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75. A Guerra - Parte IV


Fic: Thank You For Looking At Me, em português.


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A Guerra - Parte IV // O Confronto final

Harry, agora, corria na direção da casa. Há muito Voldemort abandonara o campo de batalha e fora se refugiar no lugar, são e salvo. Por pouco tempo. – pensou o rapaz. Conseguira estancar alguns dos sangramentos e proteger alguns dos machucados. Corria o mais rápido que suas pernas agüentavam. Quanto antes chegasse, antes terminava.


Juliet, após estuporar a menina, voltava a andar apressada. Os feitiços pararam de ser lançados. Era o fim de algum duelo. Ouviu passos correndo na mesma direção, virou-se com a varinha. Abaixou-a, porém, ao perceber que era Harry. Não pôde deixar de sorrir.
- Boa sorte! – Gritou quando ele passou, recebendo um beijo no ar como agradecimento.
Respirou fundo e tornou a correr. Parou, derrapando, ao avistar o corpo de Dumbledore no chão.
- Minerva! Rápido! – Juliet tirou o capuz.
McGonagall, que estava há poucos metros, largou o corpo do Comensal que carregava e correu até Juliet.
- Oh, Albus... – Limpou uma lágrima que escorrera. – Vamos, Juliet... Vamos tirá-lo daqui!


Harry sentira um fio gelado percorrer-lhe a espinha. Olhou para trás uma última vez e entrou. Estar naquele lugar pela primeira vez causou-lhe uma sensação estranha de reconhecimento. Era como se a voz de seus pais lhe falasse aos ouvidos. Procurara pelo primeiro andar e nada; foi quando retornou a sala que o encontrou.
Voldemort aguardava no topo da escada e sorria. Um sorriso de escárnio.
- Ora, ora, ora... Se não é o jovem Potter. Bem vindo ao lar, Harry!
- Voldemort. Enfim encontrei-o. Achei iria fugir de mim assim como fez da batalha.
- Faça me o favor, Potter! Eu apenas não me misturo com qualquer um. Aliás, estamos perdendo um tempo precioso aqui em baixo... Gostaria de subir? – Voldemort perguntou com uma falsa voz de alegria.
Harry mirou o bruxo por um longo tempo antes de começar a subir os degraus. Algo lhe dizia que ali Voldemort fora impedido de armar qualquer um de seus truques.
O bruxo das trevas guiou o rapaz até um dos quartos, onde um berço velho, junto de uma poltrona e alguns brinquedos surrados, se encontrava.
- Nada mais justo do que tudo terminar aonde começou, não concorda? Quero dizer, lembra-se daqui, não lembra, pequeno Potter?
- Não me esqueceria nem em mil anos, Voldemort. – Falou com certa frieza. E não mentira. Por mais que fosse apenas um bebê quando tudo aconteceu, aquele cômodo estivera em seus sonhos por muitos anos.
Voldemort encarou Harry, que sentiu uma pontada aguda na cabeça.
- Você não vai conseguir entrar, Tom Riddle. – Harry sorriu.
- Como ousa usar tal nome, Potter? – O bruxo parecia irritado. – EXPELLIARMUS!
- PROTEGO! – Harry apenas ergueu a varinha. – Eu não sou mais o adolescente desatento que você tentava matar incansavelmente, Tom. Eu cresci... E posso dizer que aprendi algumas coisinhas.
- É o que veremos! – Voldemort outra vez apontou a varinha para Harry.


- Parece que o bebê Potter aprendeu alguma coisa... – Voldemort disfarçava o ligeiro cansaço.
- E parece que o Lorde das Trevas está mais surpreso do que parece com isso. Ou será que não está mais em forma para combates? – Harry sorriu, secando o suor da testa.
- Voldemort nunca fica surpreso, Potter... Você deveria saber disso. E eu estou sempre pronto para matar. Principalmente se for você. – SECTUSEMPRA!
Harry deixou-se distrair com a conversa e caiu de joelhos quando Voldemort desferiu o feitiço na altura de seu joelho esquerdo.
- Talvez eu não esteja tão velho e cansado assim, Harryzinho. – Falava com uma falsa voz carinhosa. – CRUCIO!
Cada centímetro do corpo de Harry fora invadido por uma incrível dor. Sucessivas imagens de Juliet e dos amigos voavam diante de seus olhos. Precisava que aquilo acabasse. Simplesmente precisava...
Concentrou-se o máximo que conseguiu. Iria fazer aquilo parar. Tinha de fazer. Um grito de dor e começava a sentir seu corpo outra vez. Um leve formigamento agora tomava conta da perna esquerda, próximo ao ferimento. A visão começava a desembaçar. Sentiu a mão fria do bruxo das Trevas erguer-lhe pela gola.
- Você vai perder tudo, Potter! – A varinha de Voldemort estava, agora, colada em seu pescoço. Harry piscou algumas vezes. Sua própria varinha estava caída há alguns centímetros. Se ao menos pudesse pegá-la... – AVADA KED...
Mas Voldemort não pôde continuar o feitiço. Harry acertara um chute suficientemente forte para fazê-lo cambalear e cair sentado.
Harry Potter estava, outra vez, de pé. Pegou a varinha e aproximou-se de Voldemort, chutando a varinha do bruxo para longe. Respirou fundo. A dor na perna não mais era importante. A cabeça, latejando, já não o impedia de encarar o adversário. Uma voz feminina ecoava na mente dos dois bruxos.

