Ele pode dormir no nosso quarto?! Exatamente como está?!


 


- Pode, mas só se me prometer que vai repetir essa transa brilhante outras vezes – ele declarou sorrindo, os olhos azuis brilhantes.


- Francamente... Não sei do que está falando. - Hermione falou, as bochechas queimaram num misto de timidez e... desejo? Abaixou os olhos, e mordeu o lábio. Oh Merlim...


- Se você não sabe não sou eu que vou lhe dizer. – Ele declarou presunçoso. Se aproveitando das bochechas coradas dela, se aproximou e a beijou apaixonadamente.


 


 


~*~*~*~*~*~*~*~*~*~


 


 


Ron abriu os olhos pela manhã e deu de cara com Bichento o encarando sentado no tapete, o rabo de escovinha abanando de um lado para o outro. Ron girou as longas pernas e se levantou silenciosamente, se aproximou, olhando direto nos olhos âmbar do gato.


 


- Escuta companheiro, tenho um amigo na Noruega. Neve e piração pra todo o lado. Se eu ver você no colo da Mione, vai virar picolé de pelo. Me entendeu, seu bicho burro?


 


 


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N/B por Disomers: Minha primeira nota de beta, que emoção... rs... Preciso desabafar, ser beta não é fácil, é um momento de tensão único! Mas ler a fic antes de todo mundo é realmente fascinante... rs...


Bem, que a Vivi é uma das melhores FW da nova geração é meio lógico né?! Ela tem um talento nato para retratar Ron e Hermione adultos, vivendo como um verdadeiro casal apaixonado. Essa fic é mais um prova disso! E preciso dizer que amo quando eles brigam e depois se entregam enlouquecidamente ao desejo palpável que transborda dos dois.


E esse nariz do Ron, gente?! O que é isso hein?! Passei mal aqui... rs...


Leitores queridos, a Vivi acabou de nos presentear com uma fic arrasadora, então deixem um comment, porque ela merece! Bem, ela merecia bem mais que um comment, portanto se quiserem deixar mais de um, fiquem à vontade... rs...


Beijos,


Dieimi Somers


 


 


N/A por Viviane Barreda


Esta fic nasceu inteirinha de um capricho meu. Desde sempre imaginei como poderia ser uma briga deles por causa do grande companheiro de Hermione, duvido até hoje que o Ron concorda com esse camarada andando pela casa e dividindo a atenção.


Bom, acho que todos os fãs de Ron/Hermione imaginam que as brigas pelo gatinho, pela toalha na cama, ou por qualquer outro motivo, terminam exatamente assim... Com algumas variantes, mas essencialmente assim.


Ah, a estória está recheada de detalhes que tem feito muito sentido nos meus últimos dias, no twitter e no tumblr, por exemplo... quem me conhece entendeu... rs



Quem quiser continuar no clima de brigas e amassos, leia Cotidiano, fic escrita por Disomers... ficwriter que inspira e ilumina todas as minhas emoções realmente proveitosas =)





Mil Bjs,

Vivi

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Comentários: 8

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Enviado por Hellen Silva Soares Vaz em 07/05/2020
Muito sensual e boa de se ler. Adorei! Quando eu comecei a perceber de quem o Ron tava com ciumes, kkkkkk, ficou engraçado.
Nota: 5

Páginas:[1]
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Enviado por Dira em 17/07/2012

Muito boa a fic! Parabéns!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Sheilinha Araujo em 25/06/2012

Menina que isso vc nunca me disse que escrevia tambem, e tão bem eu simplemente me apaixonei pela sua fic!!!


Voce tem tando talento, parabens!!! Amei, Adorei nossa!!


Sem palavras


Vivi, sua linda vc tem muito talento!!!        

Nota: 5

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Enviado por June Weasley em 27/01/2012
Merece demais um comentário, uma das melhores fis que já li! ;)
Nota: 5

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Enviado por Kelly Granger em 14/01/2012

brilhante *-*

Nota: 5

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Enviado por Daniella Granger em 17/07/2011

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

amei! me divertir muito

aguardando próximo capitulo

Nota: 5

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Enviado por Duink em 29/04/2011

beeem legal!

esperando o próximo cap. 

Nota: 5

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Enviado por barbara aguiar azevedo em 28/04/2011

É, a fic é simplesmenteee "calienteee". Deu até calor... sahuashasuhsusahuahu!!!
Maravilhosaaa, mesmo!

Nota: 5

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