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3. Uma Visita Especial


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 3 - Uma Visita Especial.



Assim que notaram a falta das duas crianças, houve um desespero geral e revistaram toda a praia a procura deles. Até que um menino comentou que viu Tom saindo com Amada e Dênis em direção às pedras onde ficava um penhasco.


Melissa congelou ao ouvir isso. Tom de novo. E penhasco? Será que...?


Todos os adultos correram até lá para verem se achavam algo, até que ouviram os gritos das crianças, vindo de dentro da grande rocha.


Um dos professores achou a escadaria e desceu por ela. Parou em um dos degraus pois a maré havia subido e apenas parte da fenda podia ser vista.


- Crianças! Amada! Dênis! Vocês estão aí?


- Socorro! A água está subindo! – a menina gritou entre soluços.


- Já vou buscá-los.


O professor conseguiu agarrar-se à superfície rochosa e esgueirou-se para a caverna. Já estava com metade do espaço com água e ele teve que ir nadando até de onde os gritos vinham.


Achou Melissa agarrada na parede em cima de uma pedra alta, e que ainda não tinha sido tomada pelo mar, e segurando Dênis desmaiado, pelo outro braço.


O homem nadou até eles e colocou a menina em suas costas. Não conseguiria levar os dois...


Por sorte, um outro professor o seguira e apanhou o garoto desfalecido.


Voltaram correndo para o orfanato e levaram-nos à enfermaria. Os aqueceram rapidamente, antes que tivessem hipotermia. Perguntaram à garota, que era a única acordada, o que acontecera. Mas ela nada dizia, apenas tremia e olhava em direção a uma parede vazia.


- Está em estado de choque. Amanhã perguntamos. – Eleanor suspirou aliviada, enquanto saía com Melissa. – Será que Tom realmente...?


- Eu não sei, mas amanhã saberemos.


Durante a noite, Tom saiu de seu quarto.


Abriu a porta e olhou para o corredor, garantindo o caminho livre.


Foi em direção à enfermaria e abriu, silenciosamente, a porta.


As duas crianças encontravam-se adormecidas e com o semblante aliviado.


Tom acendeu uma vela e ficou entre as duas camas. Colocou a vela no criado-mudo em frente e agachou-se para olhar de mesmo nível, de um para o outro.


- Olá. – ele disse. Dênis abriu os olhos e ia soltar um grito, quando Tom tapou sua boca. Amada também acordou, mas não fez menção de berrar e nem sair correndo. Apenas encolheu-se ainda mais na cama. – Fico feliz que estejam bem. – seu rosto não mostrava nenhuma felicidade. – E gostaria que continuassem assim.


- O-o que quer dizer? – Amada falou com voz fraca.


- Que eu não gostaria que meu nome fosse citado neste terrível incidente. Podem dizer que estive com vocês, mas não o que aconteceu.


- Mas foi você! – Dênis livrou-se da mão dele e chegou para trás na cama, batendo no encosto. – Por que não falaríamos nada, seu maníaco?


- Porque se não eu mato vocês. – respondeu simplesmente. Seu rosto não transmitia alegria e nem raiva.


Ficaram em silêncio.


- Você é louco. – Dênis, de olhos arregalados, tentou se levantar.


Tom, com as mãos em sua garganta, o forçou novamente a deitar.


- Quer terminar como o coelhinho do pobre Carlos?


- Então foi você mesmo. Doente! – respondeu com a voz abafada e dificultada pela força do outro garoto.


- Parem! Não vamos falar nada. Juro. - Amada respondeu, tentando manter a voz tranquila.


- Ótimo. Espero que seja verdade.


Tom saiu e voltou para seu quarto.


No dia seguinte, mesmo com todos desconfiando de que o garoto era o culpado pelo acontecido, nada puderam provar, pois as crianças continuavam afirmando que haviam ido apenas explorar a caverna, que Tom insistiu para que fossem embora, mas eles negaram. Ele então foi na frente e eles acabaram ficando presos lá.


Mais algum tempo se passou, e se antes tinham medo do menino de belo semblante, agora era um total pavor não declarado.


Todos mantinham distância e evitavam o contato visual. Os professores conversavam entre si e tomaram a decisão de falar para Eleanor que o menino deveria ser internado.


Ele não era normal e não podia continuar vivendo ali.


