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4. O Expresso


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


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Capítulo 4 – O Expresso.



Tom não gostava de se sentir nervoso ou amedrontado pelo desconhecido.


No entanto, estava ali, com as pernas tremendo, olhando em volta da plataforma de King’s Cross.



Olhava de seu bilhete para as placas a frente.



Aquele maldito bruxo deve ter-lhe pregado alguma peça. Ali dizia Plataforma 9 ½, mas não existia esse número.



Irritado pensava no que fazer. Não admitia o fato de ter que pedir a ajuda de qualquer pessoa, mas não poderia perder o trem que o levaria para o lugar tão esperado.



Ouviu uma voz atrás de si e se virou para encarar quem quer que fosse.



- Precisa de ajuda, criança? – uma senhora de semblante simpático, perguntou. Um menino de sua idade o olhava curioso de trás daquela que devia ser sua mãe.



- Não. – virou-se de volta para a parede em busca de um botão.



- Sua primeira vez em Hogwarts, não é? Tudo bem, não precisa ter medo.



- Eu não tenho medo! – Tom virou-se zangado para a mulher que, surpresa com a atitude do garoto, ficou em silêncio.



- Desculpa. Só queria ajudar. – fez menção de afastar-se, mas Tom fechou os olhos.



Lembrou-se do professor Dumbledore. Ele não podia correr o risco de todos sentirem medo e quererem expulsá-lo como aconteceu no orfanato. Precisava ser adorado. Assim conseguiria ainda mais coisas. Eles não eram simples idiotas como os trouxas.



Aprendera a palavra “trouxa” quando visitara o Beco Diagonal. Foi um dos momentos mais felizes da sua vida. Talvez o segundo momento, desde que descobrira que era bruxo. E a melhor parte foi quando comprou sua bela varinha de pena de fênix. Depois avistara o poderoso Gringotes, o banco dos bruxos, e isso o encantou mais que tudo. Mas sua raiva voltou quando lembrou que não poderia ter uma conta ali.



Voltou a realidade e viu mãe e filho se afastando.



- Senhora... – a mulher parou e olhou para o menino. Estava agora séria.



- O que é?



- Poderia...anh...me mostrar o que devo fazer? Por favor? – ele forçou um sorriso e o rosto da mulher iluminou-se. Era tão belo aquele menino!



- Claro. Esse é Victor. Ele também vai para Hogwarts pela primeira vez. Observe o que ele faz e o imite, está bem?



Tom concordou.



Victor olhou ansioso para sua mãe, depois segurou firme em seu carrinho e saiu correndo.



De início Tom achou que o garoto fosse bater na parede, e seria bem divertido. Mas então algo surpreendente aconteceu: ele atravessou a pilastra e sumiu. Tom olhou em volta, mas ninguém parecia ter notado.



- Viu? Não precisa ter... – com medo de que o menino desse um novo ataque, ela parou. Ele sorriu para ela.



- Não terei medo. Muito obrigado. – saiu correndo e como o menino, ele sumiu.



Uma nova estação apareceu diante dele.



Várias crianças com malões e corujas como a sua, faziam estardalhaço ao longo do local. Um trem majestoso cuspia grandes nuvens de fumaça e Tom olhava admirado cada coisa.



Quando soou um apito, as famílias começaram a despedir-se dos filhos e filhas que subiram nos trens. Tom tratou de imitá-los e com grande esforço puxou suas coisas para o corredor do trem.



Passou por diversas cabines, mas sempre havia várias crianças conversando e rindo animadas. Quando finalmente chegou ao último vagão, achou um lugar vazio e sentou em seu interior.



Olhou os pais dando um último abraço e as mães chorando. Fez uma expressão de desagrado e se afastou da janela.



Encarou sua coruja e chamou-a.



- Olá Hel. – a coruja o encarou com um ar misterioso. Era marrom com manchas brancas e seus olhos amarelos pareciam encarar Tom com raiva. Tom sorriu ao constatar isso.



