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2. A Caverna Secreta


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


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Capítulo 2 – A Caverna Secreta.


Desde que Tom nascera, coisas estranhas aconteciam, mas ninguém as unia com aquela linda criança.


Após o incidente com o coelho de Carlinos, no entanto, Melissa começou a ligar outros acontecimentos anteriores, com o menino.


Sempre que alguém o perturbava, algo ruim acontecia para essa pessoa. Porém como tais fatos poderiam ser culpa de uma criança de apenas 10 anos?


Ele sempre ia bem em todas as matérias, era extremamente inteligente e lia bastante. Seu único defeito, talvez, fosse o de não falar muito. Bem...isso é de cada pessoa. Se falasse demais, talvez ninguém o achasse estranho.


Mas de qualquer forma, ficaria de olho nele.





Tom estava no alto do penhasco que ficava há alguma distância do local onde o pessoal do orfanato fazia um piquenique na praia.


Olhava para baixo como que hipnotizado pelas ondas que quebravam nas rochas. Seguia pela beirada quando viu um caminho como uma escadaria mal feita, que levava para baixo.


Curioso começou a descê-la, tomando cuidado para não escorregar no limo.


Chegou finalmente na base e notou que tinha uma abertura. Entrou e viu uma enorme galeria. Seguiu caverna adentro e parou na beira de um lago interno. Não dava mais para seguir adiante.


Resolveu voltar e guardar tal informação. Quem sabe não poderia ser útil um dia?


Voltou para o acampamento. Iriam passar duas noites ali. Sentou-se um pouco distante da fogueira que fizeram.


Diversas crianças reuniram-se ali e uma professora chamada Julia, lia uma história. Faziam isso também no orfanato, nos dias frios em frente a lareira.


Tom constantemente ficava distante observando, entediado, o ânimo irritante com que elas ouviam a professora.


Tom começava a pensar porque afinal estava ali. Ele era apenas mais um infeliz sem pais que não tinha para onde ir. Mais um.


Odiava o fato de ser mais um. Ouvia no rádio pessoas importantes que se destacavam, presidentes, cantores...mas ainda assim eram comuns no que faziam. Ser presidente...existem diversos por aí. Artistas, bem feitores, soldados heróis. Bufava com desprezo.


Os que mais se destacam eram sempre aqueles que faziam algo extraordinário e que abalava milhares. E principalmente, que faziam algo ruim.


As únicas aulas agradáveis eram as de história, quando a professora falava sobre o grande Napoleão Bonaparte e Luís XIV! Tom adorava ouvir sobre o egocêntrico Rei Sol que arrancou a coroa da mão do Papa para mostrar que ele não precisava de ninguém. Que ele era grande por ele mesmo e que não se curvava nem mesmo diante do representante de Deus.


Deus. Outro personagem grandioso, mas que ele não acreditava e nem suportava. No fundo acreditava sim, mas tinha ódio, inveja de um ser tão poderoso que ninguém conseguia ser maior.


Não podia aceitar a ideia de que existia um ser que ele jamais poderia vencer.


Era nessas coisas que pensava quando percebeu que a leitura terminara e algumas crianças comentavam satisfeitas sobre a história.


- Uau! A de hoje foi a melhor. – uma menina de cabelos cacheados e loiros, que se assemelhava a um anjinho de porcelana, comentou.


- Não acho. – respondeu um menino. – Aquela da semana passada, no orfanato, que foi mais interessante.


- Qual? A de terror? – a menina estremeceu. – Odeio histórias de terror.


- Eu adoro! Dá medo e isso que é legal.


- Não gosto. – falou como que terminando o assunto e cruzando os braços.


- Ah você é fresca! E nem foi tão assustador! Era sobre crianças presas no escuro do porão.


- Eu... – a menina corou e completou baixinho. - ...morro de medo de escuro.


O garoto começou a rir e a menina ficou zangada.


- Para de rir de mim! Você se faz de corajoso, mas aposto que também ficaria apavorado.


- Eu não. Não tenho medo de nada e nem de ninguém. – disse com um ar superior.


Tom sorria ao escutar aquela conversa. Iria se divertir.


No dia seguinte, no almoço, Tom foi até a menina loira e com sua refeição entregue por uma professora, ficou parado a sua frente.


- Posso me sentar com você? – perguntou, pela primeira vez, de forma simpática.


A menina arregalou os olhos e se virou, para conferir se era com ela mesma.


- Pode sim. – respondeu temerosa. – Você é Tom, não?


- Uhum. – balançou a cabeça afirmativamente e sorriu. A menina tranquilizou-se com aquele sorriso simpático e bonito.