Eleanor não sabia ao que fazer. Tinha medo de que tomasse uma atitude errônea e injusta. Todos tinham absoluta certeza de que Tom Riddle não era uma criança comum, apesar de não haver provas. Mas como contestar fatos estranhos que sempre aconteciam e que ou o nome dele estava presente, ou ele próprio?


A situação estava alarmante e depois de adiar a decisão por um ano, já não podia mais evitar.


Como que em resposta ao seu desespero, um dia um homem de longas barbas e cabelo acaju, apareceu em sua porta perguntando pelo menino.


Tom estava em seu quarto em silêncio, com um livro a sua frente. Mas na verdade, não prestava muita atenção nas palavras, pois pensava que poderia ter tido mais cuidado. Poderia ser expulso a qualquer momento e por mais que odiasse aquele lugar, não teria para onde ir.


Uma batida na porta o fez despertar e olhar para frente. A voz de Eleanor se fez ouvir.


- Senhorita Cole? – Tom perguntou quando a viu, antes que a moça falasse qualquer coisa.


- Tom, Tem uma visita para você. Este é o senhor Dumberton...desculpe, Dumberbore. Ele veio lhe dizer...bem, vou deixar que ele mesmo lhe diga.


A mulher parecia bêbada ou algo parecido. Tom não deu importância. Sua atenção estava focada no homem que entrava.


Era um homem esquisito e de vestes estranhas. O menino o analisou de cima a baixo pensando em quem poderia ser...


Será que já estavam pensando em expulsá-lo?


Os idiotas da Amada e do Denis tinham contado a verdade?


Tom cerrou os olhos ao pensar nessas possibilidades, mas tentou esconder a raiva.


Estavam em silêncio a alguns minutos, até que o homem, com um olhar simpático, falou:


- Como vai, Tom? – estendeu a mão.


Tom analisou aquela mão já marcada de rugas e pensou por um instante, se a apertava. Decidiu que sim, e voltou a olhar para seus olhos. Aqueles estranhos olhos azuis pareciam que viam dentro de seu âmago. Isso o incomodava.


- Sou o professor Dumbledore. – o homem disse, sentando em uma cadeira de madeira.


- Professor? – Tom lembrou, irritado, de um verão passado, em que uma criança havia sido levada por uma pessoa que se apresentou como "professor". Ouvira tempos depois, que na verdade não era em uma escola que ela estava. Tentou esconder tal preocupação e resolveu tirar a história a limpo. – É como um "doutor"? Por que está aqui? Ela trouxe o senhor para me examinar? – apontou para a porta.


Ela. Eleanor Cole. Tom não suportava essa mulher pelo simples fato de nunca ter confiado nele. Era a única que nunca duvidou de seus segredos e mentiras. Achava que a antiga professora, Melissa, tinha algo a ver. Apesar de Melissa ter gostado de Tom, passou a desconfiar e abrir os olhos de Eleanor. Até que Tom teve que tomar uma atitude quanto a isso e Melissa pediu demissão um pouco antes da vista desse "professor".


- Não, não. – o homem chamado Dumbledore sorriu. Tom não gostou dessa expressão sorridente. Parecia zombar dele.


- Não acredito no senhor. Ela quer que me examine, não é? – sua voz crescia, assim como a sua raiva. Até que, vendo que Dumbledore não reagia, gritou: - Fale a verdade!


Dumbledore continuou sorrindo o que o irritou ainda mais. Normalmente quando era autoritário, as pessoas reagiam. Nem que fosse para brigar e mandá-lo respeitar os mais velhos. Mas aquele homem...ele continuava calado.


Tom sentiu uma grande ofensa por não ser obedecido, porém decidiu adotar uma nova tática. Esse tal professor Dumbledore era diferente. E isso era intrigante.


- Quem é o senhor? – perguntou por fim.


- Eu já lhe disse. Meu nome é Dumbledore, e trabalho em uma escola chamada Hogwarts. Vim lhe oferecer uma vaga em minha escola, sua nova escola, se quiser ir.


A mente de Tom começou a rodar com mil pensamentos diferentes. Será verdade? Finalmente sairia daquele inferno que chamavam de orfanato? Mas...e se fosse mentira?


Era bem provável que o estivessem atraindo com essa desculpa para mandá-lo, sem problemas, para o hospício.


Ao pensar nessa possibilidade, seu sangue ferveu e ele levantou-se rapidamente da cama, ficando de pé. Não ousariam a tanto!


