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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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7. Um Beijo, Uma Briga


Fic: Desencontros


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Ron passou apressado por Gina e Harry que olharam para ele com expressões intrigadas. Aproximou-se dos pais, que estavam sentados numa das mesas do quintal, e avisou-os que ia esperar por eles na velha caminhonete da família. A senhora Weasley sempre tão observadora decidiu perguntar:

- O que houve? Está sentindo alguma coisa?

- Nada mãe. Um pouco de dor de cabeça talvez...

- Você não vai esperar pelo bolo? Elizabeth disse-nos que já vai cortar.

- Não, ‘to sem fome.

Os pais de Ronald entreolharam-se. Se este estava recusando comida é porque realmente estava se sentindo mal. Ele saiu da festa e caminhou até o Ford 1928 que usavam quando saiam todos juntos, ou quando iam voltar muito tarde. Normalmente ele ia na caçamba, junto com os outros irmãos, mas Ron estava afim de se esconder, de sumir, então entrou e sentou-se no banco do carona. Fechou os olhos e ao recordar o que tinha acabado de fazer, xingou:

- Maldição!

Ele não acreditava que tinha feito o que acabara de fazer. Onde ele estava com a cabeça ao beijar Hermione? Ok, a cabeça dele estava exatamente no mesmo lugar em que esteve, pelo menos durante as ultimas semanas: hipnotizado pela imagem da amiga. Não que ele acreditasse que ela fosse continuar sendo sua amiga a partir de agora. Ele tinha tentado ignorar aquele frio na barriga cada vez que a via, a vontade de provocá-la só pra deixá-la com o rosto corado. Mas fora ao desejo intenso de colar seus lábios nos dela que ele sucumbira. O problema era: o que ele ia fazer agora? Hermione devia estar querendo esganá-lo. Ele estava querendo se esganar! E tudo por causa de um estúpido beijo. Delicioso, envolvente, capaz de tirar o fôlego, mas ainda assim estúpido.

---~~~---

Hermione ainda piscou algumas vezes até seu cérebro voltar a funcionar corretamente e ela compreender o que de fato tinha acontecido. Ron finalmente a enxergara e lhe dera o seu mais desejado presente de aniversário: seu primeiro beijo. Não fora um tipo de alucinação ou sonho maluco, suas pernas ainda bambas, sua respiração ofegante e os lábios úmidos eram a prova. Mas por que diabos ele tinha saído correndo depois? Será que ele não tinha gostado? Como ele poderia NÃO ter gostado? Tinha sido tão perfeito! Certo... Ela sempre que imaginava seu primeiro beijo, eles estavam na beira do lago, na casa da árvore ou até mesmo na escola, mas nunca pensara na hipótese de Ron a beijar no meio da cozinha de sua casa.

Eles precisavam conversar ou numa hipótese mais agradável, se beijar novamente. Hum... Talvez ela devesse pensar na possibilidade dos gêmeos terem “batizado” o ponche, porque aquela animação toda não era normal, era? Nem as borboletas de seu estômago, que normalmente só ficavam batendo suas asas quando via Ron e que agora pareciam querer sair pela sua boca e fazê-la voar com elas.


De uma forma ou de outra Hermione tinha que encontrar Ron. Saiu pela mesma porta que ele tinha atravessado instantes antes e procurou-o com o olhar. Viu os curtos cabelos vermelhos indo em direção à rua e apressou o passo. O que ele estava fazendo? Onde Ron estava indo? Quase caiu ao sentir seu braço ser puxado e já ia abrindo a boca para reclamar quando percebeu que tinha sido sua mãe que o fizera.

- Vem querida, vamos cortar o bolo. – Elizabeth Granger puxava-a pelo braço de volta à casa.

- Não dá pra esperar só um pouquinho? Eu...

- Não meu bem, senão vai ficar tarde. – Sua mãe a interrompeu, não dando nem tempo dela pensar.

- Mas...

- Venha Hermione, eu já avisei a todos.

Contra sua vontade, a morena viu a distância entre ela e Ronald aumentar ainda mais ao ser levada para perto do lindo bolo de aniversário que a aguardava.


----~~~~----

Quando Harry chegou na escola na segunda-feira, logo viu que algo de errado tinha realmente acontecido com Ronald durante a festa de Hermione no dia anterior, pois o amigo sequer mandou notícias. Ao perguntar à Ginny sobre o porquê dele ter faltado, a ruiva só soube dizer que achava que ele estava doente, pois nem mesmo tinha saído do quarto onde se refugiara assim que voltaram da festa.

Hermione também estava diferente. Depois que percebera que Ron não ia mesmo aparecer na escola naquele dia, ela pareceu murchar. Por duas vezes não respondeu às perguntas feitas pelos professores, que assim como os outros alunos a olharam espantados.

Harry decidiu que ia descobrir o que tinha acontecido. Provavelmente haviam brigado mais uma vez, porém agora devia ser algo grave. Avisou Ginny que iria junto com ela e os gêmeos para a Toca depois das aulas, com a desculpa de passar os deveres da aula daquele dia para Ron.

