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1. Coelhos


Fic: Tom Riddle - Livro Primeiro


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 1 – Coelhos.


Tom levantou-se de sua cama e olhou para a janela de seu quarto. Mais um dia comum de céu cinzento e crianças correndo por todo lugar.


Mudou a roupa e fez sua higiene matinal. Saiu do lugar em que estava e seguiu em direção ao refeitório.


- Bom dia, Tom. – Melissa, agora 10 anos mais velha, sorriu para o menino que mantinha o semblante sério.


Ele olhou para a mulher sem nada dizer e apanhou uma bandeja. Entrou na fila para apanhar seu café da manhã e sentou-se em uma mesa isolada.


"Garoto esquisito", pensou Melissa ainda observando-o. Como se tivesse ouvido o que dissera, ele lhe dirigiu um olhar penetrante. Melissa arrepiou-se dos pés a cabeça e saiu dali.


Tom comia em silêncio e todos pareciam observá-lo. A maioria tinha medo e era disso que ele gostava.


Quando terminou sua refeição, foi em direção ao jardim para observar o horizonte. Sempre imaginava que havia o mar ali na frente. Aquele mar que via nos passeios de verão do orfanato.


A única coisa que lhe agradava em todo aquele ambiente, eram esses passeios, onde podia observar o mar. Poderoso, indomável e eterno. Mutável, é verdade, mas eterno.


Quando ia sair pela porta, um garoto correndo esbarrou tão fortemente em seu ombros que Tom caiu no chão.


- Sai da frente, seu esquisito!


Tom o olhou furioso e o menino, que antes estava com tanta pressa, parou e riu.


- O que é? Ficou com raivinha? Vamos! Fala alguma coisa. É mudo por acaso? – ele o chutou e riu ainda mais. – Todos têm medo de você, sabia seu alien! Mas eu não tenho. Você se acha muito especial, não? Mas é um nada, um bostinha como qualquer outro órfão desse maldito lugar. – ele o chutou novamente.


Uma das educadoras do orfanato passava e correu em socorro do garoto caído. Segurou o outro pelo braço e disse:


- Carlinhos! Peça desculpas ao Tom agora!


- Eu não vou pedir desculpas a essa aberração!


- Não o chame de aberração. Peça desculpas.


- Ele fez a boneca da Alice se mexer sozinha! Ela agora está morrendo de medo de dormir no próprio quarto.


- Não foi ele. Vocês devem ter se enganado. Vamos. Peça desculpas ou irei te colocar de castigo!


- Desculpa. – Carlinhos respondeu sem sinceridade.


- Ótimo. Agora para dentro.


- Ah! Eu vou no jardim apanhar meu coelho. – sorriu animado. – Vou dar cenouras a ele!


- Tudo bem, mas deixe Tom em paz, ta? – o menino fez que sim e saiu correndo.


Tom levantou-se do chão e acompanhou o garoto com o olhar. Ele iria pagar pelo que fez.




Era noite no orfanato e apenas uma pessoa não estava adormecida em seu quarto quente.


Tom andava pelo jardim em direção a um local cercado, onde as crianças deixavam os seus animais.


Pulou a cerca e olhou em volta. Em uma toca escondida e escura, dormia graciosamente, um coelho tão branco que chegava a destacar-se.


Olhou longamente para o pobre animal. De repente, o bicho começou a estremecer e levitar.


Parou flutuando bem diante de seus negros olhos, contorcendo-se e guinchando.


O pescoço do peludo animal parecia estar sendo esmagado sem que ninguém o tocasse. Depois de alguns minutos, o coelho parou de se mexer e Tom sorriu apanhando-o no ar.


Pulou a cerca de volta com o coelho nos braços, como se segurasse um bebê.


Tom acordou na manhã seguinte, com um grito vindo do andar de cima.


Ouviu passos apressados no corredor e abriu a porta.


Uma mulher subia as escadas, seguida de várias crianças curiosas. Acompanhou-as.


Quando chegou ao andar superior, viu que um amontoado olhava para dentro de um quarto, onde o menino Carlinhos chorava e gritava abraçado a uma professora.


- Meu Deus! Mas quem faria isso? – a mulher que o abraçava perguntou àquela que havia corrido escada acima.


Tom ficou na ponta dos pés e olhou para o interior do cômodo. Viu a cama de Carlinhos e uma massa branca estendida ali. Pelo que parecia, tinham tirado sua obra de arte do teto, onde tinha sido depositada. Carlinhos levantou a cabeça do colo da professora e viu que Tom o olhava sorrindo.


- Foi ele! Foi ele que fez isso!


As duas moças viraram-se em sua direção, juntamente com o aglomerado de crianças.


- Você fez isso, Tom? – uma delas perguntou. Tom fez que não e simulou uma expressão de assustado.


- Fez sim! Ele está mentindo! Ele é louco! – Carlinhos gritou novamente.


- Não fiz não. – respondeu calmamente. Eram poucas as vezes que falava e sempre era uma surpresa quando isso acontecia. Sua voz era sempre fria e estável.


- Não se preocupe Carlinhos. Vamos arranjar outro coelhinho para você, tudo bem? E vamos descobrir quem fez isso.


- Eu não quero outro coelhinho! E foi ele quem fez! Por que não acreditam em mim? – falou furioso. – Ele ficou com raiva das coisas que eu disse ontem e quis se vingar!


- Ou quem sabe você me odeie tanto que resolveu fazer isso você mesmo para me culpar? – Tom respondeu.


- Você fez isso Carlinhos? – a mulher que o abraçava perguntou, afastando-o.


- Não! Eu nunca...


- Porque temos seu histórico mocinho. Você já fez maldades antes colocando a culpa em outros. E sempre pega no pé de outras crianças.


- Mas não fui eu! – o menino voltou a chorar, em pânico.


- Bem, vamos decidir isso com a senhora Cole.


- Não fui eu! – a moça o puxou pelo braço, arrastando-o para fora do quarto. Carlinhos olhou para trás e viu que Tom, atrás de todas as outras crianças, sorria.


***


N/A: Eu sei que fiquei uma semana sem postar...é que no ff, eu postei atrasado, aí não queria que aqui tivesse vantagem rs, queria postar no mesmo dia nos dois sites.


Espero que gostem do meu pequeno psicopata. Tentei ser o mais fiel possível à personalidade que JK criou e aos dados que têm nos livros. Tive que ler tudo de novo para isso rs.


Vou colocar as respostas para os comentários aqui:


Keeny Moony - Obrigada! Desculpa a demora. Mesmo >.< Mas agora postarei toda semana. No próximo domingo tem mais e depois passarei para as sextas.


Alexander L. Lacour - Eu não sei porque seu review apareceu em uma página diferente do de Keeny, mas enfim...
Que bom que está gostando. Espero que eu continue a agradar. ^^


Beijos para todos e até semana que vem.

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