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6. A Primeira Semana


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Tom conheceu seu dormitório. A Masmorra da Sonserina era bastante espaçosa e duas gárgulas tomavam conta da porta.


Era sombria e escura. Tom se sentiu em casa, como nesses últimos 11 anos, jamais se sentira no orfanato.



Conheceu outros garotos e garotas que apesar de se apresentarem e puxarem conversa, não eram nada simpáticos. Estavam sempre querendo parecer mais importantes e espertos do que os outros. Se fossem mesmo, pensava Tom, não estariam se gabando.



Por isso mesmo, preferia ficar calado e observar as pessoas a sua volta.



Sentou em frente à lareira apagada da Sala Comunal com Hel em seu ombro direito.



- Dizem que vocês corujas, são para mandar cartas. – a coruja piou baixinho como que em consentimento. – Mas eu não tenho com quem me comunicar. Então para que você serve? – o animal deu um pio agudo e ofendido e levantou vôo, indo pela janela aberta em direção ao Corujal, a torre onde ficava todas as corujas dos alunos e do próprio castelo.



Com o abandono de Hel, Tom decidiu ir deitar-se. Amanhã começaria suas novas aulas, aulas que nunca tinha tido na vida, e precisava estar descansado. Estava disposto a prestar atenção em cada detalhe e estudar como nunca.



Deitou em sua grande cama macia e quente. Nada parecido com a cama dura com a qual estava acostumado.



Lembrou-se de todo o seu dia. Já havia lido quase todos os seus livros de magia antes que as aulas começassem, e outro tanto dentro do trem. Apesar de Bones e aqueles outros alunos da Grifinória, seu dia havia sido emocionante e inesquecível.



Relembrou quando viu o castelo assim que chegou no barco, acompanhado de mais três crianças que o balançavam perigosamente sobre as águas. Viu as luzes e as imensas torres. Seu coração disparou! E quando viu aquele belo teto enfeitiçado...



Esses seriam os melhores sete anos de sua vida!



Fechou os olhos e adormeceu com um leve sorriso nos lábios, oculto pela escuridão do quarto.



 



***



 



No dia seguinte, Tom se dirigia para sua primeira aula. Usava suas vestes pretas com gravata e outros detalhes com cores da sua Casa. Segurava os livros contra o peito e sua mochila velha e surrada pendurada no ombro direito.



Sentou-se na primeira fileira e esperou ansioso para a entrada do professor.



Os outros sonserinos o olhavam com ar de deboche e superioridade. Analisavam suas vestimentas e materiais de segunda mão. Achavam uma piada que aquele ser medíocre estivesse em sua tão poderosa Casa.



Uma bruxa de meia idade, magra e baixa, entrou e fechou a porta.



- Bom dia, alunos. Eu sou a professora Galateia Merrythought e ensino Defesa Contra as Artes das Trevas. – falou escrevendo no quadro. Parou e observou por um momento cada rosto ansioso que a olhava. Sorriu. – Sei que vocês devem estar nervosos com o seu primeiro dia, mas não se preocupem. Garanto que vão se dar bem e se tornar ótimos bruxos. Abram na página 10, por favor.



Tom rapidamente fez o que lhe foi mandado e absorveu cada palavra com uma enorme atenção. Anotava tudo o que era dito e vez ou outra, quando a professora perguntava algo à classe, Tom puxava pela memória e lembrava do que leu nos livros.



Ao fim da aula os colegas da Casa do menino já não mais o olhavam torto, pois graças a ele, ganharam 50 pontos.



- Valeu, Riddle. – um deles disse enquanto saía e deixava Tom para trás.



Ele pegou sua pena e um caderno e foi até Galateia.



- Professora...?



- Sim? – Galateia se virou e deu de cara com aquele belo par de olhos negros e um lindo sorriso tímido estampando o rosto infantil. – Ah! Meu jovem de ouro! – ela sorriu. – O que deseja, Riddle?



- Ah...só algumas informações a mais.



- Ora, mas que menino aplicado! Será que continuará assim até o sétimo ano? – sorriu contente. – Tenho certeza que Horácio irá adorar ter você em seu grupo!



- Quem?