- Posso entrar?

Harry perguntou abrindo a porta do quarto de Ron logo após bater rapidamente. Quando o amigo não respondeu chegou a achar que o ruivo estivesse realmente doente e no momento, dormindo, mas ao se aproximar um pouco mais da cama viu que ele estava com os olhos abertos encarando o pouco de paisagem que conseguia ver pela janela estando deitado. Só quando Harry ficou em frente ao seu campo de visão foi que Ronald levantou o olhar pra ele.

- Eu vim saber se você estava bem.

- Estou ótimo. – Respondeu sem vontade.

O moreno olhou-o um pouco mais atentamente e percebeu que o amigo ainda estava com a mesma roupa da festa do dia anterior. Apertou o olhar um pouco mais e então perguntou:

- O que você tem?

- Nada.

- Você não está doente de verdade, está?

- Se você veio até aqui me encher, pode dar o fora Harry. – Ron disse rispidamente.

- Ok. - Harry deu de ombros como se não se importasse e foi se encostar na janela. - Você deixa a gente preocupado e depois fala assim... Ainda bem que a Hermione não veio...

- A Hermione falou alguma coisa? – O ruivo interrompeu preocupado.

- Sobre?

- Nada, esquece. –Disse desanimado.

Aquilo era um tanto ridículo, pensou Harry. Estava tão óbvio que algo tinha acontecido entre Ronald e Hermione, provavelmente mais uma das intermináveis brigas dos dois, mas nenhum deles falava nada. O pior era ter que ficar entre eles agüentando aquela situação. Sem paciência, resolveu tentar algo mais invasivo.

- Olha aqui Ron, aconteceu alguma coisa que eu sei! Então se você me contar eu posso te ajudar.

- Não aconteceu nada, é que eu... – Ron sentou-se na cama, contrariado, e começou novamente a tentar se desvencilhar, mas foi interrompido por Harry que completou irônico.

- Já sei, você gosta de ficar se escondendo em seu quarto de vez em quando e Hermione desistiu de responder todas as perguntas dos professores no mesmo dia.

- Idiota. – Sibilou o ruivo.

- Não mais que você pelo visto.

Ok, atacar não tinha dado resultados, talvez ele devesse ser mais compreensivo, pensou. Respirou fundo e deu alguns minutos para Ron acalmar seu animo e então tentou mais uma vez.

- Você não quer mesmo conversar?

- Não. – Harry esperou ainda alguns momentos antes de falar novamente.

- Você vai querer anotar a matéria de hoje?

- Não... – Duas respostas monossilábicas. É não tinha conseguido, ia avisar Ginny que falhara e quem sabe se ela tentasse teria mais sorte. Pegou o material que tinha colocado sobre a mesinha e se encaminhou para a porta.

- Então eu já vou.

- Harry! – Hum, talvez aquele cabeça dura tivesse sido vencido pelo cansaço. Harry procurou não demonstrar muita curiosidade ao responder:

- O que?

- Você podia... hum... Eu posso sentar do lado do Neville amanhã?

