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5. Querido diário...


Fic: A Força de um Destino


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A quarta-feira chegou rapidamente e o primeiro dia de verdade no acampamento começou. Hermione estava muito animada em começar a trabalhar como monitora cuidando das crianças. Eu, por outro lado, não tinha toda aquela energia de minha amiga. O dia anterior havia me desgastado muito por causa da festa e eu não estava ainda plenamente recuperada. Mas mesmo assim quando deu duas horas da tarde eu tive que ir para a sala de artes dar a minha primeira aula como monitora do acampamento Stone Valley.
Chegando lá me sentei em uma cadeira. Não era na realidade uma sala, e sim um grande galpão empoeirado e imundo que mais parecia um mausoléu.
Minha obrigação como monitora seria dar um jeito naquele lugar inteiro usando métodos trouxas. Mas, como não sou estúpida, planejei usar minha primeira aula “pedindo gentilmente” para que os campistas me ajudassem a arrumar o galpão.
Isso não era contra as regras do acampamento, então eu poderia fazer. Porque se eu fosse arrumar aquilo tudo sozinha, iria demorar dias. Isso tudo pelo fato do local estar totalmente empoeirado e de os materiais de artes estarem espalhados por todos os cantos. A monitora que deu aula de artes no ano anterior não deveria ser das mais organizadas.
Meu pensamento era de que como as aulas eram apenas opcionais, não viriam muitos campistas. Infelizmente, para meu total desagrado, estava errada. Pude perceber isso quando uma enxurrada de crianças adentrou no galpão.
Começaram a se comunicar conversando num tom bastante elevado e nem pareciam notar minha presença ali. Tive que gritar bastante para que pudesse ser notada.
- Por favor, se acalmem! – gritei enquanto batia as palmas.
Não se ouviu mais nenhum barulho no galpão inteiro, nem um único cochicho. “Sou muito boa para lidar com crianças” pensei.
- Ótimo! Agora que todos estão quietos vamos iniciar nossa primeira aula de artes. – comecei falando com um tom de voz bem harmonioso, com o intuito de não permitir que a desordem voltasse a reinar naquele lugar – Primeiramente, devo avisar que a aula de artes é totalmente opcional. Quem não se sentir a vontade aqui pode se retirar. – falei na esperança de que algum campista fosse embora, mas não, todos continuaram ali.
Comecei minha aula e anunciei como primeira tarefa a limpeza do galpão. Para meu espanto, as crianças concordaram incondicionalmente com aquilo. Então ordenei e comandei como todos tinham que agir.
Devia ter uns trinta campistas na aula. “Vieram todos” pensei. Na segunda-feira, as crianças, assim que chegaram, se cadastraram nas aulas que optaram em fazer.Haviam quase setenta campistas inscritos nas aulas de artes. Então a administração do acampamento teve que dividi-los em dois grupos. As segundas, quartas e sextas eu daria aula para o grupo “A” e as terças, quintas e nos sábados eu daria aulas para o grupo “B”.
Isso não era tão ruim, afinal eu teria os domingos livres e seria apenas uma aula por dia. Porém eram mais de trinta alunos por turma. Um verdadeiro exército de crianças. Minha esperança estava em que a maioria que havia se inscrito desistisse e não freqüentasse as aulas. Porém, para meu desespero, a turma parecia completa.
Mas tudo tem seu lado bom. Com um batalhão de campistas, a limpeza do galpão foi concluída rapidamente e depois de uma hora e meia de aula, dispensei a turma.
Suspirei de alívio quando todos as crianças foram embora. Realmente foi mais fácil do que eu pensei. Agora finalmente teria um tempo livre para descansar um pouco e recarregar a minha energia.
Fui para a cabana, me deitei em minha cama e tirei um cochilo rápido. Depois disso, resolvi passear um pouco em volta do lago. Levei junto comigo meu diário pois queria lê-lo um pouco.
Me sentei em um píer que tinha ali e fiquei brincando de molhar meus pés na água. Observei ao longe, minha amiga Hermione dando a sua aula de natação para um grupo de campistas.
A brisa estava suave e fazia com que meu cabelo voasse com o vento. Era uma linda tarde de verão, porém não fazia muito calor. Depois de alguns minutos admirando a paisagem resolvi abrir meu diário e me pus a lê-lo.
Aquilo era para mim como uma máquina do tempo. Poderia reviver momentos muito especiais da minha vida naquelas páginas. Mas não chorei. Depois da conversa que tive com Mione no dia anterior, as coisas ficaram mais claras para mim. Não havia porque chorar.
Ao contrário da última vez em que li meu diário, agora me sentia muito mais feliz. Um sorriso apareceu em meu rosto ao ler aquelas folhas. Nos últimos três meses eu podia contar nos dedos os dias em que relatei ao meu diário estar triste.
Estava bem mais contente e confiante por isso nem senti as horas voarem. Quando vi já estava anoitecendo e a brisa que antes era suave já havia se transformado em fortes rajadas de vento.
Minha felicidade era tamanha que não me dei conta do que aconteceu. Só reparei quando cheguei na cabana. Dei por falta do meu diário. Eu devia tê-lo esquecido no píer. Me desesperei com a idéia de alguém lendo sobre a minha intimidade. Meu diário estava lá, largado, para qualquer um pegá-lo.
Fui o mais depressa que pude em direção ao píer porém o meu pressentimento se confirmou e não encontrei o meu diário. Alguém com certeza o pegou. Já era de noite porém permaneci em pé, no mesmo lugar, boquiaberta com a possibilidade de alguma pessoa estar lendo nesse exato instante as minha confidências. Pensava em mil maneiras de recuperar o meu diário até que de repente sinto uma mão encostar em meu ombro por trás. Me arrepiei toda, mas logo vi de quem se tratava.
- Hermione! Que susto! Precisava fazer isso? – falei enquanto me recompunha.
- Me desculpa, mas é que está na hora do jantar. Eu procurei você por toda a parte, mas não te encontrei.
- É que aconteceu uma coisa que você não faz idéia... – comecei a falar mas Hermione me interrompeu.
- Não me diga que tem algo a ver com o Malfoy! – disse minha amiga assustada com a possibilidade.
- Não! Não que eu saiba... Na realidade, alguém pegou uma coisa minha muito pessoal. – disse enquanto nós duas caminhávamos em direção ao refeitório.
- Pegou o quê? – perguntou Mione curiosa.
- Hoje a tarde eu fiquei naquele píer onde eu estava agora e reli o meu diário pela centésima vez... – comecei a falar mas Hermione me interrompeu novamente.
- Você precisa parar de viver no passado. Isso faz mal! – comentou ela.
- Eu sei, eu sei... Mas isso não vem ao caso agora. O problema é que quando eu fui embora, eu esqueci meu diário no píer, então eu voltei para busca-lo só que ele já não estava mais lá.
Hermione fez uma cara indescritível. Parecia preocupada mas ao mesmo tempo muito curiosa.
- Mas quem será que pegou o seu diário, Gina? – perguntou ela.