“Aquele com o poder de vencer o Lorde das Trevas se aproxima..."

Harry andava ao redor de Voldemort. O bruxo estava ligeiramente encolhido, mas mantinha seu olhar de desafio e desprezo no jovem rapaz.
- RICTUSEMPRA! – Harry ordenou. O Lorde das Trevas voou mais alguns metros como se tivesse recebido um belo soco no estômago.

"...nascido dos que o desafiaram três vezes, nascido ao terminar o sétimo mês..."

Harry ainda caminhava em torno do bruxo. Olhava-o sério, mas a mente vagava para longe daquele rosto ofídico. O grito da mãe segundos antes de morrer, a vida infernal que tivera com os Dursley, a destruição da Pedra Filosofal, o jovem Tom e seu diário, Sirius tendo de se tornar fugitivo, a morte de Cedric e tantos outros acontecimentos tinham sido por causa da ambição daquele homem em matar ele, Harry. O garoto voltou a concentrar-se no bruxo.
- CONJUNCTIVITUS! – Bradou e quase sorriu satisfeito ao ver o tal Lorde urrar de dor, levando as mãos até os olhos.

"...e o Lorde das Trevas o marcará como seu igual, mas ele terá um poder que o Lorde das Trevas desconhece..."

Harry sentiu uma fisgada na cicatriz e, automaticamente, passou a mão pela testa. Marcado para sempre. Por fora e por dentro. Lembrou-se daquela noite, quase oito anos antes, em que Voldemort tocara sua cicatriz. Nunca sentira tanta dor. Parecera que explodiria em pedaços.
Um sádico desejo de infligir dor tomou conta dele. Aproximou-se do bruxo caído e olhou-o nos olhos. Olhos que, agora, já não ardiam tanto, encararam-no de volta.
- Estava me perguntando, Tom, como você se sente estando no lugar que sempre foi meu... Sendo a vitima... NÃO! Não responda... Acho que sei exatamente como você se sente... – Harry deu um risinho. – Quero fazer um teste...
Aproximou-se e agarrou o punho direito de Voldemort. O bruxo emudeceu. Os olhos brilharam, intensos. O corpo tremia. A carne parecia em brasas. Sentiu como se fosse explodir. Exatamente como Harry queria que ele sentisse.

"...e um dos dois deverá morrer na mão do outro, pois nenhum poderá viver enquanto o outro sobreviver..."

Harry soltou o bruxo, de repente. Sentia-se transtornado... Por um momento pensou em desculpar-se. Mas... Pelo quê? Voldemort apenas estava tendo o que merecia.
- Podia fazer você sentir mais dor, Tom. Mas acho que isso é exatamente o que o tipo de pessoas que você gosta faz. É melhor acabar logo com isso...
Voldemort já empunhava outra vez sua arma, aproveitando a distração do bruxo. Harry, porém, percebeu a tempo de impedir que o inimigo executasse algum feitiço.
- EXPELLIARMUS! – A varinha de Voldemort voou da mão do mesmo e bateu na parede. - Levanta-se, Voldemort. – A voz de Harry saiu firme.
O bruxo das Trevas, estranhamente resignado, ergueu-se e encarou Harry com seus olhos de cobra.
- Parece que o jovem Potter finalmente vai fazer alguma coisa direito... – Voldemort gargalhou.
Harry Potter não estava disposto a ouvir mais nada. Esperara tempo demais para aquilo. Vinte e dois anos carregando o fardo de ser o Eleito. Era o fim.
- AVADA KEDAVRA! – O feitiço saiu com mais ódio do que Harry jamais imaginara.
Voldemort caiu, de imediato, no carpete puído. A cabeça de Harry rodava. A vista, ardia. Cambaleou alguns centímetros. Tentou apoiar-se na parede e manter-se acordado. Em vão. Com um baque surdo seu corpo bateu no mesmo carpete velho. Uma explosão de luz tomou conta do cômodo.

"...aquele com o poder de vencer o Lorde das Trevas nascerá quando o sétimo mês terminar.”

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