Bom, talvez ele mesmo desistisse, afinal.

~~~---~~~

Hermione já não tentava dissimular seu abatimento, só escondia o verdadeiro motivo dizendo que achava que estava para ficar gripada. Imaginara que fosse se acertar com Ronald quando se encontrassem novamente. Estava disposta a esquecer o jeito como ele desaparecera da festa após beijá-la, até porque ela mesma ficou totalmente atordoada, mas no dia seguinte ele não aparecera na escola e quando voltou, falou com ela o mínimo possível e trocou de lugar com Harry, indo se sentar com Neville. E isso só podia significar uma coisa: ele não a beijara porque quis, não havia desejado aquilo tanto quanto ela, foi apenas algo que não devia ter acontecido, mas aconteceu.

Fora um equivoco, inebriante, mágico e doce, mas ainda sim um equivoco. Mas não havia sido culpa dela, fora Ron que a beijara. Era verdade que ela correspondera, mas ainda assim ele não tinha motivos para agir daquele jeito. Parecia que ele tinha medo que ela o atacasse a qualquer momento... Ela só queria entender...

No sábado pela manhã, Hermione levantou ansiosa. Não ia procurá-lo. Ia até a Toca só para pegar de volta um livro que emprestara a Ginny e que estava com vontade de reler, pela sexta vez possivelmente. Se ele estivesse por lá e quisesse conversar, já que na escola durante a semana ele praticamente fugira dela, tudo bem. Se ele não quisesse falar com ela, então... Só de pensar nessa possibilidade sentia seu coração apertar. Tinha que se manter confiante.

Quando chegou próximo à casa dos Weasley logo viu Ginny na janela de seu quarto lhe acenando em boas vindas, porém sua atenção se desviou rapidamente para o ruivo alto que estava mais ao longe cortando lenha. Respirou fundo reunindo toda coragem que tinha e foi até lá falar com ele.

- Oi Ron.

- Er... Oi Hermione.

Ele olhou para ela assustado e em seguida apoiou o machado que segurava na tora ao seu lado. Porém ele não sabia o que dizer e por isso ficou logo com as orelhas vermelhas de embaraço. Hermione que tentara iniciar um diálogo de forma sutil sentiu seu sangue começar a esquentar e quando deu por si já tinha falado o que tanto a incomodara durante a semana.

- Você tem me evitado.

- É impressão sua.

- Francamente, é só isso que você tem para me dizer? – Exclamou irritada.

- É... – O que ela queria que dissesse, pensou. Que queria abrir um buraco e se esconder?

- Oh, certo! Eu imaginei por um momento que você tivesse crescido, mas não, eu devo ter imaginado coisas, ou quem sabe era outra pessoa!

- Eu não... – Ron que até então procurara evitar olhar diretamente para os olhos dela a encarou incerto. - Do que você está falando?

- De você seu legume insensível, ou melhor, de nós, ou do que quer que tenha acontecido entre nós... Mas é inútil, não é? Você prefere fazer de conta que nada mudou, nada aconteceu. Pior pra você! E pior pra mim, já que você está estragando a melhor lembrança do meu aniversário...

Lá vou eu de novo, perdido em pensamentos hipnóticos sobre a boca de Hermione. Acho que esse é um dos motivos pelo qual eu a provoco tanto. O jeito que ela movimenta os lábios ao falar é fascinante, só perde para o gosto adocicado que eles tem. Tinha vontade de prová-los novamente, mas não podia. Ou podia? Hermione era sua amiga e ele não devia ter esse tipo de pensamento com ela, apesar do fato que estava cada vez mais difícil de não fazê-lo.

Ela tinha razão, o beijo que trocaram era também a melhor lembrança que ele tinha. Oh-oh... Se o beijo deles é a melhor lembrança dela é sinal que ela gostou, não é? E não está aborrecida com isso. Então se ela não está chateada por ele tê-la beijado, era por quê? Por que ele tinha ido embora? Inferno sangrento, o que é esperado que ele faça agora?
Ele ia ter que se superar, pois os lábios rosados pararam de se mexer e pelo brilho dos olhos castanhos, Hermione estava bem perto de ficar furiosa.

Ron deu um passo na direção da garota enquanto ela falava, aparentemente sem dar muita atenção a ela. Hermione decidira que não ia deixar a oportunidade escapar. Não ia ser indiscreta de falar o que sentia com todas as letras, mas havia deixado bastante claro. Ou pelo menos claro o suficiente até para que um cego pudesse ver. Contudo o rapaz à sua frente parecia mais tapado do que ela sempre imaginara e apenas a encarava enquanto abria seu coração.

Ele não era muito bom com as palavras, isso era um fato. Às vezes tentava dizer uma coisa e quando percebia, tinha dito algo diferente, ou tinham entendido tudo ao contrário. É claro que a maioria das vezes que isso acontecia era quando estava discutindo com Hermione por alguma coisa. Mas dessa vez Ron não queria que isso acontecesse. Tinha a impressão que se estragasse tudo dessa vez não iria mais ter volta. Então fez o que acreditava ser mais sábio, ficou calado. Aproximou-se de Hermione, observando a cor chocolate de seus olhos e o rosto corado pelo fervor com que ela deixava claro o que sentia. Ah sim, ele não era tão tapado a ponto de não entender o que ela estava dizendo. Bom, pelo menos a maior parte, é claro.