- Isso eu não sei, mas vou descobrir a qualquer custo...
Passei o jantar inteiro observando qualquer comportamento suspeito de alguns dos monitores. Porque eu tinha quase que certeza que havia sido um deles. Não podia ser nenhuma das crianças até porque, “o quê um campista faria com o meu diário?”.
Mas pensando melhor “porque um monitor iria quere-lo?”. Curiosidade, talvez... Só podia ser isso. Não conseguia pensar em outra razão para fazerem isso.
Não notei nem comportamento anormal durante o jantar inteiro e a noite prosseguiu tranqüila. Os monitores se reuniram na fogueira central do acampamento, mas eu só fiquei um pouco lá e preferi voltar para a cabana e descansar. Não tinha disposição para ficar conversando enquanto o meu diário estava por aí, na mão de um qualquer.
Estava começando a relaxar um pouco e esquecer essa história quando alguém bate na porta da cabana. “Quem poderia ser?” pensei. A Mione não é porque ela tem a chave. Minha curiosidade se aguçou e fui abrir a porta rapidamente para descobrir quem estaria do lado de fora. Porém não encontrei ninguém.
Fiquei cismada com aquilo mas de repente notei algo no chão. Era o meu diário! O peguei rapidamente e me aliviei ao descobrir que era realmente ele.
Comecei a folheá-lo para talvez encontrar um vestígio de quem o havia roubado. Mas para minha total surpresa encontrei um bilhete dentro do diário..

Olá Gina,
Quero agradecer as horas maravilhosas de leitura que seu diário me proporcionou. Sua vida me pareceu no mínimo bastante interessante. Mas eu tinha que lhe devolver isso pois ele te pertence. Confesso que li ele todo e achei tudo extremamente surpreendente. Obrigado mais uma vez por tê-lo emprestado a mim.

Agradecido,
Draco Malfoy

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