- Eu sou Amada. Quer um pouco? – ofereceu um pedaço de seu muffin.


- Não obrigado, mas foi gentil da sua parte. – a menina soltou uma risadinha. – O que foi?


- Desculpa, é que você fala de forma tão engraçada. – Tom ficou sério e a menina desculpou-se novamente. Não quis dizer que é ruim!


Ficaram em silêncio até que Tom falou:


- Eu posso ser seu amigo? – ela sorriu envergonhada.


- Claro que pode! Você é legal e não estranho, como alguns dizem. – ficaram novamente calados e Tom viu que o menino da noite anterior se aproximava.


- Posso te mostrar uma coisa legal? Mas não pode contar para ninguém. – ela fez que sim animada.


- Mostrar o que? – o menino sentou-se ao lado de Amada com seu almoço e olhando desconfiado para Tom.


- Oi Denis! O Tom é meu amigo agora e quer me mostrar um segredo dele, não é Tom? – o garoto fez que sim.


- O que você está fazendo conversando com esse esquisito, Ama? – Denis o encarava. – Ele não pode ser seu amigo.


- Mas é! – Amada respondeu nervosa.


- Eu vou ser mais amigo do que você, que ri dos medos dela. – Tom o olhou da mesma forma que ele. – Vamos, Amada? – levantou-se.


- Vamos.


- Eu não vou deixar você ir sozinho com ela para lugar algum.


- Ora Denis...


- Tudo bem. Pode vir também.


Seria ainda melhor. Iria colocar a prova, a coragem dele.


Seguiram em direção ao penhasco. Tom ia a frente seguido pelos outros dois.


- Para onde estamos indo? – Amada perguntou. Tremia por causa do vento que vinha fortemente do mar apesar do dia quente.


- Vocês já vão ver. – chegou à beira e parou procurando a escadaria de antes.


De repente, Tom sentiu um empurrão e se segurou na manga de Denis, fazendo ambos caírem, por pouco, ao lado do precipício.


- Por que fez isso? – Tom gritou.


- Desculpa. Era para ser uma brincadeira.


Não respondeu nada. Iria dar o troco em breve.


- É por aqui. – começou a descer. Os outros o seguiram em silêncio.


Chegaram à mesma fenda de antes e Amada paralisou.


- Não vamos entrar aí, vamos? Parece ser...escuro.


- Não é escuro não. Juro. E olha. – pegou um pedaço de madeira e olhou concentrado para sua ponta. A madeira começou a pegar fogo e as duas crianças deram um salto para trás.


- Como você fez isso? – Amada tinha os olhos arregalados.


- Eu não sei. – deu de ombros. – Apenas faço.


- Você é mesmo uma aberração como o Carlinhos disse! – Denis se virou. – Eu vou voltar.


- Não vai não. Ou será que está...com medo? – falou debochado.


- Eu não estou com medo. Só acho você esquisito e não quero sua companhia.


- Medroso.


- Eu não sou medroso!


- Então prove. – apontou com a madeira fumegante em direção à entrada.


Denis apanhou a tocha das mãos de Tom, espremeu-se e adentrou na galeria. Logo em seguida foi Amada e por último Tom, que depois passou a frente para mostrar o caminho.


- Por aqui. – dirigiu-se ao lugar que levava ao lago subterrâneo e os outros o seguiram. – Bonito, não é?


- Uau! Que enorme e legal! – Amada sorriu olhando para a parte de cima da caverna.


- Era isso que queria mostrar? – Denis perguntou debochado. – Nossa! Grande surpresa.



- Não. – respondeu sério. – Não é isso. Dê-me a tocha. – hesitante, ele entregou. Tom andou até a beira da água e apontou com o dedo. – É isso.


Os dois aproximaram-se curiosos. Tom então virou-se rapidamente, e empurrou o garoto para dentro do lago e saiu correndo apagando a tocha.


Antes de sair pela fenda, ouviu Amada gritar.


- TOM! Por que está fazendo isso? – perguntou choramingando. - Denis...? Cadê você? Ta tão escuro...


- Eu já volto! Esqueci uma coisa. – Tom respondeu cinicamente.


- Me ajuda, Ama! Eu não sei nadar!


- Não consigo te ver. – a menina chorava assustada.


Tom subiu de volta a escadaria sorrindo deliciado com o pavor dos colegas. Isso era melhor do que qualquer coisa.


Chegou em terra firme e olhou na direção do mar.


A maré estava subindo. Daqui a algumas horas cobriria toda a caverna.


- Hum...será que eles conseguem achar a saída a tempo? – perguntou pensativo. Não estava preocupado. Era mais como uma aposta consigo mesmo.

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