Tocou suavemente o rosto de Hermione que o olhou num misto de expectativa e surpresa. Ela era pelo menos um palmo e meio mais baixa que ele, então Ron levantou o rosto dela delicadamente enquanto abaixava o seu, encostando seus lábios nos dela de forma suave. Sentiu o corpo da garota tremer ligeiramente quando segurou em sua cintura, puxando-a para mais perto de si.

Decididamente aquele beijo era diferente do outro. O primeiro tinha sido pura paixão enquanto esse era delicado e calmo. Estavam ao mesmo tempo se saboreando e descobrindo. Depois de um longo tempo no qual não sentiram falta de respirar, eles separaram seus lábios e abriram seus olhos devagar para então se encararem com sorrisos suaves e idênticos.

- E agora? – Perguntou Hermione ainda meio ofegante.

- Como assim?

- O que isso significa?

Devagar as expressões enlevadas foram sendo substituídas por um leve constrangimento que os fez se afastarem um pouco um do outro. Ronald passou as mãos nervosamente pelos cabelos enquanto pensava o que ia responder, mas Hermione voltou a falar com uma fisionomia preocupada.

- Você não vai sair correndo outra vez, vai?

- Não. – Ele respondeu com um sorriso torto.

- Hermione! – A voz de Ginny interrompeu o silêncio que se seguiu à resposta do rapaz. – Você desistiu do seu livro?

- Desculpe, já estou entrando. – Respondeu à amiga, quebrando o contato visual que mantinha com Ron, e disse em seguida num murmúrio contido que só ele conseguiu escutar. – Eu... vou entrar.

- ‘Tá. – Ron falou desanimado vendo-a virar-se e se afastar. Quando ela já estava chegando perto de sua irmã, ele chamou. – Mione!

A garota tornou a se virar pra ele com um olhar esperançoso enquanto torcia as mãos nervosamente.

- O que foi?

- É... Nada. – Disse com uma careta ao perceber que Ginny não tirava os olhos de cima dele. Mas ao ver a decepção começar a tomar conta de Hermione continuou. – Não... é que... Depois a gente... bem... continua... Você sabe... a conversa.

Hermione assentiu com a cabeça levemente desapontada, mas procurou disfarçar ao se dar conta que Ginny os olhava intrigada. Provavelmente foi por isso que Ron não falou mais nada, torceu intimamente.

- O que aconteceu entre vocês?

- Não é nada, Ginny...

- É sim. Vocês brigaram?

- Não...

- É que vocês...

- Ginny a gente pode subir pra pegar o livro agora? – Interrompeu bruscamente. Se continuasse ali certamente a ruiva continuaria seu interrogatório.

- Ahm claro, vamos.

Por mais que Hermione tentasse disfarçar ou não quisesse falar sobre o assunto, Ginny sabia que algo tinha acontecido entre ela e Ronald. Normalmente quando eles discutiam, e isso acontecia com uma freqüência absurda, não ficavam tão distantes e calados um com o outro como tinham ficado nessa última semana, e sim faziam questão de trocar farpas afiadas até que a raiva passasse e então voltavam a se falar como se nada tivesse acontecido. Até brigarem novamente é claro.

Mas agora não. Desde o aniversário de Hermione eles pareciam estar mais constrangidos na presença um do outro e isso era definitivamente algo incomum. Olhou para Hermione que parecia absorta observando a paisagem pela janela até se dar conta de que os olhos da amiga seguiam a figura de seu irmão que cortava lenha furiosamente no quintal. Ao ouvir o suspiro que saiu caprichoso dos lábios dela foi que Ginny percebeu o que provavelmente estava acontecendo. Hermione e Ronald estavam interessados um no outro e algo devia ter acontecido na festa que os fez perceber. Conteve um largo sorriso que pretendia aflorar em seus lábios quando viu a amiga sair de perto da janela e sentar novamente sobre a colcha florida que cobria sua cama.

---~~~---

Harry estava, junto com seus tios e Dudley, sentado à mesa tomando seu café antes de ir para a escola duas semanas após o inicio do outono, quando ouviu a campainha da porta tocar.

- Vá atender moleque. – Grunhiu Vernon antes de voltar a morder um grande pedaço de bolo.

O garoto levantou e tomou o último gole de leite em sua xícara antes de ir abrir a porta. Foi com surpresa que ele encontrou do lado de fora uma senhora Weasley bastante constrangida.

- Bom dia Harry.

- Bom dia senhora Weasley. Aconteceu alguma coisa? – A matrona negou com um gesto de cabeça e perguntou com um sorriso falso.

- A sua tia está?

- Está sim, entre. – Abriu a porta para dar passagem à mãe de seus amigos e continuou. – Espere um momento que eu vou chamar.

Harry voltou à sala de jantar, aproximando-se da tia e avisou-a da inesperada visita. Espantou-se ao perceber a animação de Petúnia Dursley que se levantou prontamente com um grande sorriso.

- Ela aceitou, Vernon! Ela aceitou!

- O que a senhora Weasley aceitou, tia? – Perguntou, incapaz de conter a própria curiosidade.

- Você vai saber depois, agora vão. – Fez um gesto incluindo Dudley que ainda abocanhava algumas torradas. – Vão para a escola os dois senão irão se atrasar.

