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10. Gilderoy Lockhart (CS)


Fic: SEX Hogwarts, uma história Diferente...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Chegar à Hogwarts num carro voador fora um ótimo motivo para Snape aplicar detenções severas a Harry e Rony. Os meninos se chocaram com o carro numa árvore mágica, um Salgueiro Lutador que socava e amassava cada centímetro do veículo. Snape alegava que os garotos haviam causado danos irreparáveis à algo que estava na escola há décadas, mas os danos ao carro e aos meninos com certeza foram maiores.

Com a morte do prof. Quirrell no fim do último ano letivo, a vaga para professor de Defesa Contra as Artes das Trevas estava à disposição e fora ocupada por ninguém menos do que Gilderoy Lockhart, o famoso autor.

Harry dedicou muito tempo, nom dias seguintes, a desaparecer de vista sempre que Gilderoy Lockhart aparecia andando por um corredor. Mais difícil era evitar Colin Creevey, um garoto do primeiro ano que vivia tirando fotos suas e parecia disposto a montar um ‘fã-clube do Harry Potter’, tamanha a sua admiração por Harry.

Os treinos de quadribol começaram logo após algumas semanas. Wood queria vencer o campeonato a qualquer custo. No primeiro treino Harry lembrou-se do que acontecera com ele ali mesmo, naquele vestiário há exatamente um ano. Tivera sua primeira experiência, e fora inesquecível. Perguntava-se se neste ano aquilo tudo continuaria acontecendo. Nada deixou Harry mais feliz quando concluiu que sim, ao ver Fred e Jorge excitados, tentando fazer alguma coisa qualquer com as meninas do time. Estas recusaram prontamente, alegando que fariam qualquer coisa apenas se vencessem o primeiro jogo.

Naquele dia, cada jogador se manteve em sua ducha. Nem mesmo Wood tentara nada com Angelina, apesar de estar muitíssimo excitado, olhando para a bunda da garota, e admirando seus seios negros. Harry entendera que tinha uma grande responsabilidade: esforçar-se ao máximo para apanhar o pomo e garantir a vitória no primeiro jogo, permitindo que as garotas se entregassem aos rapazes.

Naquela noite, Harry cumpriria sua detenção com Gilderoy Lockhart, ajudando-o a autografar cartões para seus fans, enquanto Rony ajudaria o Sr. Filch a limpar todos os troféus da Sala de Troféus –sem o uso de magia. Harry se arrastou pelo corredor do segundo andar em direção à sala de Lockhart. Cerrou os dentes e bateu na porta.

A porta se escancarou na mesma hora. Lockhart sorria para ele.
- Ah, aqui temos o bagunceiro! – exclamou. Entre, Harry, entre...

Brilhando nas paredes, à luz das muitas velas, havia uma quantidade de fotografias emolduradas de Lockhart. Havia até algumas autografadas. Outra grande pilha aguardava sobre a mesa.

- Você pode endereçar os envelopes! – disse Lockhart a Harry, como se fosse um prêmio.

Entre as centenas de pilhas de fotografias que haviam à sua frente, Harry não pôde deixar de notar algumas picantes demais para um simples escritor. Nas fotografias, Lockhart estava apenas de sunga, montado em uma vassoura. Seu rosto não aparecia na foto e isso trouxera uma lembrança à Harry. Aqueles músculos, a pele clara...

As velas foram se consumindo, fazendo a luz dançar sobre os muitos rostos de Lockhart que o observavam. Harry lembrara-se de onde conhecia o professor. Aquele corpo que invadia a bruxa nua na revista que Rony surrupiara de Fred e Jorge. Aquele homem que não deixava seu rosto aparecer, mas permitia que todo o resto de seu corpo fosse fotografado. Lockhart era o ato pornô que tanto aparecia nas revistas. Harry estava com o olhar fixo nos cartões eróticos de Gilderoy, absorto em pensamentos. O professor, que percebera a admiração do menino, comentou:

- Gosta do meu corpo, Harry? Bem, um dia você será famoso, e terá que se preocupar em manter a beleza...
- Hum... – respondeu o garoto, desejando que tudo aquilo acabasse logo.
- Sabe, Harry? Você não é o primeiro adolescente que se interessa por mim...
- Senhor, eu não... – tentou argumentar Harry, mas foi logo interrompido pelo homem.
- Não tenha medo, Harry. É absolutamente normal. – Lockhart deixara a pena de lado e estava com as duas mãos sobre a mesa. Parecia um pouco nervoso, porém continuou a falar. – Você precisa conhecer o que a vida tem a lhe oferecer, Harry, para então resolver o que é melhor para você.

