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5. A Seleção


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 5 – A Seleção.



Tom estava na fila com várias outras crianças que pareciam ter sua idade.



Alguns tremiam dos pés a cabeça, mas agora que já sabia o que esperar, não estava mais nervoso.



Pelo jeito havia grupos dentro do grupo de bruxos. Os círculos iam aumentando e a quantidade de pessoas diminuindo. E Tom se sentia cada vez mais feliz por estar nesses subgrupos.



- Ramora, Stuart. – uma jovem mulher, de longos cabelos negros caindo pelas suas costas, e com um olhar severo por trás dos óculos, falava os nomes escritos em um enorme pergaminho. Era bela e parecia ter uns vinte e oito anos.



O menino que havia sido chamado, foi subindo nervosamente até um banquinho e um grande chapéu foi posto em sua cabeça. Praticamente o engoliu.



- Lufa-lufa! – a mesa da Casa mencionada explodiu em vivas e o menino sorridente, saiu correndo de encontro aos seus novos colegas.



Tom empertigou-se, pois estava perto da sua vez. Passara-se muito tempo naquela seleção entediosa e não via a hora de chegar o seu momento.



Mais umas 10 crianças foram mandadas para a chamada Sonserina e ele desejava ser o próximo.



- Riddle, Tom.



Tom ergueu ainda mais a cabeça, suspirou fundo e com um ar de grande pomposidade, sentou no banco de três pernas.



O salão ficou em silêncio. A professora apanhou o chapéu, porém antes que chegasse a menos de 10 centímetros de sua cabeça o Chapéu falou, mais alto do que tinha falado até agora.



- Com certeza, SONSERINA! – a mesa com emblemas verdes e prata começou a comemorar e Tom sorriu levemente.



Sentou em seu lugar após aceitar as boas-vindas de seus colegas. Olhou em direção a mesa do centro do salão e viu que o professor Dumbledore sentava-se em um dos cantos e o observava atentamente, com as pontas dos dedos unidas.



- Muito obrigada professora Minerva McGonagall. – um bruxo alto e de barba curta olhou bondosamente para todos. – E parabéns pelo seu primeiro ano de trabalho. – a mulher sorriu sem graça e sentou-se.



O salão ficou em silêncio.



- Sejam bem-vindos de volta os antigos alunos. E parabéns para os primeiroanistas. Para aqueles que não me conhecem, sou o diretor Armando Dippet. E quero que conheçam nossa nova professora de Transfiguração Minerva McGonagall. – houve uma salva de palmas e Dippet continuou: - Nosso querido zelador Apollyon Pringle, me pediu para avisá-los que esse ano não tolerará de jeito nenhum, alunos fora da cama após a hora de dormir. E que a masmorra 5 estará separada para vocês, infratores. – Dippet olhou de Pringle, para os alunos, sorrindo. – É claro que ele está apenas brincando. Mas por favor, não deixem nosso zelador estressado.



Alguns alunos murmuraram entre risadinhas e Tom voltou o olhar para o zelador citado.



Era um homem novo, mas de aparência acabada e irritadiça. Parecia querer enforcar a cada um dos alunos de forma lenta e dolorosa.



Tom voltou para o diretor Dippet que tornou a discursar.



Deu vários outros avisos e depois, bateu palmas.



- Muito bem. Hora de comer.



Um maravilhoso banquete surgiu em cada mesa e os olhos de Tom brilharam. Não comia desde que saiu do orfanato naquela manhã.



Começou a encher seu prato e comer satisfatoriamente.



- E então? – um menino feioso, de cabelos ruivos e crespos e com um nariz estranhamente vermelho, como se tivesse batido fortemente na parede, o olhou de alto a baixo. – E então? – repetiu.



Tom respirou fundo e o olhou seriamente. Como ele queria que respondesse a uma pergunta sem sentido como "e então?". Optou por permanecer calado.



- Ei, nanico. Eu estou falando com você.



- Não.



- O que? – ele arregalou os olhos surpreso.



- Não, você não está falando comigo. Você nem ao menos está conversando algo inteligente. Só disse "e então?".



- Ahhh, ok espertinho. Qual é o seu nome?