Ele olhou para o primo, que não parecia estar tão surpreso quanto ele e notou que provavelmente era o único ali a não saber o que estava acontecendo. E nem adiantava perguntar à Dudley porque ele não iria contar.

Quando chegou à escola Harry foi direto até Ron, que estava sentado ao lado de Seamus, e perguntou num rompante:

- O que a sua mãe foi fazer lá em casa?

- Bom dia, Harry. – O ruivo falou em resposta arqueando a sobrancelha.

- Ahm, bom dia Ron. – Disse ficando um pouco sem graça e completou, cumprimentando o outro amigo. - Seamus.

- E aí cara.

- Agora você pode me dizer o que sua mãe queria com a minha tia?

- Eu também não sei. Eu nem sabia que era pra lá que ela tinha ido, ela só disse que tinha algumas coisas pra resolver.

- Hum, certo.

Harry falou desanimado, tinha achado que o amigo ia acabar com a sua curiosidade. Mas Ronald não parecia estar interessado no assunto então ele se calou, ao menos por hora. De repente o ruivo ficou inquieto e ajeitou os cabelos com as mãos, fazendo os outros ficarem um pouco intrigados, mas compreenderam o que era ao ver Hermione entrando pelos portões da escola. Ron levantou-se rapidamente e justificou antes de se retirar:

- Eu vou até lá ajudar Hermione a carregar o material.

Não houve oportunidade e talvez também um pouco de coragem, para que Ron e Hermione conversassem sobre o que estava acontecendo entre os dois, mas diferente do que ocorreu após o aniversário da garota, depois que se beijaram n’A Toca eles não mais se evitaram. Estavam mais formais um com o outro, era verdade. Se Harry ouvisse mais um ‘Muito obrigado, Ron’, ou ‘Não tem de que, Mione’ era capaz de vomitar. Eles estavam cheios de cuidados e delicadezas, o que fez com que Harry percebesse que fosse qual fosse o problema que acontecera entre eles já havia sido resolvido.

O único momento em que Harry vira Ronald novamente constrangido fora no início daquela semana quando Draco Malfoy atravessara a sua frente e puxara Hermione para o lado com o intuito de conversar com ela particularmente. Nessa hora ele pensara que o amigo fosse explodir e não se surpreendeu quando este se pôs entre o loiro e Hermione numa atitude ameaçadora e rugiu.

- Cai fora, Malfoy.

- A conversa não é com você, Weasley.

- Você não tem nada pra falar pra ela, então é melhor sumir...

- Senão? – Draco interrompeu, falando de forma cínica com sua voz arrastada.

- Senão você vai acabar descobrindo a força do meu soco quando eu acertar a sua cara! – Respondeu Ron com o rosto tão vermelho quanto seus cabelos devido à raiva que estava sentindo.

Prevendo o inicio de um furacão, Hermione segurou no braço de Ronald, cujo punho já se encontrava fechado com força, e sussurrou para acalmá-lo:

- Deixe ele pra lá, Ron. Venha.

O ruivo olhou de relance para ela decidindo fazer o que ela pedia. E então, num gesto desejado, mas inconsciente, passou o braço pelos ombros de Hermione, de forma ao mesmo tempo protetora e possessiva. Fora exatamente esse gesto, e não a discussão com Malfoy que rendeu expressões envergonhadas e um longo período de silêncio entre eles, o que não impediu que Ron continuasse abraçando a garota pelo resto do período do intervalo. Desde então era ainda mais comum vê-los assim, ou andando de mãos dadas pelos corredores da escola.

---~~~----

Depois do aniversário de Hermione, Ginny cumpriu o que havia prometido à Harry e tentava não andar mais sozinha, pelo menos nos lugares onde Blaise Zabini poderia estar, como na escola. Só que não podia falar para um professor, principalmente se fosse o de matemática, que se recusava a sair da sala depois do teste. Mesmo que ela explicasse o porquê (coisa que ela não ia), possivelmente o Ranhoso não ia acreditar, pois todos sabiam que ele era muito amigo tanto dos Zabini quanto dos Malfoy. Então resignada, Ginny resolveu ir direto para o pátio esperar Luna e Colin lá.

Desceu um lance de escadas e dobrou no primeiro corredor à esquerda, achando a escola muito mais silenciosa que o normal por causa dos testes que estavam acontecendo em todas as turmas. Seguiu o corredor distraída e ao virar na esquina deu de encontro com quem tanto evitara. Blaise não escondeu o sorriso cínico que se formou em seu rosto quando a amparou impedindo-a de cair. Na verdade o sorriso só aumentou vendo a expressão que ela fazia ao se dar conta de que ele não a soltava.

- Cadê o seu namoradinho agora, hein ruivinha? – O rapaz falou cada vez mais satisfeito ao vê-la tentando se desvencilhar. – Ah, é! Está lá dentro fazendo um enorme teste de ciências.

- Me solta, Zabini.

- Por quê? Nós temos umas contas pra acertar.

Blaise tampou sua boca, impedindo que ela gritasse e arrastou-a para dentro da pequena sala onde o zelador da escola guardava suas coisas. Por mais que Ginny tentasse, não conseguia se soltar. O rapaz era muito mais forte que ela e conseguira a imobilizar facilmente. Encostou-a num vão que havia entre duas grandes e pesadas estantes e colocou-se entre suas pernas, colando seus corpos e impedindo-a de se mexer.