- O senhor não me engana! O hospício, é de lá que o senhor é, não é? "Professor", – falou com desprezo e asco – claro, pois eu não vou, entende? Aquela gata velha que deveria estar no hospício. Nunca fiz nada a Amadinha nem ao Denis Bishop, e o senhor pode perguntar, eles dirão ao senhor!


Lógico que diriam. Morriam de medo dele. Falariam qualquer coisa.


- Eu não sou do hospício. – Dumbledore demonstrava uma enorme paciência. – Sou professor e, se você sentar e se acalmar, posso lhe falar sobre Hogwarts. É claro que se você preferir não ir, ninguém irá forçá-lo...


Tom sentiu um ímpeto de soltar uma gargalhada ao ouvir a última frase. Forçá-lo? Seria divertido vê-los tentar.


- Gostaria de ver alguém tentar. – expôs seus pensamentos.


Percebeu que nunca havia sido tão verdadeiro. Nunca havia exposto tanto o que pensava. Normalmente se fingia de indiferente, mas aquele homem...


- Hogwarts é uma escola para pessoas com talentos especiais.


- Eu não sou louco!


- Sei que não é. Hogwarts não é uma escola para loucos. É uma escola de magia.


Tom paralisou e tentou não mostrar muita surpresa.


Magia? Então...era isso que ele fazia? Sempre achou que fosse paranormal ou algo do tipo. Ao menos era isso que sempre aparecia em livros e histórias de terror.


- Magia? – conseguiu repetir, ainda com os pensamentos confusos.


- Exato.


- É...é magia, o que eu sei fazer?


- Que é que você sabe fazer?


- Muita coisa. Sei fazer as coisas se mexerem sem tocar nelas. Sei fazer os bichos me obedecerem sem treinamento. Sei fazer coisas ruins a quem me aborrece. – ficou vermelho de animação ao lembrar-se de Carlinhos. – Sei fazer as pessoas sentirem dor, se quiser. – e um sorriso no canto dos lábios apareceu ao lembra-se de Melissa.


Começou a tremer de puro prazer por saber que agora havia uma explicação para as coisas que fazia.


Sentou-se de volta a cama e olhou para suas próprias mãos. Sabia que era especial.


Era uma pessoa com poderes. Muito melhor do que Bonaparte, o Rei Sol ou até mesmo Hitler.


E ele poderia fazer essas coisas sozinho!


- Eu sabia que era diferente. Sabia que era especial. Sempre soube que havia alguma coisa. – resmungava as palavras que pensava sem perceber que fazia em voz alta. Estava excitado com tal possibilidade.


- Bem, você estava certo. Você é um bruxo.


Tom ergueu a cabeça e sua felicidade aumentou quando viu o rosto apreensivo de Dumbledore. Era...medo que o velho sentia? Seu coração disparou. Tinha vontade de provar todos os seus poderes naquele momento e naquela pessoa. Mas antes...


- O senhor também é bruxo?


- Sou.


- Prove. – não. Se havia mais pessoas como ele, bruxas, então ele não era assim tão especial. Era apenas mais um de um grupo seleto. Aquilo não podia ser verdade.


- Se, como eu imagino, você estiver aceitando a vaga em Hogwarts...


- Claro que estou! – falou sem pestanejar. Que pergunta!


- Então, vai se dirigir a mim chamando-me de "professor" ou de "senhor".


Tom trincou os dentes. Por um momento pensou em responder que não. Mas se queria ir embora do orfanato teria que respeitar as regras. E não havia sido tão difícil assim, nos últimos anos, fingir para os professores. Então, respondeu em tom educado:


- Desculpe, senhor. Eu quis dizer: por favor, professor, pode me mostrar...?


Um objeto longo e estranho, que mais assemelhava-se a um galho, foi tirado pelo professor Dumbledore, de suas vestes. Tom olhou sem entender o que era aquilo.


Antes porém que chegasse a qualquer conclusão, o homem apontou para seu guarda-roupas que imediatamente entrou em combustão.


Tom levantou-se rapidamente e gritou de ódio. Ele só podia estar querendo provocá-lo...queimou tudo o que tinha!


Correu furioso em direção ao senhor de longas barbas, pronto a atacá-lo e fazê-lo provar de sua raiva, quando o fogo, assim como surgiu, desapareceu.