- O professor Slughorn, Riddle. É um professor que gosta de pegar pequenas joias raras, entende? Pega alunos que parece que irão ter um futuro brilhante.



Os olhos de Tom brilharam com a informação e o elogio.



- Obrigado, professora. Agora...se não se importa, antes que eu tenha que ir para a próxima aula, poderia me dar mais algumas explicações...?



Tom passou alguns minutos anotando tudo o que a velha mulher dizia e depois correu para sua próxima aula.



Durante todo o dia, foi o mesmo com os professores seguintes: herbologia e transfiguração. O tema que os professores cochichavam entre si, era aquele novo aluno. Um menino lindo, simpático, tímido e tão dedicado aos estudos.



Os que ainda não tinham tido oportunidade de conhecê-lo, ficavam ansiosos para as aulas dos próximos dias.



Na quarta-feira após o almoço, Tom entrou em uma ampla e clara sala. A sala de Feitiços. Sentou-se logo na primeira fileira e abriu seu material.



O silêncio se fez assim que o professor Dumbledore chegou.



Tom ergueu a cabeça e seu sorriso simpático desapareceu e encarou o conhecido professor, seriamente.



Não gostava de Dumbledore. Nem um pouco. Ele havia sido o único que viu como era o verdadeiro Tom. Autoritário, prepotente e arrogante. Nada daquilo que mostrava no colégio.



Havia se mostrado demais, aberto uma brecha grande demais e estava disposto a não deixar isso tornar a acontecer.



- Boa tarde. – Dumbledore sorriu olhando para todos e se demorando um pouco mais nele. – Sou o professor Albus Dumbledore. Na verdade, meu nome é um pouco maior do que isso e demoraria muito para que eu falasse. E de nada adiantaria, ninguém iria gravar. – sorriu e alguns alunos o imitaram. – Espero que estejam gostando de sua primeira semana!



Houve um afirmação geral.



- Que bom! E espero que estejam se dedicando bastante aos estudos, mesmo sendo apenas o início das aulas. Não devemos deixar tudo para última hora! Afinal, mentes vazias apodrecem a alma! – os alunos se entreolharam com risos presos e Tom suspirou cansado.



Era apenas um velho senil e fraco. Como pôde ter achado que era um homem forte e páreo para o que um dia Tom viria a ser?



- Bem, pipoquinhas, vamos começar com feitiços de levitação! O que acham disso? Bem, peguem suas varinhas!



Quando o tempo terminou, todos recolheram suas varinhas.



- Muito bem a todos! Sugiro que treinem até a próxima aula, pois, à exceção de Riddle, todos fizeram apenas com que suas penas tremessem. Parabéns senhor Riddle. 5 pontos. – o olhou por cima daqueles óculos de meia lua. Seus olhos azuis pareciam escaneá-lo inteiro.



Tom esperou que todos saíssem e se dirigiu ao professor, como fazia com todos.



- Pode, por favor, me dar explicações a mais? – pediu sem olhá-lo.



- Claro, Tom. Como está sendo sua semana?



- Ótima. – disse ainda com a pena em espera e o pergaminho logo abaixo.



- Por que não me olha, Tom?



- Porque o senhor parece estar sempre lendo meu pensamento, professor. E eu odeio quando faz isso.



Ficaram em silêncio, até que Dumbledore o quebrou com sua voz simpática.



- Bem, o que quer saber?



Tom fez suas perguntas as quais foram respondidas. Com quase dois pergaminhos, frente e verso, anotados, ele pareceu se sentir satisfeito.



- Obrigado, professor. Com licença.



- Toda. Apressa-se. O professor Slughorn deve estar ansioso para conhecê-lo.



- Sim, senhor. – respondeu automaticamente e saiu da sala.



Mesmo de costas, Tom não conseguia tirar a sensação de que Dumbledore conseguia ouvir cada pensamento seu.   



Correu escadaria acima, até chegar à masmorra, para sua primeira aula de Poções.



Um homem gordo, de longos bigodes e bochechas rosadas, já estava sentado em frente a sua mesa, olhando cada criança de forma alegre.



 - Desculpe o atraso, professor Slughorn. – Tom disse, sentando-se em seu lugar habitual.