Pânico e nojo começaram a invadi-la ao notar que seria difícil escapar daquela vez. Harry tinha razão ao dizer que Zabini não ia deixar barato o que tinha acontecido na festa de Hermione. Mas ela não ia desistir tão fácil. Tinha que arrumar um jeito de se livrar dele que parecia ainda mais forte que o normal. Tentava a todo custo se livrar das mãos que impediam que se movesse, debatendo-se.

- Calma ruivinha. A gente só vai se divertir um pouquinho. Quero só saber se você tem o gosto que eu imagino.

Blaise pressionou-a ainda mais contra a parede com seu próprio corpo e tentou cobrir a boca de Ginny com a sua tão rápido que ela não teve nem tempo de gritar. Mas ele não esperava que ela resistisse e se assustou ao sentir uma dor lancinante após a forte mordida que a garota lhe deu, que fez com que se afastasse um pouco e interrompesse o beijo bruto.

No mesmo instante em que derrubava sem querer algumas vassouras que estavam encostadas na estante, Zabini voltou a tampar-lhe a boca com uma das mãos, enquanto a outra puxava seus cabelos, e berrou:

- Você está maluca? Agora você vai ver!

Mas antes que ele pudesse por em prática os diversos modos que tinha imaginado para vingar-se, ouviu o barulho da porta abrindo com estrondo e a voz de Harry surgiu, tal qual um rugido furioso, junto com um movimento de sua mão no ombro de Blaise fazendo-o girar e encará-lo.

- LARGA ELA!

- Seu...

O que aconteceu em seguida foi muito rápido. Harry juntou toda força que tinha e socou o queixo de Zabini que revidou. Ginny respirou aliviada. Tinha escapado mais uma vez e novamente Harry apareceu para salvá-la. Contudo não podia deixar que continuassem com aquilo. Tentou pedir que parassem, mas foi ignorada completamente. Em questão de minutos os dois já estavam engalfinhados, trocando murros, socos e pontapés em pleno corredor até que ouviram a voz firme da diretora ordenando.

- SENHOR ZABINI, SENHOR POTTER, PAREM JÁ!

Harry ainda conseguiu escapar de um último soco que Blaise tentou desferir contra ele antes de se levantar. Estava encrencado e sabia disso. Procurou Ginny com o olhar e a encontrou parada próximo à diretora que junto com outros alunos que já haviam terminado seus testes e olhavam para eles curiosos. A senhora McGonagall lançou-lhes um olhar feroz e falou:

- Os dois para a diretoria. Agora! – Saiu pisando duro sendo imediatamente seguida por eles.

Blaise e Harry se sentaram de frente para a mesa da diretora, tentando ignorar a presença um do outro. Nenhum deles se atrevendo a falar qualquer coisa.

- Eu gostaria de saber o motivo daquela cena lamentável. – Eles se olharam e como se tivessem ensaiado, continuaram em silêncio, fazendo a diretora parecer ainda mais ameaçadora. – Eu devo supor então que os senhores resolveram transformar a escola num ringue?

- Não senhora. – Responderam os dois quase ao mesmo tempo.

Diante da mudez consciente dos dois alunos, Minerva McGonagall desistiu de buscar uma resposta coerente. Tinha consciência de que eles não iriam falar assim tão facilmente, lhe restando apenas ficar atenta no comportamento deles por um tempo.

- Senhor Potter, aguarde aí fora enquanto eu converso a sós com o senhor Zabini.

- Mas professora...

- O senhor terá a sua vez, senhor Potter. – Concluiu não dando margem à discussão.

Harry levantou-se de um salto e olhou para o outro rapaz com ódio. Saiu e encostou-se na parede apoiando a cabeça contra ela. Só de pensar no que aquele garoto estúpido podia estar falando sentia seu sangue ferver. Esfregou os olhos só então percebendo que havia perdido seus óculos durante a briga.

Passado algum tempo, a porta se abriu dando passagem a Blaise que olhou-o com uma raiva intensa. A voz da diretora soou ordenando que ele entrasse e resignadamente Harry assim o fez. Sentou-se novamente defronte a ela que estava com a aparência ainda mais severa do que há momentos antes e esperou.

- Bom senhor Potter, o que o senhor tem para me dizer? – Vendo que o garoto a sua frente continuava em silencio, a diretora foi enfática. - Acredito que tal como o senhor Zabini, o senhor não vai me contar o motivo da briga.

- Não senhora.

- Sabe senhor Potter eu esperava um comportamento desse tipo do senhor Zabini, pois eu o conheço desde muito novo e já tinha percebido sua índole, contudo esperava mais do senhor. – Harry sentiu seu rosto esquentar, mas permaneceu em silêncio, não tinha como se defender. – Eu gostaria de acreditar que toda essa confusão teve um bom motivo...

- E teve. – Harry respondeu.

- Mas o senhor não vai me contar, não é?

- Eu não posso. – Disse inquieto.

- E posso saber o porquê?

- Eu prometi que não contaria.

- Ao senhor Zabini?

- Não! – Respondeu indignado.

A diretora analisou-o por um instante e então soltou um suspiro irritado antes de tentar novamente.