- Foi dito na seleção. – Tom continuou a comer.



- Você acha que eu gravo cada rosto idiota que é chamado ali? – várias pessoas já estavam prestando atenção.



Tom deu de ombros.



- Qual é o seu nome?



- Tom Riddle. – respondeu simplesmente.



- Que nome mais simples e sem graça. Hey, - virou para um amigo ao seu lado. – Tom não é o nome daquele barmen do Caldeirão Furado? – alguns riram e outros continuaram a observar a conversa para ver a reação daquele estranho e calmo garoto. – Você quer saber meu nome? Heim? Ei garoto! Você quer saber meu nome?



- Na verdade não. – Tom disse comendo. – Mas se você insiste em dizê-lo, vá em frente. – uma nova onda de cochichos e o interrogador ficou vermelho de raiva.



- Meu nome é Rodolfo Bones. – falou de forma orgulhosa. Tom segurou o riso e Rodolfo falou entre os dentes. – Achou engraçado, pirralho?



- Bom...é que era de se imaginar que esse seria o seu nome.



- Ah é e por que?



- Acho que você não tem espelho, não é mesmo Rodolfo? – apontou para o nariz do garoto e aqueles que ouviram o comentário, estouraram em risadas.



- Você se acha muito engraçado, não é? Mas não conheço sua família "Riddle". – disse de forma debochada.



Tom não entendeu o comentário. Pelo semblante confuso, Rodolfo voltou a se divertir.



- Por que essa cara? Não sabia que a maioria, a maioria que presta é claro, dos bruxos da nossa casa vêm de famílias importantes, conhecidas e de puro-sangue?



- Puro-sangue? – deixou escapar, mas foi o suficiente para o deleite de Bones.



- HÁ HÁ! O novato aqui não sabe o que é "puro-sangue"! São bruxos superiores a todos os outros bruxos. Você por exemplo, deve ser uma porcariazinha de sangue-ruim ou mestiço. Que dá na mesma coisa: em nada! – soltou uma gargalhada que teve eco em vários pontos da mesa.



Tom furioso, fechou a mão de baixo da mesa. Não podia perder a paciência.



- O que foi? Você está doido para me atacar, não é mesmo? Acontece que sou do quinto ano "Tom Riddle", sei usar uma varinha ao contrário de você, que provavelmente só se dava bem com trouxas porque eles não tinham como se defender. – Tom olhou em direção ao seu prato. Não havia saído daquele orfanato miserável para ser humilhado ali. – Acontece que você e um trouxa não têm muita diferença! Os dois são lixos.



Tom levantou-se repentinamente, e os candelabros que rodeavam o salão espatifaram-se no chão.



Um silêncio atordoante fez com que todos os olhares se dirigissem para a mesa da Sonserina.



- O que está acontecendo aqui? – a voz do professor Dumbledore veio de trás de Tom. O diretor havia feito menção de ir até eles, mas Dumbledore pediu que deixasse cuidar desse problema.



- Nada professor.



- Senhor Bones. Quer levar sua quinta detenção em pleno jantar por perturbar novatos?



- Não senhor.



- Ótimo. Agora vá para a outra ponta da mesa, tenha a bondade. – o garoto levantou-se e apenas seus passos ecoaram, até que sentou novamente em uma parte distante.



- Está tudo bem, Tom?



- Eu não precisava da sua ajuda. – Tom olhou furioso para o professor.



- Não foi o que me pareceu. E o que eu disse sobre usar de forma indevida a magia aqui dentro? – olhou em volta. – Agora teremos que comprar novos candelabros. – sussurrou. – Volte para seu jantar, por favor. – virou-se e voltou à mesa dos outros mestres.



Tom sentou-se irritado.



Existiam bruxos bem melhores que ele! Com famílias importantes, com dinheiro, nome, bons em magia e agora ainda com esse "sangue-puro".



Ele teria que descobrir quem foi sua família. Tinha quer ser uma família importante. Ele não podia ser filho de qualquer um, não ele. E seria alguém tão estupendo que apagaria da memória o fato de ele não ser sangue-puro.



Caso não fosse...

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