Lockhart estava inquieto. Harry percebera que o professor estava de pau duro, e não entendia o porquê. Gilderoy se aproximara de Harry, puxando a mão do garoto.

- Harry, Harry, Harry! – disse. – Você nunca teve curiosidade em saber como é a vida de uma celebridade? Bem, eu vou ensiná-lo...

Lockhart pegou a mão de Harry e pousou-a sobre seu próprio pênis. Harry se assustou e puxou rápido, não sabendo o que fazer. Estava quase na hora de ir embora e ele ainda estava trancado com o professor, que parecia se excitar com pedofilia. Gilderoy estava disposto a seduzir Harry, e conseguira.

O professor havia trancado a porta de sua sala, e estava tirando a roupa aos poucos. Os quadros de Lockhart também estavam se despindo, e alguns já estavam nus, mostrando seus membros idênticos. Em um dos retratos, um Gilderoy pulou para o quadro ao lado e passou a chupar o outro Gilderoy retratado.

Harry estava nervosíssimo. Não sabia o que fazer, mas não queria ficar ali com um homem excitado e famoso por possuir grandes poderes... Aos poucos, o nervosismo e o medo deram lugar ao tesão. Harry sentia seu pênis pulsar por debaixo das calças. Sabia que não era certo fazer nada, mas o desejo falou mais alto. Levado por um estranho sentimento de perversão, Harry se deixou despir pelo professor. Lockhart parecia controlar Harry de alguma maneira, pois o menino não se recusava a fazer nada do que o homem mandava.

- Ah, Harryzinho... vamos nos divertir um pouco, não? – dizia. – Vem aqui, e abra a boca...

Harry obedecia, como se fosse algo absolutamente normal. Lockhart colocava seu grosso pênis na boca do garoto, pedindo para que este lhe chupasse com todas as suas forças. As imagens nos quadros e retratos também estavam tão excitados quanto seu modelo verdadeiro. As pinturas se agarravam e faziam coisas que Harry nunca imaginara. Lockhart gemia de prazer. Sentia a língua suave de Harry passando pela cabeça de seu pinto, lambendo cada centímetro de carne. Os pêlos de Lockhart estavam todos eriçados e ele sentia um arrepio a cada chupada do menino. Seu plano dera certo. Com a desculpa de aplicar detenções, Lockhart poderia aproveitar ao máximo o potencial sexual de seus alunos e alunas, utilizando um Feitiço para Entontecer e depois um Feitiço da Memória, para que ninguém pudesse se lembrar de nada do que acontecera.

Os lábios de Harry comprimiam a carne de Gilderoy. Ele fazia pressão com a boca e deslizava a língua pela pica, levando Lockhart às alturas. O menino não tinha consciência do que estava fazendo. Lambia e chupava, sem se opor. Gilderoy sentia seu membro ser engolido e raspar pela garganta de Harry. A sensação era deliciosa, o prazer arrancava gemidos altos do professor. A cada engolida o homem parecia ser preenchido por puro êxtase.

- Mais rápido! Mais rápido, Potter! – pediu o professor próximo ao clímax.

Harry obedeceu, chupando com força e agilidade. Tudo perdeu a razão. Só o que sabia era gemer e arfar de tesão. Sentiu uma onda invadir o seu corpo e uma explosão de esperma saiu de seu pinto, preenchendo a boca de Harry.

- Lamento ter que te privar desta deliciosa memória, Potter... Você poderiria gostar – disse o professor. – Mas é melhor não arriscar... Obliviate!

A varinha soltou um raio que voou em direção a Harry. Tudo fora esquecido, Harry apenas se lembrava de ter ficado horas endereçando envelopes aos fãs de Lockhart...

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