O trem começou a movimentar-se e ele voltou a olhar pela janela, que agora abandonava a plataforma e mostrava uma bela paisagem verde em toda a sua volta.



Durante muito tempo de viagem, Tom permaneceu sozinho e em silêncio, até que a porta se abriu e uma moça carregando um carrinho repleto de doces que nunca havia visto, apareceu.



- Bom dia, meu querido. Doces?



Tom fez que não com a cabeça. Ainda não havia conseguido entender direito como se contava o dinheiro bruxo e não queria gastar tudo, mesmo que estivesse com fome.



- Não vai comprar nada? – a voz não vinha da moça, que já se afastava, mas de um menino alto, em companhia de um outro e uma menina.



Sentaram-se ao lado de Tom, que mantinha o semblante sério.



- Você não fala, não? Deixa de ser tímido. – o outro, mais baixo, sentou-se a sua frente. – Qual o seu nome?



Tom voltou a olhar pela janela e permanecer calado.



- Vou te chamar então te Tagarela. – o mais alto riu. – Eu sou Gustavo. Esse é meu amigo Elias e essa é minha irmã Coline.



Como continuasse em silêncio, Gustavo continuou.



- Por que está sozinho aqui, Tagarela?



- Para poder ficar em paz e longe de pessoas inconvenientes. – Tom finalmente respondeu.



- Uau! O Tagarela quando resolve falar é afiado, heim? – Elias respondeu. Inclinou-se para a frente. – Vamos, colega. Estamos querendo ser seus amigos.



- Eu não preciso de amigos.



Os três alunos entreolharam-se.



- Com esse ar seboso, ele deve ficar na Sonserina. – Coline murmurou para Elias e Gustavo, que riram.



- Sonserina? – Tom olhou para ela e a sentiu estremecer.



- Ahhh agora você quer falar? – Gustavo levantou-se e foi em direção a porta. – Só conversamos com amigos.



- Me fala! – Tom exclamou de forma imperativa.



- Quem você pensa que é para falar assim com a gente, seu serzinho? – Gustavo estreitou os olhos em direção ao garoto. Tom manteve o olhar sério.



- Sonserina é uma das casas de Hogwarts. – os três garotos olharam para Coline, que sentou de volta no banco da cabine.



- Coline!



- O que? Só estou dando a informação para o menino.



- Casas? – Tom perguntou.



- Sim. – continuou. – Em Hogwarts existem quatro casas. Grifinória, Corvinal, Lufa-lufa e Sonserina. – Tom absorvia cada palavra com imenso interesse. – Grifinória, que é a nossa casa, é para os destemidos e bravos. De renome. – falou orgulhosa e Tom ficou pensativo.



Aquela parecia ser a sua Casa.



- Também são de pessoas amigáveis, sociáveis e simpáticas. Coisas que você não é. – Gustavo cruzou os braços emburrado. Tom o olhou irritado, mas preferiu ignorar.



- Corvinal são os inteligentes e sagazes.



- Crânios e cdfs, resumindo. – Elias riu. Novamente Tom ficou pensativo. De fato, ele se achava uma criança extremamente inteligente e melhor do que todas.



- Lufa-lufa são para honestos, bondosos e todo aquele que tiver vontade de aprender e ajudar os outros.



Tom fez um careta. Achava que deveria ser uma casa patética, com pessoas fracas e inúteis.



- E a Sonserina, requer pessoas audaciosas, astutas e que não medem esforços para alcançar seus objetivos.



- Ou seja: canalhas, metidos que se acham os melhores e você deve fazer parte do grupo.



- Obrigado pelas suas informações. Agora podem se retirar.



Os três se entreolharam e começaram a rir.



- Ok, reizinho. Nos vemos no colégio. – Gustavo fechou a porta com força.



Tom ficou pensativo. Sonserina.



Gostou do som desse nome e as características. Tinha que ser a sua Casa.



Esquecera de perguntar aos jovens, como que se fazia para ir para cada lugar, como que era decidido. Mas não interessa. Agora estava decidido.



Iria para Sonserina.

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