- Essa pessoa a quem o senhor prometeu que não contaria o que quer que seja, corre algum tipo de risco? – Harry pensou um pouco antes de responder e quando o fez foi num murmúrio derrotado.

- Sim.

- Então eu peço que pense bem antes de esconder qualquer informação, senhor Potter, para não se arrepender mais tarde.

Harry pareceu receber outro soco ao ponderar as palavras da diretora. Ginny corria sérios riscos, e estava ficando cada vez mais complicado ajudá-la. Hoje tivera muita sorte de terminar logo o teste e estar passando pelo corredor, quem poderia saber quando Blaise tentaria algo contra ela novamente? Tomou sua decisão e disse mais para si mesmo.

- Ginny vai me matar.

- Ginevra Weasley?

- É. – Ele desviou o olhar da senhora para um ponto qualquer na mesa. - Blaise estava... bem... agarrando-a, na sala do zelador.

- O senhor viu? – Minerva McGonagall encarava-o séria.

- Eu estava passando, ouvi o barulho e então fui ver o que era.

- Então o senhor foi ajudá-la?

- Isso.

- Por que o senhor não chamou um dos professores?

- Eu... Nem pensei nisso... – Deu de ombros. – Quando vi já estava socando ele.

A diretora não parecia estar duvidando de suas palavras e isso o fez se sentir aliviado por ter contado o que estava acontecendo. Talvez agora Ginny pudesse ficar livre desse pesadelo.

- Senhor Potter, me explique só uma coisa.

- Sim senhora.

- Por que motivo a senhorita Weasley iria querer matá-lo por contar o que viu?

O rosto de Harry ficou totalmente rubro, mas já que começara a contar, iria até o fim na esperança que a diretora pudesse ajudar.

- Ela tem medo que os Zabini prejudiquem a família dela de alguma forma.

- Como o senhor sabe disso? Afinal eu o encontrei ainda engalfinhado com o senhor Zabini e tenho certeza que a senhorita Weasley não teve nenhuma oportunidade de falar com o senhor.

- É que não foi a primeira vez. – A voz de Harry era um pouco mais que um sussurro ao responder.

- Oh meu Deus! Quando?

- Durante a quermesse e também no aniversário de Hermione.

- Jesus amado! Alguém mais sabe o que está acontecendo? – A diretora perguntou de modo grave levantando-se e se aproximando do rapaz.

- Somente eu.

- Mas isso é muito sério! Espere aqui.

A senhora saiu apressada com a expressão de desagradável surpresa ainda em seu rosto e tão logo voltou, Harry sabia que estava encrencado. Ela não estava sozinha, tinha ido buscar Ginny. A ruiva sequer o olhou ao sentar na cadeira ao seu lado, apenas depositou à sua frente os seus óculos que tinha resgatado durante o tumulto.

- Senhorita Weasley, eu gostaria que a senhorita confirmasse algumas coisas que o senhor Potter me informou.

- S-sim. – Depois da resposta da garota a diretora voltou-se novamente para Harry e falou.

- Senhor Potter, o senhor pode ir agora. Segunda-feira o senhor começara sua detenção no horário depois da aula. – Terminou de assinar um papel que só agora ele reparara em sua mesa. – Traga esse bilhete assinado por seus tios.

- Mas eu pensei... – Ele olhou-a incrédulo.

- Mesmo por um motivo nobre, brigas não são toleradas, senhor Potter. O senhor cumprirá detenção por dois dias.

- Sim senhora.

- Agora me deixe a sós com a senhorita Weasley.

Harry ainda tentou olhar para Ginny, esperando ver compreensão na expressão dela, mas tudo que encontrou foi raiva. O rosto de Ginny foi tomado rapidamente pela cor púrpura enquanto ela o olhava. Ele tinha jurado que não contaria nada a ninguém. Como ele tinha quebrado a promessa? E agora, o que ela ia fazer? Sabia que apesar de tudo, se ela insistisse em não contar a ninguém, poderia ser pior, mas a decisão tinha que partir dela e não dele. Abaixou o olhar para seu colo onde suas mãos estavam entrelaçadas tentando resolver o que fazer.

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Quando o sinal da escola tocou indicando o término das aulas daquele dia, Harry se apressou em ir para o pátio para esperar por Ginny e quando a viu, logo foi ao encontro dela. Contudo ela parecia estar distraída, ou envergonhada, devido ao encontro com a diretora, pois passou longe dele indo em direção a Ron e Hermione que vinham mais atrás.

- Ginny! – Chamou-a, mas a garota nem mesmo diminuiu a velocidade dos passos, obrigando-o a correr e segurá-la, para que ela o escutasse. – Ginny.

- O que você quer?

- O que? – Ele franziu o cenho ao perceber a fúria com que ela o olhava. – Eu quero saber o que a diretora...

- Harry faça um favor a você mesmo e saia da minha frente. – Soltou o braço que ele segurava num movimento brusco.

- Mas...

- Você prometeu! – Explodiu e então Harry compreendeu o motivo de toda aquela raiva.

- Ginny eu...

- Não me venha com desculpas Harry. Você jurou que não iria contar a ninguém e contou. Agora os meus pais vão ficar sabendo!

- Mas Ginny...

- O que está acontecendo aqui? – Ron perguntou se aproximando dos dois e percebendo a discussão.

- Nada Ronald, não se mete. – A ruiva respondeu sem olhá-lo.

- Ginny. – Harry tentou segurar em seu ombro, mas ela girou o braço com força para impedi-lo.