Passado o momento de surpresa, falou com sua voz tranqüila:


- Onde posso arranjar uma dessas?


- Tudo ao seu tempo. Acho que tem alguma coisa querendo sair do seu guarda-roupa.


Tom ficou assustado. Será que...? Sim. Ele sabia o que era, mas a última coisa que desejava, era que Dumbledore visse seus "brindes".


Ele ordenou que abrisse e ele assim o fez, ainda amedrontado. De dentro de uma caixa, de onde vinha os barulhos, estavam o iô-iô de Amada, a gaita de Denis e o dedal de Melissa. Seu presente preferido. Carlinhos fornecera-lhe uma pata de coelho (afinal, diziam que dava sorte, pensou debochado) para um futuro chaveiro, quando tivesse chaves então não estavam ali.


- Você devolverá aos donos com suas desculpas. Saberei se fizer isso. Em Hogwarts não toleramos roubos.


Tom continuou a encará-lo. Não queria se desfazer de suas coisas, mas tinha certeza que aquele homem estava falando sério sobre saber.


- Sim, senhor. – respondeu, já entediado com aquela conversa.


Enquanto guardava suas coisas de volta a caixa, Dumbledore explicava sobre como em Hogwarts ensinavam a controlar a magia, que havia um Ministério e leis. Tom não dava muita atenção, mas cada palavra foi absorvida para ser meditada um dia. Naquele momento pensava apenas em sair do orfanato e qualquer lugar, com regras ou não, de início, lhe seria bem-vindo.


- Não tenho dinheiro. – disse de repente. Provavelmente um colégio como esse deveria custar muito caro.


- Isso é facilmente remediável. Há um fundo em Hogwarts para os que precisam de ajuda para comprar livros e vestes. – Dumbledore estendeu-lhe uma sacola com moedas dentro. Tom tomou-lhe de suas mãos sem agradecer e observava o conteúdo. Moedas estranhas... – Você talvez tenha que comprar alguns livros de feitiço de segunda mão, mas...


- Onde se compram livros de feitiços?


O bruxo explicou sobre um tal de Beco Diagonal e que poderia acompanhá-lo. Após Tom dizer, bruscamente, que poderia chegar ao lugar sozinho, o professor entregou-lhe a lista de material e detalhou como chegar ao local. Falou o nome do barmen, dono de um tal Caldeirão Furado, que dava passagem para o mercado dos bruxos.


- ...é fácil lembrar, porque tem o mesmo nome que você.


Tom fez um gesto de desdém.


Odiava aquele nome, mas infelizmente não conhecia nenhum outro que pudesse ser chamado. Alguns tentavam Riddle, o que também não era de todo bem-vindo. Nomes comuns demais para ele.


Lembrou-se então da história de seu nascimento, que soubera há muito tempo através da Senhora Cole. Foi patética a forma como a mulher contou sobre a morte de sua mãe, havia lágrimas nos olhos.


Deduziu então, à luz de todas essas novas revelações, que seu pai deveria ser bruxo e sua mãe uma reles qualquer, já que nem mesmo a um parto, resistiu.


- Meu pai era bruxo? Ele também se chamava Tom Riddle, me disseram.


- Receio não saber.


O menino memorizou tudo o que Dumbledore lhe informou sobre King's Cross e a plataforma.


Finalmente, parecia que a conversa havia terminado. O professor levantou, estendeu a mão para Tom que a apertou mais uma vez. Lembrou-se de um último comentário, e ainda segurando o professor disse:


- Posso falar com as cobras. Descobri isso quando fui ao campo, nos passeios, elas me acham, sussurram para mim. Isso é normal nos bruxos?


- Não é normal. Não há ocorrências.


Tom vibrou por dentro. Enfim algo que o diferenciava até mesmo dos especiais. Um poder único que só lhe dizia respeito.


Não sabia o que poderia fazer de mais com aquela informação, mas iria descobrir. E se podia ser melhor do que os outros ao menos em uma coisa, sem nem mesmo ter entrado no tal colégio, poderia ser melhor em tudo o que quisesse.


Dumbledore se despediu e saiu do quarto, fechando a porta atrás de si. Tom no entanto nada dizia. Olhava pela janela sorrindo pensativo.


Seria um ótimo bruxo. O melhor. O mais poderoso que já existiu.


Esse era o seu objetivo.

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