- Ora, ora, ora se não é o tão falado Tom Riddle! – o professor soltou uma gargalhada e levantou-se da cadeira, indo em direção ao garoto. – Provavelmente estava pedindo mais detalhes da aula para o professor Dumbledore, não é?



- Sim, senhor. – Tom respondeu abaixando os olhos, fingindo humildade.



- Ora, ora, ora. – repetiu. – Se continuar assim, não me admiraria se você se tornasse o bruxo mais brilhante de sua época! – soltou uma forte gargalhada.



Tom ficou rubro, mas não de vergonha. Ficou vermelho de prazer e orgulho de si mesmo.



- Claro...SE continuar assim, não é? Há muitos jovens que começam com uma sede enorme de saber e logo tornam-se uns desleixados. – fez um gesto com a mão como se espantasse um mosquito irritante.



- Não eu, senhor.



- Que bom, que bom! Ahh lembro dos Gaunt...com uma linhagem de dar inveja a qualquer bruxo, porém fracassaram e deixaram seu sangue puro ir pelo ralo. Não que eu me importe com o fato de um bom aluno ter ou não, sangue puro. – acrescentou para Tom que parecia ter ficado momentaneamente desfocado.



Não fazia ideia de quem tinham sido esses tais Gaunt, mas isso não importava. Só não queria mais saber do seu sangue ser um empecilho em sua nova vida.



- Bem, bem. Alguém pode me dizer o nome dos ingredientes mais raros de se achar no mundo?



Tom levantou a mão, como de costume.



- Pelo branco de um unicórnio bebê, lágrima de um dragão e olhos de um basilisco.



- Exato, meu rapaz! Exato! 10 pontos para Sonserina! – falou animado. – E por que?



- Porque unicórnios bebês nascem amarelados e muito raramente é possível encontrar um fio totalmente branco, ótimo para poções do esquecimento. Lágrima de dragão porque dragões só choram se arrependerem-se por matarem alguém. – Tom sorriu. – O que não é um sentimento muito comum em dragões. E olhos de basilisco, porque tem que primeiro matá-lo e de olhos fechados retirar sem causar dano nenhum à córnea. E a preparação da poção que o utiliza é extremamente difícil e perigosa, pois você não pode olhar para os olhos do basilisco nem mesmo quando já estão sem o corpo do dono, ou você morre.



- Brilhante!! – Slughorn parecia um louco admirado. – Todo ano eu pergunto essas coisas para primeiroanistas. Mas sem nenhum compromisso, pois tais questões são para o sexto ano em diante! Como sabe disso, Riddle?



- Antes de comprar meus livros na Floreios e Borrões, fiquei algumas horas lendo outros que não estavam em minha lista. E toda a noite, antes de dormir, vou à biblioteca e pego alguns volumes também.



- Excelente! 20, não, 30 pontos para a Sonserina!



- Obrigado, senhor. – Tom abaixou os olhos novamente.



Slughorn então começou a aula e Tom as anotações.



Quando já havia feito suas perguntas de praxe, o professor o parou.



- Eu tenho um certo Clube em que apenas alunos especiais participam. – piscou para Tom com um ar maroto. – Vou fazer uma reunião daqui a duas semanas e gostaria que comparecesse. Se quiser, pode levar alguém de acompanhante.



- Obrigado, senhor. Com licença.



Tom virou-se e saiu sorrindo. Finalmente estavam reconhecendo seu valor.



E essa era apenas a primeira semana.


***


N/A: Gente, desculpa pelos espaçamentos dos capítulos passados (não sei se esse já está certinho), é que não sei o que está (va) acontecendo que fica (va) desse jeito...


E uma coisa que esqueci de explicar no capítulo passado: a coruja do Tom, Hel, se escreve assim mesmo. Não é Hel de inferno (hell), é Hel deusa do submundo da mitologia nórdica. O corpo dela era metade humana, metade caveira e ela que deu origem à palavra inglesa "hell" mesmo.


Bem, é isso. Por favoooor! Se estiverem gostando, mandem recadinhos ^^ Deixem uma escritora feliz!


Beijos.

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