- Mas que merda é essa? – Ron exclamou, sendo ignorado por ambos.

- Não me toque e nem mesmo fale comigo!

Ginny sibilou ferozmente e em seguida deu as costas ao rapaz e parando ao lado do irmão que os olhava perplexo junto com Hermione. Não entendendo o porquê da ruiva estar sendo tão intransigente com ele, Harry respondeu irritado.

- Eu estava tentando ajudar!

- Vamos embora Ron. – A ruiva falou ignorando o rapaz.

- Vocês não vão me explicar o que está acontecendo? – Ron tentou pela última vez e de novo foi ignorado.

- É assim que você quer? – Gritou Harry vendo-a se afastar. A raiva falando cada vez mais alto. - Então é assim que vai ser!


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N/B Paty: Ai Merlim! A teimosia pode ser uma virtude para se conquistar algumas coisas, mas na grande maioria das vezes é um grande defeito... (filosofando rssss...) Essa família de cabelos vermelhos é realmente muito teimosa, principalmente uma tal ruiva, tadinho do nosso Harry rssssss... Adorei o capítulo mana, o Rony e a Mione foi tudo de bom, lindo e maravilhoso como só vc sabe escrever: Priscila Louredo PHD em R/H hauahauhaua... Harry pegando o Zabini e dando uns socos bem dados foi muito bom!!! (pulando de felicidade). Beijos mana, parabéns pelo capítulo e eu espero que o próximo venha logo!!!

N/B Pam: Bom, pra começar eu adorei o nome do capítulo! Um beijo, uma briga, dá tantas idéias! rsrs Já o capítulo, eu ameiiiiii! “Não fora um tipo de alucinação ou sonho maluco, suas pernas ainda bambas, sua respiração ofegante e os lábios úmidos eram a prova.” É mesmo Mione, não foi alucinação...eu senti tudo isso tb! rs Esse conflito dos dois para se resolverem é mto a cara deles. E o momento herói do Harry??? Não podia faltar né?! Ai eu até suspirei! Aposto que a Gina suspirou tb! Agora tem uma coisa que esta me intrigando, oq tanto a Petúnia quer com a Molly??? Pri, irmã, maravilhoso como sempre! Amo-te. Beijos!!!

N/A: Amores!!! De longe foi um dos capítulos que eu mais gostei de escrever. Não sei bem o porquê afinal nem foi um capítulo tão lindo, ou romântico, ou triste assim, mas quando cheguei ao final eu fiquei realmente satisfeita. Bom, tivemos mais uma vez o nosso querido Harry-herói, e também o meu (é meu, nada de nosso, hihi) Rony-fofo. Espero que tenham gostado. Beijos especiais pras minas irmãs amadas Pam e Paty. Bjks pra todos que tem lido, favoritado, comentado ou não.

Sonia Sag: Brilhante é você, moça. Nossa amei seu comentário, e espero sempre corresponder a ele. Te amo e estou com saudades. Temos que conversar sobre novembro. Bjks

Gina W Potter: Pois é nesse o Harry bancou o herói mais uma vez, porém não saiu exatamente como esperado... Espero que tenha gostado, bjks.

Luluh Black: Que bom que você está gostando da fic. E o livro 7 eu só reclamo de duas ou três coisinhas, mas nada que desmereça a grande obra prima da tia Jo. Bjks

BERNARDO: Be eu adoro seus comentários!! Você sabe que eu não gosto muito das personalidades alternativas, não sabe? O Harry pra mim tem que ser o Harry (talvez um pouco menos sofrido) o Ron sempre o meu Ron e o Draco sempre a mesma doninha desprezível... Bjks querido

Sally Owens: Você não imagina como o seu comentário me alegrou e emocionou *pensando* Bom, é provável que saiba sim sendo a grande escritora que você é... Portanto, muito obrigada, amiga. Espero que continue agradando!!!Te amo, bjks

*Düda Potter*: Obrigada pelo elogio, espero que você continue gostando. E aí? Teve o ataque de perereca??? Espero que não. Bjks

Charlotte: Que bom que você apareceu!!! *amarra com corda no pé da mes* Agora não sai mais, hahaha. Espero que goste e eu sei que você gosta do Ron também... Fazer o que se você tem bom gosto, hahaha. Bjks

Lady Eldar: Eu malvada??? Amore eu trouxe o Sirius de volta do Véu e não matei ninguém que realmente não merecesse em ‘Depois do Funeral’, como você pode achar que eu sou malvada??? *cara de anjo* Bom talvez seja porque eu faço os personagens sofrerem um pouquinho, não é??? Ahhhh aguarde e confie!! Bjks querida.

Marcia M: O Blaise não ficou com as digitais da Ginny mas sentiu a força do Harry, hahaha O Draco foi mais espero (por enquanto) e não caiu no braço com o Ron, mas... Bom espere pelos próximos capítulos, hahaha. Bjks querida e não suma!

Livinha: Adorei seu comentário pelo método dedutivo, haahahaha. menina você tava empolgada! amiga íntima da JK, não... Só atenta e como você apaixonada pela obra dela (apesar de você achar o Draco lindo, hihihi) Bjks querida e obrigada.

Lanni Lu: Ai, fiquei curiosa pra saber se você acertou o que a Petúnia quer com a Molly... Você bem podia me dizer, né???? Eu sou uma pessoa muito curiosa... Ah, obrigada pelo elogio, de coração. Bjks

Mirella Silveira: Mihhhhh não fala assim do Ron... Ele não é chatonildo, ele só ainda não sabe lidar com seus sentimentos. Espere e confie que logo, logo eu terei uma boa surpresa pra você. Bjks

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